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Anticorpos e antigenos, Esquemas de Imunologia

Resumo sobre anticorpos e antígenos

Tipologia: Esquemas

2021

À venda por 28/10/2021

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VÍDEO 1
Nome:Josiane Santos Silva
Matrícula: 20181012019 Turma: Nutrição
Título do vídeo analisado:Anticorpos e Antígenos PARTE 1
No vídeo é abordado sobre anticorpos e antígenos no sistema imunológico. O antígeno é qualquer
substância que pode ser especificamente ligado a uma molécula de anticorpo ou um receptor de
linfócito T, seja ele qual for ele. A ligação do antígeno com anticorpo é reversível e não covalente,
podendo envolver forças eletrostáticas, pontes de Van der Walls e interações hidrofóbicas.
Os linfócitos Bo responsáveis pela produção de anticorpos, estes podem se diferenciar em
plasmócitos, ‘’ verdadeiras máquinas ‘’ de produção de anticorpos, os anticorpos podem ser
produzidos para funcionarem como receptores de antígenos dos próprios linfócitos B ou então para
serem secretados e liberados no meio extracelular em busca dos antígenos que induziram a sua
produção, sendo assim, esses anticorpos liberados podem permanecer livres, podendo ser
capturados para funcionar como receptores de outras células do próprio sistema imunológico como
é o caso de mastócitos, eosinófilos e basófilos. Na imagem apresentada, o anticorpo produzido
para funcionar como receptor de linfócito B, ele tem uma região rica em aminoácidos hidrofóbicos
que garante que ele fique preso na membrana plasmática do linfócito B, o anticorpo que é
produzido para ser secretado, ele não tem essa parte hidrofóbica de modo que ele consegue
atravessar a membrana plasmática do linfócito B no momento da sua secreção sem que fique
presa a membrana. Na imagem seguinte, observa- se que os anticorpos secretados podem
também ficar presos em membrana de outras células imunológicas como é o caso do mastócito,
funcionando como uma espécie de receptor para esse mastócito e basófilo.
A molécula de anticorpo possui regiões de constante e também regiões variáveis, ou seja, possui
regiões que a sequência de aminoácidos não varia em um mesmo isotipo, por exemplo, todos
assim IMG possuem a mesma sequência de aminoácidos nessa região constante, porém a
sequência dos aminoácidos muda muito na região chamada variável, além disso, dentro da região
variável existem locais onde a sequência de aminoácidos é extremamente variável, essas se
chama de regiões hipervariáveis que dão origem aos locais aonde os antígenos vão se ligar, ou
seja, as regiões determinantes de complementariedade que são também chamadas CDR. As três
CDR são formadas por regiões de hipervariabilidade nas cadeias leves e nas cadeias pesadas da
porção do fragmento de ligação ao antígeno desta molécula de anticorpo. Na imagem, foi possível
analisar a sequência de aminoácidos da região variável da cadeia leve de cada um dos meus
anticorpos de um mesmo isotipo. Foi adicionado no gráfico qual foi a variabilidade de aminoácidos
em cada uma das posições, assim na posição 1 da porção variável dessa cadeia leve teve uma
pequena variabilidade na sequência de aminoácidos porém na região em torno do aminoácido 30 a
variabilidade foi muito grande, assim como aconteceu perto do aminoácido 50 e também do 96
sendo possível perceber que em algumas regiões a sequência de aminoácidos variava e que é
diferente no restante daquela parte variável. Nessas regiões, hipervariabilidade vão formar a
CDR1, CDR2 e CDR3 para cadeia leve, e o mesmo acontece na cadeia pesada, de modo que é
CDR1, CR2 e CD3 da cadeia leve e da pesada junto formam uma espécie de bolso, onde o
antígeno vai conseguir interagir, quanto melhor for o encaixe do antígeno com essas regiões maior
vai ser a afinidade da ligação.
Os anticorpos são IgA, IgD, IgE, IgG e IgM. IG significa imunoglobulina, anticorpo e imunoglobulina
são sinônimos. Existem dois diferentes tipos de cadeias pesadas de IgA e por isso tem IgA do tipo
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VÍDEO 1

