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Experimentos Extraordinários com Plantas: A Percepção de Clive Backster, Notas de estudo de Cultura

Neste documento, descubra como o cientista clive backster descobriu que as plantas podem reagir a estímulos e ameaças, utilizando experimentos com eletroscopios e anestesia. Backster compartilha históricos experimentos com plantas, incluindo a dracena, e o 'experimento da aranha'. Além disso, ele explora as teorias sobre a comunicação entre plantas e seres humanos, e a possibilidade de que elas possuam uma forma primitiva de percepção.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 20/08/2008

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A MENTE DAS PLANTAS
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O indiano Sri Jagadis Chandra Bose, bacharel em ciências pela Universidade de Londres,
físico, químico e gênio, foi contemporâneo e fez trabalhos famosos com Pauli e Einstein.
Pertencia ao grupo de sábios internacionais que compunham a "Real Sociedade de Londres".
Chandra Bose descobriu coisas admiráveis como a reação das moléculas do estanho ser
idêntica à reação muscular do ser humano a um determinado veneno de cobra; ou que as
plantas não gostam de Led Zeppelin e de rock, mas gostam de Bach e adoram música indiana,
como a de Ravi Shankar.
Em 1900, no Congresso Internacional de Física, na exposição de Paris, Chandra Bose deixou
aturdido os congressistas com a apresentação do seu trabalho "De la généralité des
phénomènes moleculaères produits par l´electricité sur la matière inorganique et sur la matière
vivante", afirmando que "a unidade é fundamental entre a aparente diversidade da natureza...
É difícil traçar uma linha e dizer aqui termina o fenômeno físico e além começa o fisiológico".
Bose realizou diversas pesquisas comparando as reações das curvas moleculares dos metais
com os músculos, descobrindo, em 1899, que os metais sofrem de "fadiga" e a sua
recuperação é semelhante ao processo que acontece com os músculos dos seres humanos e
dos animais.
Expandindo os seus estudos para o reino vegetal, demonstrou que as reações do "castanheiro
da Índia" eram em tudo idêntico às dos metais e dos músculos, evidenciando que as plantas
ficavam excitadas ou deprimidas conforme os estímulos recebidos.
O cientista anestesiou plantas com clorofórmio e suas reações à anestesia e a recuperação
delas quando levadas ao ar fresco eram idênticas às dos animais. Bose usou clorofórmio para
anestesiar um pinheiro e replantá-lo, evitando qualquer dano à planta. Estudando a "planta-
telégrafo" ( Desmodium Gyrans), cujas folhas simulam os movimentos dos braços da
sinalização semafórica, Bose descobriu que o veneno que interrompe esta movimentação
também faz parar o coração de um animal. O seu antídoto, em um e outro caso, restaura a vida
de todos estes organismos.
Também o Dr. Clive Backster, especialista em detectores de mentira, conseguiu assombrosos
resultados de suas experiências com o auxílio de um complexo e moderno laboratório,
certificando-se de que as plantas reagiam a ameaças concretas e potenciais, mutilações,
esmigalhamentos, cortes ou aos perigos potenciais representados por cachorros e pessoas
que não amam as plantas.
Um galvanômetro é a parte de um detector de mentiras que, quando ligado a um ser humano
por fios que conduzem uma baixa corrente elétrica, faz com que uma agulha se mova - e sua
ponta trace um gráfico num papel móvel - em resposta às mais sutis oscilações emocionais. A
maneira mais eficaz de provocar num ser humano uma reação tão forte a ponto de causar um
salto no galvanômetro é ameaçá-lo em seu bem estar. E foi justamente isso que Backster
resolveu fazer com uma Dracena. Ele colocou uma folha da Dracena na xícara de café quente
que tomava. Nenhuma reação notável foi registrada pelo medidor. Backster considerou a
situação por alguns minutos e concebeu então uma ameaça maior: queimar a folha à qual os
eletrodos haviam sido ligados. No instante em que lhe veio à mente a idéia do fogo, antes que
ele pudesse se locomover para apanhar um fósforo, ocorreu no gráfico uma mudança
dramática, sob forma de uma prolongada ascensão da ponta que realizava o traçado. Poderia
a Dracena ter lido a sua mente? Saindo finalmente da sala e voltando com uma caixa de
fósforos, ele notou que outra súbita alteração se registrara no gráfico, evidentemente causada
pela sua determinação em levar a cabo a ameaça. Mais tarde, enquanto ele assumia atitudes
fingidas, como se realmente fosse colocar fogo na planta, já nenhuma reação se notava.
Evidenciava-se que a planta era capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada.
Em 1969, na universidade de Yale, e diante de um grande número de universitários, Backster
realizou o "experimento da aranha". As plantas reagiram à entrada de uma aranha no recinto,
mesmo antes do fato de que a aranha começasse a correr de alguém que combatia
veementemente os seus movimentos. "A impressão que se tinha é de que cada decisão da
aranha para escapulir era apreendida pela planta, causando assim uma reação na folha", disse
Backster, que viria a afirmar: "talvez as plantas sem olhos consigam enxergar melhor do que
nós".
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A MENTE DAS PLANTAS

