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Apostila sobre esquemas elétrico de motores trifásicos do senai sp
Tipologia: Notas de estudo
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Compartilhado em 09/10/2010
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CBS ñ Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos
CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos
© SENAI-SP
Trabalho elaborado e editorado pela Divis„o de Material Did·tico da Diretoria de Tecnologia Educacional do SENAI-SP.
DigitalizaÁ„o UNICOM - TerceirizaÁ„o de ServiÁos Ltda
SENAI ServiÁo Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de S„o Paulo Av. Paulista, 1313 - Cerqueira Cesar S„o Paulo - SP CEP 01311- Telefone Telefax SENAI on-line
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Partida autom·tica estrela-tri‚ngulo com relÈ de proteÁ„o conjugado a transformador de corrente 305 ComutaÁ„o polar para duas velocidades em motor tipo Dahlander com comando autom·tico 307 Retificadores 309 Partida autom·tica e frenagem eletromagnÈtica de motor trif·sico nos dois sentidos de rotaÁ„o 315 Folhas de Tarefas 317
Esta ColeÁ„o B·sica SENAI - CBS, para o Eletricista Mantenedor e Reparador de Comandos ElÈtricos, forma parte de um conjunto de CBSs de ocupaÁıes afins, denominado Eletricidade.
As CBSs de Eletricidade pertencem ao subgrupo 8-5, da ClassificaÁ„o Internacional Uniforme de OcupaÁ„o (CIUO).
Na presente coleÁ„o adotou-se como referÍncia o cÛdigo CIUO 8-51.40, considerando- se integralmente o texto da descriÁ„o ocupacional correspondente ao Eletricista Mantenedor e Reparador de Comandos ElÈtricos.
Adotou-se, como nÌvel mÌnimo para o estudo destas folhas, a escolaridade do 1∫ grau completo.
S„o dispositivos usados com o objetivo de limitar a corrente de um circuito, proporcionando sua interrupÁ„o em casos de curtos-circuitos ou sobrecargas de longa duraÁ„o.
O fusÌvel possui um corpo de porcelana de seÁ„o retangular, com suficiente resistÍncia mec‚nica, contendo nas extremidades facas prateadas. Dentro do corpo de porcelana se alojam o elo fusÌvel e o elo indicador de queima, imersos em areia especial, de granulaÁ„o adequada.
Corpo de porcelana
O elo fusÌvel È feito de cobre, em forma de l‚minas, vazadas em determinados pontos para reduzir a secÁ„o condutora. Existem ainda elos fusÌveis feitos de fita de prata virgem.
Retirando-se o fusÌvel da seguranÁa, obtÍm-se uma separaÁ„o visÌvel dos bornes, tornando dispens·vel em alguns casos a utilizaÁ„o de um seccionador adicional. Para se retirar o fusÌvel, È necess·ria a utilizaÁ„o de um dispositivo, construÌdo de fibra isolante, com engates para extraÁ„o, o qual recebe o nome de ìpunho saca-fusÌveisî.
ConstituiÁ„o de SeguranÁas DIAZED (D)
As seguranÁas D s„o compostas de: base aberta ou protegida, tampa, fusÌvel parafuso de ajuste e anel.
Base … um elemento de porcelana que comporta um corpo met·lico, roscado internamente, e externamente ligado a um dos bornes; o outro borne est· isolado do primeiro e ligado ao parafuso de ajuste.
A = borne ligado ao corpo roscado B = borne ligado ao parafuso de ajuste
Tampa … um dispositivo, geralmente de porcelana, com um corpo met·lico roscado, que fixa o fusÌvel ‡ base e n„o se inutiliza com a queima do fusÌvel.
Permite inspeÁ„o visual do indicador do fusÌvel e a substituiÁ„o deste sob tens„o.
Possui um indicador, visÌvel atravÈs da tampa, denominado espoleta, com cores correspondentes ‡s diversas correntes nominais. Esses indicadores se desprendem em caso de queima.
O elo indicador da queima È constituÌdo de um fio muito fino, que est· ligado em paralelo com o elo fusÌvel. No caso de fus„o do elo fusÌvel, o fio do indicador de queima tambÈm se fundir·, provocando o desprendimento da espoleta.
