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SUMÁRIO 1 ? Introdução e História do P.L.C. 2 ? Tipos de Programação 3 ? Arquitetura de CLPs 4 ? C.P.U., Cartões I/O, Fonte e Racks 5 ? Funcionamento e Utilização do Micro C.L.P. LOGO! 6 ? Blocos do LOGO! (LOGO! SOFT COMFORT) 7 ?Programas Básicos (Exercícios) 8 ? Programas complexos (Exercícios) 9 ? Desenvolvimento de Projetos.
Tipologia: Notas de estudo
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Prof. Anderson Rodrigo Rossi
Piracicaba, 11 de fevereiro de 2008.
Um CLP monitora entradas, toma decisões baseado em uma programação, e controla saídas para automatizar um processo ou máquina. A Figura 1.2 apresenta a integração do equipamento com as entradas e saídas.
Figura 1.2 – Integração de PLC com entradas e saídas.
O que são entradas? São dispositivos que introduzem informações ao CLP, tais dispositivos são como: -Chaves; -Botões; -Sensores; -Encoders; -Termopares; -PT100.
O que são saídas? São dispositivos que recebem uma informação do CLP para executar uma determinada ação, tais dispositivos são como: -Motores; -Bombas; -Cilindros; -Resistências.
Vantagens do CLP:
O funcionamento de um CLP corresponde a três etapas distintas, as quais são: entradas, processamento e saídas. Essas etapas são ilustradas na Figura 1.3.
Figura 1.3 - Estrutura básica de funcionamento de um CLP.
O hardware de um CLP é formado por 3 unidades distintas, as quais são: fonte de alimentação, CPU (Unidade Central de Processamento) e interfaces de entrada e saídas ou I/O, a Figura 1.4 apresenta as unidades em um modelo de micro CLP.
Figura 1.4 – Unidades de hardware em um micro PLC (LOGO! – Siemens).
O que é linguagem de programação? Uma linguagem de programação é um meio de indicar a um sistema de execução de tarefas uma série de operações a serem executadas. Uma linguagem de programação é, sobretudo, um meio de exprimirmos idéias acerca de metodologias. Até início de 1990 não existiam técnicas de programação padrão para CLP. Os sistemas utilizados eram baseados em textos estruturados em linguagens como Basic, Fortran, C e várias outras linguagens. A não padronização de linguagem tinha desvantagens como desperdício de tempo, alto custo em treinamento e falta de integração de sistemas. O International Electro-technical Commission (IEC) iniciou trabalhos para padronizar a programação de PLC e atualmente lança mão da IEC 61131-3. Suas vantagens são:
Figura 2.1 – Exemplo de programação de CLP com texto estruturado.
Figura 2.2 – Exemplo de programação de CLP com ladder.
Figura 2.3 – Exemplo de programação de CLP com lista de instruções.
Figura 2.4 – Exemplo de programação de CLP com diagrama de blocos.
As funções são definidas como (baseadas em LOGO! – SIEMENS):
A Figura 3.1 ilustra a arquitetura básica de um CLP genérico composto de:
Figura 3.1 – Ilustrativo da arquitetura básica de um CLP.
A CPU ( Central Processing Unit ) - Unidade Central de Processamento é a inteligência do sistema. Ela recebe os sinais digitais e os sinais analógicos dos sensores conectados aos módulos de entradas e também recebem comandos e os dados via comunicação em rede (quando usada). Em seguida executa as operações previamente inseridas na memória de programa pelo usuário e atualiza as saídas digitais e analógicas. A Figura 3.2 apresenta alguns modelos de CPUs.
Figura 3.2 – Exemplos de CPUs.
A memória é o local onde são armazenados os dados referentes ao funcionamento do sistema e armazenamento de informações necessárias ao usuário. É dividida em duas partes:
Figura 3.5 – Modelo de cartão de saída.
A fonte de alimentação fornece todos os níveis de tensão exigidos para as operações internas do CLP. Existem casos que uma segunda fonte é necessária devido ao aumento de consumo com a expansão dos módulos de saída. Certos modelos de CLPs são projetados para operarem com uma tensão de alimentação de 220Vac, outros trabalham com 24Vdc. A Figura 3.6 apresenta alguns modelos de fonte de alimentação de CLPs.
Figura 3.6 – Modelos de fontes de alimentação para CLPs.
As interfaces são os dispositivos que realizam a interface Homem/Máquina conectados aos CLPs. Servem para programação local e também para monitorar o andamento do programa, as variáveis internas e os dispositivos de campo. Podem ser portáteis ou não. Alguns exemplos são:
Figura 3.7 – Interfaces de PLCs.
Os CLPs classificam-se de acordo com os pontos de I/Os e a quantidade de memória de programação disponível. A Tabela 3.1 apresenta a classificação.
Figura 3.8 – Fluxograma Básico do Sistema de Operação de um CLP.
1 – Quais são os componentes básicos da arquitetura de um C.L.P.? 2 – Defina CPU. 3 – Defina Memória. Quais são os tipos presentes em um CLP? 4 – Defina cartões/módulos de I/Os. Quais são os principais tipos? 5 – Defina fonte de alimentação. Quais são os principais tipos? 6 – Defina interface. Quais são os principais tipos? 7 – Quais são os tipos de CLPs? Como são qualificados? 8 – Defina SCAN. 9 – Defina SCAN TIME? 10 – Se um programa de CLP tem 7,5K e o SCAN RATE é de 7,5 ms/K, qual será o tempo de atualização de I/Os?