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O indiano Sri Jagadis Chandra Bose, bacharel em ciências pela Universidade de Londres, físico, químico e gênio, foi contemporâneo e fez trabalhos famosos com Pauli e Einstein. Pertencia ao grupo de sábios internacionais que compunham a "Real Sociedade de Londres". Chandra Bose descobriu coisas admiráveis como a reação das moléculas do estanho ser idêntica à reação muscular do ser humano a um determinado veneno de cobra; ou que as plantas não gostam de Led Zeppelin e de rock, mas gostam de Bach e adoram música indiana, como a de Ravi Shankar. Em 1900, no Congresso Internacional de Física, na exposição de Paris, Chandra Bose deixou aturdido os congressistas com a apresentação do seu trabalho " De la généralité des phénomènes moleculaères produits par l´electricité sur la matière inorganique et sur la matière vivante ", afirmando que "a unidade é fundamental entre a aparente diversidade da natureza... É difícil traçar uma linha e dizer aqui termina o fenômeno físico e além começa o fisiológico". Bose realizou diversas pesquisas comparando as reações das curvas moleculares dos metais com os músculos, descobrindo, em 1899, que os metais sofrem de "fadiga" e a sua recuperação é semelhante ao processo que acontece com os músculos dos seres humanos e dos animais.

Expandindo os seus estudos para o reino vegetal, demonstrou que as reações do "castanheiro da Índia" eram em tudo idêntico às dos metais e dos músculos, evidenciando que as plantas ficavam excitadas ou deprimidas conforme os estímulos recebidos. O cientista anestesiou plantas com clorofórmio e suas reações à anestesia e a recuperação delas quando levadas ao ar fresco eram idênticas às dos animais. Bose usou clorofórmio para anestesiar um pinheiro e replantá-lo, evitando qualquer dano à planta. Estudando a "planta- telégrafo" ( Desmodium Gyrans ), cujas folhas simulam os movimentos dos braços da sinalização semafórica, Bose descobriu que o veneno que interrompe esta movimentação também faz parar o coração de um animal. O seu antídoto, em um e outro caso, restaura a vida de todos estes organismos. Também o Dr. Clive Backster, especialista em detectores de mentira, conseguiu assombrosos resultados de suas experiências com o auxílio de um complexo e moderno laboratório, certificando-se de que as plantas reagiam a ameaças concretas e potenciais, mutilações, esmigalhamentos, cortes ou aos perigos potenciais representados por cachorros e pessoas que não amam as plantas. Um galvanômetro é a parte de um detector de mentiras que, quando ligado a um ser humano por fios que conduzem uma baixa corrente elétrica, faz com que uma agulha se mova - e sua ponta trace um gráfico num papel móvel - em resposta às mais sutis oscilações emocionais. A maneira mais eficaz de provocar num ser humano uma reação tão forte a ponto de causar um salto no galvanômetro é ameaçá-lo em seu bem estar. E foi justamente isso que Backster resolveu fazer com uma Dracena. Ele colocou uma folha da Dracena na xícara de café quente que tomava. Nenhuma reação notável foi registrada pelo medidor. Backster considerou a situação por alguns minutos e concebeu então uma ameaça maior: queimar a folha à qual os eletrodos haviam sido ligados. No instante em que lhe veio à mente a idéia do fogo, antes que ele pudesse se locomover para apanhar um fósforo, ocorreu no gráfico uma mudança dramática, sob forma de uma prolongada ascensão da ponta que realizava o traçado. Poderia a Dracena ter lido a sua mente? Saindo finalmente da sala e voltando com uma caixa de fósforos, ele notou que outra súbita alteração se registrara no gráfico, evidentemente causada pela sua determinação em levar a cabo a ameaça. Mais tarde, enquanto ele assumia atitudes fingidas, como se realmente fosse colocar fogo na planta, já nenhuma reação se notava. Evidenciava-se que a planta era capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada. Em 1969, na universidade de Yale, e diante de um grande número de universitários, Backster realizou o "experimento da aranha". As plantas reagiram à entrada de uma aranha no recinto, mesmo antes do fato de que a aranha começasse a correr de alguém que combatia veementemente os seus movimentos. "A impressão que se tinha é de que cada decisão da aranha para escapulir era apreendida pela planta, causando assim uma reação na folha", disse Backster, que viria a afirmar: "talvez as plantas sem olhos consigam enxergar melhor do que nós".

