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Active Server Pages - Apostilas - Informática, Notas de estudo de Informática

Apostilas de Informática sobre Active Server Pages, Formulação da Situação-Problema, Desenvolvimento de páginas HTML, Estrutura de Objetos ASP, Propriedades, Métodos, Objeto Application.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 28/08/2013

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ASP - Active Server Pages
O PROBLEMA
Introdução
Anos 60, auge da guerra fria, o governo americano através de seu Departamento de
Defesa e da recém criada ARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada), investe
na pesquisa e desenvolvimento de uma rede de comunicação que pudesse sobreviver
a um possível ataque nuclear, onde a perda de uma parte da rede, não comprometesse
o funcionamento das demais partes.
Fruto dessa pesquisa, em setembro de 1969 surgiu o primeiro nó da então chamada
ARPAnet, pela ligação do primeiro servidor na UCLA (University of California at Los
Angeles). Posteriormente, no mesmo ano, outros três nós foram instalado no SRI
(Stanford Research Institute), na UC Santa Barbara e a Universidade de Utah.
Nos anos seguintes, foi crescente o aumento das instituições acadêmicas envolvidas
no aperfeiçoamento e desenvolvimento dessa nova tecnologia, bem como, no seu
emprego em pesquisas e compartilhamento de informações. Em janeiro de 1983
entrou em cena o TCP/IP, protocolo capaz de interligar redes distintas, que substituiu o
NCP e impulsionou ainda mais o crescimento da rede.
Nos anos 80, dezenas de vendedores incorporaram TCP/IP em seus produtos porque
viram compradores para aquele modelo de rede. Era o início da comercialização da
Internet. Envolvendo não somente o desenvolvimento de serviços privados e
competitivos mas também produtos comerciais implementando a tecnologia Internet.
Hoje vivemos numa realidade de fragmentos de conhecimento. Os indivíduos controlam
as ações de partes e não mais do todo. Foco em conhecimento pressupõe a
preocupação com a eficiência financeira, melhor performance, o objetivo de se tornar
líder de mercado, o fazer mais com menos, e o ajuste a contingências quaisquer.
Conhecimento não é igual a informação. O conhecimento e o valor construído
diariamente quando o focalizamos, é igual à análise e à ação em cima da informação.
A Internet, como rede mundial de computadores interconectados, é um privilégio da
vida moderna para o homem moderno. É o maior repositório de informações acessíveis
a qualquer pessoa que a acesse de qualquer parte do mundo. E o que torna a Internet
tão diferente das outras invenções humanas é o insignificante período de tempo em
que ela precisou para ser usada por milhões de pessoas. A eletricidade (1873), por
exemplo, atingiu 50 milhões de usuários depois de 46 anos de existência. O telefone
(1876) levou 35 anos para atingir esta mesma marca. O automóvel (1886), 55 anos. O
rádio (1906), 22 anos. A televisão (1926), 26 anos. O forno de microondas (1953), 30
anos. O microcomputador (1975), 16 anos. O celular (1983), 13 anos. A Internet
(1995), por sua vez, levou apenas 4 anos para atingir 50 milhões de usuários no
mundo. Hoje já temos 221 milhões de pessoas acessando a Internet. 57% dos
internautas de hoje tem inglês como idioma nativo. 43% falam outros idiomas.
O maior propulsor para este crescimento vertiginoso foi a introdução, em 1990, de um
protocolo chamado HTTP (hypertext transmission protocol), da linguagem HTML
(hypertext markup language) e do Web Browser (aplicativo que interpreta o código
HTML e exibe as páginas) o que permitiu o desenvolvimento de aplicações gráficas, e o
surgimento da WWW (World Wide Web).
O HTML instrui o Browser como exibir a informação contida num documento através
de uma formatação padronizada que será interpretada. O Hipertexto é uma tecnologia
que permite a ligação entre documentos ou páginas relacionadas através de links.
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ASP - Active Server Pages

O PROBLEMA

Introdução

Anos 60, auge da guerra fria, o governo americano através de seu Departamento de Defesa e da recém criada ARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada), investe na pesquisa e desenvolvimento de uma rede de comunicação que pudesse sobreviver a um possível ataque nuclear, onde a perda de uma parte da rede, não comprometesse o funcionamento das demais partes.

