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Apresentação pedobioclimático, Notas de estudo de Engenharia Agrícola

dominios pedobioclimaticos

Tipologia: Notas de estudo

2018

Compartilhado em 23/03/2018

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dagner-rangel-10 🇧🇷

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Solos e Ambientes Brasileiros: Domínios
Pedobioclimáticos
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Universidade Federal Rural da Amazônia
Bacharelado em Engenharia Agrícola
Campus Tomé-Açu
Docente: Prof. Dr. Ronan Magalhães.
Discentes: Dagner Rangel, Everaldo Lucas, Mateus Barros, Myrella Araujo.
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Solos e Ambientes Brasileiros: Domínios

Pedobioclimáticos

Universidade Federal Rural da Amazônia

Bacharelado em Engenharia Agrícola

Campus Tomé-Açu

Docente: Prof. Dr. Ronan Magalhães.

Discentes: Dagner Rangel, Everaldo Lucas, Mateus Barros, Myrella Araujo.

Domínio pedobioclimático do cerrado:

 Localiza-se no Planalto Central do Brasil e

apresenta vegetação de savana chamada de

cerrado;

 A temperatura não é muito diferente da

verificada na Caatinga e nos Mares de Morros

Florestados, mas a precipitação pluviométrica

é intermediária entre esses dois domínios;

 Isso leva a formação de solos bastante

intemperizados, pobre em nutrientes, ácidos,

álicos e de baixa CTC (Ab’Saber, 1970;

Resende et al.,2002).

Considerações:

  • Os Latossolos do Cerrado são muito dessilicatados, s endo mais ricos e m g ibsita

e mais intemperizados que os das outras regiões do Brasil, embora a caulinita seja

o mineral predominante na fração argila da maioria dos Latossolos;

  • (^) Os Argissolos oc orrem em re levo ma is ondulado que o dos Latos solos e o s

Plintossolos ocorrem mais nas bordas da s chapadas. Os Neossolos Litólicos e os

Cambissolos ocorrem em relevo mais acidentado que o de ocorrência dos

Argissolos (Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Considerações:

  • (^) Os solos do cerrado geralmente apresentam excelentes

propriedades físicas (Boa estruturação, alta permeabilidade,

baixa plasticidade e baixa pegajosidade), o que favorece a

mecanização, mas são muito ácidos e pobres quimicamente;

A baixa fertilidade e acidez superficial e subsuperficial dos

solos do Cerrado exigem que sejam aplicadas quantidades

elevadas de corretivos e fertilizantes para obtenção e

sustentação de produtividades elevadas das culturas

(Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Principais solos que ocorrem na região:

 Latossolos Amarelos e Vermelho-amarelos (19,4 %);

 Neossolos Litólicos (19,2 %);

 Argissolos Amarelos e Vermelho-amarelos (14,7 %);

 Luvissolos Crômicos Órticos (13,3 %);

 Neossolos Quartzarênicos (9,3 %);

 Planossolos (9,1 %);

 Neossolos Regolíticos (4,4 %);

 Cambissolos (3,6 %)

(Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Considerações :

Ao contrário da Amazônia, no Semi-árido nordestino a

maioria dos nutrientes está presente no solo, dada a pequena

produção de biomassa da caatinga e a pouca intemperização

dos solos (Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Principais solos que ocorrem na região:

Latossolos (41 %);

Argissolos (32 %);

Plintossolos (7 %);

Gleissolos (5 %);

Neossolos Quartzarênicos (5 %)

(Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Considerações:

 Dentre os Latossolos e Argissolos, predominam os amarelos e vermelho-amarelos

com baixos teores de ferro, baixa CTC, álicos, distróficos e pobres em fósforo;

 Os Latossolos e Argissolos amarelos da Amazônia, a semelhança daqueles dos

tabuleiros costeiros, muitas vezes apresentam adensamento subsuperficial no

horizonte B, dificultando a penetração de água e raízes nas camadas mais

inferiores do perfil do solo;

 Os Latossolos e Argissolos em geral são cauliníticos e goethíticos e possuem

horizonte A moderado;

 Na Amazônia há maior quantidade de nutrientes acumulada na biomassa da

floresta do que nos solos, de modo que não há correlação entre a exuberância da

floresta e a fertilidade dos solos (Ab’Saber, 1970; Resende et al., 2002).

Principais solos que ocorrem na região:

Latossolos e Argissolos amarelos e vermelho-amarelos

(Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Considerações:

 Os horizontes B latossólico e B textural dos Latossolos e Argissolos e m geral são

mais amarelos ou mais avermelhados e mais bem estruturados e mais resistentes à

erosão que o horizonte C desses solos;

 Os solos, em particular os horizontes Cr, tendem a serem profundos. Geralmente

há desproporção entre as profundidades do sólum e do solo Esse man to de

intemperismo profundo ou horizonte Cr é tipicamente caulinítico;

 Esse horizonte Cr quando e xposto em barranco de estrada é facilmente erodido,

devido o ajuste face a face da caulinita e o alto teor de silte, dificultando a

infiltração da água e provocando sulcos de erosão ao longo dos barrancos

(Ab’Saber, 1970; Resende et al.,2002).

Domínio do planalto das araucárias:

Esse domínio se estende desde o centro-sul do
Paraná até os planaltos de Santa Catarina e
Rio Grande do Sul, com clima subtropical e
temperado, precipitação pluviométrica
elevada e bem distribuída ao longo do ano. A
combinação de latitude e altitude elevadas
confere a esse domínio um
clima com temperaturas médias baixas, onde
a vegetação predominante é a floresta de
araucária (Ab’Saber, 1970; Resende et
al.,2002).

Principais solos que ocorrem na região:

Latossolos nos trechos de relevo suave e os Argissolos, Cambissolos e
Neossolos Litólicos, à medida que o relevo sai do plano em direção ao
fortemente ondula do e montanhoso (Ab’Saber, 1970; Resende et
al.,2002).

Referencial:

Oliveira, F.H.T. Gênese, morfologia e classificação de solos para graduandos.

Departamento de solos e engenharia rural - PB, 2007.

Obrigado!