Outra descoberta feita: a de que as plantas talvez se afinem umas com as outras e que, diante da vida animal, parecem dar menos atenção às suas companheiras. "A última coisa que uma planta espera é que outra lhe crie problemas", disse Backster. O "controle" que as plantas exercem ao seu redor diz respeito aos bichos e seres humanos porque eles "se movem", merecendo, portanto, um controle atento da sua parte.

Backster observou também que, ameaçada por um perigo eminente ou um dano grave, uma planta "apaga" ou "desmaia" por autodefesa, semelhante ao procedimento de alguns animais que fingem-se de mortos, como o Gambá. Um caso assim se deu quando Backster recebeu em seu laboratório a visita de um fisiologista canadense, que veio presenciar a reação das plantas. As cinco primeiras plantas testadas não deram sinal algum. Backster esmerou-se na verificação da aparelhagem e em outros expedientes, em vão. A sexta planta, testada após toda esta trabalheira, corajosamente demonstrou as suas habilidades, ainda que de forma fraca. Interessado em saber o que poderia ter influenciado as outras plantas, Backster perguntou ao visitante:

  • Por acaso seu trabalho o força a fazer mal às plantas?
  • Sim, eu as torro no forno para obter o seu peso seco para minha análise.

Quarenta e cinco minutos após a saída do fisiologista rumo ao aeroporto, todas as plantas responderam aos testes de Clive Backster.

Observando os fatos acima, Backster chegou à conclusão de que as plantas podem ser levadas ao "desmaio" ou "mesmerizadas" pelos seres humanos, assim como acontece no ritual dos carrascos antes de um animal ser abatido de forma correta (por exemplo, na alimentação Kosher, de origem judaica, procura-se proporcionar ao animal o menor sofrimento possível no abate, para que ele não tenha tido tempo, como defesa, de expelir resíduos químicos nocivos ao paladar e à saúde de quem irá ingerir a sua carne). Este pensamento levou Backster a raciocinar que as plantas e frutos que consumimos "queiram" de fato ser consumidos, mas só numa espécie de ritual amoroso, como uma comunicação real entre o que come e o que é comido - numa "comunhão" do tipo religiosa - e não com a costumeira matança desapiedada. Diz Backster: "Pode ser que um vegetal prefira passar a fazer parte de outra forma de vida a apodrecer no chão, assim como, à sua morte, uma pessoa pode experimentar alívio por encontrar-se num plano de existência mais alto."

Philodendron Outra descoberta interessante foi a de que as plantas não toleram mentiras e falsidades, apontando o falsário através das reações às suas mentiras. O Objetivo do teste era o de provar que "tanto as plantas quanto as células individualizadas captavam sinais através de algum meio de comunicação inexplicado pela ciência". Na experiência foram utilizados um jornalista e um0 0 0 1Philodendron (Imbé). A partir da segunda pergunta, após ter revelado a data do seu nascimento de forma correta, o jornalista devia dizer sempre não às perguntas formuladas sobre a sua vida entre os anos de 1925 a 1931. A planta reagiu, de forma veemente, a todas as falsidades ouvidas.

O psiquiatra Aristides H. Esser, diretor do centro de pesquisas do Hospital Estadual Orangeburg-Rockland, não acreditando nas conclusões de Backster, resolveu repetir o mesmo teste. Com o auxílio um químico, Douglas Dean, da Escola de Engenharia de Newark, realizou a pesquisa com um criador de Philodendros. O Imbé reagiu a todas as respostas falsas, através do galvanômetro, fazendo com que o Dr. Esser se rendesse aos fatos.

Backter demonstrou também que existe um forte vínculo entre as plantas e quem cuida delas, independente das distâncias ou da proximidade da pessoa com a planta. Retornando de uma viagem a Nova York, constatou que as suas plantas manifestaram alegria pela sua volta no exato momento em que, inesperadamente, decidira (ainda lá) a voltar para casa. Sempre que Backster viajava para um ciclo de palestras e falava de suas observações, mostrando um slide da sua "deusa" iniciadora - a Dracena com o qual iniciou seus trabalhos - no mesmo momento ela reagia de forma exuberante, em seu laboratório.

Na véspera do Ano Novo em Nova York, Backster adentrou-se no barulho da Times Square, munido de um caderno e um cronômetro. À medida que se movia entre a massa, anotou suas varias ações, os passos que deu, a pressa que o invadiu ao descer as escadas do metrô, a iminência de ser pisoteado, a ligeira alteração que teve com o vendedor de jornais. Quando

seus comandados soubessem a hora exata da ocorrência. Seriam despejadas aleatoriamente outras tigelas de água sem camarões, para servir de controle.

As plantas selecionadas (Philodendrum Cordatum) foram ligadas ao galvanômetro, três delas em salas separadas. Um quarto galvanômetro foi plugado a uma resistência de valor fixo, para indicar as possíveis variações causadas por intermitências no fornecimento de energia ou por perturbações eletromagnéticas ocorridas perto ou dentro da área da experiência.

A Hipótese de Backster era de que "existe uma percepção primária ainda não definida na vida das plantas, que o extermínio da vida animal pode servir de estímulo localizado para demonstrar essa capacidade perceptiva, e que é possível comprovar que a percepção das plantas funciona independentemente do envolvimento humano".

O resultado é que as plantas se comportaram como de costume, reagindo sincronizadamente ao afogamento dos camarõezinhos na água fervente. Cientistas examinaram o sistema automatizado, que lhes revelou que essa reação das plantas se processou de forma consistente - na proporção de cinco para um - contra a possibilidade do "acaso". Foi então publicado um ensaio científico em 1968, no volume X do The International Journal of Parapsycology , so o título: " Evidência sobre a percepção primária na vida vegetal ".

Estava dada a partida para que outros cientistas testassem o efeito Backster e repetissem os mesmos resultados. Sete mil cientistas e alunos de 20 universidades reproduziram o experimento, e algumas fundações se ofereceram para propiciar o financiamento das pesquisas. A reação pública se iniciou com um artigo pioneiro publicado pela National Wildlife

  • em fevereiro de 1969 - apelidando a planta Dracena massangeana de "pop star", pois ela rompera a barreira que nos separava da vida secreta das plantas.

Backster prosseguiu e aprimorou o seu equipamento, com a aquisição de eletrocardiógrafos e eletroencefalógrafos que produziam leituras muito mais aperfeiçoadas do que as obtidas através do polígrafo e 10 vezes mais fiéis.

