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ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL, Resumos de Anatomia

ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL , MUSCULOS , PATOLOGIAS .

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 16/11/2020

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CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS

COLUNA

VERTEBRA

L

ERIKA CINDY DA COSTA HOLANDA

COLUNA VERTEBRAL

A coluna vertebral ,é também chamada de espinha ou coluna espinal ,constituída cerca de ⅖ da altura total e é composta por uma série de ossos chamados vértebras. A coluna vertebral, o esterno e as costelas formam o esqueleto do tronco do corpo. A coluna vertebral é composta de ossos e tecido conjuntivo ;a medula espinal que ela encerra e protege consiste em tecido nervoso e conjuntivo. Com aproximadamente 71 cm no homem adulto médio e cerca de 61 cm em mulher adulta média , a coluna vertebral atua como uma haste flexível com elementos que podem promover movimentação em direção anterior ,posterior lateral e ainda de rotação. Além de encerrar e proteger a medula espinhal ,a coluna vertebral sustenta a cabeça e serve de onoto de fixação para as costelas ,o cíngulo dos membros inferiores e músculos do dorso e membros superiores. O número total de vértebras durante o desenvolvimento inicial é de 33 .Conforme a criança vai crescendo ,varias da região sacral e coccígea se fundem. Em consequência disso ,a coluna vertebral ,é distribuída em seguinte maneiras: ● 7 vértebras cervicais na região do pescoço ● 12 vértebras torácicas posteriores á cavidade torácica ● 5 vértebras lombares que sustentam a parte inferior da coluna ● 1 sacro que consiste em 5 vértebras sacrais fundidas ● 1 cóccix que. em geral ,é composta por 4 vértebras coccígeas Curvaturas normais da coluna vertebral Existe 4 curvatura a Curvaturas anormais.Em relação a parte ventral do corpo,as curvaturas cervical e lombar são convexas da coluna vertebral torácica e sacral sãocôncavas. As curvaturas da coluna vertebral aumentam sua resistência,auxiliam a manutenção do equilíbrio na posição ereta, absorvem choques durantes a caminhada e ajudam a proteger as vértebras de fraturas. Figura 1 NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

Ligamento Nucal

É uma membrana fibrosa que estende-se da protuberância occipital externa até a 7 vértebra cervical (7).

Ligamento Supra - espinhal

Corda fibrosa e resistente que une os ápices dos processos espinhoso a partir da 7° vértebra cervical (7) até o sacro.

Ligamento Interespinhal

Ligamentos finos e quase membranáceos ,unem os processos espinhosos adjacentes.

Ligamentos

Intertransverso

Ele está localizada entre os processos transversos. Figura 3 JOHNSTON, Cìntia; PAGLIOLI, EDUARDO B.; PAGLIOLI, ELISEU B. Escore funcional e de dor após cirurgia de hérnia de disco lombar e fisioterapia precoce. Sci Med, v. 16, n. 4, p. 151-6, 2006. Figura 4 Figura 4NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

Discos Intervertebrais

Os discos intervertebrais são encontrados entre os corpos de vértebras,desde a segunda vértebra cervical até o sacro e continuam cerca de 25 % da altura da coluna vertebral.Cada disco apresentam um anel fibroso externo composto de fibrocartilagem chamado de anel fibroso e uma substância interna macia e altamente elástica chamado de núcleo pulposo. As faces superior e inferior do disco são cobertas por uma fina lâmina de cartilagem hialina os discos formam articulações fortes,possibilitam vários movimentos da coluna vertebral e absorvemimpactos verticais.Sob pressão, se achatam e se alargando.Durante o decorrer do dia a dia,os discos se comprimem e perdem água da cartilagem de forma que as pessoas ficam um pouco menor á noite.

Vértebras

As vértebras nas diferentes regiões da coluna vertebral variam de tamanho,forma e detalhe,porém são similares suficiente para permitir a discussão das estruturas gerais e suas funções, de uma vértebra. Tipicamente as vértebras consistem em um corpo vertebral, um arco vertebral e diversos processos.

Corpo Vertebral

È uma grande parte cilíndrica localizada anteriormente que dá força a coluna. Estão envolvidos na sustentação do peso.Seu tamanho aumenta á medida que se desce na coluna vertebral.

Arco Vertebral

São dois processos curtos e espessos , os pedículos, se projetam posteriormente a partir docorpo vertebral e, em seguida,se unem as lâminas planas para formar o Arco vertebral. Figura 5 NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

Axis

Apresenta um corpo vertebral do atlas .Um processo chamado de dente ou processo odontóide se projeta superiormente pela porção anterior do forame vertebral do atlas

Vértebra Proeminente

É a sétima vértebra cervical é um pouco diferente e não bífido que pode ser percebido e palpado na base do pescoço.

