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AAlborg Programador CME 07A, Manuais, Projetos, Pesquisas de Termodinâmica Química

Manual do programador de chama da Aalborg CME 07A 22/11. Caldeiras Aalborg Caldeiras ATA AAlborg Programador de Combustão CME 07A ATA Programador de Combustão CME 07A

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2023

À venda por 06/08/2023

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PROGRAMADOR CME 07A
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MANUAL DE
INSTRUÇÕES
PROGRAMADOR
ELETRÔNICO
CME 07A-22/11
Revisão 1
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MANUAL DE

INSTRUÇÕES

PROGRAMADOR

ELETRÔNICO

CME 07A-22/

Revisão 1

ÍNDICE ANALÍTICO

1. FUNÇÃO DO PROGRAMADOR CME 07A

 Acendimento da caldeira.  Modulação.  Monitoração das condições de funcionamento.  Sinalização.

1.1- Acendimento da caldeira

Abaixo estão escritas as fases de acendimento de uma caldeira pelo programador CME 07A.

Primeira fase: Verificação das condições de início de operação

A) O programador verifica se há luz na fornalha ou se o sensor de luz está em curto ou fora de posição ou se o circuito detector de luz do programador possui defeito que cause uma falsa indicação de luz.

B) Se o sensor detectar a presença de luz no programador indicará luz estranha e não aceitará o comando “liga”.

Segunda fase: Acionamento do ventilador

A) Se o sensor não detectar luz, após o comando “liga”, o programador verificará, através da entrada FC-1, se o fim-de-curso de damper fechado está acionado, o que significa que o damper deve se encontrar na posição de baixa combustão, ou seja, fechado para que o ventilador entre em funcionamento.

B) Se o fim-de-curso para “damper fechado” não estiver acionado (entrada FC-1 curto-circuitada), o programador entrará em estado de espera e não ligará o ventilador.

Terceira fase: Início de pré-purga

A) Logo que o ventilador entra em funcionamento um contato NA (normalmente aberto) auxiliar de seu contator acionador ou do dispositivo detector de ventilação (pressostato de ar), conectado a PS-2, deve se fechar

indicando ao programador que existe ventilação. Caso contrário o programador ficará em estado de espera.

B) Quando PS-2 se fecha (“ventilação ligada”) o programador aciona o seu relê RL- 2 de pré/pós purga que curto circuita internamente os bornes 8 e 9 do conector CN-3 dando início a pré-purga. Para melhor entendimento consultar diagrama de ligação para modulação (fig.3).

Quarta fase: Pré-purga

A) Assim que o relê de pré/pós purga do programador é ligado os terminais R e B do servo motor são curto circuitados através dos bornes 8 e 9 do conector CN-3, de acordo com o diagrama de ligação para modulação (fig.3).

B) Quando os terminais R e B do servo motor são curto circuitados através dos bornes 8 e 9 do conector CN-3, o mesmo faz sua haste girar em direção ao fim-de- curso de alta combustão no mesmo instante em que começa a abrir o damper.

C) Logo que a haste do servo motor alcança o fim-de-curso para alta combustão, este fecha o seu contato NA, que deve estar conectado a FC-2.

D) Quando FC-2 é curto-circuitado pelo fim-de-curso de alta combustão, o programador reconhece a máxima abertura do damper e desliga o seu relê de pré/pós purga.

E) Ao desligar o relê de pré/pós purga o servo motor tem seus terminais R e W curto-circuitados novamente pelos bornes 9 e 10 do conector CN-3, o que faz com que o mesmo traga o damper para a posição de baixa combustão ou fogo mínimo, de acordo com o diagrama de ligação para modulação (fig.3).

OBS. 1 : Caso não seja usado um fim-de-curso para alta combustão no sistema, o FC-2deve ser curto-circuitado e então a pré-purga durará aproximadamente 40 segundos. Caso seja instalado um fim-de-curso para alta combustão, o mesmo deve estar em uma posição tal que a haste do servo motor leve ao menos 45 segundos para alcançá-lo. Isto significa que para o damper voltar a posição de baixa combustão ou fogo mínimo, o fim-

Sexta fase: Acendimento da chama principal

A) Assim que a chama piloto acende, o sensor de chama libera a válvula solenóide principal após 5 segundos ao desligamento do transformador de ignição.

