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Acondicionamento de carnes em zonas de frio e tratamento.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!


















































Dedico este trabalho a minha família que me apoiou durante toda trajetória acadêmica. Especialmente ao meu cunhado e ao meu namorado.
Aos meus familiares e amigos, em especial ao Professor Ricardo Moreira Calil, pelo incentivo e valioso apoio na orientação deste trabalho. Agradeço ao professor Alexandre Panov Momesso, pela oportunidade do conhecimento adquirido durante o estágio obrigatório.
This project deals with the main types of materials used in food packaging and the risk of contamination through the migration of components of packaging materials, especially meat. Includes the rules relating to limit the use of these substances or components bundled with plastic, because of the potential carcinogenic or toxicological and describes the main advantages and disadvantages of using packaging system with vacuum and modified atmosphere packaging for meat products.
Keywords: Packaging. Meat. Food
Figura 1. Valor de Produção .................................................................................................... 16. Figura 2. Desempenho da Indústria de Embalagem .................. Erro! Indicador não definido. Figura 3. Postos de Trabalhos ................................................... Erro! Indicador não definido. Figura 4. Exportações ................................................................ Erro! Indicador não definido. Figura 5. Importações ................................................................ Erro! Indicador não definido. Figura 6. Tripas Plásticas Termoencolhíveis para Produtos Embutidos ... Erro! Indicador não definido. Figura 7. Spelbag para Embutidos ............................................. Erro! Indicador não definido.
ABIVIDRO - Associação Técnica Brasileira das Industrias Automáticas de Vidro; ABRE – Associação Brasileira de Embalagens; AM – Atmosfera Modificada; ANVISA – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. aw – atividade água CO 2 – Dióxido de Carbono; D.O.U. – Diario oficial da união EUA – Estados Unidos da America; FGV – Faculdade Getulio Vargas; FURG - Universidade Federal do Rio Grande; IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos; Kg – Kilograma; LC – Limite de Composição; Mg – Miligrama; N 2 - Nitrogênio; O 2 – Oxigenio ; PE – Polietileno; PEAD ou HDPE - PE de alta densidade; PEBD ou LDPE – PE de baixa densidade; PELBD ou LLDPE - PE linear de baixa densidade; PEUAPM ou UHMWPE - PE de ultra alto peso molecular; PEUBD ou ULDPE - PE de ultra baixa densidade; pH – Potencial de Hidrogenio ; PIA – Pesquisa Industrial Anual PP – Polipropileno; PVC – Cloreto de Polivinila; PVDC - Cloreto de polivinilideno; RDC – Resolução; RECICLOTECA - Centro de Informações sobre Reciclagem e Meio Ambiente; UCP - Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa; UV – Ultra Violeta.
Introdução ................................................................................................................................ 13. 1 - Mercado de Embalagens ................................................. Erro! Indicador não definido. 15. 1.1 - Dados de Mercado .................................................... Erro! Indicador não definido. 15. 1.1.2 - Receita Líquida de Vendas ................................ Erro! Indicador não definido. 15. 1.1.3 - Valor da Produção .................................................. Erro! Indicador não definido. 1.1.4 - Desempenho da Indústria de Embalagem .......... 17 Erro! Indicador não definido. 1.1.5 - Exportações ............................................................ Erro! Indicador não definido. 1.1.6 - Importações ............................................................ Erro! Indicador não definido. 2 - Principais matérias – primas usada na produção de embalagens Erro! Indicador não definido. 2.1 - Vidro ............................................................................. Erro! Indicador não definido. 2.2 - Metal ............................................................................. Erro! Indicador não definido. 2.3 - Papel e papelão .............................................................. Erro! Indicador não definido. 2.4 - Madeira.......................................................................... Erro! Indicador não definido. 2.5 - Plástico .......................................................................... Erro! Indicador não definido. 2.5.1 - Principais materiais plásticos: ................................ Erro! Indicador não definido. 3 - Propriedades de barreira e Migração .................................... Erro! Indicador não definido. 3.1- Conceito de Barreira....................................................... Erro! Indicador não definido. 3.2 - Migração ....................................................................... Erro! Indicador não definido. 4 - Embalagem a vácuo ............................................................. Erro! Indicador não definido. 4.1 - Vantagens do acondicionamento a vácuo são: .............. Erro! Indicador não definido. 4.2 – Desvantagens: ............................................................... Erro! Indicador não definido. 5 - Atmosfera modificada .......................................................... Erro! Indicador não definido. 5.1 - Vantagens do uso de embalagens com atmosfera modificada: Erro! Indicador não definido. 6 - Legislação............................................................................. Erro! Indicador não definido. Conclusão .................................................................................. Erro! Indicador não definido. Referências Bibliográficas ......................................................... Erro! Indicador não definido.