Fruto dessa pesquisa, em setembro de 1969 surgiu o primeiro nó da então chamada ARPAnet, pela ligação do primeiro servidor na UCLA (University of California at Los Angeles). Posteriormente, no mesmo ano, outros três nós foram instalado no SRI (Stanford Research Institute), na UC Santa Barbara e a Universidade de Utah.

Nos anos seguintes, foi crescente o aumento das instituições acadêmicas envolvidas no aperfeiçoamento e desenvolvimento dessa nova tecnologia, bem como, no seu emprego em pesquisas e compartilhamento de informações. Em janeiro de 1983 entrou em cena o TCP/IP, protocolo capaz de interligar redes distintas, que substituiu o NCP e impulsionou ainda mais o crescimento da rede.

Nos anos 80, dezenas de vendedores incorporaram TCP/IP em seus produtos porque viram compradores para aquele modelo de rede. Era o início da comercialização da Internet. Envolvendo não somente o desenvolvimento de serviços privados e competitivos mas também produtos comerciais implementando a tecnologia Internet.

Hoje vivemos numa realidade de fragmentos de conhecimento. Os indivíduos controlam as ações de partes e não mais do todo. Foco em conhecimento pressupõe a preocupação com a eficiência financeira, melhor performance, o objetivo de se tornar líder de mercado, o fazer mais com menos, e o ajuste a contingências quaisquer. Conhecimento não é igual a informação. O conhecimento e o valor construído diariamente quando o focalizamos, é igual à análise e à ação em cima da informação.

A Internet, como rede mundial de computadores interconectados, é um privilégio da vida moderna para o homem moderno. É o maior repositório de informações acessíveis a qualquer pessoa que a acesse de qualquer parte do mundo. E o que torna a Internet tão diferente das outras invenções humanas é o insignificante período de tempo em que ela precisou para ser usada por milhões de pessoas. A eletricidade (1873), por exemplo, atingiu 50 milhões de usuários depois de 46 anos de existência. O telefone (1876) levou 35 anos para atingir esta mesma marca. O automóvel (1886), 55 anos. O rádio (1906), 22 anos. A televisão (1926), 26 anos. O forno de microondas (1953), 30 anos. O microcomputador (1975), 16 anos. O celular (1983), 13 anos. A Internet (1995), por sua vez, levou apenas 4 anos para atingir 50 milhões de usuários no mundo. Hoje já temos 221 milhões de pessoas acessando a Internet. 57% dos internautas de hoje tem inglês como idioma nativo. 43% falam outros idiomas.

O maior propulsor para este crescimento vertiginoso foi a introdução, em 1990, de um protocolo chamado HTTP (hypertext transmission protocol), da linguagem HTML (hypertext markup language) e do Web Browser (aplicativo que interpreta o código HTML e exibe as páginas) o que permitiu o desenvolvimento de aplicações gráficas, e o surgimento da WWW (World Wide Web).

O HTML instrui o Browser como exibir a informação contida num documento através de uma formatação padronizada que será interpretada. O Hipertexto é uma tecnologia que permite a ligação entre documentos ou páginas relacionadas através de links.

Quando o usuário ativa (clica) um link, a página apontada pelo link é exibida. O interessante é que a pagina apontada pelo link pode se encontrar em qualquer servidor, de qualquer parte do mundo, criando uma verdadeira teia. Páginas Web são simplesmente arquivos texto que seguem uma formatação padronizada pelo HTML e armazenadas em servidores. Cada servidor tem seu próprio endereço na Internet. O endereço do servidor, o caminho do diretório e o nome do arquivo são combinados para formar a URL (Uniform Resource Locator), o endereço da página.

Basicamente, temos dois elementos atuando na Internet: o cliente que requisita uma série de informações da rede e um servidor que responde a esta requisição fornecendo a informação solicitada. Quando o usuário se conecta a Internet e acessa uma página ou envia um e-mail, ele está solicitando um serviço à rede. O servidor recebe o pedido e providencia a resposta à sua solicitação.

É interessante notar que o cliente não precisa saber nada sobre o computador que faz o papel de servidor, nem o servidor precisa saber nada sobre o computador que faz o papel do cliente. O protocolo de comunicação é o responsável pela interação.

