

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Análise do texto A utilidade da Filosofia. Sirva, quiçá, como breve introdução à Filosofia
Tipologia: Notas de estudo
1 / 3
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


O texto em questão aborda a questão: “para quê serve a filosofia?”. O autor busca demonstrar que uma pretensa utilidade da filosofia não pode ser buscada além dos próprios limites da mesma. Tratar-se-ia, portanto, a Filosofia de um saber autônomo, dado que haure sua validade de sua própria essência, a saber: por se tratar de um saber formativo da humanidade. O estilo (como não poderia deixar de ser em se tratando de um texto filosófico) é o de um texto dissertativo e demonstrativo que procede por meio de premissas em busca de uma conclusão válida. Apesar do supra mencionado, percebe-se uma tentativa de leveza justificada, outrossim, por uma tentativa de fazer o texto acessível a leitores comuns (não habituados aos intrincados e complexos conceitos filosóficos). Não se percebeu nenhuma expressão ou palavra que se apresentassem como dificuldades para uma boa compreensão do texto. Embora possua termos propriamente filosóficos, nada foi detectado como empecilho a uma leitura fluída e proveitosa.
O presente texto poderia ser esquematizado como segue:
O tema principal do texto aparece já em seu título: a utilidade da filosofia. O problema levantado se resume na questão “para quê serve a filosofia?”. A tese que o autor apresenta é a de que a utilidade da filosofia não pode ser buscada fora dos limites da própria filosofia e com critérios não-filosóficos. O autor segue uma linha de raciocínio demonstrando que alguns conceitos mais técnicos e pragmáticos da filosofia conduziram a práticas discutíveis moralmente (basta pensar nos sofistas e o seu comércio de um saber filosófico reduzido à mera capacidade de persuasão). É delicado falar de idéias secundárias no texto; o que se apresenta são elementos que se concatenam para a sustentação de uma tese. Quiçá, por isso, seja delicado falar em idéias secundárias; o mais próprio seria, talvez, encará-las como premissas que conduzem a determinada conclusão.
ANÁLISE INTERPRETATIVA
Faltam elementos para situar o autor do texto naquilo que se refere a influências e situação filosófica. Pode-se, todavia, conjecturar que o autor se fia numa tradição que remonta às origens do pensamento filosófico para sustentar sua tese de que a filosofia não possua utilidade extrínseca, mas que sirva fundamentalmente à formação do ser humano e a uma sua liberdade de pensamento e investigação. Uma critica que deve ser feita diz respeito à – controversa – tentativa de facilitar o acesso à filosofia. A compreensão da filosofia – especialmente de seus escritos – esteve sempre conjugada a um tenaz esforço e formação. Buscar simplificar a filosofia seja talvez vulgarizá-la e esvaziá-la de sua força intrínseca, manifestada sempre através de uma (necessária) linguagem específica e robusta. Quando o assunto é filosofia, simplificar pode significar esvaziar e perder.
PROBLEMATIZAÇÃO
Algumas questões que demandam uma ulterior reflexão seriam:
SÍNTESE PESSOAL