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tos de Esparta e da repúbli E completaria o movimen O heroismo dos episódios, o desprendimento em defesa da da república — Leônidas que se prepara para enfrentar os medas no desfiladeiro das Termópilas, Brutus que cond mone os filhos acusados de conspirar contra a república, os Horácios que juram sacrificar a v la liberdade de Roma seriam o correspondente daquela fo » se quer a manifes ção sensivel do Dever No própria aquarela (repre confirmação das promessas d xejo é des- concertante. Uma turma de meninos pobres mulatos proc r aduzir o que seria uma parada militar solene, Ao fundo, quase imperceptíveis, soldados de verdade lizam manobras. Como sempre nas brincadeiras de criança, imita- se em tudo o modelo: o garbo dos mais rumentos music uniformes € ras. O aspecto imitati- vo, unido à idade das personagens, poderia fazer é Debret estivesse apontando, com esse desenho, uma espécie de primeira aproximação em relação a um modelo pleno, que com o tempo e algum teino seria ançado. P, quem, como Debr o ainda na infância”, nada mais coerente reira também se apodera: dos bra lo povo francês & de seus artistas Mas quando atentamos para do como a aq foi rea- la, sobressai mais o afastamento em relação ao padrão franci do que a possibilidade de sua elctivação em terras coloniais chama a atenção a total ausência de uma linha de fk o desenho direção e movimento. A fila no primeiro plan 1 percepção, ela a estabiliza ase completa ocupação da horizontal do ndo da fila o poder de determinação uma vez que a linha já se completou. O gr mais compacto, que serpenteia no plan pudesse impulsionar um movimento mais « vesse tão red pela perspectiva, que também dissc contornos e 1 14 à força. Mesmo assim a massa de me parece fazer uma certa pressão sobre a meiro plar partir da direita, aumenta progressivamente os pequenos soldados, o que produz a impress » crescente. Mas a inversão realizada por D as crianças march tido cont esquerda para a direita, além da inclinaç te voltadas para trás — retira da colur novamente a cena adquire um equilíbrio manso, presa de um de forças muito incipientes, incapazes de produzir uma estabil de resultante de um confronto poderoso. Dessas relações f decorre em parte a graça que p toda jarela. Livres de uma trama que os magnetize com força, os meninos — sobretudo os do primeiro plano — adquirem que realça a sua ingenuidade, Sem lida sustentar O espaçe aquarela, eles se movem despreocupadamente, indiferentes à vas- tidão que os envolve Também os contornos, sem o marcados no neoclassicis- jo, não desempenham aí um papel importante. Pouco definidos eles estão longe de circunscrever figuras sólidas € exemplares. As linhas leves e soltas facilitam u ntato mais generoso das criar s com o ambiente. E a ausê í eus de cor definidas « intensas cola no estreitamento daquele contato. corpos, árvore o parecem artilhar uma subs comum, num pais em que o afastamento da natureza ainda é lim e onde « do dever encontra embaraços. Dado o modo com que Debret arma essa aquarela, aqui a parecer um primeiro mov to em direção ao roismo neoclássico se revela uma cena prosaica — embora ci regada de significação. Somos devolvidos então a um simples jogo à FORMA DIFÍCI