Os protocolos mais utilizados na Internet são o HTTP e o FTP (File Transfer Protocol) protocolo responsável pela transferência de arquivos. É através destes protocolos que a comunicação do cliente com o servidor é feita na Web.

No início, as páginas de documentos localizadas nos servidores, apesar de poderem possuir elementos gráficos, eram estáticas, com atualizações de conteúdo sendo feitas a cada semana ou mês. Porém, com o aumento da popularidade da Internet e da informação disponibilizada, a necessidade de atualização destas páginas, em muitos casos, passou a ser diária e até mesmo instantânea.

Com o incremento dos negócios na internet e todo o seu crescimento comercial, os dados que necessitam ser alterados pelos usuários durante o acesso a uma página tornaram-se uma coisa comum e página que alteram o seu conteúdo a cada interação com o usuário passaram a ser mais frequentes. Desta forma surgiu o conceito de Páginas Dinâmicas.

Formulação da Situação-Problema

Páginas Dinâmicas foram inicialmente criadas com o uso de uma tecnologia chamada CGI (Common Gateway Interface), onde programas executados no servidor respondem às solicitações dos usuários para criar páginas dinamicamente, personalizar páginas e manipular dados.

O CGI, apesar de ser uma tecnologia segura e confiável, é relativamente difícil de implementar, sendo geralmente escrito em linguagem "C" ou "Perl". Programas CGI também consomem mais recursos (memória) do servidor isto porque a cada solicitação do cliente é criado um novo processo, ou seja, todo o código é novamente executado, e, justamente pelo fato dos programas CGI serem independentes - não havendo um depósito global de informações relativas àquele usuário -, eles não são capazes de manter a persistência dos dados memorizando seu estado (variáveis) durante a transição de páginas pelo usuário o que é muito importante em alguns casos.

Uma evolução desta tecnologia para acesso e atualização dinâmica proposta pela Microsoft é o ASP (Active Server Pages). Com o uso de linguagens de alto nível e a capacidade de criar automaticamente um ambiente para cada usuário, através dele podemos criar páginas interativas de forma rápida e fácil o que vem tornado-o cada vez mais popular.

A essência do problema é, portanto, analisar os motivos que tornam o ASP uma ferramenta cada vez mais utilizada, sua aplicabilidade, restrições, limitações e facilidades na geração de páginas dinâmicas.

Entram em cena então os Scripts. Scripts são códigos que podem ser escritos em diversas linguagens de programação tais como "C", "C++", "Perl", "JavaScript", "VBScript" entre outras, estes scripts são executados no servidor web (host) a medida que são requisitados pelas páginas web para executar determinada ação para o qual foi projetado, por exemplo: manipular bancos de dados, validar senha de usuários, executar cálculos, enviar e-mails, publicar dados e, é claro, personalizar páginas, entre tantas outras. Após a execução no servidor, somente as respostas (HTML) são enviadas ao cliente, garantido a proteção do código.

Vejamos como exemplo um jornal que publique seu conteúdo na Internet. Imagine a quantidade de links que haverão para acesso às diversas matérias publicadas, pense ainda que as notícias deverão ser publicadas o mais rápido possível e que cada notícia será uma página HTML. Nesse caso, a notícia seria editada e formatada para o HTML, enviada ao servidor, e todas as páginas que farão referência a esta notícia precisarão ser atualizadas. Imagine, ainda, isso numa redação de jornal onde chegam centenas de notícias por dia. É simplesmente impraticável.

A solução para este problema está na geração dinâmica de páginas, ou seja, sob demanda, onde páginas modelo são alimentadas por um complexo sistema de banco de dados que armazena somente o conteúdo de cada notícia com suas características e classificação. Essas páginas, após mesclagem, são então enviadas ao browser do usuário. Veja abaixo um exemplo simplificado.

Atualmente no mercado existem diversas ferramentas capazes de gerar páginas dinâmicas, porém o ASP vem se destacando rapidamente das demais devido às suas características. Mas, afinal, o que é o ASP?

