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A importância da QVT, Manuais, Projetos, Pesquisas de Administração Empresarial

Contem pesquisa bibliografica e de campo. Qualidade de vida no trabalho, contexto historico, conceito, consequencias, e mais.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2012

Compartilhado em 25/10/2012

raissa-campagnaro-de-oliveira-5
raissa-campagnaro-de-oliveira-5 🇧🇷

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A importância da QVT1
Luiza Caroline2
Camila de Freitas32
Raissa Campagnaro42
Richardson Soares52
Rosiane da Silva62
Vinicius Veloso72
RESUMO
Todas as transformações pelas quais a sociedade passou nos últimos anos
e o crescimento da globalização que trouxe consigo uma competitividade
bastante evidente entre as empresas impulsionou as organizações a buscarem
meios de aumentar sua produção. O presente trata da qualidade de vida no
trabalhado (QVT) como uma importante ferramenta gerencial para alcançar a
competitividade desejada pelas empresas atualmente. O trabalho consiste em
um revisão bibliográfica, que busca estabelecer os avanço do estudo da QVT
ao longo das últimas décadas e também um conceito sucinto baseado em
literatura específica. Este trabalho é também uma pesquisa que busca
demonstrar qual a utilidade e a aplicabilidade dos programas de QVT para
alcançar melhores resultados em uma empresa local.
Palavras-chave: competitividade, QVT, organizações.
1. Introdução
As mudanças sociais e econômicas iniciadas com a Revolução
Industrial implementaram uma nova era na humanidade. Durante meados do
século XIX o mundo vivia o momento da industrialização com o advento das
máquinas e crescimento das fábricas. O homem era quem operava e
manuseava a maquinaria pesada numa intensa e sofrida jornada de trabalho
em um ambiente sujo, poluído e quente dentro destas fábricas. Péssimas
condições de trabalho que afetavam a saúde dos operários e contribuíram
assim para o surgimento de doenças respiratórias devido a esta poluição;
1 Trabalho apresentado junto a disciplina de Metodologia da Pesquisa,
componente do curso de
bacharelado em Administração da UFMA.
2 Aluno(a) do primeiro período do curso de bacharelado em Administração da
UFMA.
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A importância da QVT 1 Luiza Caroline 2 Camila de Freitas 32 Raissa Campagnaro 42 Richardson Soares 52 Rosiane da Silva 62 Vinicius Veloso 72 RESUMO Todas as transformações pelas quais a sociedade passou nos últimos anos e o crescimento da globalização que trouxe consigo uma competitividade bastante evidente entre as empresas impulsionou as organizações a buscarem meios de aumentar sua produção. O presente trata da qualidade de vida no trabalhado (QVT) como uma importante ferramenta gerencial para alcançar a competitividade desejada pelas empresas atualmente. O trabalho consiste em um revisão bibliográfica, que busca estabelecer os avanço do estudo da QVT ao longo das últimas décadas e também um conceito sucinto baseado em literatura específica. Este trabalho é também uma pesquisa que busca demonstrar qual a utilidade e a aplicabilidade dos programas de QVT para alcançar melhores resultados em uma empresa local. Palavras-chave: competitividade, QVT, organizações.

  1. Introdução As mudanças sociais e econômicas iniciadas com a Revolução Industrial implementaram uma nova era na humanidade. Durante meados do século XIX o mundo vivia o momento da industrialização com o advento das máquinas e crescimento das fábricas. O homem era quem operava e manuseava a maquinaria pesada numa intensa e sofrida jornada de trabalho em um ambiente sujo, poluído e quente dentro destas fábricas. Péssimas condições de trabalho que afetavam a saúde dos operários e contribuíram assim para o surgimento de doenças respiratórias devido a esta poluição;

1 Trabalho apresentado junto a disciplina de Metodologia da Pesquisa, componente do curso de

bacharelado em Administração da UFMA. 2 Aluno(a) do primeiro período do curso de bacharelado em Administração da UFMA. 3 4 5 6 7

desvios posturais; lesões advindas do esforço repetitivo ao operar as máquinas, etc.

