Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Anatomia humana, Notas de estudo de Educação Física

apostila - apostila

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 29/08/2010

najala-matos-4
najala-matos-4 🇧🇷

4.5

(95)

127 documentos

1 / 89

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
ANATOMIA HUMANA
A anatomia é a ciência que estuda a estrutura de nosso corpo. É dividida em
Anatomia Sistêmica (estuda o corpo em uma série de sistemas de órgãos, tais como, ósseo,
articular, circulatório, etc.); Anatomia Regional (estuda as regiões do corpo como tórax,
abdome, coxa, braço) e Anatomia Clínica (que enfatiza aspectos da estrutura e da função do
corpo que são importantes no exercício das áreas relacionadas à saúde).
POSIÇÃO ANATÔMICA
As descrições anatômicas tendem a relacionar a estrutura com a posição
anatômica, padronizando e facilitando o seu entendimento.
O indivíduo em posição anatômica:
Está em pé (posição ereta ou ortostática);
Com a cabeça voltada anteriormente e o olhar na linha do horizonte;
Tem os membros superiores pendentes ao longo do tronco, com as palmas das mãos
voltadas anteriormente;
Tem os membros inferiores justapostos, com os dedos dos pés direcionados
anteriormente.
TERMOS DE POSIÇÃO E DIREÇÃO
Descrevem as relações das partes do nosso corpo em posição anatômica.
Anterior ou ventral: voltado ou mais próximo da fronte;
Posterior ou dorsal: voltado ou mais próximo do dorso;
Superior ou cranial: voltado ou mais próximo da cabeça;
Inferior ou podálico: voltado ou mais próximo do pé;
Medial: mais próximo do plano mediano;
Lateral: mais próximo do plano mediano;
Intermédio: entre uma estrutura lateral e outra medial;
Proximal: mais próximo do tronco ou do ponto de origem do membro;
Distal: mais distante do tronco ou do ponto de origem do membro;
Médio: entre uma estrutura proximal e outra distal;
Superficial: mais próximo da superfície;
Profundo: mais distante da superfície;
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44
pf45
pf46
pf47
pf48
pf49
pf4a
pf4b
pf4c
pf4d
pf4e
pf4f
pf50
pf51
pf52
pf53
pf54
pf55
pf56
pf57
pf58
pf59

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Anatomia humana e outras Notas de estudo em PDF para Educação Física, somente na Docsity!

ANATOMIA HUMANA

A anatomia é a ciência que estuda a estrutura de nosso corpo. É dividida em

Anatomia Sistêmica (estuda o corpo em uma série de sistemas de órgãos, tais como, ósseo,

articular, circulatório, etc.); Anatomia Regional (estuda as regiões do corpo como tórax,

abdome, coxa, braço) e Anatomia Clínica (que enfatiza aspectos da estrutura e da função do

corpo que são importantes no exercício das áreas relacionadas à saúde).

POSIÇÃO ANATÔMICA

As descrições anatômicas tendem a relacionar a estrutura com a posição

anatômica, padronizando e facilitando o seu entendimento.

O indivíduo em posição anatômica:

  • Está em pé (posição ereta ou ortostática);
  • Com a cabeça voltada anteriormente e o olhar na linha do horizonte;
  • Tem os membros superiores pendentes ao longo do tronco, com as palmas das mãos

voltadas anteriormente;

  • Tem os membros inferiores justapostos, com os dedos dos pés direcionados

anteriormente.

TERMOS DE POSIÇÃO E DIREÇÃO

Descrevem as relações das partes do nosso corpo em posição anatômica.

  • Anterior ou ventral: voltado ou mais próximo da fronte;
  • Posterior ou dorsal: voltado ou mais próximo do dorso;
  • Superior ou cranial: voltado ou mais próximo da cabeça;
  • Inferior ou podálico: voltado ou mais próximo do pé;
  • Medial: mais próximo do plano mediano;
  • Lateral: mais próximo do plano mediano;
  • Intermédio: entre uma estrutura lateral e outra medial;
  • Proximal: mais próximo do tronco ou do ponto de origem do membro;
  • Distal: mais distante do tronco ou do ponto de origem do membro;
  • Médio: entre uma estrutura proximal e outra distal;
  • Superficial: mais próximo da superfície;
  • Profundo: mais distante da superfície;
  • Interno: no interior de um órgão ou de uma cavidade;
  • Externo: externamente a um órgão ou a uma cavidade;
  • Ipsilateral: do mesmo lado;
  • Contralateral: do lado oposto.

TERMINOLOGIA USADA NA OSTEOLOGIA

  • Linha – margem óssea suave;
  • Crista – margem óssea proeminente;
  • Tubérculo – pequena saliência arredondada;
  • Tuberosidade – média saliência arredondada;
  • Trocanter – grande saliência arredondada;
  • Maléolo – saliência óssea semelhante à cabeça de um martelo;
  • Espinha – projeção óssea afilada;
  • Processo – projeção óssea;
  • Ramo – processo alongado;
  • Faceta – superfície articular lisa e tendendo a plana;
  • Fissura – abertura óssea em forma de fenda;
  • Forame – abertura óssea arredondada;
  • Fossa – pequena depressão óssea;
  • Cavidade – grande depressão óssea;
  • Sulco – depressão óssea estreita e alongada;
  • Meato – canal ósseo;
  • Côndilo – proeminência elíptica que se articula com outro osso;
  • Epicôndilo – pequena proeminência óssea situada acima do côndilo;
  • Cabeça – extremidade arredondada de um osso longo, geralmente separada do corpo

do osso através de uma região estreitada denominada colo.

Face dorsal Crista sacral mediana Forames sacrais posteriores

Canal sacral Hiato sacral

CÓCCIX (CO I-CO IV)

ESQUELETO DO TÓRAX

COSTELAS (I-XII)

Costelas verdadeiras (I-VII) Costelas falsas (VIII-X) Costelas flutuantes (XI-XII) Cartilagem costal Cabeça da costela Colo da costela Corpo da costela Tubérculo da costela Ângulo da costela Sulco da costela

ESTERNO

Manúbrio do esterno Incisura clavicular Incisura jugular Ângulo do esterno Corpo do esterno Processo xifóide

CAIXA TORÁCICA

Cavidade torácida Abertura superior do tórax Abertura inferior do tórax Espaço intercostal Ângulo infraesternal

CRÂNIO

NEUROCRÂNIO

Calvária Lâmina externa Díploe Lâmina interna

Cavidade do crânio Base interna do crânio Fossa anterior do crânio Fossa média do crânio Fossa posterior do crânio

Fontículos Fontículo anterior Fontículo posterior Fontículo ântero-lateral Fontículo póstero-lateral

OSSOS Frontal (1) Occipital (1) Esfenóide (1) Etmóide (1) Parietal (2) Temporal (2)

Arco zigomático Fossa temporal

VISCEROCRÂNIO

OSSOS Nasal (2) Lacrimal (2) Zigomático (2) Maxila (2) Concha nasal inferior (2) Palatino (2) Vômer (1) Mandíbula (1)

Órbita

Abertura piriforme

Parte óssea do palato duro

SEIOS PARANASAIS

Seio frontal Seio maxilar Seio esfenoidal Células etmoidais

VISCEROCRÂNIO

Órbita Margem supra-orbital Margem infra-orbital Canal lacrimonasal

Abertura piriforme

Parte óssea do septo nasal Lâmina perpendicular do etmóide Vômer

Conchas nasais superior, média e inferior

Forame infra-orbital

Processo alveolar da maxila

Parte óssea do palato duro Processo patatino da maxila Lâmina horizontal do palatino

MANDÍBULA

Corpo da mandíbula Protuberância mentual Forame mentual Parte alveolar Ramo da mandíbula Ângulo da mandíbula Forame da mandíbula Processo coronóide Incisura da mandíbula Processo condilar

OSSÍCULOS DA AUDIÇÃO

Martelo, Bigorna e Estribo.

OSSO HIÓIDE

ESQUELETO APENDICULAR

OSSOS DO MEMBRO SUPERIOR

Cíngulo do membro superior

ESCÁPULA

Margens medial, lateral e superior Ângulo inferior Fossa subescapular Espinha da escápula Fossa supra-espinal Fossa infra-espinal Acrômio Cavidade glenoidal Processo coracóide

CLAVÍCULA

Extremidade esternal Corpo da clavícula Extremidade acromial Tubérculo conóide

Parte livre do membro superior

ÚMERO

Cabeça do úmero Colo anatômico Tubérculo maior Tubérculo menor Sulco intertubercular Colo cirúrgico Corpo do úmero Tuberosidade do músculo deltóide Côndilo do úmero Tróclea do úmero Capítulo do úmero Fossa do olécrano Fossa coronóidea Epicôndilo medial Sulco do nervo ulnar Epicôndilo lateral