ASP é a abreviação de Active Server Pages ou Servidor de Páginas Ativas. É um ambiente desenvolvido pela Microsoft para uma eficiente codificação de scripts implementados para a execução em servidores web em resposta à solicitações de usuários. Neste ambiente é possível combinar HTML, scripts, bancos de dados e componentes Activex reutilizáveis para a criação de poderosas soluções comerciais para a Web.

O ASP é multi-thread e multi-usuário, oferece suporte nativo ao VBScript e JScript, suporta controles ActiveX, bancos de dados ODBC e servidores SQL. Detalhemos melhor isso...

Em primeiro lugar devemos observar possíveis linguagens empregadas na implementação de seus scripts. O ASP oferece suporte nativo ao VBScript e ao JScript. Porém, é capaz de suportar praticamente qualquer linguagem de script através da adoção de módulos Activex adicionais, por exemplo o plug-in para Perlscript do fabricante ActiveWare.

O VBScript é uma linguagem de scripts de sintaxe e estrutura muito similar ao Visual Basic usado no desenvolvimento de aplicações comerciais. Trata-se de uma linguagem de alto nível, de fácil aprendizado e muito utilizada no mercado, podendo-se afirmar que quem sabe programar com Visual Basic não terá dificuldades com VBScript, este é realmente um dos seus grandes atrativos. Por outro lado, quem já domina alguma outra linguagem, como por exemplo JavaScript ou PerlScript entre outras, não é obrigado a aprender VBScrpipt, uma vez que o ASP é capaz de prover suporte a estas linguagens também.

Outra característica que chama a atenção é a facilidade de desenvolvimento de aplicações que se utilizem de banco de dados. O ASP oferece suporte total ao padrão ODBC e servidores SQL, o que significa capacidade de acessar mais de 55 tipos diferentes de bancos de dados. Através do controle Activex Data Objects (ADO) são

oferecidos métodos e propriedades capazes de tornar fácil, muito rápido e transparente o acesso e a manipulação de dados.

Uma grande dor de cabeça para muitos desenvolvedores, conforme foi apresentado na Formulação da Situação-Problema deste trabalho, é a necessidade da manutenção de estado, isto é, para cada cliente (usuário) armazenar o valor de variáveis enquanto ele navega entre as páginas. A solução proposta pelo ASP é o uso do objeto Session. Um novo objeto Session é criado para cada usuário que acessa a aplicação e, dentro dele, podemos criar variáveis e funções que ficarão disponíveis somente para aquele usuário durante sua navegação pela aplicação podendo ser acessados ou alterados a qualquer momento, além do objeto Session, temos, também o objeto Application porém este é "visível" a todos os usuários. Vejamos o exemplo:

As limitações de performance impostas pela execução de um novo processo a cada requisição, acarretando consumo maior de memória e processamento, foram superadas. O ASP foi otimizado para suportar múltiplos usuários e múltiplas threads, o que torna seu processamento muito mais rápido. Para tanto, a execução de Scripts é tratada como um serviço, não como um processo, economizando memória e aumentando performance.

Além dessas características relevantes, o ASP suporta componentes ActiveX escritos em praticamente qualquer linguagem, incluindo Java, Visual Basic, C++, entre outras. O emprego de componentes ActiveX aumenta significativamente o poder e a simplicidade da aplicação desenvolvida.

Outra facilidade é a forma como podemos mesclar o código do script com o código html. Uma página ASP nada mais é que um arquivo texto com extensão ".asp". A codificação do script deverá estar delimitada entre as seguintes tags: " <% " e " %> ". Tudo que estiver entre estas tags será processado no servidor e o que estiver fora, ou seja, o código HTML, será enviado normalmente ao cliente que requisitou a página. Vejamos o exemplo:

Este exemplo verifica a hora atual do servidor e envia ao browser do usuário uma das opções, dependendo da hora. Note em negrito os comandos do VBScript entre as tags de delimitação do ASP, o resto todo é HTML puro, observe também a flexibilidade no emprego das tags ASP e sua mesclagem ao código HTML.

Para podermos efetivamente desenvolver páginas ASP, precisamos conhecer um pouco de sua estrutura de objetos internos.

A Estrutura de Objetos ASP

O ASP possui cinco objetos padrão, são eles:

REQUEST – Para retornar ao servidor informações do usuário.

RESPONSE – Para enviar informações ao usuário.