Nome:Josiane Santos Silva Matrícula: 20181012019 Turma: Nutrição Título do vídeo analisado:Anticorpos e Antígenos PARTE 1 No vídeo é abordado sobre anticorpos e antígenos no sistema imunológico. O antígeno é qualquer substância que pode ser especificamente ligado a uma molécula de anticorpo ou um receptor de linfócito T, seja ele qual for ele. A ligação do antígeno com anticorpo é reversível e não covalente, podendo envolver forças eletrostáticas, pontes de Van der Walls e interações hidrofóbicas. Os linfócitos B são responsáveis pela produção de anticorpos, estes podem se diferenciar em plasmócitos, ‘’ verdadeiras máquinas ‘’ de produção de anticorpos, os anticorpos podem ser produzidos para funcionarem como receptores de antígenos dos próprios linfócitos B ou então para serem secretados e liberados no meio extracelular em busca dos antígenos que induziram a sua produção, sendo assim, esses anticorpos liberados podem permanecer livres, podendo ser capturados para funcionar como receptores de outras células do próprio sistema imunológico como é o caso de mastócitos, eosinófilos e basófilos. Na imagem apresentada, o anticorpo produzido para funcionar como receptor de linfócito B, ele tem uma região rica em aminoácidos hidrofóbicos que garante que ele fique preso na membrana plasmática do linfócito B, já o anticorpo que é produzido para ser secretado, ele não tem essa parte hidrofóbica de modo que ele consegue atravessar a membrana plasmática do linfócito B no momento da sua secreção sem que fique presa a membrana. Na imagem seguinte, observa- se que os anticorpos secretados podem também ficar presos em membrana de outras células imunológicas como é o caso do mastócito, funcionando como uma espécie de receptor para esse mastócito e basófilo. A molécula de anticorpo possui regiões de constante e também regiões variáveis, ou seja, possui regiões que a sequência de aminoácidos não varia em um mesmo isotipo, por exemplo, todos assim IMG possuem a mesma sequência de aminoácidos nessa região constante, porém a sequência dos aminoácidos muda muito na região chamada variável, além disso, dentro da região variável existem locais onde a sequência de aminoácidos é extremamente variável, essas se chama de regiões hipervariáveis que dão origem aos locais aonde os antígenos vão se ligar, ou seja, as regiões determinantes de complementariedade que são também chamadas CDR. As três CDR são formadas por regiões de hipervariabilidade nas cadeias leves e nas cadeias pesadas da porção do fragmento de ligação ao antígeno desta molécula de anticorpo. Na imagem, foi possível analisar a sequência de aminoácidos da região variável da cadeia leve de cada um dos meus anticorpos de um mesmo isotipo. Foi adicionado no gráfico qual foi a variabilidade de aminoácidos em cada uma das posições, assim na posição 1 da porção variável dessa cadeia leve teve uma pequena variabilidade na sequência de aminoácidos porém na região em torno do aminoácido 30 a variabilidade foi muito grande, assim como aconteceu perto do aminoácido 50 e também do 96 sendo possível perceber que em algumas regiões a sequência de aminoácidos variava e que é diferente no restante daquela parte variável. Nessas regiões, hipervariabilidade vão formar a CDR1, CDR2 e CDR3 para cadeia leve, e o mesmo acontece na cadeia pesada, de modo que é CDR1, CR2 e CD3 da cadeia leve e da pesada junto formam uma espécie de bolso, onde o antígeno vai conseguir interagir, quanto melhor for o encaixe do antígeno com essas regiões maior vai ser a afinidade da ligação. Os anticorpos são IgA, IgD, IgE, IgG e IgM. IG significa imunoglobulina, anticorpo e imunoglobulina são sinônimos. Existem dois diferentes tipos de cadeias pesadas de IgA e por isso tem IgA do tipo