RÁDIO Cabeça do rádio Circunferência articular Colo do rádio Corpo do rádio Tuberosidade do rádio Processo estilóide do rádio Tubérculo dorsal Incisura ulnar Face articular carpal

OSSOS DO MEMBRO INFERIOR

Cíngulo do membro inferior O SSO DO QUADRIL Acetábulo Fossa do acetábulo Incisura do acetábulo Face semilunar Forame obturado Ramo isquiopúbico

Ílio Asa do ilío Crista ilíaca Tubérculo ilíaco Espinha ilíaca ântero-superior Espinha ilíaca ântero-inferior Espinha ilíaca póstero-superior Espinha ilíaca póstero-inferior Fossa ilíaca Linha arqueada Face auricular Tuberosidade ilíaca

Ísquio Corpo do ísquio Túber isquiático Espinha isquiática Incisura isquiática menor

Púbis Corpo do púbis Tubérculo púbico Face sinfisial Ramo superior do púbis Eminência iliopúbica Linha pectínea do púbis

Parte livre do membro inferior

FÊMUR Cabeça do Fêmur Fóvea da cabeça do Fêmur Colo do fêmur Trocanter maior Trocanter menor Crista intertrocantérica Corpo do Fêmur Linha áspera tuberosidade glútea Face poplítea Côndilo medial Epicôndilo medial Côndilo lateral Epicôndilo lateral Face patelar Fossa intercondilar

PATELA

Base da patela Ápice da patela Face articular

TÍBIA Côndilo medial Côndilo lateral Face articular superior Eminência intercondilar Tubérculos intercondilares lateral e medial Corpo da tíbia Tuberosidade da tíbia Margem anterior Maléolo medial Incisura fibular

FÍBULA Cabeça da fíbula Ápice da cabeça da fíbula Colo da fíbula Corpo da fíbula Maléolo lateral Face articular do maléolo lateral Fossa do maléolo lateral

O SSOS TARSAIS

Tálus Cabeça do tálus Colo do tálus Tróclea do tálus Processo lateral do tálus Processo posterior do tálus

Calcâneo Tuberosidade do calcâneo Sustentáculo do tálus

Navicular Cuneiformes medial, intermédio e lateral Cubóide Tuberosidade do cubóide

O SSOS METATARSAIS (I-V) Base metatarsal Corpo metatarsal Cabeça metatarsal Tuberosidade do primeiro metatarsal Tuberosidade do quinto metatarsal

O SSOS DOS DEDOS (I-V) Falanges proximal, média e distal.

ARTICULAÇÕES (=JUNTURAS)

Prof. Amâncio Ramalho Júnior

Articulação , s.f. - denominação que se dá aos modos de união dos ossos

entre si; união entre peças de um aparelho ou máquina.

Juntura , s.f. - O mesmo que junção; junta; articulação; união.

O sentido da palavra articulação sugere movimento entre duas peças, porém,

isso nem sempre é verdade. Assim, devemos ressaltar o significado correto da palavra, que

é "união", sem pressupor que possam ocorrer deslocamentos entre os elementos

relacionados.

Em anatomia, articulações ou junturas são as uniões funcionais entre os

diferentes ossos do esqueleto. Vários são os tipos existentes e diferenciam-se pelo tipo de

movimento que ocorre, ou não, entre os ossos unidos.

O desenvolvimento das articulações dá-se ainda no período embrionário,

quando o mesoderma organiza-se em núcleos contínuos em forma de eixos ou colunas. A

partir desse momento surgem os primeiros indícios dos ossos e articulações pela

condensação do mesoderma em determinados locais e formas. Esse mesoderma

condrificará e posteriormente se ossificará, dando origem aos ossos. As porções não

condensadas de mesoderma indiferenciado ali interpostas podem se desenvolver em três

direções dando origem a: tecidos fibrosos que não permitem movimentos, como no caso

dos ossos do crânio; tecidos cartilagíneos como por exemplo na união entre os ossos

púbicos, que permitem movimentos parciais e finalmente, pode também ocorrer a

diferenciação em tecido frouxo com a formação de uma cavidade entre as partes, o que

resultará em uma articulação com movimentos amplos.

