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a Região Centro-Oeste, Notas de estudo de Geologia

Apostilas de Geografia sobre a Região Centro-Oeste, Divisão política e hidrografia, Clima e vegetação, Agropecuária, Mineração e indústria, Brasília.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 20/11/2013

Jorginho86
Jorginho86 🇧🇷

4.6

(98)

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Região Centro-Oeste
Por:
- Polivalente Agosto/2000 -
I Introdução
Você poderá observar que, o Centro-Oeste passou por grandes transformações
nas últimas décadas, especialmente depois da construção de Brasília em 1960.
Tentaremos mostrar da forma mais clara, que a criação de gado é a atividade
mais importante. E que os produtos mais cultivados são soja e arroz, destinados à
exportação, utilizando métodos modernos.
A exploração de minérios não é muito importante, com destaque apenas ao
manganês e no Maciço de Urucum.
A vegetação é variável conforme as regiões de contatos a predominância é o
cerrado onde se encontra o clima tropical, que pode ser encontrado na maior parte da
região.
II Desenvolvimento
2.1. Divisão política e hidrografia
O Centro Oeste é a segunda macroregião brasileira em área territorial, possuindo
1604850 km
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(18,9% da área do país). É formada por 3 estados Goiás, Mato Grosso e
Mato Grosso do Sul alem do Distrito Federal, onde se localiza Brasília a capital do
país.
No Brasil, a bacia platina é subdividida em três bacias menores, a do rio Paraná,
a do rio Paraguai, localizadas em sua maior parte no Centro-Oeste, e a do rio Uruguai.
O rio Paraguai, cujo as nascentes ficam no estado do Araporé, no estado de Mato
Grosso, recebe águas de diversos afluentes, entre eles os rios Cuiabá, Taquarí e
Miranda.
2.2. Clima e vegetação
O clima dominante é do tipo tropical, com duas estações bem definidas: verão
chuvoso e inverno ceco. As temperaturas são elevadas o ano todo.
Na porção setentrional da região, principalmente no norte e nordeste do estado
de Mato Grosso, aparece o clima equatorial úmido, com temperaturas elevadas e chuvas
intensas o ano todo, e na porção meridional no sul do estado de Mato Grosso do Sul, na área
cortada no Trópico de Capricórnio verificamos a ocorrência do clima tropical de
altitude com temperaturas mais baixas no inverno e chuvas concentradas no verão.
A vegetação dominante na região Centro-Oeste é o cerrado, característico do
clima tropical. Trata-se de urna formação arbustiva, ou seja, vegetação de pequeno
porte, que se apresenta com o tronco e os galhos bastante retorcidos e recobertos por
urna grossa camada de cortiça. Espalha-se por urna extensa área no interior do Centro-
Oeste, inclusive alcançando terras de outras regiões brasileiras.
Além dessa formação arbustiva dominante, ainda encontramos áreas de floresta
equatorial ao norte, matas galenas acompanhando alguns nos na porção oriental da
região e formações de campos no extremo sul de Mato Grosso do Sul. Merece um
destaque especial a vegetação da planície do pantanal Mato-grossense. Nessa planície,
em função de suas condições naturais muito particulares, aparecem associadas espécies
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Região Centro-Oeste

Por:

- Polivalente – Agosto/2000 -

I – Introdução

Você poderá observar que, o Centro-Oeste passou por grandes transformações nas últimas décadas, especialmente depois da construção de Brasília em 1960. Tentaremos mostrar da forma mais clara, que a criação de gado é a atividade mais importante. E que os produtos mais cultivados são soja e arroz, destinados à exportação, utilizando métodos modernos. A exploração de minérios não é muito importante, com destaque apenas ao manganês e no Maciço de Urucum. A vegetação é variável conforme as regiões de contatos a predominância é o cerrado onde se encontra o clima tropical, que pode ser encontrado na maior parte da região.

II – Desenvolvimento

2.1. – Divisão política e hidrografia

O Centro Oeste é a segunda macroregião brasileira em área territorial, possuindo 1604850 km 2 (18,9% da área do país). É formada por 3 estados – Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – alem do Distrito Federal, onde se localiza Brasília a capital do país. No Brasil, a bacia platina é subdividida em três bacias menores, a do rio Paraná, a do rio Paraguai, localizadas em sua maior parte no Centro-Oeste, e a do rio Uruguai. O rio Paraguai, cujo as nascentes ficam no estado do Araporé, no estado de Mato Grosso, recebe águas de diversos afluentes, entre eles os rios Cuiabá, Taquarí e Miranda.