B) O sistema piloto permanece ligado justamente com a válvula solenóide principal durante 5 segundos.

C) Caso a chama principal não acenda, assim que a chama piloto for cortada o programador desligará a válvula solenóide principal, indicará “falha de chama” pelos bornes 1 e 2 do conector CN-5, acionará o alarme (borne 3 do conector CN- 5) executará a função pós-purga juntamente com sua indicação.

1.2– Modulação

A) O programador CME 07A aciona o sistema automático de modulação da caldeira no mesmo instante em que aciona a válvula solenóide principal. Neste momento o servo motor fica sob o controle do pressostato de modulação se o sistema de modulação tiver sido selecionado para operar em “automático” ou “modulação normal”.

B) Nas caldeiras que possuem modulação ponto a ponto o programador perde o controle do servo motor tanto no modo programado quanto no modo de modulação se o sistema de modulação estiver operando em manual.

C) “Modo programado” é o estado em que o programador CME 07A se encontra quando executa a função pré-purga e pós-purga. Durante a execução destas duas funções o programador tem total controle sobre o servo motor, com exceção do caso especificado no item “B”.

1.3– Monitoração das condições de funcionamento.

Abaixo estão descritas as condições que o programador CME 07A verifica durante sua programação.

 Programação normal;  Luz estranha;  Ventilador ligado;  Falha de ignição;  Falha de chama;  Pressão alta de vapor.

1.4– Sinalização

A sinalização do programador CME 07A é feita através de LEDs com exceção da saída de alarme (borne 3 do conector CN-5) que possui ligação comum com o borne 13do conector CN-3. Esta mesma saída para sinalização encontra-se localizada ao lado direito do programador, assim como todos os seus sinais de saída. Abaixo estão descritas as condições sinalizadas pelo programador CME 07A.

 Programa anormal;  Luz estranha;  Ventilador ligado;  Pré/pós purga;  Ignitor ligado;  Piloto ligado;  Válvula solenóide principal ligada;  Modulando;  Falha de ignição;  Falha de chama;

Durante a operação da caldeira através do programador CME 07A, se o ventilador repentinamente for desligado, o programador também desligará todas assuas saídas e entrará no estado de “espera de ventilação”.

Pré/pós purga

Estas funções tem pôr objetivo eliminar os gases remanescentes na fornalha quando a caldeira é ligada(pré-purga) e após o desligamento da combustão principal(pós-purga).

Pressão alta

Caso a caldeira atinja a pressão limite de vapor calibrada no pressostato depressão máxima da caldeira, o contato PS-1 deste mesmo pressostato, ligado aos bornes1 e 2 do conector CN-2 do programador, se abre fazendo com que o programador desligue a válvula solenóide principal e execute a função pós-purga. Assim que a pressão de vapor cair para o valor mínimo calibrado no pressostato limite, o programador religa a caldeira automaticamente.

Falha de ignição

O programador indica falha de ignição toda vez que a chama piloto não se forme durante o processo de ignição. Nestas condições o programador corta o sistema piloto, indica falha de ignição, aciona o alarme e executa a função pós-purga, simultaneamente. Para reiniciar a operação é preciso acionar o botão “desliga caldeira” e em seguida o botão “liga caldeira”.

Falha de chama

Se houver a extinção da chama durante a combustão, após aproximadamente 3segundos, o programador desliga a válvula solenóide principal, sinaliza falha de chama, aciona o alarme e executa a função pós- purga simultaneamente. Para reiniciar a operação é preciso acionar o botão “desliga caldeira” e em seguida o botão “liga caldeira”.

2.8 – Ventilador está funcionando (5 e 6 de CN-2) A função desta entrada é confirmar o funcionamento da ventilação. Durante a existência de ventilação, esta entrada deve permanecer fechada para que o programador possa dar sequência a sua programação. Na ocorrência de uma interrupção na ventilação, esta entrada deve se abrir para que o programador desligue suas saídas e entre no estado de espera de ventilação.