Os tecidos circunjacentes aos núcleos mesodérmicos darão origem ao

periósteo e pericôndrio e a extensão destes por sobre as extremidades desses núcleos irá

formar as cápsulas articulares. A espessura dessas cápsulas não é uniforme, e os

espessamentos que nela ocorrem são os elementos de reforço denominadas ligamentos.

CLASSIFICAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES

As articulações ou junturas são classificadas de acordo com sua estrutura,

amplitude de movimento e também segundo os eixos em torno dos quais esses ocorrem.

Assim, as articulações imóveis ou sinartroses, denominadas junturas

fibrosas são aquelas onde o contato entre os ossos é quase direto, com interposição de fina

camada de tecido conjuntivo e onde o movimento é quase inexistente. As junturas fibrosas

podem ser de três tipos: sindesmose, sutura e gonfose.

Sindesmose é a articulação na qual dois ossos são unidos por fortes

ligamentos interósseos e não há superfície cartilaginosa na área de união. Exemplo:

articulação tíbio-fibular distal.

Sutura é a articulação onde as margens ósseas são contíguas e separadas

por uma delgada camada de tecido fibroso. Esse tipo de articulação só é encontrado no

crânio e pode ser de três tipos: Sutura serrátil, quando as margens dos ossos são

encaixadas e unidas por uma série de saliências e reentrâncias em forma de serra,como

observado entre os ossos parietais; sutura escamosa , formada pela sobreposição de dois

ossos contíguos, como entre o temporal e o parietal e sutura plana onde duas superfícies

ósseas contiguas se apõem como entre as partes horizontais dos ossos palatinos ou entre os

maxilares.

Gonfose é a articulação de um processo cônico em uma cavidade e só é

observada nas articulações entre as raízes dos dentes e os alvéolos da mandíbula e da

maxila.

As articulações com pequeno ou limitado grau de movimento, denominadas

anfiartroses são as junturas cartilagíneas , onde as uniões entre as superfícies ósseas

contíguas são feitas por cartilagem. Os tipos existentes são a sínfise e a sincondrose.

Sínfise é a união por discos fibrocartilaginosos achatados cuja estrutura

pode ser complexa. São observadas entre cada dois corpos vertebrais e entre os dois ossos

púbicos.

Sincondroses são formas temporárias de articulação, uma vez que na idade

adulta a cartilagem é convertida em osso. São encontradas nas extremidades dos ossos

longos entre as epífises e metáfises e também entre os ossos esfenóide e occipital, na base

do crânio.

O tipo de articulação mais frequente no corpo humano são as diartroses ou

junturas sinoviais , que possuem movimentos amplos. Nesse tipo de articulação as

extremidades ósseas são revestidas por cartilagem hialina e a união é feita por uma cápsula

fibrosa revestida internamente pela membrana sinovial que produz o líquido de mesmo

nome que nutre e lubrifica a articulação. Espessamentos dessa cápsula, que a reforçam, são

os ligamentos extra-articulares. Em algumas articulações, além dos ligamentos extra-

articulares, existem também ligamentos intra-articulares , elementos diferenciados, que

são revestidas por membrana sinovial e participam dos mecanismos de limitação e

Articulações planas são junturas sinoviais , também denominadas artródias

ou deslizantes , que só permitem o deslizamento entre as superfícies envolvidas. Essas são

planas ou ligeiramente convexas e a amplitude do movimento é controlada pelos

ligamentos ou processos ósseos dispostos ao seu redor. Estão presentes entre os processos

articulares das vértebras, no carpo e no tarso.

TERMOS DE MOVIMENTO

  • Flexão: realizado no plano sagital e ao redor do eixo transversal, reduz o ângulo entre

duas partes do corpo;

  • Extensão: realizado no plano sagital e ao redor do eixo transversal, retorno da flexão

ou aumenta o ângulo entre duas partes do corpo;

  • Abdução: realizado no plano coronal e ao redor do eixo sagital, afasta parte do corpo

do plano mediano ou aumenta o ângulo entre duas partes do corpo.

  • Adução: realizado no plano coronal e ao redor do eixo sagital, aproxima parte do

corpo do plano mediano ou diminui o ângulo entre duas partes do corpo.