SERVER – Para Controlar o Internet Information Server.

SESSION – Para armazenar informações do usuário da sessão corrente.

APPLICATION – Para compartilhar informações entre todos os usuários.

Abaixo temos a hierarquia e detalhamento de cada um dos objetos:

do cache, ao expirar este tempo a página será solicitada novamente ao servidor, garantindo o acesso às informações mais atualizadas.

Sintaxe: Response.Expires [=valor]

ExpiresAbsolute – Idêntica a Expires porém definindo uma data e hora.

Sintaxe: Response.ExpiresAbsolute [=(data)(hora)]

ContentType – Muda o cabeçalho HTTP da página para indicar que tipo de dados a página contém. Seu padrão é "text/HTML".

Sintaxe: Response.ContentType [=tipo]

Status – Permite definir o status da linha HTTP que é devolvida ao Browser, consistindo em um código de 3 dígitos.

Sintaxe: Response.Status =descricaodostatus

Buffer – Determina se o conteúdo da página gerada pelo Script será enviada ao Browser conforme execução ou se tudo é enviado no final da execução. False – sem buffer (padrão). True – com buffer.

Sintaxe: Response.Buffer [=valorlógico]

Métodos

AddHeader – Inclui um cabeçalho HTML com o valor especificado.

Sintaxe: Response.AddHeader nome, valor

AppendToLog – Inclui uma string ao fim da entrada do log do servidor para esta requisição.

Sintaxe: Response.AppendToLog string

Clear – Remove o conteúdo de qualquer página do buffer quando o buffer estiver ativado.

Sintaxe: Response.Clear

End - Encerra o processamento do script atual.

Sintaxe: Response.End

Flush – Usado para enviar o conteúdo do buffer imediatamente ao cliente quando o buffer estiver ativado.

Sintaxe: Response.Flush

Redirect – Redireciona o cliente para uma outra página ou endereço.

Sintaxe: Response.Redirect enderecodestino

Write – Permite escrever textos na página gerada.

Sintaxe: Response.write texto

O Objeto Server

Este objeto fornece métodos e propriedades que permitem interagir com o servidor que hospeda a aplicação ASP através de uma propriedade e quatro métodos como veremos:

Propriedades

ScriptTimeout – Especifica quantidade máxima de tempo em segundos que um script pode executar até terminar.

Sintaxe: Server.ScriptTimeout =segundos

MétodosCreateObject – Este objeto é, provavelmente, o mais importante dos objetos ASP internos. Ele cria uma instância de um componente (ActiveX, por exemplo) no servidor. Após criar um componente podemos então utilizar suas propriedades e métodos. O escopo do objeto criado pode variar desde o nível de aplicação, sessão ou script atual.

Sintaxe: Server.CreateObject (tipodeobjeto)

HTMLencode – Converte os caracteres especiais que não podem ser escritos diretamente nas páginas HTML.

Sintaxe: Server.HtmlEncode (string)

MapPath – Retorna o caminho físico da localização do arquivo no servidor.

Sintaxe: Server.MapPath (caminho)

URLencode – Converte os caracteres não permitidos usados em um endereço URL em caracteres permitidos.

Sintaxe: Server.UrlEncode (string)

O Objeto Application

Eventos

Session _ OnStart e Session _ OnEnd - Eventos executados quando uma sessão é iniciada e encerrada, respectivamente. Pode ser usada para setar valores iniciais de variáveis ou instanciar objetos, por exemplo.

O Arquivo Global.asa

O arquivo Global.asa é um arquivo texto que contém declarações gerais com escopo ao nível da aplicação. Existindo somente um para cada aplicação, é neste arquivo que definimos os eventos Application_OnStart, Application_OnEnd, Session_OnStart e Session_OnEnd. Veja abaixo um exemplo vazio:

Veja a seguir um exemplo de implementação do global.asa para um contador de usuários ativos:

EndSub

Sub Session_OnEnd

‘Decrementa o contador quando cada sessão é encerrada.

Application.Lock

Application("contador") = Application("contador") - 1

Application.UnLock

EndSub

O resultado poderá ser exibido em qualquer página pelo script a seguir:

<%@ Language=VBScript%>

Mostra Usuários

Número de Usuários Ativos: <%=Application("contador")%>

Os Tipos de Dados e variáveis

Os tipos de dados utilizados nos scripts, bem como a definição de variáveis e estrutura de programação, são pertinentes à linguagem utilizada. Nos scripts aqui demonstrados é utilizado o VBScript.