O objetivo deste trabalho é apresentar os tipos de embalagens mais utilizadas para produtos cárneos. Atualmente, com a competitividade no mercado globalizado faz-se necessária a busca constante da qualidade do produto. Visto que a embalagem possui um importante papel no produto final, suas características devem não apenas agregar valor ao produto como garantir sua qualidade, aumentando a vida-de-prateleira e com isso fidelizando o consumidor. As empresas na busca por essa qualidade estão sempre inovando e produzindo combinações diferentes de componentes do material da embalagem, para aumentar as características de proteção ao produto e também atrair o consumidor com design diferentes. (PRESAS, et al .,2003; OLIVEIRA, 1996; DACK, 2003). Uma das funções da embalagem é proteger seu conteúdo. O contato do alimento com fatores ambientais, como luz, oxigênio, umidade, microrganismos, acarretam a deterioração do produto. Para retardar o processo de deterioração e conseqüentemente aumentar a vida útil do alimento, é necessário a utilização de embalagens com uma boa barreira a gases, umidade e luz.(GARCIA, et al ., 1989; TEODORO, et al ., 2007). No mercado nacional, as empresas de embalagens para alimentos devem seguir a legislação estabelecida pela ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), a fim de evitar a contaminação do produto através da migração de componentes do material da embalagem para o alimento. Há varias formas de uma embalagem proteger o produto, as mais conhecidas são: Embalagem a vácuo, onde é retirado o oxigênio atmosférico que propicia o crescimento de microrganismos e conseqüente deterioração do produto; (SARANTOPÓULOS, et al., 1993). Embalagem com atmosfera modificada, que adiciona gases específicos para manter a conservação do produto. (BRODY, 1989).
HISTÓRIA “As primeiras embalagens surgiram há mais de 10.000 (dez mil) anos e serviram como simples recipientes para beber ou estocar”.(ABRE, 2004).
Em 1792, o vidro foi a primeira matéria-prima utilizada para produzir embalagens. Sua utilização como embalagens de alimentos, deve-se as características de impermeabilidade e transparência. (DONATO, 1972). No Brasil, a partir da Primeira Guerra Mundial, teve inicio o processo de substituição de importação de produtos pela produção interna ao mesmo tempo em que se intensificou a industrialização de bens de consumo nos EUA. Houve a necessidade de desenvolver embalagens para nossos produtos industrializados, como exemplo a criação de novos designs. (DENIS, 2000; PRESAS et al .,2003 ). No século XIX, com a fabricação industrial de papel, ele deixou de ser somente utilizado para escrita e desempenhou um papel importante para proteger e embrulhar alimentos. Por volta de 1920 surgiu o celofane, um filme transparente e flexível, que foi muito utilizado para proteger os alimentos e ao mesmo tempo aumentar o seu tempo de vida útil. (ROBERTSON, 1993). Os materiais plásticos para embalagem surgiram em substituição aos materiais tradicionais como o vidro, folha de flandres, alumínio ou mesmo o papel, devido, principalmente, à sua facilidade de moldar, inovar, baixo custo e facilidade de manuseio. As embalagens plásticas para alimentos, apesar de terem algumas limitações quanto à barreira a gases, baixa resistência à deformação, ao impacto e transmissão de luz, vêm se superando ao longo do tempo. Essas limitações têm diminuído com o uso de novas resinas, tecnologias e equipamentos no processamento das embalagens e dos alimentos.(ABRE, 2004; PRESAS et al. , 2003). Atualmente são utilizadas diversas matérias-primas, na confecção de embalagens que podem ser de origem animal, vegetal, mineral e sintética. (EVANGELISTA, 2001).
O valor da produção nacional de embalagem é representado abaixo pela receita de cada segmento da indústria onde, mais da metade da receita total das indústrias de embalagem são representados pelos segmentos do plástico e papelão ondulado / papel cartão.(ABRE, 2008)
FIGURA 1. VALOR DE PRODUÇÃO
Fonte: IBGE, 2006
O desempenho da indústria de embalagem é aferido pela produção física. Observa-se que o gráfico indica o desempenho da indústria com bons resultados em 2007 e uma queda de 0,61% no ano de 2008. (ABRE, 2008).
FIGURA 2. DESEMPENHO DA INDÚSTRIA DE EMBALAGEM
Fonte:IBGE, 2008
A distribuição dos postos de trabalho nas indústrias de embalagem dividiram-se nos segmentos conforme o gráfico a seguir, representando uma maior participação das indústrias transformadoras de plástico. (ABRE, 2008).
O crescimento das exportações em 2008 (%) foi inferior ao ano anterior, porém, a receita foi superior em 12,2% passando de US$ 479,3 milhões em 2007 para US$ 546 mihões no ano de 2008. Mesmo com o aumento de importações a balança comercial do setor continua superavitária: US$ 546 milhões exportados em 2008 contra US$ 479.660 mil de importação. (ABRE, 2008).
FIGURA 4. EXPORTAÇÕES
Fonte: SECEX/MDIC, 2008
As importações de embalagens vazias tiveram um aumento de 3,81% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita em importações foi de US$ 479,6 milhões superando em US$ 111,2 milhões o ano de 2007. (ABRE, 2008).
FIGURA 5. IMPORTAÇÕES
Fonte: SECEX/MDIC, 2008