A qualidade de vida, saúde física e mental dos operários era precária e, além disso, os empresários não se preocupavam com mudanças e melhorias, pois visavam somente produção e lucro. Por conta disso as ondas de insatisfações de trabalhadores que reivindicavam além de melhores salários, diminuição da jornada de trabalho e melhores condições de trabalho só aumentavam cada vez mais. Passados alguns séculos com a mudança no perfil das empresas o modo da organização, do trabalho, da convivência, do lazer, foi ganhando novos rumos e o tema Qualidade de Vida no Trabalho começou a ganhar a devida relevância no cenário das empresas em geral e atualmente verifica-se a evolução da preocupação destinada às pessoas e aos fatores físicos e psicossociais que influenciam a vida das mesmas, que vai desde a remuneração salarial devida até o reconhecimento do mesmo dentro da organização. Frequentemente o termo qualidade de vida vem sendo discutido e abordado nos diferentes campos do conhecimento como a medicina, filosofia, sociologia, etc, explicando assim sua multiplicidade de sentido. Para a OMS – Organização Mundial de Saúde, o termo Qualidade de Vida (QV) significa [...] a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistemas de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações (Fleck, 1996, p.64). Dentro do ambiente de trabalho a QV está atrelada basicamente à saúde e a remuneração com ressalvas à sua subjetividade de sentidos, pois a QV para um indivíduo poderá divergir da concepção de outrem, a particularidade do conceito que o termo sugere é colocado em questão como fator relevante para o bem-estar coletivo dentro da organização. Partindo da convicção de que o homem é essencial para o sucesso de uma empresa ressalta-se a importância do uso de estratégias de gestão, que alcancem desde a segurança física do empregado dando destaque principalmente para a ergonomia que relaciona o espaço físico onde o homem trabalha às suas reais condições físicas, até medidas que significativamente

da empresa estejam em sintonia, desde a administração até os próprios funcionários, envolvendo treinamentos, qualificação profissional, bem como o reconhecimento de que o empregado é o diferenciador da competitividade.

Objetivos Geral: Ressaltar a importância da aplicação de acões e programas de QVT no gerenciamento de uma empresa. Específicos: a) Estabelecer um conceito de QVT; b) Identificar qual a importância da QVT no grau de aproveitamento dos meios utilizados para produzir c) verificar se a organização aplica a QVT em sua gestão; d) analisar a liberdade do funcionário para expor opiniões e contribuir com os projetos da empresa; e)identificar se a empresa utiliza a competitividade como razão para implantar a qualidade; f) entender como o trabalhador se sente dentro da empresa; g) pesquisar se o foco no bem-estar do pessoal de uma empresa traz melhorias para a mesma.

  1. Contextualização Histórica

O ponto de partida para qualquer estudo e análise no âmbito trabalhista é a busca por conceitos e teorias utilizadas no período conhecido como Revolução Industrial. Foi neste período que surgiram as primeiras preocupações com a Qualidade de Vida do trabalhador e impulsionou novas teorias nos anos seguintes até os atuais. No final do século XIX, com o surgimento da Administração Científica por Taylor, o operário passou a ser, timidamente, mais reconhecido dentro do processo de produção. Sem deixar por priorizar a produtividade e a lucratividade da empresa, tal reconhecimento voltava-se a uma motivação econômica, onde o trabalhador ganharia proporcionalmente a sua produção e tornaria a tarefa mais significativa. Contudo, numa visão atual, a forma racional

