Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Apostila gd, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Apostila GD&T

Tipologia: Notas de estudo

2017

Compartilhado em 29/09/2017

luis-velasquez-11
luis-velasquez-11 🇧🇷

4.8

(40)

15 documentos

1 / 168

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
ESTAS INFORM ÕES SÃO PROPRIEDA DE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UT ILIZADAS OU REPRODUZ IDAS SEM AUTORIZÃO ESCRITA DA M ESMA 1
Rev. B (Mar/2003)
VPI/DPR
VPI/DTE
Projeto Análise de Tolerância
Curso Básico de GD&T EMBRAER
Segundo a norma ASME Y14.5M–1994 (NE 03-073)
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44
pf45
pf46
pf47
pf48
pf49
pf4a
pf4b
pf4c
pf4d
pf4e
pf4f
pf50
pf51
pf52
pf53
pf54
pf55
pf56
pf57
pf58
pf59
pf5a
pf5b
pf5c
pf5d
pf5e
pf5f
pf60
pf61
pf62
pf63
pf64

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Apostila gd e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Mecânica, somente na Docsity!

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Rev. B (Mar/2003)

Projeto Análise de Tolerância^ VPI/DPRVPI/DTE

Curso Básico de GD&T EMBRAERSegundo a norma ASME Y14.5M–1994 (NE 03-073)

(67$6,1)250$d¯(66®235235,('$'('$(0%5$(56$(1®232'(06(587,/,=$'$6285(352'8=,'$66(0$8725,=$d®2(6&5,7$'$0(60$

1RWDGRV$XWRUHV1RWDGRV$XWRUHV

A Embraer utiliza a norma

como padrão para expressão de tolerâncias dimensionais e geométricas. A

norma Embraer aplicável é a

Embora algumas referências bibliográficas utilizadas na elaboração deste material sejam baseadas nas normas ISO, todos osconceitos citados estão em concordância com a norma

Daniel Carlos da SilvaAlexandre Oliveira PasinLuiz Henrique MarquesAntônio Carlos de OliveiraEduardo de Moura TancredoRodolfo MirandaSérgio TakashiCarlos Lyra Villas Boas

$XWRUHV$XWRUHV&RODERUDom&RODERUD

omR

R

U

!^

2VGHVHQKRVQHVWHPDWHULDOVmRH[HPSORVGLGiWLFRVHQmRGHYHPVHUXVDGRVFRPRUHIHUrQFLDSDUDDSOLFDomRQRSURGXWR2VGHVHQKRVSJILJDSJILJDSJSJILJESJILJDSJH[SJH[SJFRQWpPHUURVSURSRVLWDLVGHDSOLFDomRGR*'

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Símbolos Usados na Apostila^ Símbolos Usados na ApostilaSímbolos Padronizados em MediçãoSímbolos Padronizados em MediçãoOutros SímbolosOutros Símbolos

FIM x 2|MAX|FIM x 2|MAX|

Posição

  • Indicação = -0.

Posição

  • Indicação = +0.

Valor

FIM

Valor

|MAX|

Valor

2|MAX|

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Introdução^ IntroduçãoO que é GD&T ?O que é GD&T? Geometric

Dimensioning

and

Tolerancing

(GD&T)

é^

uma

norma

de

dimensionamento e toleranciamento (ASME Y14.5M–1994). No projetomecânico, o GD&T é a linguagem que expressa a variação dimensionaldo produto no que diz respeito à função e ao relacionamento de seuselementos. [2] O GD&T é uma ferramenta de projeto mecânico que

•^

Promove

a^

uniformidade

na

especificação

e^

interpretação

do

desenho;

-^

Elimina conjecturas e suposições errôneas;

-^

Permite que o desenho seja uma ferramenta contratual efetiva doprojeto do produto;

-^

Assegura que os profissionais do projeto, da produção e da qualidadeestejam todos trabalhando na mesma l

íngua.

As técnicas e princípios do GD&T consideram o requisito de projeto semprejudicar

a^

qualidade

e^

a^

funcionalidade

do

elemento.

Através

do

dimensionamento funcional, permitem-se tolerâncias mais abertas emtodos

os

estágios

do

processo

de

manufatura

com

garantia

de

montagem. [8]

O seu objetivo é

a

COMUNICAÇÃO

além da simples “aplicação

geométrica”. FUNÇÃO

e

RELACIONAMENTO

são as palavras chaves.

 

Fig. b

Desenho com GD&T.

Fig. a

Desenho sem GD&T.

