

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Resumo farmacologia sobre antiarritmicos
Tipologia: Resumos
1 / 2
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


Gabriele Tenório – farmacologia leo A aplicação terapêutica importante dos fármacos é restaurar um ritmo cardíaco normal no local em que tenha sido alterado. A causa mais comum de arritmia é a cardiopatia isquêmica. Grandes volumes de sangue causam hipocalcemia, pois o concentrado de sangue tá no citrato de sódio (que é um quelante do cálcio), logo quando é infundido 2 ou 3 unidades de sangue rápido deve-se fazer reposição de cálcio. Características eletrofisiológicas do músculo cardíaco è Atividade de marca-passo; è Ausência de corrente de Na+ rápida nos nós SA e AV, em que a corrente lenta de entrada de Ca2+ inicia os potenciais de ação; è Potencial de ação prolongado (“platô”) e período refratário longo; è Influxo de Ca2+^ durante o platô Classificação das arritmias à Local de origem da anormalidade (atrial, juncional ou ventricular) à Taquiarritmias: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular, taquiarritmias ventriculares sustentadas, menos comuns e mais graves (taquicardia ventricular/fibrilação ventricular) à Bradiarritmias (bloqueio cardíaco): AS/AV/assistolia Fenômenos subjacentes aos distúrbios do ritmo cardíaco
Gabriele Tenório – farmacologia leo Quando vê arritmia pensar em isquemia, investigar, principalmente em diabéticos, pois eles não sentem muita dor e fazem infarto silencioso. Fase 1 – Fase 2 – Fase 3 – Fase 4 – usa quando você quer dificultar a despolarização. Metropolol – responde mais rápido atenolol, mas faz a mesma coisa Loratosídeo – digoxina EV Ditilazen Amiodarona Lembrar que paciente que ta com FC menor que 60 não faz beta bloqueador. Amiodarona e beta bloqueador são os mais usados pelo clínico. Quando o paciente ta inconsciente lembrar que a taquicardia que você acha que pode ser uma arritmia pode ser por conta da DOR, ai o melhor remédio é morfina. Ondasetrona (vonal) é o único medicamento que cessa o prurido que a morfina pode causar Fármacos da classe I Bloqueio dos canais de sódio, com isto inibe a propagação do potencial de ação em muitas células excitáveis, é denominado atividade “estabilizadora de membrana” O efeito característico sobre o potencial de ação é reduzir a velocidade máxima de despolarização durante a fase 0. Bloqueiam a estimulação de alta frequência sem mexer na FC. Ia – quinidina e procainamida, tem efeitos diferentes dos fármacos desenvolvidos recentemente. à Procainamida, disopiramida (efeito atropínico – visão embaçada), quinidina Ib – lidocaína – usa pouco!!! Ic – Flecainida – o povo da cardio que usa Fármacos da classe II Antagonista dos receptores beta adrenérgicos à Metoprol, atenolol Arritmia pós IAM (simpática). Epinefrina age sobre o potencial de marca-passo e a corrente lenta de entrada de cálcio. Fármacos classe III Prolongam substancialmente o potencial de ação cardíaco Amiodarona/ sotalol à Aumenta o período refratário, sendo responsável por atividade antiarrítmica potente. à Excreta potássio causando hipocalemia; faz rash cutâneo, distúrbio neurológico (desorientação) e distúrbios gastrointestinais! à Sempre que fizer amiodarona monitorar eletrólitos à Uso: distúrbios graves do ritmo cardíaco, inclusive aqueles resistentes a outras opções terapêuticas;