Vértebras Torácicas

São consideravelmente maiores e mais fortes que as vértebras cervicais. Fóveas Costais FacetasArticulares ● Face Articularsuperior ● Corpo da vértebra ● Processo Espinhoso

Vértebras Lombares

As vértebras lombares LI a L Vsão os maiores e mais resistente ossos não fundidos da coluna vertebral ,por que a quantidade de peso corporal sustentada pelas vértebras aumenta em

d i reção a extremidade inferior da coluna vertebral.

● CorpoVertebral ● ArcoVertebral ● Processo espinhoso ● Pedículos e alanina ● ForameVertebral Figura 8 NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

● Processos /Facetas articulares superiores e inferiores ● ProcessosTransversos

Sacro

O sacro é um osso triangular formado pela união de cinco vértebras sacrais.

Face Anterior ( Ilíaca )

É côncava e apresenta quatro cristas transversais, que correspondem aos discos intervertebrais. Possui quatro forames sacrais anteriores.

Face Posterior ( Dorsal )

Crista Sacral Mediana Crista Sacral Lateral Crista Sacral Intermédia Forames Sacrais Posteriores Hiato Sacral Cornos Sacrais Base

● Promontório

● AsasSacrais

● Processos Articulares Superiores Direito e Canal Sacral

Figura 9 NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

Costelas

Doze pares de costela ,numeradas de I a XII , de cima para baixo ,fornecem suporte para as paredes laterais da cavidade torácica. As costelas aumentam de comprimento da primeira a décima segunda costela .Cada costela se articula posteriormente com sua vértebra torácica correspondente. O primeiro até o sétimo esterno pares de costelas se fixam anteriormente ao esterno por uma faixa de cartilagem hialina chamada de Cartilagem costal .As cartilagem costais contribuem para a elasticidade da caixa torácicas e evitam que o impacto no tórax fratura do esterno e as costelas. As costelas que apresentam cartilagens costais e se prendem diretamente ao esterno são chamados de costelas verdadeiras. As articulações formadas entre as costelas são chamadas de Articulações esternocostais .Os cincos pares de restante de costelas são chamadas de costelas falsas.

Costelas Típicas

A costela típica consiste de uma cabeça, colo e corpo.

MÚSCULOS DA COLUNA VERTEBRAL

Figura 12 Figura 7NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011. Figura 11 Figura 4NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

MÚSCULO TRAPÉZIO

ORIGEM - Linha nucal superior , na protuberância occipital,processo espinhoso C7 a T12. INSERÇÃO – Terço lateral da clavicula ,acrômio e espinha da escápula. AÇÃO - Fixo na coluna - Faz elevação do ombro ,adução das escápulas rotação superior das escápulas e depressão do ombro. Fixo na escápula - contração unilateral: inclinação homolateral e contração bilateral - extensão da cabeça. MÚSCULO GRANDE DORSAL ORIGEM - Se da origem no processos espinhoso da 6 última vértebrastorácicas, crista ilíaca e fáscia toracolombar. INSEÇÃO – Crista do tubécurlo menor do uméro INERVAÇÃO – Nervo torodorsal AÇÃO - Faz rotação interna,adução e retroversão do úmero,elevação e anteriorização do tronco e auxilia também na respiração.

MÚSCULO ROMBÓIDE MENOR

O rombóide menor tem ligamento da nuca e no processo esinhosos de C7 e T. ORIGEM – Processos espinhosos da C7 a T INSERÇÃO – Borda medial da escapula INERVAÇÃO – Nervo dorsal da escápula AÇÃO - Aduz estabiliza e roda a escápula ,abaixando seu ângulo lateral. MÚSCULO SERRÁTIL PÓSTERO-INFERIOR . ORIGEM - Se localiza na região da costela (Da primeira a nona ) INSERÇÃO – Borda medial da escápula. INERVAÇÃO – Nervo torácico longo

AÇÃO - Abaixa as costelas na inspiração e estender na contração bilateral e rodar na contração unilateral a coluna. MÚSCULO SERRATIL PÓSTERO SUPERIOR Ele se origina da fáscia toracolombar, bem como dos processos espinhosos das vértebras torácicas inferiores e lombares superiores. Dali ele cursa cranial elateralmente até a nona a décima segunda costelas. O latíssimo do dorso (grande dorsal) enconta-se sobre esse músculo. ORIGEM - Apófises espinhosas das vertebras C6 a T INSERÇÃO – Segunda a quinta costela INERVAÇÃO - Nervo intercostais AÇÃO - Elevação das primeiras costelas , faz ação inspiratória. MÚSCULO ESPLÊNIO DA CABEÇA ORIGEM – Processos espinhosos das vértebras C7 – T3 , ligamanrto nucal.