de execução das tarefas levou o operário a um desgaste físico quase desumano. É inegável, que a motivação econômica proposta pelo taylorismo, hoje, não mais é suficiente para manter o trabalhador comprometido com a eficácia e produtividade organizacional, ou a levar o mesmo a ter uma satisfação no trabalho. No entanto, as ideias de Taylor ainda estão vivas, com outros títulos ou rótulos, ou inseridas implicitamente nas diversas escolas sociais ou de produção. Buscando melhor satisfazer o trabalhador, a Abordagem Humanista, iniciada por Elton Mayo no inicio dos anos 20, lançou pesquisas que indicassem o quanto as condições físicas do local de trabalho são influentes na produtividade industrial. Através da Experiência de Hawthorne, Mayo voltou-se ao fator psicológico, aplicando um programa de entrevistas onde os funcionários tinham permissão para falar livremente, sem temor de represálias para si, colegas ou superiores. Os resultados levaram a conclusão de que o nível de produção é determinado pela integração social, direcionando mais atenção aos elementos emocionais e irracionais. As contribuições de Mayo são de grande relevância para o estudo do comportamento humano e qualidade de vida do trabalhador. Fatores introduzidos ou descobertos na fábrica “Western Eletric”, onde foi feita a experiência de Hawthorne, são hoje analisados e estudados nos grupos sociais. Posteriormente, Abraham Maslow estudou a satisfação a partir das necessidades, criando a chamada “hierarquia das necessidades”, composta por cinco necessidades fundamentais: fisiológicas, segurança, amor, estima e autorealização. E inicialmente foi proposta pelo autor de forma sequencial. Concluindo a teoria de Maslow, a satisfação de uma necessidade é induzida pelo comportamento individual, que serve como apoio para explicar as reações das pessoas às diversas forças motivacionais. E evidente que o ciclo necessidade/comportamento é apenas um dos fatores que influenciam as ações individuais, mas também é um dos pontos mais significativos na análise da qualidade de vida do indivíduo no trabalho. O trabalho de Maslow foi apresentado de forma generalizada, mas seu estudo se fez necessário, pois tal teoria serviu de apoio a outros cientistas sociais, tal como Douglas McGregor para análise das condições de vida e

teorias refletem no modo de gestão de pessoas nas empresas, onde adquiriram seu real valor profissional e de capacitação.

  1. Conceito

Os conceitos de QVT deixaram de ser apenas a preocupação com a saúde e a segurança do trabalhador e passaram a ser também sinônimo de estratégia empresarial. Este sistema está além do enfoque biopsicossocial, pois agora se baseia também em uma visão da condição humana. O QVT é uma variável proporcional à produção, porque à medida que o trabalhador se sente bem no cargo que exercita mais ele se sente motivado para produzir, o que reflete na satisfação do cliente e no lucro da empresa, aumentando-os. Segundo França (1999), o conceito de QVT constitui um conjunto de ações de uma empresa que envolve o diagnóstico e a implementação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais, dentro e fora do ambiente de trabalho, no intuito de propiciar condições plenas de desenvolvimento humano para e durante a realização do trabalho.

  1. A QVT e suas consequências.

As empresas, em geral, vêm estabelecendo uma busca pelo aumento de competitividade. Tornar-se competitiva mediante um mercado em constante crescimento exigiu que as empresas encontrassem meios para aumentar sua produtividade. Durante as últimas décadas observou-se a interferência da qualidade de vida nos vários aspectos de uma empresa e também na produção. Percebeu-se que o trabalhador é o principal fator produtivo e portanto seu estado físico e seu estado mental interferem no resultado final da produção e no faturamento total da empresa. Deve-se prioritariamente dar condição básica de segurança e saúde ao fator produtivo, denominado "capital humano" (Limongi-França 2009). A QVT deve ser uma preocupação de todo empregador, o bem-estar do seu funcionário não deve ser uma preocupação secundária como foi posta a partir da década de 1970, quando as empresas passaram a se preocupar prioritariamente com a produção, para assim sobreviver no mercado, diante do aumento da concorrência e do quadro de inflação e crise energética.