Aberto o primeiro véu que nos separa do incogniscível, veio a segunda etapa. O "acaso", mais uma vez, propiciou a Clive Backster uma nova fonte de pesquisas. Tratando do seu cachorrinho, Backster estava no ato de quebrar a casca de um ovo cru, quando uma das suas plantas (que estava "ligada" aos aparelhos), reagiu de forma vigorosa. Backster repetiu a dose no dia seguinte e obteve o mesmo resultado. Nove horas se passaram com ele elaborando gráficos pormenorizados, desta vez tendo os eletrodos ligados ao ovo. Obteve-se a freqüência situada entre 160 e 170 batidas por minuto: correspondente à batida do ritmo cardíaco de um embrião de galinha com três ou quatro dias de incubação. O interessante é que o ovo não estava fertilizado. Dissecando o ovo, Backster verificou que ele não possuía estrutura física circulatória alguma que correspondesse àquela estranha pulsação. "O ovo parecia ter um campo de força situado além donosso conhecimento científico", escreveu.

Itzahk Bentov, engenheiro, cientista, inventor e místico, fez algumas medições num ovo, e constatou: "Se tomarmos um ovo de galinha e abrirmos nele duas janelas, uma na parte superior e outra na inferior - com cuidado para não danificarmos a sua membrana - e então utilizarmos um voltímetro muito sensível, equipado com dois eletrodos de prata, para tocarmos as regiões expostas da membrana, registraremos, em cima, carga positiva e, embaixo, negativa. No ovo não fertilizado essa voltagem terá um valor constante de 2,40 milivolts. Bentov aconselha mais duas janelas na lateral do ovo, uma oposta a outra, e constataremos que não existe nenhuma diferença de potencial semelhante a dos pólos longitudionais. O que isto indica? A existência de um campo elétrico "disposto ao longo do eixo maior do ovo e que, pelos lados leste, se volta sobre si mesmo". É ao longo da linha que a espinha do pintinho irá se desenvolver.

Há estudos do professor Harold Saxton Burr, professor de anatomia em Yale, sobre organismos vivos, a respeito desta área ( Blue Print for Immortality ). Burr criou o nome "campos organizadores" da vida, sustentando que eles vêm em primeiro lugar dispondo os átomos e as moléculas do organismo em crescimento para que se modelem na forma adequada. Bentov chama a este processo de "holograma eletromagnético" e após considerações conclui: "Confirmando a idéia de que a nossa matéria (nossos corpos vivos) é mantida junta, coesa, por meio de um padrão de interferência quadridimensional".

TSUNAMI

As ondas que devastaram o sudeste asiático em dezembro de 2004 invadiram cerca de 3,5 Km do Parque Nacional Yala, a maior reserva de vida selvagem do Sri Lanka e lar de centenas de elefantes, leopardos e outros animais. Entretanto, segundo o diretor do Departamento de Vida Selvagem do Sri Lanka, H.D. Ratnayake, nenhum animal selvagem foi morto. Não foi possível encontrar nem mesmo uma lebre morta no parque por conta da enchente repentina. Segundo especialistas em comportamento animal do Zoologico de Johannesburg, na África do Sul, apesar da falta de comprovação científica, os animais parecem ter um "sexto sentido" capaz de "sentir" e prever terremotos e erupções vulcânicas, procurando instintivamente um local seguro.

Ou teria sido as plantas a soar o alarme psíquico, captado pelos animais?

Fonte: Jornal Infinito: As plantas e a percepção extra-sensorial; Jornal Infinito: Plantas não toleram mentiras; 0 0 0 1A "consciênca" vegetal; Fátima Victorio

Referência: A energia e as plantas; Jornal Infinito: Poluição sonora À espreita do Pêndulo Cósmico - Mecânica da Consciência; Itzahak Bentov - Ed. Cultrix; A Vida Secreta das Plantas; Tompkins e Bird - Ed. Expressão e Cultura; A vida de Chandra Bose