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Introdução^ Introdução^ O GD&T tem, cada vez mais, nas empresas de manufatura e projetomecânico, a mesma penetração que a ISO 9000 tem no meio industrial,comercial e de serviços.O GD&T é a mais popular entre as normas ASME e foi incorporada poroutras normas técnicas, como

ABNT, ISO, DIN, JIS, etc. Na Norma ISO

o GD&T está dividido em tópicos e é coberto pelas normas encontradasno anexo 1.Além disso, a aplicação do GD&T é exigência de algumas normas, comoa QS 9000, usada na indústria automobilística, e a AS 9100, usada naindústria aeronáutica. [2] [3]A

norma

ASME
Y14.5M-

e

sua

norma

complementar

ASME
Y14.5.1M-

“Mathematical

Definition

of

Dimensioning

and

Tolerancing Principles” [6] têm como objetivo cobrir os princípios básicosdo

GD&T

citando

normas

complementares

quando

necessário.

Adicionalmente a norma

ASME Y14.5.2-

Certification of Geometric

Dimensiong

and

Tolerancing

Professionals”

cita

os

conhecimentos

necessários e a forma de avaliação para certificação de técnicos eengenheiros na linguagem junto à ASME. GD&T, GPS e VDT? GD&T, GPS e VDT? O GD&T, entretanto, não é atualmente o único esforço para criação deuma linguagem de comunicação efetiva de requisitos dimensionais deprodutos.A ISO criou em 1995 um subcomitê denominado

ISO/TR 14638:

Geometric Product Specification

GPS
)^

e hoje conta com mais de

O GD&T e o Cenário NormativoO GD&T e o Cenário Normativo sessenta projetos para novas normas ou revisões relacionadas ao GPScom foco em cobrir todas as etapas de desenvolvimento do produto(projeto, manufatura e qualidade). [19]

A ISO utiliza várias normas para cobertura dos assuntos relacionados aoGPS. Uma lista das principais normas ISO necessárias para coberturado tema GD&T, segundo Foster [2], encontra-se no anexo 1 e umadescrição completa do relacionamento entre as normas ISO e ASMEcom relação ao tema GPS pode ser encontrada em Concheri et al. 2001[19] ou no site do projeto Leonardo da Vinci [18].Outra proposta existente dentro dos próprios subcomitês da ISO é aimplantação do

Vetorial Dimensioning and Tolerancing (VDT)

. Ao

contrário do GD&T, que é baseado no conceito de calibres funcionais epráticas

de

chão

de

fábrica,

o^

VDT

segue

as

regras

de

sistemas

CAD/CAM e CMMs para expressão dos desvios reais em relação àsdimensões nominais [18].^ E no futuro?E no futuro?

[2] [18] [19]
GD&T
–^

Linguagem

atualmente

mais

madura.

Emprestou

vários

conceitos para a ISO e pode ser considerado a base do GPS. Tende aser complementado por conceitos desenvolvidos na esfera da ISO bemcomo na própria ASME. GPS

  • Projeto ambicioso que visa estender os conceitos do GD&T

considerando

todo

o

processo

produtivo

na

expressão

da

variação

dimensional. Ainda em

fase de desenvolvimento. Necessita de uma

uniformização de conceitos. VDT

  • Grande potencial de utilização, porém necessita de detalhamento,

de integração com as linguagens CAD, DMIS, NC e de uma formasimples de interpretação.

GD&T x VDT

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Introdução^ IntroduçãoAs 8 Vantagens do GD&T x Os 8 Mitos do GD&TAs 8 Vantagens do GD&T x Os 8 Mitos do GD&T



O GD&T aumenta o custo do produto;



Redução de custos pela melhoria da comunicação;



Não há necessidade do uso do GD&T;



Permite uma interpretação precisa e proporciona o máximo de manufaturabilidade do produto;



O sistema cartesiano é mais fácil de usar;



Aumenta a zona permissível de tolerância de fabricação;



Desenhos com GD&T levam mais tempo para serem feitos;



Em alguns casos, fornece "bônus" de tolerância;



O GD&T e a norma ASME Y14.5M-1994 são confusos;



Garante a intercambiabilidade entre as peças na montagem;



O GD&T deve ser usado somente em peças críticas;



Garante o zero defeito, através de uma característica exclusiva que são os calibres funcionais;



Dimensionamento e toleranciamento geométrico são etapas separadas;



Não é interpretável. Minimiza controvérsias e falsas suposições nas intenções do projeto;



É possível aprender GD&T em 2 dias.



Possui consistência para ser usado em aplicações computacionais.

Mitos Mitos

[13][13]

Vantagens Vantagens

[2] [3][2] [3]

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Conjunto de processos de uma empresa que permite gerenciar avariação dimensional do produto.

Na Embraer: Projeto Análise de Tolerância em andamento.