1 e do tipo 2, o mesmo acontece com as IgG que possuem quatro tipos diferentes de cadeias pesadas, a IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. •O IgA é um anticorpo das secreções e mucosas, é o anticorpo presente na lágrima, no leite materno, na saliva, no suor, nas secreções nasais, secreções do trato geniturinário, trato respiratório entre outras. No soro a IgA é o segundo anticorpo mais representado, perdendo apenas para IgG. A IgA é secretada na forma monomérica, dímero e trímero, o mais comum é a liberação na forma de dímero, porque é uma forma mais resistente à ação bacteriana. Como a IgA é o anticorpo das secreções, a quantidade produzida por dia é muito grande, é o anticorpo que o corpo produz com maior quantidade, porém, quando se olha a concentração no sangue, o anticorpo mais concentrado é o IgG. •A IgD é um anticorpo que é produzido para funcionar como receptor de linfócitos B apenas virgem, ele não é secretado por isso, no soro não é comum identificar IgD. •O IgE possui uma concentração sérica baixa e é secretado apenas como monômeros, têm função importante no combate aos helmintos e está também relacionado com os sintomas de doenças de hipersensibilidade. •O IgG é o anticorpo presente em maior concentração na corrente sanguínea, é secretária apenas como o monômero e tem funções como opsonização de antígeno, ativação da Via clássica do complemento, participação na resposta de citotoxicidade celular dependente de anticorpo, é o anticorpo que consegue atravessar a barreira placentária e por, faz a proteção imunológica do feto além de dá a resposta de inibição por feedback dos linfócitos B. •A IgM possui baixas concentrações séricas é normalmente secretada como um pentâmero, mas pode também ser produzida como o monômero quando for doar como receptor de linfócitos B virgem, além dessa função, ela também atua como ativador da Via clássica do sistema complemento, sendo melhor nessa função que a própria e IgG. O anticorpo pode se ligar a antígenos de diversas categorias moleculares como proteínas, lípidos, polissacarídeos, ácidos nucleicos e pequenos agentes químicos. Eles podem reconhecer antígenos em sua forma primária reconhecendo a sequência de aminoácidos, chamado de determinante linear, ou anticorpo pode reconhecer a forma do antígeno, chamado de determinante conformacional. Na imagem é possível observar, a parte A nota-se a que a forma do antígeno é importante para o seu reconhecimento, enquanto que na parte B da figura a percebe-se que o reconhecimento se dá em relação à estrutura linear, e é importante porque permite que o anticorpo se liga na proteína na ativa, mas também que ele consiga interagir com a proteína desnaturada. Em relação à afinidade dessa interação, os anticorpos são produzidos na resposta adaptativa a partir do reconhecimento do antígeno, sendo resposta de alta especificidade, portanto, a afinidade de interação do anticorpo pelo antígeno é bastante alta, podendo variar de acordo com o tipo de antígeno que induziu a sua produção. A afinidade então da ligação aumenta durante as respostas e imunológicos, nota-se na imagem representada, que em todas as situações a interação entre antígeno e anticorpo, porém, em algumas situações o encaixe foi perfeito, portanto, vai ser mais forte e mais duradoura. Na molécula de anticorpo que existe uma região que é chamada de dobradiça, em que a sequência de aminoácidos vai permitir uma conformação que garantir uma flexibilidade para essa molécula de modo que o anticorpo pode aproximar ou afastar as suas porções Fab, para interagir com porções do antígeno, os epítopo, que estão próximos ou que estão distantes entre si. Os anticorpos que atuam como receptores dos linfócitos B, elas derivam de uma célula-tronco hematopoiética que não têm receptores antigênicos, enquanto ainda está na medula óssea, ele inicia seu processo de amadurecimento produzindo inicialmente um receptor preliminar que possui a cadeia pesada da IgM, mas não tem a parte leve. Somente a partir desta proteína que o linfócito B vai conseguir produzir a IgM funcional e expressar na sua membrana, entretanto o linfócito B ainda não está maduro, então ele vai migrar para o órgão linfóide secundário, onde vai conseguir expressar também a IgD de membrana, passando a contar agora com os dois tipos de receptores em sua membrana, IgM e IgD, ou seja, o linfócito B virgem tem IgM e IgD na sua membrana para