INSERÇÃO – Estende-se do sacro até a C2 .Ligam o processo espinhoso da vértebra suprajacente INERVAÇÃO – Nervos espinhais AÇÃO - Faz a extensão e rotação contralateral. MÚSCULO MULTIFIDOS ORIGEM – O musculo multifidos é encontrado abaixo do semiespinhal e do eretor da espinha , entre os processos espinhosos e transversos das vertebras. INSERÇÃO – Região lateral das extremidades dos processos espinhosos das vértebras. AÇÃO – Fazer rotação ,extensão e flexão lateral da coluna. MÚSCULO INTERTRANSVERSAIS ORIGEM – Intertransversais lombares laterais : processos transversos e acessórios das vértebras L1-L Figura 13 Figura 7NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

INSERÇÃO – Intertransversais lombares laterais : Processos tranverosos da vertebra. Intertransversais lombares mediais : Processos mamilares das vertebras. INERVAÇÃO – Ramos dorsais das arterias lombares AÇÃO - Faz a inclinação homolateral da coluna vertebral. MÚSCULO LEVANTADOR DA COSTELA INSERÇÃO SUPERIOR – Processo transverso da 7° vértebra cervical á 11 ° torácica. INSERÇÃO INFERIOR – Face externa da 1° a 12 ° costela. INERVAÇÃO – Ramos primrios posteriores dos nervos C8- T11. ACÃO – Faz a elevação das costelas ,fazendo rotação da coluna vertebral.

PATOLOGIAS

OSTEÓFITO

INTRODUÇÃO

Figura 14 Figura 7NETTER: Frank H. Netter Atlas De Anatomia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2011.

COMO PREVENIR

Inserir alguns hábitos simples na rotina como , natação , hidroginástica ,mantém hábitos alimentares saudáveis , manter a boa postura ,praticar exercícios físicos regularmente. LOMBALGIA INTRODUÇÃO A lombalgia é classificada como dor localizada abaixo da margem das últimas costelas e acima das linhas glúteas inferiores. A lombalgia é a causa mais frequente a ida ao médico ,estima se que 80 % da população terá pelo menos um episódio de dor lombar na vida ,ela pode ser classificada entre 90 % a 80 % das lombalgias pode ser por situações banais ou até mesmo patologia mais graves. CLASSIFICAÇÃO A lombalgia pode ser classificada por biomecânicas não mecânicas e lombalgia Lombalgia Biomecânicas :São provocadas por anormalidade funcional ou anatômica sem evidência clínica de doenças neoplásica ou inflamatória. Lombalgia Não Mecânica : Provocada por doença neoplásica ou inflamatória até mesmo infecciosa. Lombalgia Referida : Provocada por doenças visceral. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO O tratamento medicamentoso das lombalgias ,após afastadas as causas específicas neoplasias ,fraturas ,doenças infecciosa e inflamatória deve ser centrado no controle sintomático da dor para propiciar a recuperação funcional ,o mais rapidamente possível , O uso do medicamento

Acetaminofeno ele tem benefício de diminuir a dor intensa no local , o uso de Antiinflamatórios traz efeito de analgesia. TRATAMENTO CONSERVADOR Onde o paciente fica em Repouso ,mas não prolongado pois a inatividade tem também a sua deletéria sobre o aparelho locomotor. TRATAMENTO CIRÚRGICO Ele só deve ser feito em casos extremos. TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICOS MOBILIZAÇÃO NEURAL - O recurso terapêutico manual é utilizado para diagnóstico e para tratamento para patologias que diminuem a mobilidade dos nervos. Mobilização neural deslizante e tencionasse para a redução da intensidade da dor por pacientes com sinais de mecano sensibilidade de tecido neural aumentada associada a sintomas lombares e em membros inferiores onde esses processo inflamatório na raiz nervosa pode ocorrer fibrose tecidual causando aderências logo disfunções de mobilidade no nervo. Controle Postural - O controle postural pode ser adquirido com exercícios praticados em diversas 5 áreas de saúde e bem estar como academias,RPG,Alongamentos.

ESCOLIOSE

INTRODUÇÃO

A Escoliose é um desvios posturais da coluna vertebral ,caracterizada por uma curvatura lateral no plano associado ou não á rotação dos corpos vertebrais nos planos axial e sagital.Seu desenvolvimento pode ocorrer desde a infância e se agrava na adolescência. CLASSIFICAÇÃO E scoliose Congênita - É um desvio da coluna no plano coronal produzida ao longo do crescimento em conquência de malformação congênita. A criança ela não nasce ,mas