  • Rotação: girar em torno do próprio eixo, ou seja, realizado ao redor do eixo

longitudinal, podendo ser, lateral ou medial;

  • Supinação: movimento de rotação do antebraço com o rádio girando lateralmente ao

redor de seu próprio eixo; o dorso da mão fica voltado posteriormente e a palma

anteriormente (posição anatômica);

  • Pronação: movimento de rotação do antebraço com o rádio girando medialmente ao

redor de seu próprio eixo; o dorso da mão fica voltado anteriormente e a palma

posteriormente;

  • Eversão: movimento realizado na articulação talocalcânea, afastando a planta do pé

do plano mediano;

  • Inversão: movimento realizado na articulação talocalcânea, aproximando a planta do

pé do plano mediano;

  • Oposição ou oponência: dirigir a polpa do polegar (primeiro dedo) em direção à polpa

do dedo mínimo (quinto dedo);

  • Reposição: é o retorno do polegar à posição anatômica;.
  • Elevação: levantar uma parte do corpo;
  • Depressão (abaixamento): abaixar uma parte do corpo;
  • Protrusão: movimento realizado para frente;
  • Retrusão: movimento realizado para trás;
  • Circundução: movimento circular combinado (flexão-abdução-extensão-adução) que

descreve um cone cujo ápice é o centro da articulação.

ARTICULAÇÕES DO MEMBRO SUPERIOR

ARTICULAÇÕES DO CÍNGULO DO MEMBRO SUPERIOR

Ligamento coracoacromial (art. fibrosa – tipo sindesmose)

Articulação acromioclavicular (Art. sinovial plana) Ligamento acromioclavicular Ligamento coracoclavicular

Articulação esternoclavicular (Art. sinovial selar)

ARTICULAÇÕES DA PARTE LIVRE DO MEMBRO SUPERIOR

Articulação do ombro (Art. sinovial esferóide) Cápsula articular Ligamentos glenoumerais Ligamento coracoumeral Lábio glenoidal

Articulação do cotovelo (Art. sinovial gínglimo) Articulação umeroulnar Articulação umerorradial Cápsula articular Ligamento colateral da ulna Ligamento colateral do rádio Articulação radiulnar proximal (Art. sinovial trocóide) Ligamento anular do rádio

Membrana interóssea do antebraço (Art. fibrosa – sindesmose)

Articulação radiulnar distal (Art. sinovial plana)

Articulação radiocarpal (Art. sinovial elipsóide) Ligamento colateral ulnar do carpo Ligamento colateral radial do carpo

Articulação carpometacarpal do polegar (Art. sinovial selar)

Articulações metacarpofalângicas (Arts. sinoviais elipsóide)

Articulações interfalângicas da mão (Arts. sinoviais gínglimo)

ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR

ARTICULAÇÕES DO CÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR

Sínfise púbica (Art. cartilagínea – sínfise)

Articulação sacroilíaca (Art. sinovial plana) Ligamento sacroilíaco anterior Ligamento sacroilíaco posterior Ligamento sacrotuberal Ligamento sacroespinal Forame isquiático maior Forame isquiático menor

ARTICULAÇÕES DA PARTE LIVRE DO MEMBRO INFERIOR

Articulação do quadril (Art. sinovial esferóide) Cápsula articular Ligamento iliofemoral Ligamento isquiofemoral Ligamento pubofemoral Ligamento da cabeça do Fêmur Lábio do acetábulo

Articulação do joelho (Art. sinovial condilar) Menisco lateral Ligamento meniscofemoral posterior Menisco medial Ligamento cruzado anterior Ligamento cruzado posterior Ligamento colateral fibular Ligamento colateral tibial Ligamento da patela Corpo adiposo infrapatelar

Articulação tibiofibular (Art. sinovial plana)

Membrana interóssea da perna (Art. fibrosa – sindesmose)

Sindesmose tibiofibular (Art. fibrosa - sindesmose) Ligamento tibiofibular anterior Ligamento tibiofibular posterior

Articulação talocrural (=Tornozelo) (Art. sinovial gínglimo)

Ligamento colateral medial Parte tibionavicular Parte tibiotalar anterior Parte tibiocalcânea Parte tibiotalar posterior Ligamento colateral lateral Ligamento talofibular anterior Ligamento talofibular posterior Ligamento calcaneofibular

Articulação talocalcânea (Art. sinovial plana)

Articulações interfalângicas do pé (Arts. sinoviais gínglimo)