reumatoides e várias outras. A especificidade dos anticorpos é produzida em resposta a um determinado antígeno, eles são altamente específicos e podem distinguir pequenas diferenças entre dois antígenos, ligando-se a um, mas não o outro antígeno e isso são fundamentais no funcionamento do organismo, pois, reduz as chances de ocorrência de resposta imunológica contra antígenos próprios do organismo, mesmo que estes sejam bastante parecidos com o antígeno que deu início a resposta imune, porém algumas situações podem acontecer de um anticorpo produzido contra o antígeno acabar interagindo com outro, isso é chamado de reação cruzada e constitui-se como base para muitas doenças autoimunes e também para resultados falso-positivo em alguns exames laboratoriais. A diversidade pode produzir uma grande variedade de tipos diferentes de anticorpos com especificidades distintas para diversos antígenos. O repertório de anticorpos é o conjunto de todos os tipos de anticorpos que o indivíduo pode produzir. Outra característica muito importante é a possibilidade de aumento da afinidade do anticorpo à medida que a resposta imunológica está acontecendo, por meio de mutações somáticas pontuais, ocorre em pequenas alterações na sequência de aminoácidos daquela região variável, onde ocorre a interação com antígeno de modo que a afinidade com o antígeno pode ser aumentada, quando o antígeno é indutor da resposta da proteína. A mudança de isotipo ocorre mudança na porção FC (fragmento cristalizada) do anticorpo, sem que ocorra mudança na porção de ligação ao antígeno, então a especificidade pelo antígeno não muda, mas o isotipo de anticorpo produzido é alterado e essa mudança de vai permitir a produção de anticorpo que tem condições de atuar melhor contra o antígeno, por exemplo, para atuar contra um helminto não adianta o continuar IgM é necessário a produção de IgE e então nesse caso a mudança de isotipo é muito importante. Na imagem apresentada, mostra que na maturação da afinidade, se tem o aumento da afinidade do anticorpo pelo antígeno, mas sem que ocorram alterações na função desse anticorpo, enquanto que na mudança de isotipo não tem alteração em relação à especificidade do anticorpo, mas na sua função, uma vez que a alteração da sequência de aminoácidos da parte constante da molécula, mas não da parte variável.Em outra imagem, é mostrado que o tamanho dos complexos anticorpo e antígeno é dependente das concentrações relativas de ambos, portanto, complexos grandes e extensões são formados quando se tem quantidades equivalentes de anticorpo e antígeno no meio, por fim, quando se tem excesso tanto de antígeno ou excesso de anticorpo, pode formar complexos menores, podendo de fato está relacionado por resultados falso-negativos de alguns exames laboratoriais e esse fenômeno é conhecido como efeito prozona e o problema é resolvido com a diluição do soro a ser testado, aumentando dessa forma a chance de formação de grandes complexos e visualização dessa reação. Para entender as diferenças entre resposta primária, resposta imunológica gerada na primeira vez que responde um antígeno protéico ou em qualquer vez que é respondido ao um antígeno lipídico, carboidrato ou ácido nucleico, e resposta secundária, que é resposta imunológica gerada na segunda ou na milésima vez que se responde a um antígeno protéico. Na relação mudança de isotipo, enquanto que na resposta primária se tem a produção de IgM, na resposta secundária tem prioritariamente ao anticorpo IgG, IgA e IgE, e é importante destacar que os anticorpos que persistem na respostas secundárias são os IgM e nas resposta primária antígeno não-proteicos é quase que exclusivamente gerada por IgM ,então a mudança de isotipo acontece principalmente quando o antígeno é proteico. Em relação ao aumento da afinidade na resposta primária e secundária que é aumentada à medida que a resposta imunológica ocorre, então, se tem anticorpos com maior especificidade na resposta secundária do que na primária, devida às ações de seleção clonal e mutações somáticas nos segmentos gênicos que codificam a porção FAB na molécula de anticorpo. E por último, a avidez que é maior na resposta secundária do que na resposta primária, pois o aumento da afinidade leva o aumento da avidez, na resposta primária prevalecem os corpos e IgM enquanto que na secundária prevalece anticorpos IgG. Então os resultados de exames laboratoriais que mostram altos títulos de IgM, demonstrou que a pessoa já foi exposta o antígeno estando na fase ativa da doença, enquanto que resultados que demonstram altos títulos de IgG demonstra que a pessoa já está na fase crônica da doença ou que ela está convalescente, portanto, já houve um contato prévio com antígenos de modo que o indivíduo já pode inclusive está protegido imunologicamente, por quanto tempo vai depender de cada tipo de

doença.