IntroduçãoIntrodução Engenharia DimensionalEngenharia DimensionalO que é?O que é?^  Visão Visão

:^

“Prover à EMBRAER um conjunto de atividades, ferramentas e

documentos que gerenciem a variação dimensional do produto

ObjetivoObjetivo

:^

“Desenvolver, comunicar, implantar e validar mecanismos de

controle dimensional para gerar um produto que supere as expectativasdos

clientes

quanto

à^

performance

dimensional,

características

funcionais,

intercambiabilidade,

a^

um

mínimo

custo

de

manufatura,

montagem, retrabalho e manutenção

Para que serve? Para que serve?Para superar as expectativas do cliente quanto a: •^

Performance dimensional (ruído, aerodinâmica, desgaste, etc.);

-^

Características funcionais afetadas pela variação dimensional(gaps,

steps, folgas,interferências, etc.);

•^

Intercambiabilidade. Para reduzir custos pelo/a: •^

Projeto

orientado

à^

montagem

com

GD&T

(design

for

manufacturing);

-^

Uso

de

tolerâncias

de

fabricação

mais

abertas,

garantindo

montagem;

-^

Estudo sistemático das melhores soluções de montagem;

-^

Redução do retrabalho;

-^

Redução dos custos de manutenção e reparo. ED x GD&TED x GD&T O

GD&T

é^

a

linguagem

usada

para

expressar

a^

variação

dimensional

considerando

a montagem, conseqüentemente

é

uma

ferramenta

básica

para

a^

viabilização

da

engenharia

dimensional.

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

IntroduçãoIntrodução 5 PDCA’S Fazem a Engenharia Dimensional5 PDCA’S Fazem a Engenharia Dimensional

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Introdução^ Introdução

Através de um gráfico de acompanhamento dos valores dos índices Cp eCp

k^

das características funcionais de um produto, pode-se demonstrar o

aperfeiçoamento e a evolução dos processos em questão, pois essesíndices deverão apresentar tendência de melhoria. Isso é uma exigência denormas como a QS 9000 e a AS 9100. [15]

Um processo com ICP

1.33 é considerado um processo capaz. A indústria

automobilística procura trabalhar com ICP

1.67. Para itens de segurança

em determinadas montagens na

indústria aeronáutica, são exigidos ICPs

Mais de 2700

ICP < 1

Incapaz

Entre 70 e 2700

ICP < 1.

Razoavelmente Capaz

Entre 8 e 70

ICP < 1.

Capaz

Entre 0.0018 e 8

≤≤≤≤^
ICP < 2

Altamente capaz

Menor que 0.

ICP
^2

Itens de segurança

Defeitos por milhãoDefeitos por milhão

Valor do ICPValor do ICP

Classificação do ProcessoClassificação do Processo

p/ ICP=CP e Cp-Cpk=0 p/

σσσσ

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Empilhamento de TolerânciasEmpilhamento de Tolerâncias

[10]

Introdução^ Introdução

ROLLROLL-

-DOWNDOWN

t^ n

= f (T, t

, t 1

…t 2

n-

A tolerância total da cadeia (

T

) é o requisito de projeto. As tolerâncias

das peças

individuais

( t ) são calculadas n

em função desse fator

limitante.

ROLLROLL-

-UP UP

T = f (t

, t 1

…t 2

)n

Muitas vezes, porém, o processo é o fator limitante. Nesse caso atolerância

da

dimensão

total

( T
)^

é^

uma

função

das

tolerâncias

parciais (

t^ n

xx

d^2

± t

2

d^1

± t

1

D

T d 3 ±^

t^3

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

p/

σ

1

= 0.033 t

σ

σ

2

= 0.067 t

2

σ

σ

3

= 0.100 t

3

σ

σ

4

= 0.133 t

4

σ

^ 

Simulação Monte CarloSimulação Monte Carlo

•^

Tolerância com distribuição normal H

SMC

±^

σ

)mont

0.4 (Não Conforme) com Cp

mont

= Cpk

mont

Introdução^ Introdução

Cpk

c

= Cpk

c

= Cpk

c

= Cpk

c

Cp

c

= Cp

c

= Cp

c

= Cp

c

σ

1

= 0,033 p/

σ

`^1

σ

2

= 0,067 p/

σ

`^2

σ

3

= 0,100 p/

σ

`^3

σ

4

= 0,133 p/

σ

`^4

 

ReavaliaçãoReavaliação

E se...

6 σ

LEI

LES

Cp

=

•^

Desvio Padrão H

SMC

` (
±^

3 σ

)mont

0.4 (Conforme) Para Cp

mont

= Cpk

mont

 

^ 

=^

LEI 3 σ μ ;

3 σ

μ

LES

MIN

Cp

k

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Tolerância Estatística Tolerância Estatística

??