Proporcionar qualidade de vida para os empregados é uma tarefa que pode ser realizada de várias maneiras, com diferentes ações. Desde aumentar a voz do empregado dentro da empresa e garantir condições mais seguras no trabalho, até estabelecer salários justos e em dia. É de extrema importância a presença de um psicólogo dentro da organização, um médico do trabalho, ou uma pessoa designada que se preocupe com os interesses de cada funcionário, que pense sim na produção, mas que primeiro se preocupe em estabelecer um diálogo com cada um e identificar as principais necessidades de cada indivíduo. Compreender a ergonomia é uma forma de melhorar a QVT. A mesma explica como o ambiente físico influencia na realização das tarefas, e mais recentemente como esta tarefa influencia no bem-estar de cada pessoa fora do ambiente de trabalho. Sendo o trabalho, grande parte do dia-a-dia das pessoas, o que acontece no emprego reflete no restante do dia das mesmas. A depressão e o burnout 8 são justamente as consequências desta falta de qualidade de vida nos ambientes de trabalho na atualidade. “Embora possam estar juntas, boa parte delas se sente sozinha no trabalho”, é o que afirma José Roberto Heloani em entrevista a revista Proteção. Por estarmos presos em nosso círculo afetivo, família e amigos próximos, não nos relacionamos com as pessoas ao nosso redor, vivemos com pressa para chegar aos lugares e sair deles e não temos tempo, muito menos coragem para enfrentar o convívio social. O isolamento não é a única causa destas duas “doenças”, uma extensa carga horária e a complexidade de determinadas tarefas resultam em um desgaste do trabalhador, que acaba por deixa-lo estressado e muitas vezes preocupado, podendo resultar em insônia, que poderá se reverter para um mau desempenho, devido a sonolência no local de trabalho. A cobrança por resultados que também acontece por parte do próprio trabalhador, causa a depressão, as dores de cabeça, a raiva, tensão muscular entre outros. Toda essa pressão que o trabalhador sofre para cumprir prazos e atingir a máxima eficiência, devido á concorrência de pessoas e cargos dentro das empresas, acaba prejudicando a empresa. Baixo compromisso com a empresa, aumento no número de faltas, pouca atenção na

8 forma de depressão mais grave

  1. Metodologia

Esta pesquisa se configura como um estudo de caso. Os estudos de caso são naturalistas, pois o procedimento de coleta é feito no ambiente natural em que o estudo é realizado, e descritivo, pois pode descrever um fenômeno (Johnson, 1992). A análise ultrapassa o campo da descrição e alcança a interpretação dos dados, além de representar um estudo qualitativo. Inicialmente realizou-se uma busca detalhada em livros, artigos acadêmicos e pesquisas online a fim de estabelecer um esclarecimento sobre a questão da QVT. Segundo Albuquerque (1992), no contexto em que as empresas buscam produtividade e processos de mudança que tenham o objetivo de melhorar seu posicionamento competitivo de mercado, a QVT vem ganhando espaço como valor das práticas de competitividade concomitantemente ao bem-estar organizacional. Nossa investigação foi desenvolvida na empresa Foto Flash, localizada na Rua de São João, 452, centro de São Luís, ela representa uma microempresa. Segundo o SEBRAE uma microempresa é uma empresa de pequena dimensão. A sua definição varia consoante o país, ainda que, em geral, se possa dizer que uma microempresa conta com um máximo de dez empregados e um faturamento limitado. Por outro lado, o dono (o proprietário) da microempresa costuma contribuir para a mesma com o seu próprio trabalho. O método utilizado foi o do questionário, tomamos como base pesquisa realizada por Ana Cristina Limongi-França (2010), entrevistamos três funcionários com funções parecidas e o gerente da loja, que, como é comum nas microempresas, é o proprietário da mesma. Investigamos questões pertinentes à Qualidade Vida no Trabalho (QVT), tais como: influência, necessidades, retorno financeiro e bem-estar, além da relação gestor- funcionário. A síntese da análise do questionário aplicado é apresenta na seção subsequente.

