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Antiarrítmicos completo, Resumos de Farmacologia

Resumo farmacologia sobre antiarritmicos

Tipologia: Resumos

2019

Compartilhado em 10/09/2019

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gabriele-tenorio-4 🇧🇷

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Gabriele Tenório farmacologia leo
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A aplicação terapêutica importante dos fármacos é
restaurar um ritmo cardíaco normal no local em que tenha
sido alterado.
A causa mais comum de arritmia é a cardiopatia
isquêmica.
Grandes volumes de sangue causam hipocalcemia, pois o
concentrado de sangue tá no citrato de sódio (que é um
quelante do cálcio), logo quando é infundido 2 ou 3
unidades de sangue rápido deve-se fazer reposição de
cálcio.
Características eletrofisiológicas do músculo caraco
è Atividade de marca-passo;
è Ausência de corrente de Na+ rápida nos nós SA e
AV, em que a corrente lenta de entrada de Ca2+
inicia os potenciais de ação;
è Potencial de ação prolongado (platô”) e período
refratário longo;
è Influxo de Ca2+ durante o platô
Classificação das arritmias
à Local de origem da anormalidade (atrial, juncional ou
ventricular)
à Taquiarritmias: fibrilação atrial, taquicardia
supraventricular, taquiarritmias ventriculares sustentadas,
menos comuns e mais graves (taquicardia
ventricular/fibrilação ventricular)
à Bradiarritmias (bloqueio cardíaco): AS/AV/assistolia
Fenômenos subjacentes aos distúrbios do ritmo
cardíaco
1. Retardo da pós-despolarização
Aumento da corrente de entrada transitória de cálcio à
Troca 3Na+1 1Ca+2 à influxo de carga +
Influência da hipocalemia na repolarização através dos
canais de K+
rmacos retardam a repolarização cardíaca por ligação ao
potássio.
Despolarização retardada à prolongamento do interfalo
QT
Bloqueio do potássio não deixa o sódio e o cálcio entrarem
na célula e retardo da polarização?
2. Reentrada
Impulso reexcita o miocárdio depois de passado o período
refratário anomalias cardíacas/ lesão do miocárdio, pode
ser atrial, ventricular ou tecido nodal.
à Arritmias ventriculares, supreventriculares: FA, Flutter
e Wolf parkinson-white.
3. Automaticidade
Refere-se a despolarização anormal das células do átrio e
ventrículo durante o período de repolarização (fase 2 ou
3).
Antiarritmicos!!
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Gabriele Tenório – farmacologia leo A aplicação terapêutica importante dos fármacos é restaurar um ritmo cardíaco normal no local em que tenha sido alterado. A causa mais comum de arritmia é a cardiopatia isquêmica. Grandes volumes de sangue causam hipocalcemia, pois o concentrado de sangue tá no citrato de sódio (que é um quelante do cálcio), logo quando é infundido 2 ou 3 unidades de sangue rápido deve-se fazer reposição de cálcio. Características eletrofisiológicas do músculo cardíaco è Atividade de marca-passo; è Ausência de corrente de Na+ rápida nos nós SA e AV, em que a corrente lenta de entrada de Ca2+ inicia os potenciais de ação; è Potencial de ação prolongado (“platô”) e período refratário longo; è Influxo de Ca2+^ durante o platô Classificação das arritmias à Local de origem da anormalidade (atrial, juncional ou ventricular) à Taquiarritmias: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular, taquiarritmias ventriculares sustentadas, menos comuns e mais graves (taquicardia ventricular/fibrilação ventricular) à Bradiarritmias (bloqueio cardíaco): AS/AV/assistolia Fenômenos subjacentes aos distúrbios do ritmo cardíaco

  1. Retardo da pós-despolarização Aumento da corrente de entrada transitória de cálcio à Troca 3Na+1^ 1Ca+2^ à influxo de carga + Influência da hipocalemia na repolarização através dos canais de K+ Fármacos retardam a repolarização cardíaca por ligação ao potássio. Despolarização retardada à prolongamento do interfalo QT Bloqueio do potássio não deixa o sódio e o cálcio entrarem na célula e há retardo da polarização?
  2. Reentrada Impulso reexcita o miocárdio depois de passado o período refratário – anomalias cardíacas/ lesão do miocárdio, pode ser atrial, ventricular ou tecido nodal. à Arritmias ventriculares, supreventriculares: FA, Flutter e Wolf – parkinson-white.
  3. Automaticidade Refere-se a despolarização anormal das células do átrio e ventrículo durante o período de repolarização (fase 2 ou 3).

Antiarritmicos

Gabriele Tenório – farmacologia leo Quando vê arritmia pensar em isquemia, investigar, principalmente em diabéticos, pois eles não sentem muita dor e fazem infarto silencioso. Fase 1 – Fase 2 – Fase 3 – Fase 4 – usa quando você quer dificultar a despolarização. Metropolol – responde mais rápido atenolol, mas faz a mesma coisa Loratosídeo – digoxina EV Ditilazen Amiodarona Lembrar que paciente que ta com FC menor que 60 não faz beta bloqueador. Amiodarona e beta bloqueador são os mais usados pelo clínico. Quando o paciente ta inconsciente lembrar que a taquicardia que você acha que pode ser uma arritmia pode ser por conta da DOR, ai o melhor remédio é morfina. Ondasetrona (vonal) é o único medicamento que cessa o prurido que a morfina pode causar Fármacos da classe I Bloqueio dos canais de sódio, com isto inibe a propagação do potencial de ação em muitas células excitáveis, é denominado atividade “estabilizadora de membrana” O efeito característico sobre o potencial de ação é reduzir a velocidade máxima de despolarização durante a fase 0. Bloqueiam a estimulação de alta frequência sem mexer na FC. Ia – quinidina e procainamida, tem efeitos diferentes dos fármacos desenvolvidos recentemente. à Procainamida, disopiramida (efeito atropínico – visão embaçada), quinidina Ib – lidocaína – usa pouco!!! Ic – Flecainida – o povo da cardio que usa Fármacos da classe II Antagonista dos receptores beta adrenérgicos à Metoprol, atenolol Arritmia pós IAM (simpática). Epinefrina age sobre o potencial de marca-passo e a corrente lenta de entrada de cálcio. Fármacos classe III Prolongam substancialmente o potencial de ação cardíaco Amiodarona/ sotalol à Aumenta o período refratário, sendo responsável por atividade antiarrítmica potente. à Excreta potássio causando hipocalemia; faz rash cutâneo, distúrbio neurológico (desorientação) e distúrbios gastrointestinais! à Sempre que fizer amiodarona monitorar eletrólitos à Uso: distúrbios graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras opções terapêuticas;

  • Taquicardia ventricular sintomática (alteração do ritmo cardíaco que se origina nos ventrículos);
  • Taquicardia supraventricular sintomática (alteração do ritmo cardíaco que se origina nos átrios);
  • Alterações do ritmo cardíaco associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White Fármacos da classe IV Verapamil Os agentes da classe IV atuam bloqueando canais de cálcio sensíveis à voltagem. Os fármacos da classe IV em uso terapêutico para arritmias (verapamil) Tornam mais lenta a condução nos nós AS e AV, onde a propagação do potencial de ação depende da corrente de entrada lenta de Ca2+, tornando mais lento o coração