2.9 – Desliga (8 e 9 de CN-2) Esta entrada deve ser ligada um contato NF (normalmente fechado) do botão “liga caldeira”. Deve ser usado somente botão de impulso ou botoeira.

2.10 – Liga (9 e 10 de CN-2) Esta entrada deve ser ligada um contato NA (normalmente aberto) do botão “desliga caldeira”. Deve ser usado somente botão de impulso ou botoeira.

2.11 – Saída As saídas do programador tem duas funções:

a) Comandar ventilador, ignitor, piloto, etc; b) Indicar a sequência das funções e falhas da caldeira.

A tensão de alimentação para a parte de comando é independente da alimentação do programador. Por isso é possível utilizar corrente contínua ou alternada em uma faixa de 8 à 220 Volts.

CN-

2.12 – Ventilador (14 de CN-3) É através deste terminal que o programador aciona o contator do ventilador.

2.13 – Linha (13 de CN-3) É neste terminal que deve ser ligada uma das linhas da tensão de comando que vai ser controlada pelo programador (fig.2).

2.14 – Ventilador ligado (11 e 12 de CN-3) Quando o ventilador é acionado este LED acende.

2.15 – Servomotor (8, 9, 10 de CN-3) Estas saídas servem para comandar o servo motor (fig.3).

2.16 – Pré-purga/pós-purga (6 e 7 de CN-3) Quando o relê de pré/pós-purga é ligado este LED acende.

2.17 – Luz estranha (4 e 5 de CN-3)

Na ocorrência de falha de ignição este LED acende.

2.23 – Solenóide principal (5 de CN-4) É através deste borne que o programador aciona a válvula solenóide principal(fig.1)

2.24 – Solenóide principal aberto (3 e 4 de CN-4) Quando a válvula solenóide principal é acionada este LED acende.

2.25 – Modulando (1 e 2 de CN-4) Quando o programador aciona o sistema de modulação este LED acende.

CN-

2.26 – Terminal para servo motor (4, 5, 6 de CN-5) Estas saídas selecionam a forma de controle do servo motor (modo programado durante a pré-purga ou pós-purga e modulação a partir do momento em que a válvula solenoide principal é acionada) (fig.3).

2.27 – Falha (3 de CN-5) Esta saída é sempre acionada na ocorrência dos seguintes problemas:

a) Falha de ignição; b) Falha de chama; c) Programação anormal.

2.28– Falha de chama (1 e 2 de CN-5) Na ocorrência de falha de chama este LED acende.

CN-

2.29 – Programação anormal (3 e 4 de CN-6) Na ocorrência do erro de sequência do acendimento automático da caldeira este LED acende.

2.30 – Pressão alta (1 e 2 de CN-6) Na ocorrência de pressão alta do vapor da caldeira este LED acende.

3. COMPATIBILIDADE COM PROGRAMADOR CME 04B

Este programador pode substituir o CME 04B, embora com algumas diferenças. Abaixo apresentamos as diferenças entre o CME 04B e CME 07A:

3.1 – Botão “DESLIGA” CME 04B – normal aberto

3.2 – Fim-de-curso FC-1CME 04B

3.3 – Saída de “FALHA DE IGNIÇÃO” 8 de CN- CME 04B – Na ocorrência de falha de ignição aparece tensão neste terminal independentemente de falha de chama.

CME 07A – Não possui ligação. Neste programador esta saída se encontra no terminal (3 de CN-5).

3.4– Falha de chama 3 de CN- CME 04B – Na ocorrência de falha de chama aparece tensão neste terminal independentemente de falha de ignição.

CME 07A – Uma das linhas da tensão de comando sairá por este terminal ( de CN-5) na ocorrência de:

 Falha de ignição;  Falha de chama;  Programação anormal.

Veja a (fig.2).

3.5 – Saída de indicação de pressão alta e programação anormal CN- CME 04B – Não tem este conector.

CME 07A – Possui CN-6. Estas saídas servem apenas para indicar programação anormal e pressão alta. Por isso, quando na substituição do