  1. Pesquisa e resultados

Ao participarmos de uma pesquisa em campo, podemos constatar que no Maranhão as grandes empresas ainda oferecem muitos entraves no

que tange às questões gerenciais, é tarefa complexa ter acesso às informações da empresa. Tentamos, sem sucesso, contato com uma grande rede de supermercados, porém não percebemos nenhum vestígio de solicitude por parte deles. A Administração em nosso estado ainda é tratada como um negócio familiar, as empresas sucedem gerações, não há administradores, mas sim gestores-proprietários. Em relação às microempresas, esse clima “familiar” nos permitiu o contato mais direto e o acesso às informações, ao entrevistarmos funcionários e gerente podemos observar que a Qualidade de Vida no Trabalho é considerada importante, um investimento, porém nem toda empresa de pequeno porte tem estrutura para tal. Seja por questões financeiras (a maciça carga tributária, por exemplo), seja por falta de tempo hábil. No que diz respeito aos funcionários, podemos perceber que questões referentes à satisfação no trabalho, bom convívio, instrução, expectativa de crescimento na empresa, participação ativa nas decisões, obteve-se resposta positiva de forma unânime, entretanto quando o tópico abordado é o quesito financeiro, a unanimidade permanece, porém com opinião adversa. A despeito de toda satisfação que se tem com o trabalho, a remuneração segue como a principal lacuna. Ao tratarmos do gerente, notamos uma maior sensibilidade acerca da Qualidade de Vida no Trabalho, a mesma é vista como um investimento, além de estratégia e suporte para as ações da empresa, contudo reconheceu- se também a grande dificuldade que é para uma microempresa por em prática as ações e programas de QVT por questões já supracitadas, tempo hábil e principalmente a falta de recurso financeiro. Finalmente, o quadro apresentado por esta pesquisa tem por objetivo fomentar pesquisadores e até profissionais a buscarem mais conhecimento sobre o que é a Qualidade de Vida no Trabalho. Espera-se evidenciar ainda, o quão complicado é o acesso às grandes empresas, fato este que lamentamos, todavia esperamos que os rumos caminhem para uma mudança em nosso estado.

as a sucint concept based in a specific literature,it is also a research that aims to demostrate what kind of use and applicability the Quality of Work Life programs have to achieve better results in a local business.

Keywords: competitivity, Quality of work life, organizations.

REFERÊNCIAS

BOWDITCH, James L.; BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento organizacional. Tradução: José Henrique Lamendorf. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002.

FERNANDES, Eda. Qualidade de vida no trabalho como medir para melhorar. Salvador, BA: Casa da qualidade, 1996.

FREITAS, M. Ester. O Day-After das Reestruturações: As Irracionalidades e a Coisificação do Humano. São Paulo: RAE Light, 1999.

LEVERING, Robert. Um Excelente Lugar para se Trabalhar: o que torna alguns empregadores tão bons (e outros tão ruins). Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 1986.

LIMONGI-FRANÇA, A. C. Qualidade de Vida no Trabalho - QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. 2. ed. São Paulo: Atlas,

ODEBRECH, Tiago Andrade Caldeira; PEDROSO, Reginaldo. Qualidade de vida no trabalho: diferentes percepções de um mesmo processo. Revista Olhar Científico - Faculdades Associadas de Ariquemes, Ariquemes, RO, v. 1, n.1, ago./dez. 2010. p.134- 153.

RODRIGUES, Marcus Vinicius. Qualidade de vida no trabalho, 12 ed..Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

ROSSI, Ana Maria; QUICK, James Campbell; PERREWÉ, Pamela L. (Org.). Stress e qualidade de vida no trabalho: o positivo e o negativo. São Paulo: Atlas S.A., 2009.