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Algoritmos em Diagnóstico, Slides de Diagnóstico

Apresentação sobre algoritmos em diagnóstico

Tipologia: Slides

2017

Compartilhado em 08/09/2023

fernando-silva-cnk
fernando-silva-cnk 🇧🇷

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Algoritmo em Insuficiência Hepática:
Diagnóstico, Prognóstico e Monitoramento
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Farmácia
Departamento do Medicamento
FARA 90- Diangnóstico Laboratorial e Saúde Pública
Alexia Cabral, Cleverton Levi, Elane Andrade, Fernando Vasconcelos, Raphaela David
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Algoritmo em Insuficiência Hepática:

Diagnóstico, Prognóstico e Monitoramento

Universidade Federal da Bahia Faculdade de Farmácia Departamento do Medicamento FARA 90- Diangnóstico Laboratorial e Saúde Pública

Alexia Cabral, Cleverton Levi, Elane Andrade, Fernando Vasconcelos, Raphaela David

Algoritmos de diagnóstico

  • Identificar a presença ou ausência de uma doença, a partir de sinais, sintomas, exames ou outros critérios.
  • Representados por fluxogramas, árvores de decisão, tabelas ou listas.

Algoritmos de prognóstico:

  • Estimam o risco ou a probabilidade de um determinado desfecho ocorrer em um paciente com uma doença específica, considerando fatores como idade, sexo, comorbidades, gravidade da doença, tratamento realizado, entre outros.
  • Expressos por equações, escores ou modelos matemáticos.

Algoritmos de monitoramento:

  • Acompanham a evolução clínica de um paciente com uma doença, avaliando a resposta ao tratamento, a ocorrência de complicações ou a necessidade de intervenções adicionais.
  • Eles podem ser baseados em indicadores clínicos, laboratoriais ou funcionais.

Papel dos Algoritmos

Diagnóstico da Insuficiência Hepática

O diagnóstico da insuficiência hepática é baseado em uma combinação de sinais e sintomas, exames laboratoriais e história médica. É essencial identificar precocemente esta condição para otimizar o tratamento.

Icterícia Coloração amarelada da pele e olhos.

Retenção de Líquidos Inchaço nas pernas e abdômen.

Alteração do Estado Mental Confusão, sonolência e agitação.

Exemplo de Algoritmo em Diagnóstico de

Insuficiência Hepática

Prognóstico do Paciente

O prognóstico dos pacientes com insuficiência hepática depende do comprometimento funcional do fígado, da causa subjacente e das comorbidades associadas. É importante avaliar a gravidade da doença para fornecer o tratamento adequado.

Classificação de Child-Pugh-Turcotte

Avalia a severidade da doença e ajuda a prever a mortalidade.

Índice de Bilirrubina-Albumina-E ncefalopatia (IBAE) Ajuda a prever a sobrevida de pacientes com encefalopatia hepática.

Escore de Maddrey

Avalia a gravidade da hepatite alcoólica e indica a necessidade de tratamento específico.

Avaliação Laboratorial da Função Hepática

A avaliação laboratorial da função hepática é essencial para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da insuficiência hepática. Os testes incluem medições de enzimas hepáticas, como a alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST), além de marcadores de função hepática, como albumina e bilirrubina.

1 ALT e AST

Alta sensibilidade para detectar

Albumina 2 lesão hepática.

Reflete a função sintética hepática e ajuda a prever o prognóstico.

3 Bilirrubina Total e

DiretaReflete o grau de obstrução biliar e pode levar a icterícia.

O monitoramento contínuo da insuficiência hepática é crucial para uma intervenção oportuna e um melhor manejo do paciente.

Biomarcadores, como enzimas hepáticas e parâmetros de coagulação, desempenham um papel significativo no monitoramento da insuficiência hepática, na avaliação da gravidade da doença, na previsão de complicações e na avaliação da resposta ao tratamento.

Projetar algoritmos de monitoramento envolve a integração de vários biomarcadores e parâmetros clínicos para criar uma ferramenta de monitoramento abrangente.

Embora os algoritmos de monitoramento ofereçam vantagens como detecção precoce de complicações e planos de tratamento personalizados, desafios como integração e padronização de dados precisam ser enfrentados.

Algoritmo em Monitoramento

de Insuficiência Hepática

Monitoramento da Insuficiência Hepática

O monitoramento da insuficiência hepática é fundamental para detectar complicações precocemente e ajustar o tratamento. Deve-se monitorar sinais vitais e exames laboratoriais frequentemente para avaliar a resposta ao tratamento.

Monitoração Clínica

Avaliação dos sinais vitais e dos sintomas do paciente.

Exames Laboratoriais

Avaliação da função hepática, eletrólitos, função renal, glicemia e coagulabilidade.

Complicações e Mortalidade na Insuficiência

Hepática

A insuficiência hepática pode levar a várias complicações, como encefalopatia, ascite, hemorragia, além de aumentar o risco de infecções. O prognóstico é influenciado por fatores como a idade, a gravidade da doença e a presença de comorbidades.

Complicações Tratamento Encefalopatia Hepática Lactulose, Antibióticos Ascite Restrição de Sódio, Diuréticos Hemorragia Digestiva Endoscopia, Transfusão Sanguínea

  • A integração de algoritmos na prática clínica requer consideração cuidadosa de vários fatores.
  • A tomada de decisões baseada em algoritmos pode aumentar a consistência, reduzir a variabilidade

e melhorar os resultados dos pacientes.

  • O treinamento e a educação dos profissionais de saúde são essenciais para o sucesso da

implementação de algoritmos de insuficiência hepática.

Implementação clínica do algoritmo em

Monitoramento de Insuficiência Hepática

Referências

MSD MANUALS. Insuficiência hepática aguda. MSD Manuals, 2021. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/distúrbios-hepáticos-e-biliares/abordagem-a o-paciente-com-doença-hepática/insuficiência-hepática-aguda. Acesso em: dia mês ano.