Criação de Arquivos e Funções Globais

Um dos recursos do ASP é o include no lado do servidor. Este recurso permite que você inclua arquivos arbitrários dentro de uma página ASP durante a execução. Isto é extremamente útil para a criação de funções globais, cabeçalhos, rodapés ou outros elementos que precisem ser reutilizados em várias páginas.

preenche um formulário (login.asp) informando seu nome de Login e sua Senha. Ao clicar em "Enviar", um script ASP (validar.asp) é acionado para validar as informações preenchidas e, de acordo com a resposta, redirecioná-lo para o ambiente protegido. O objetivo desse script é criar uma variável no objeto sessão, indicando que aquele usuário tem autorização de acesso, no caso, a variável "logedin". Para realmente proteger as páginas que se deseja, no início da página protegida (ex: sejabemvindo.asp) deverá haver um script que teste a existência dessa variável (logedin) e se a mesma não está vazia. Se ela não existir, redirecionamos o cliente para a página de Login e encerramos o processamento (Response.End).

Observe que apesar de ser um arquivo .asp, o seu conteúdo é HTML puro. Veja também, em negrito, o que realmente importará para o ASP.

Abaixo temos a estrutura do arquivo que irá validar o acesso. Para tanto, consideramos o uso de um banco de dados access de nome "fiaadb" com uma tabela chamada "senhas".

A página que se deseja proteger deverá ter possuir um script que teste se o usuário tem permissão de acessá-la, como no exemplo abaixo.

O Emprego de Cookies na Personalização de Páginas

Os Cookies permitem que páginas e sites armazenem informações importantes na máquina do cliente. Frequentemente é desejável salvar os dados na máquina do cliente para que estejam disponíveis na próxima vez que o cliente se acessar o site. O maior emprego desta tecnologia se dá em sites que explorem a personalização de suas páginas.

É importante lembrar seu uso fica restrito a Browsers que ofereçam este suporte e que este esteja habilitado.

Os Cookies são escritos na máquina do cliente através da utilização do objeto Response. A coleção Cookies do objeto Request, por outro lado, permite que você leia os Cookies da máquina do cliente e baseado nessas informações, redirecione o cliente para uma determinada página, por exemplo.

Criando Cookies

Neste exemplo, supomos que o usuário está preenchendo um formulário onde o Action da Tag Form é "criacookie.asp" e o Method usado é "GET" para enviar seu nome e a data de nascimento. Criaremos então um Cookie chamado "meucookie" contendo estas informações enviadas, além da data de criação, data de expiração, e domínio.

Como exemplo do emprego, o código abaixo verifica se o mês constante na data de nascimento gravada no Cookie é o mês atual, se for, o usuário será redirecionado para uma página parabenizando usuário pelo aniversário. Este código deverá estar no início da página principal de um site frequentado pelo cliente, por exemplo.

Definição de Termos

Internet

Se refere ao sistema de informação global que -- (i) é logicamente ligado por um endereço único global baseado no Internet Protocol (IP) ou suas subsequentes

extensões; (ii) é capaz de suportar comunicações usando o Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP) ou suas subsequentes extensões e/ou outros protocolos compatíveis ao IP; e (iii) provê, usa ou torna acessível, tanto publicamente como privadamente, serviços de mais alto nível produzidos na infra-estrutura descrita.

Páginas Dinâmicas

Páginas geradas sob demanda cujo conteúdo pode ser personalizado.

CGI

CGI significa "Common Gateway Interface". Protocolo com especificações para transferência de informações entre um servidor web e um programa CGI. Um programa CGI é qualquer programa capaz de aceitar e retornar informações conforme esse protocolo.

Protocolo

Conjunto de regras com finalidade de uniformizar determinado procedimento.

Controles ActiveX Padrão proposto pela Microsoft para o desenvolvimento de objetos e controles auto- suficientes no desempenho de determinada função. Controles Activex são objetos compilados específicos para determinada função, por exemplo, fazer interface com um banco de dados.