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Que eu saiba nem precisaria escrever isso aqui, que coisa aleatória, eu só queria baixar meu arquivo em paz galera, poxa, qualé a fe vocês hein.
Tipologia: Esquemas
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Não perca as partes importantes!



















Oxigênio Dissolvido
O oxigênio é utilizado para que a energia contida nos alimentos possa liberar-se e ser aproveitada para as funções vitais. Existem animais que, quando ocorre uma diminuição de Oxigênio, conseguem acelerar o ritmo respiratório, compensando assim a falta deste elemento.
Mas os peixes, de um modo geral, não possuem a capacidade de regular a respiração em função do Oxigênio presente na água. Por isso, quando a quantidade de Oxigênio Dissolvido na água diminui, os peixes não conseguem compensar esta Diminuição, ficando prejudicados e, consequentemente, debilitatos.
A temperatura da água tem grande influência na quantidade de Oxigênio Dissolvido:
Assim:
Então, dependendo da temperatura da água, a quantidade de Oxigênio varia.
Alguns peixes precisam de mais e outros de menos Oxigênio.
A maioria dos oxímetros utilizam sonda galvânica,(células de Clak) normalmente são com ouro, platina e prata.
O metal inerte é ouro ou platina em contato com a membrana sem bolhas nem dobras e a solução em contato com a prata.
A membrana não pode ficar tencionada, ou seja, ficar muito esticada, o eletrólito (solução) de forma alguma pode ficar em contato com o ouro.Sempre verificar se a prata não está oxidada (escura). A limpeza pode ser feita com o polidor de prata vendido na empresa ou Silvo.
Sempre quando fora de uso, a membrana deve ser lavada com detergente neutro, água livre de cloro e mantida úmida.
Os peixes de águas quentes sobrevivem em águas com menos Oxigênio.
Os peixes de águas frias são mais exigentes em relação ao teor de Oxigênio Dissolvido.
Geralmente, os seres vivos absorvem o Oxigênio no ar ou dissolvido na água.
Verificar presença de bolhas na ponta da sonda (com eletrodo posicionado para baixo);
Rompimento da membrana: ( a última opção deve ser substituição da mesma). Se estiver ressecada sem rompimento, lavar com detergente neutro pois, ácidos graxos, matéria orgânica suspensa obstruem a membrana, "pois se trata de uma peneira molecular” que pode estar obstruída.
Alguns eletrodos são feitos com banho de ouro, verifique se não houve ruptura do banho, com lupa manual simples.
Choque na ponta da sonda pode provocar riscos que a danificam.
Oxímetros que possuem sondas com conectores (que soltam do aparelho), podem sofrer oxidação nos conectores, principalmente em ambientes salinos, como o sinal elétrico é muito baixo (micro ampere) qualquer umidade salina interfere no funcionamento.
Nunca forçar ou puxar, dobrar fortemente as junções cabo-sonda, pois é comum partir a junção interna.
Em algumas marcas importadas são frequentes o rompimento quando se tira a proteção da sonda, ou retirando do casulo quando puxa-se pelo cabo.
Os equipamentos analógicos digitais devem ser calibrados imediatamente antes do uso, e checar a cada dez medidas aproximadamente se continuam calibrados.
Os oxímetros que são calibrados levando em consideração altitude, temperatura, salinidade, devem ser recalibrados quando mudar alguma dessas condições. Exceto temperatura que compensa automaticamente.
Nos equipamentos microprocessados já estão inseridas todas as tabelas, quando configuramos a salinidade e altitude ele se auto calibra.
Horário para análise:
O melhor horário para se fazer análise de oxigênio é no final da noite, pois é onde o limite de oxigênio se torna crítico, e qualquer análise feita sob o sol contém a presença de algas que produzem oxigênio durante o dia e aumentando a concentração do mesmo. Na maioria dos oxímetros é imprescindível que se faça a agitação da sonda. Nunca comparar resultados de oxímetros de marcas diferentes e até mesmo de mesma marca (o único método oficial de análise é Wincler, método modificado pela azida sódica). A variação entre aparelhos podem chegar a 20%.
Para aumentar a vida útil da sonda é preciso manter o bulbo na solução KCL 3M, na proteção de silicone, e nunca em água destilada.
Sempre manter o nível de KCL até a marca do orifício.
O pHmetro tipo caneta, é descartável e oscila muito e o fato de não ter solução para manutenção e conservação da sonda diminui o tempo de vida útil.
Alguns aparelhos tem compensação automática e manual de temperatura, a variação do pH e temperatura é muito pequena normalmente na segunda casa após a virgula, o que torna os aparelhos de controle manual também bastante precisos.
Diagrama de eletrodo de pH
A calibração de pHmetros seja analógica digital ou microprocessada, sempre são feitas em dois pontos, 7 e 4 para água doce e 7 e 10 para água salgada.
Mesmo nos pHmetros microprocessados a calibração deve ser feita diariamente. Por ser um pHmetro mais estável a calibração do mesmo é mantida por mais tempo, mas nunca deixar de verificar a calibração diariamente.