2.2. – Clima e vegetação

O clima dominante é do tipo tropical, com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno ceco. As temperaturas são elevadas o ano todo. Na porção setentrional da região, principalmente no norte e nordeste do estado de Mato Grosso, aparece o clima equatorial úmido, com temperaturas elevadas e chuvas intensas o ano todo, e na porção meridional no sul do estado de Mato Grosso do Sul, na área cortada no Trópico de Capricórnio verificamos a ocorrência do clima tropical de altitude com temperaturas mais baixas no inverno e chuvas concentradas no verão. A vegetação dominante na região Centro-Oeste é o cerrado, característico do clima tropical. Trata-se de urna formação arbustiva, ou seja, vegetação de pequeno porte, que se apresenta com o tronco e os galhos bastante retorcidos e recobertos por urna grossa camada de cortiça. Espalha-se por urna extensa área no interior do Centro- Oeste, inclusive alcançando terras de outras regiões brasileiras. Além dessa formação arbustiva dominante, ainda encontramos áreas de floresta equatorial ao norte, matas galenas acompanhando alguns nos na porção oriental da região e formações de campos no extremo sul de Mato Grosso do Sul. Merece um destaque especial a vegetação da planície do pantanal Mato-grossense. Nessa planície, em função de suas condições naturais muito particulares, aparecem associadas espécies

vegetais dos mais diversos tipos, ou seja, florestais, arbustivas e herbáceas, caracterizando a formação vegetal denominada complexo do Pantanal.

2.3. – Agropecuária

O Centro-Oeste manteve a sua atividade de produtora agropecuarista sempre voltada para o mercado interno para o abastecimento das áreas mais dinâmica do país. Nas ultimas décadas, no entanto, sua economia agropecuarista passou a se voltar também para os grandes mercados mundiais. Hoje o Centro-Oeste é um grande fornecedor de produtos agropecuários, como grãos (soja e arroz) e carne, para as indústrias alimentícias do Centro-Sul e, especialmente de soja, para o mercado externo. A agricultura do Centro-Oeste vem aumentando rapidamente sua participação no total da produção brasileira em função de diversos fatores. O aumento da produtividade das áreas tradicionais que se modernizam com investimentos em máquinas, equipamentos e recursos técnicos de fertilização e correção de solos é um deles. Outro fator é a incorporação de novos espaços que até bem pouco tempo ou eram dedicados a uma lavoura rudimentar de subsistência, ou eram áreas não aproveitadas economicamente, mas que agora, com as chegadas das frentes pioneiras, vão sendo integrados a uma economia mais dinâmica. Entre as principais áreas agrícolas, destacam-se Campo Grande e Dourados (Mato Grosso do Sul), centros produtores de soja e trigo. Em Goiás, sobressai a região denominada "mato grosso de Goiás", ao sul de Goiânia, com a produção de soja, algodão e feijão, e o vale do Paranaíba, no Sudeste goiano, onde se tem algodão e arroz. Com relação à pecuária, é importante dizer que a região detém cerca de 1/4 de todo o rebanho bovino brasileiro. Essa participação tende a aumentar, graças a uma série de fatores favoráveis, tanto de ordem natural, como o relevo de topografia plana e a vegetação aberta do cerrado, como de ordem político-econômica abertura de estradas, formação de pastos e melhoria genética dos rebanhos. O sistema de criação que predomina é o extensivo, tendo em vista que a região dispõe de grandes espaços e é, ao mesmo tempo, um enorme vazio demográfico. O objetivo mais importante é a produção de carne para as indústrias frigoríficas do Centro- Sul. A principal área de criação está no pantanal Mato-grossense, onde, além dos bovinos, também são criados bufalinos, com os mesmos objetivos econômicos e sob as mesmas condições de criação. As dificuldades econômicas dos pecuaristas da região fizeram surgir uma nova atividade nas fazendas, o ecoturismo.

2.4. – Mineração e indústria

A origem geológica de grande parte do território do Centro-Oeste, datada do Pré-cambriano e do Paleozóico, permite que a região apresente grandes possibilidades de ocorrência de recursos minerais. A produção de minérios, no entanto, é ainda pouco significativa quando comparada à de outras regiões brasileiras, como o Norte e o Sudeste. Entre as ocorrências registradas, merecem destaque as produções de ferro e manganês encontrados no maciço de Urucum, no interior do pantanal Mato-grossense. A extração é feita pela Companhia Vale do Rio Doce, com a maior parte da produção direcionada para o mercado externo, representado pelos vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. O escoamento para esses países se faz pelo porto de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e pela navegação fluvial no rio Paraguai, que é navegável cm toda a sua extensão.

grandes variações. Encontramos também, grande riqueza no complexo do pantanal mato-grossense.

IV – Bibliografia

Manual do Estudante Globalizado Lições de Geografia/Hélio Carlos Garcia e Tito Márcio Caravello/ 6ª série

Sumário

I – Introdução

II – Desenvolvimento

2.1 – Divisão política e hidrografia

2.2. – Clima e vegetação

2.3. – Agropecuária

2.4. – Mineração e indústria

2.5. – Brasília

III – Conclusão

IV – Bibliografia