Algumas cores e as correntes nominais correspondentes (fusÌveis tipo D):
Intensidade Intensidade Cor de corrente (A) Cor de corrente (A) Rosa 2 Azul 20 Marrom 4 Amarelo 25 Verde 6 Preto 35 Vermelho 10 Branco 50 Cinza 16 Laranja 63
InstalaÁ„o de seguranÁas fusÌveis As seguranÁas fusÌveis devem ser colocadas no ponto inicial do circuito por proteger.
Os locais devem ser arejados, evitando-se os ambientes confinados, para que a temperatura se conserve igual ‡ do ambiente. Esses locais devem ser de f·cil acesso, para facilitar a inspeÁ„o e a manutenÁ„o.
A instalaÁ„o das seguranÁas fusÌveis deve ser feita de tal modo, que permita seu manejo sem perigo de choque para o operador.
AplicaÁ„o de seguranÁas NH e DIAZED
Os fusÌveis construÌdos de acordo com o sistema NH s„o de aÁ„o retardada, pois s„o prÛprios para ser empregados em circuitos sujeitos a picos de corrente. S„o construÌdos para valores de corrente padronizada e variam de 6 a 1000A. Sua capacidade de ruptura È sempre superior a 70kA, com uma tens„o m·xima de 500V.
Os fusÌveis construÌdos de acordo com o sistema Diazed podem ser de aÁ„o r·pida ou retardada. Os fusÌveis de aÁ„o r·pida usam-se em circuitos resistivos (sem picos de corrente), e os de aÁ„o retardada, para circuitos sujeitos a picos de corrente (motores, capacitores, etc.). Valor m·ximo 200A. Capacidade de ruptura 70 kA, com uma tens„o de 500V.
S„o dados imprescindÌveis dos fusÌveis tipo DIAZED e NH que servem para a sua especificaÁ„o e uso correto nas instalaÁıes elÈtricas.
As caracterÌsticas dos fusÌveis tipo DIAZED e NH
Corrente nominal A corrente nominal È a corrente m·xima que o fusÌvel suporta continuamente sem provocar a sua interrupÁ„o. … o valor marcado no corpo de porcelana do fusÌvel.
Corrente de curto-circuito A corrente de curto-circuito È a corrente m·xima que pode circular no circuito e que deve ser interrompida instantaneamente.
A capacidade de ruptura (Ka) e n„o (VA) … o valor da corrente que o fusÌvel È capaz de interromper com seguranÁa. Essa capacidade de ruptura n„o depende da tens„o nominal da instalaÁ„o.
Tens„o nominal … a tens„o para a qual o fusÌvel foi construÌdo. Os fusÌveis normais para baixa tens„o s„o indicados para tensıes de serviÁo em C.A. atÈ 500V e em C.C. atÈ 600V.
ResistÍncia de contato … uma grandeza elÈtrica (resistÍncia Ùhmica) que depende do material e da press„o exercida. A resistÍncia de contato entre a base e o fusÌvel È a respons·vel por eventuais aquecimentos, em raz„o da resistÍncia oferecida ‡ corrente. Esse aquecimento ‡s vezes pode provocar a queima do fusÌvel.
SubstituiÁ„o N„o È permitido o recondicionamento dos fusÌveis, em virtude de geralmente n„o haver substituiÁ„o adequada do elo de fus„o.
Curva, tempo de fus„o-corrente Em funcionamento, o fusÌvel deve obedecer a uma caracterÌstica, tempo de desligamento - corrente circulante, dada pelos fabricantes.
ObservaÁ„o Dentro da curva de desligamento, quanto maior a corrente circulante, menor ser· o tempo em que o fusÌvel ter· que desligar.
Essas curvas s„o vari·veis com o tempo, corrente, o tipo de fusÌvel e o fabricante. Normalmente as curvas s„o v·lidas para os fusÌveis, partindo do estado frio ‡ temperatura ambiente.
FusÌveis tipo retardo e tipo r·pido