[1] [18]

Introdução^ Introdução O

GD&T

assume

como

padrão

que

todas

as

tolerâncias

são

calculadas no pior caso.As montagens são completamente intercambiáveis.Quando

o^

símbolo

é

aplicado

à^

tolerância

dimensional

ou

geométrica, a variação dimensional permissível não é mais atribuídaà peça e sim a um lote de peças.Neste caso temos duas possibilidades:1. Lotes de conjuntos montados e aprovados que contenham peças

com medidas além das tolerâncias especificadas no pior caso;

  1. Lotes de conjuntos montados e reprovados que contenham peças

com

medidas

dentro

das

tolerâncias

especificadas

usando

tolerância estatística. Então, por que usar tolerância estatística?Em uma montagem podemos, estatisticamente, ter uma peça muitopequena (9 mm) e uma muito grande (11 mm) e o resultado final seráuma montagem OK.

Para

aplicação

de

estudos

estatísticos

de

tolerância

os

desenhos EMBRAER utilizam uma flag com a

NI-

, cujo

texto

é:

“TOLERANCE

BASED

ON

STATISTICAL

SIMULATION

AND

ANALYSIS

FOR

ASSEMBLY

TOLERANCES ACCORDING TO REPORT [XXXXXXX]”.



x

Cp

1

x

Cp

2

x

Cp

3

(muito alto!)

(muito alto!)

x

Cp

4

x

Cp

4

Cp

≥^

1 / Cp – Cp

= 0k

10 ± 0.

NI 1219

10 ± 110 ± 1

20 ± 0.

9 11

20

!

Exemplo:

Peça

D

Peça

D

Peça

D

Peça

D

20 ± 0.

NI 1219

Cp

≥^

1.67 / Cp – Cp

= 0k

30 ± 0.

ou

30 ± 0.

NI 1219

Cp

≥^

2.5 / Cp – Cp

= 0k

NI 1219

Cp

≥^

1.67 / Cp – Cp

= 0k

Cp

≥^

1.67 / Cp – Cp

= 0k

40 ± 0.

NI 1219

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Elementos (Elementos (

FeaturesFeatures)

)

DefiniçõesDefinições •^

Termo geral aplicado a uma porção física de uma peça,como

um

furo,

uma

superfície

ou

uma

ranhura,

por

exemplo.

-^

Podem

ser classificados

em

adimensionais, como, por

exemplo, uma face plana ou uma superfície qualquer, oudimensionais, como furos, rasgos, espessuras ou qualqueroutra porção física que possua dimensão.

Para fins de aplicação de tolerâncias geométricas, linhasde centro e planos centrais podem ser consideradoselementos

embora

não

sejam

uma

porção

física

da

peça. [3]



FeatureFeature of

of Size

Size (FOS)

(FOS)

FOS é, por definição, um elemento dimensional que possuicentro, linha de centro ou plano central, como, por exemplo:pinos, furos e rasgos [1] [3].

A esfera também é uma FOS.



Elementos do tipo FOS

ESTAS INFORMAÇÕES SÃO PROPRIEDADE DA EMBRAER S.A. E NÃO PODEM SER UTILIZADAS OU REPRODUZIDAS SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DA MESMA

Na EMBRAER, um número dentro de um retângulo sem uma linhade cota associada representa espessura de alma de peça.

Dimensão básica 

Tolerância geométrica

Quadro de controle

Datum

Espessura de alma

DefiniçõesDefiniçõesTolerâncias GeométricasTolerâncias Geométricas

A tolerância dimensional permite controlar a tolerância geométricaque pode ser considerada um refino da primeira.

•^

Informações

de

projeto

utilizadas

para

controlar

a^

variação

de

características geométricas (função);

-^

Única forma de garantir o inter-relacionamento dos elementos de umapeça;

-^

Termo geral aplicado à categoria de tolerâncias usadas para controlarforma, localização, orientação, batimento e perfil; [2] [3] 

Os desenhos EMBRAER, a partir do programa do EMBRAER 170,que possuem tolerâncias geométricas devem conter a

NI-

, que

faz um link para

NE 03-073,

a qual possui a

ASME Y14.5M-

anexada.

 Dimensões Básicas (Cotas Básicas) Dimensões Básicas (Cotas Básicas)

A cota básica deve necessariamente nascer de um datum!Não se pode aplicar tolerância geral à cota básica!

•^

Valores numéricos usados para descrever a posição, o perfil, a formae a orientação teoricamente exatos de um elemento ou de um alvodatum; [1]

-^

A variação permissível nesse caso é estabelecida pelo quadro decontrole;

-^

Para a identificação, os valores das cotas básicas são colocadosdentro de retângulos;

-^

Elas pressupõem um quadro associado, pois só assim fazem sentido,exceto no caso de localização do alvo datum.[2]