Se o pHmetro não está calibrando:
● Lave a sonda com detergente neutro usando uma esponja macia de banho somente para este fim. Se após a limpeza o eletrodo não estiver respondendo, substituir a solução interna deixando por oito horas o eletrodo com o bulbo imerso com solução na proteção de silicone.
● Para verificar se o problema é eletrônico ou no eletrodo, retire a sonda, abra um clips ou arame metálico qualquer, fino, isole onde estiver em contato com a mão e introduza no local da sonda, e o valor no display deve apresentar valores em torno de 7.
● Calibre com o botão referente ao pH7, se ele aceitar a calibração o problema é com o eletrodo.
Normalmente a condutividade é devido à sólidos totais dissolvidos na água, que pode ser devido a cloretos, sódio, potássio, cálcio e magnésio entre outros.
Se o aquicultor não souber qual componente estiver provocando variações na condutividade, esses resultados não em interesse algum.
O condutivímetro é um aparelho bastante estável, a sonda não usa soluções, apenas dois eletrodos, a calibração se mantém por longo período se a sonda se mantiver limpa. Condutivímetros com eletrodo de grafite tem tempo de vida curta, e a calibração não se mantém.
Quando se calibra um condutivímetro deve-se sempre usar uma solução de calibração para cada faixa de leitura.
Com este aparelho pode se medir sólidos totais dissolvidos, esta medida deve ser feita com critérios, pois como relatamos antes, cada sal tem um comportamento condutivo diferente.
É importante que o condutivímetro seja confiável e tenha compensação automática de temperatura, pois a condutividade tem uma variação muito grande em relação a temperatura.
A importância de se medir a Dureza está no fato de que, se a água apresentar valores Inferiores a 20mg/L, as células das algas que compõe o Fitoplâncton não conseguem se formar por falta de nutrientes (Cálcio e Magnésio).
Em alguns casos, o CALCARIAMENTO pode ajudar a resolver o problema da falta de alguns dos minerais citados. No entanto, o calcariamento só será necessário ou viável em certas situações.
Não existe um horário para estabelecer para essas análises.
O melhor processo analítica é o volumétrico com solução titulante de EDTA.
O processo para análise de Cálcio e Magnésio é feito na sequência do teste de dureza, usando reagentes específicos.
Para água doce não precisa fazer diluição, para água salobra e salgada é necessário fazer a diluição. O Cálcio e o Magnésio tem influência no processo de eutrofização (excesso de algas).
4. Análise da Série Nitrogenada
Nitrogênio Amonical (Amônia) O Nitrogênio Amonical, proveniente da decomposição da matéria orgânica, ração, excrementos, etc., é tóxico e deve ser medido cm frequência. Sua toxidade aumenta Em função do aumento de pH, segundo tabela anexa:
Ex.: 2 ppm de Amônia em pH 7,0 somente 0,73% é tóxica (0,0146 ppm). Sendo assim, O teor não é nocivo a organismos aquáticos.
3. Análises de Cloretos
A análise de cloretos só é necessária em cultivo de água doce com influência salina. Em muitos dos casos em águas salinas é necessário a diluição.
6,5 7,0 7,5 8,0 8,5 9,0 pH
0,19 0,73 2,31 7,76 19,58 45,12 %NH 3
5. Análise de Sulfeto
É uma análise bastante sensível onde o processo de coleta e preservação é muito importante.
Para esta análise é imprescindível o uso de garrafa coletora de fundo, amostradores improvisados com garrafas comuns e rolha produzem erros grosseiros.
A amostra deve ser coletada no fundo do viveiro de 0 a 10cm do fundo, sem diferença de pressão entre a entrada e saída do amostrador e borbulhamento. Imediatamente após a coleta deve ser devidamente preservada.
O método mais adequado para esta análise, é o método que produz cor azul com reação com o sulfeto.
Métodos volumétricos e iodométricos não são adequados para aquicultura, pois além de não serem sensíveis, a presença de ácidos graxos, proteínas dissolvidas na água, alteram o resultado da análise e se manifestam como se fossem sulfetos. Recomendados para efluentes.
Pois podem induzir a erros de avaliação. Para estudo da relação Carbono e Nitrogênio, o nitrogênio mineral deve estar nas seguintes formas: N-NH 3 ,N-NO 2 e N-NO 3.
6. Análise de Fosfato
Juntamente com o Nitrogênio, o Fósforo é um elemento indispensável à formação de proteínas de animais e vegetais. O Fitoplâncton absorve intensamente o Fósforo apresentado em forma de Fosfato que se encontra dissolvido na água.
Normalmente o fosfato na água está expresso na forma PO 4 (íon fosfato), comumente chamado de Ortofosfato. Desta forma o resultado é expresso de mg/L de PO 4.
No solo o resultado é expresso em forma de P ( fósforo), e no fertilizante o resultado esta na forma de P 2 O 5. São formas diferentes de expressar o teor de fósforo.
Segue abaixo os fatores de correção para diferentes formas de fosfato: