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Aproveitamento de banana, Trabalhos de Análise Térmica

Aproveitamento da casca de banana

Tipologia: Trabalhos

2020

Compartilhado em 09/04/2020

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
ROSSANA CATIE BUENO DE GODOY
ESTUDO DAS VARIÁVEIS DE PROCESSO EM DOCE DE BANANA DE CORTE
ELABORADO COM VARIEDADE RESISTENTE À SIGATOKA-NEGRA
CURITIBA
2010
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

ROSSANA CATIE BUENO DE GODOY

ESTUDO DAS VARIÁVEIS DE PROCESSO EM DOCE DE BANANA DE CORTE

ELABORADO COM VARIEDADE RESISTENTE À SIGATOKA-NEGRA

CURITIBA 2010

ROSSANA CATIE BUENO DE GODOY

ESTUDO DAS VARIÁVEIS DE PROCESSO EM DOCE DE BANANA DE CORTE

ELABORADO COM VARIEDADE RESISTENTE À SIGATOKA-NEGRA

Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Tecnologia de Alimentos, Setor de Tecnologia, Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em Tecnologia de Alimentos.

Orientadora: Profª Drª Nina Wasczynskyj

CURITIBA 2010

Dedico este trabalho a DEUS pela oportunidade de mais uma conquista

Aos meus pais Antonia e Adauto

A minha família

Aos meus anjos da guarda

Aos meus verdadeiros amigos

A todos aqueles que sempre torceram por mim

Aos colegas e estagiários do Laboratório de Ciência e Tecnologia de

Alimentos da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical pela colaboração nas

análises físico-químicas. Na seqüência, Fernanda Alves Santana, Barbara Silva dos

Santos, José Paulo Souza, Larissa Rodrigues Silveira Leal, Tatiane da Silva Amorim

e Paula Nascimento Santana.

A pesquisadora da Embrapa Agroindústria Tropical Dr.a^ Deborah dos Santos

Garruti, por quem tenho profunda admiração pela competência e simplicidade, não

medindo esforços em compartilhar seu vasto conhecimento em análise sensorial.

Aos pesquisadores doutores da Embrapa Florestas, Edilson Batista de

Oliveira e Luziane Franciscon pela valiosa ajuda nas análises estatísticas.

A Dr.a^ Rosires Deliza da Embrapa Agroindústria de Alimentos pela

colaboração nas análises de consumidores, enriquecendo o trabalho com novas

metodologias analíticas.

A amiga Maria Lúcia M. Rodrigues e toda sua família por me hospedaram

durante meus experimentos e me acolheram de forma tão fraterna.

A Dona Joaquina da Silva Machado pelos sábios conselhos e pelas orações. A Universidade Federal do Paraná pela possibilidade de galgar este último

degrau acadêmico e ser agraciada com este honroso título.

A Prof. Dr.a^ Noemi Nagata do Departamento de Química da UFPR por me

receber de braços abertos e por aceitar colaborar com o meu trabalho no

planejamento experimental.

A Banca Examinadora, Dr. Ivar Wendling, Dr.a^ Maria Isabel Queiroz, Dr.a

Renata Torrezan e Dr. Agenor Maccari Junior por aceitarem compor a banca.

Ao secretário da Pós-graduação Paulo Roberto Krainski por todas as

informações prestadas, pela colaboração e também por partilhar das nossas

conquistas com entusiasmo.

A Prof. Dr.a^ Agnes de Paula Scheer pela prontidão, sensatez, colaborando

sempre para o bom andamento do trabalho.

Ao Prof. PhD. Giovani Mocelin pelo incentivo, por dividir sua experiência

profissional, pelas traduções e pelas horas agradáveis nos cafés.

Aos demais professores da Pós Graduação em Tecnologia de Alimentos da

Universidade Federal do Paraná, aos permanentes, colaboradores e visitantes e

também a todos os funcionários e laboratoristas.

Ao CEPPA pela realização das análises microbiológicas, em especial ao

chefe Luiz Fernando Lima Luz Junior.

A CP KELCO pelo fornecimento das pectinas, a Liliane S. Furlan e ao Flavio

Tanaka.

Ao colega Fernando Teixeira de Oliveira da EMATER de Andirá-PR, pelo

envio das bananas e pela presteza.

A Banagel pelo armazenamento das bananas em especial ao Sr. Rubens

Nagel e ao Valdecir Moreira de Farias.

As unidades agroindustriais de doces que prestaram informações quanto ao

processamento utilizado bem como aos colegas que participaram da pesquisa de

campo, Mariza Flores Fernandes Peixoto (EMATER-MG), João Nishi de Souza e

Ruth Ferreira Biudes (EMATER-PR), Luiz Alberto Lichtemberg (EPAGRI-SC),

Agnaldo José de Oliveira (CATI-SP) e Guilherme Godoy dos Santos (UFSM-RS).

A Marilise de Fatima Gelinsk, estagiária que atuou com brilhantismo,

organização sendo o seu apoio fundamental na última etapa deste estudo. Assim

como a Tatiane dos Santos Pedro.

A todos os provadores que efetuaram as análises sensoriais, aqueles que

participaram nos testes de consumidores e em especial aqueles que fizeram parte

da Análise Descritiva Quantitativa, Ana Célia Urio, Bruna Maria Araújo Merci,

Caroline Tiemi Yamaguishi, Cíntia Ferreira, Danielle Carpiné, Diego Matos Favero,

Gean Carlos dos Santos, João Luiz Andreotti Dagostin, Mirella Fernanda Mafra,

Monique Meneses Silvestre Boeno, Silvana Licodiedoff e Valesca Kotovicz. Foi uma

experiência inédita trabalhar com esta equipe.

As colegas da pós-graduação Maria de Fátima de Oliveira Negre, Silvana

Licodiedoff, Vânia de Cássia da Fonseca, Marli da Silva Santos, pelos bons

momentos, pela cumplicidade, pelo ânimo e pela parceria. A amizade de vocês fez a

diferença, obrigada mesmo.

A Fabiane Hamerski, Marianne Ayumi Shirai e todos os demais colegas da

pós-graduação.

Ao Dr Raul Hidetoci Mioshi, médico homeopata, pela atenção, dedicação e

pronto atendimento.

RESUMO

No Brasil, a produção de doces é um dos segmentos mais importantes da agroindústria de banana, sendo um produto típico do mercado interno. As variedades de banana utilizadas na fabricação de doces pertencem ao subgrupo Cavendish, que tem por inconveniente a susceptibilidade à doença Sigatoka-negra, tida como a principal ameaça da bananicultura mundial. Além disso, os doces de banana de corte têm grande variabilidade com defeitos que podem estar relacionados à matéria-prima, à formulação e a tecnologia empregada. O objetivo dessa pesquisa foi o estudo das variáveis de processo em doce de banana de corte elaborado com variedade resistente à Sigatoka-negra. Primeiramente fez-se um estudo para selecionar qual variedade, dentre aquelas recomendadas pela Embrapa, tem aptidão para a produção de doces. Foram feitas avaliações físico- químicas e sensoriais, através de testes afetivos e discriminativos. Em seguida procedeu-se o levantamento das variáveis de processo junto às agroindústrias, através de questionários. A partir destes dados foi gerado um delineamento experimental para verificar quais destas variáveis apresentam maior efeito na qualidade sensorial dos produtos. As variedades resistentes originaram doces de diferentes composições, sendo estes mais ácidos e com maiores teores de açúcares redutores. Com exceção da variedade Caipira, as demais variedades deram origem a produtos de boa aceitação, de sabor similar ao do doce obtido com a variedade padrão e com potencial de comercialização sendo que a FHIA 18 apresentou bom desempenho em todos os testes sensoriais. A maior parte das agroindústrias de doces entrevistadas utiliza a variedade Nanica (subgrupo Cavendish), não faz uso de aditivos no processo e tem como entraves a textura dos doces, a quantidade e a qualidade da matéria-prima. Dentre as variáveis de maior importância, a proporção entre a polpa de banana e a sacarose utilizada na formulação, é a que teve efeito na maioria das respostas sensoriais, no entanto, a qualidade relacionou-se somente com a acidez do produto.

Palavras-chave: banana, variedades, Sigatoka-negra, variáveis de processo, aceitação, composição físico-química, análise multivariada.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

FIGURA 1 - DESENHO ESQUEMÁTICO DA BANANEIRA................................. 37

FIGURA 2 - MORFOLOGIA DA PENCA DE BANANA......................................... 37

FIGURA 3 - CORTE LONGITUDINAL DA BANANA............................................. 38

FIGURA 4 - TABELA DE MATURAÇÃO DE BANANAS....................................... 48

FIGURA 5 - ETAPAS DO PROCESSAMENTO DE DOCE DE BANANA DE

CORTE.............................................................................................. 55

FIGURA 6 - ETAPAS DO PROCESSAMENTO ARTESANAL DE

BANANADAS.................................................................................... 56

FIGURA 7 - PECTINA DE ALTA METOXILAÇÃO (ATM)..................................... 62

FIGURA 8 - PECTINA DE BAIXA METOXILAÇÃO (BTM)................................... 64

FIGURA 9 - PECTINA AMIDADA......................................................................... 65

FIGURA 10 - CÍRCULO DE KRAMER.................................................................... 78

FIGURA 11 - BANANAS DE DIFERENTES VARIEDADES................................... 101

FIGURA 12 - ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS ENTRE AS VARIÁVEIS FÍSICO-

QUÍMICAS........................................................................................ 115

FIGURA 13 - GRÁFICO DA CORRELAÇÃO ENTRE AS VARIÁVEIS E OS

COMPONENTES PRINCIPAIS........................................................ 117

FIGURA 14 - ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS DAS DIVERSAS VARIEDADES

DE BANANAS................................................................................... 118

FIGURA 15 - ETAPAS DA ELABORAÇÃO DE DOCES DE BANANA DE

CORTE.............................................................................................. 128

FIGURA 16 - SANITIZAÇÃO DOS FRUTOS.......................................................... 129

FIGURA 17 - ADIÇÃO DE PECTINA...................................................................... 131

FIGURA 18 - ASPECTO VISUAL DOS DOCES DE BANANA DE CORTE

ELABORADOS COM VARIEDADES RESISTENTES E

VARIEDADE TRADICIONAL............................................................ 140

FIGURA 19 - ANÁLISE DE AGRUPAMENTO DE DOCES DE BANANA DE

CORTE ELABORADOS COM DIFERENTES VARIEDADES........... 145

FIGURA 20 - FAIXA ETÁRIA DOS CONSUMIDORES.......................................... 159

FIGURA 21 - ESCOLARIDADE DOS CONSUMIDORES...................................... 159

FIGURA 22 - TIPOS DE DOCES MAIS CONSUMIDOS........................................ 160

FIGURA 23 - FREQUÊNCIA NO CONSUMO DE DOCES.................................... 160

FIGURA 24 - DOCES CASEIROS MAIS CONSUMIDOS NO ESTADO DA

BAHIA E NO ESTADO DO PARANÁ............................................... 161

FIGURA 25 - FREQUÊNCIA NO CONSUMO DE DOCES DE BANANA............... 161

FIGURA 26 - GRÁFICO DA CORRELAÇÃO ENTRE OS ATRIBUTOS

AVALIADOS NO TESTE DE ACEITAÇÃO DOS DOCES DE

BANANA DE CORTE ELABORADOS COM VARIEDADES

RESISTENTES À SIGATOKA-NEGRA E OS COMPONENTES

PRINCIPAIS...................................................................................... 164

FIGURA 27 - ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS DOS DOCES DE BANANA DE

CORTE ELABORADOS COM VARIEDADES RESISTENTES À

SIGATOKA-NEGRA AVALIADOS NO TESTE DE

ACEITAÇÃO..................................................................................... 166

FIGURA 28 - REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS DIMENSÕES 1 E 2 DO

MAPA INTERNO DA PREFERÊNCIA MOSTRANDO A POSIÇÃO

DOS DOCES DE BANANA DE CORTE ELABORADOS COM

VARIEDAES RESISTENTES À SIGATOKA-NEGRA EM

RELAÇÃO AO SABOR..................................................................... 167

FIGURA 29 - POSIÇÃO DOS CONSUMIDORES NO ESPAÇO DEFINIDO PELA

PRIMEIRA E SEGUNDA DIMENSÃO.............................................. 168

FIGURA 30 - DENDROGRAMA DOS CONSUMIDORES (n=80).......................... 169

FIGURA 31 - INTENÇÃO DE COMPRA DE DOCES DE BANANA DE CORTE ELABORADOS COM VARIEDADES DE BANANA RESISTENTES À SIGATOKA-NEGRA (SOMA DOS PONTOS CERTAMENTE COMPRARIA E POSSIVELMENTE COMPRARIA)................................................................................... 171

FIGURA 32 - GRÁFICO COM ORIGEM DA BANANA EM AGROINDÚSTRIAS DAS REGIÕES DOS ESTADOS DE SÃO PAULO, PARANÁ, MINAS GERAIS, BAHIA E SANTA CATARINA................................ 183

FIGURA 33 - GRÁFICO DO DESTINO DAS VENDAS DOS DOCES DE BANANA ELABORADOS EM ALGUMAS REGIÕES DO ESTADO DE SÃO PAULO............................................................................... 184

FIGURA 34 - GRÁFICO DO DESTINO DAS VENDAS DOS DOCES DE BANANA ELABORADOS EM ALGUMAS REGIÕES DO ESTADO DE SANTA CATARINA..................................................................... 185

FIGURA 35 - GRÁFICO DO TIPO DE MÃO DE OBRA UTILIZADA NAS AGROINDÚSTRIAS DE DOCES DE BANANA................................ 187

FIGURA 36 - GRÁFICO DAS PRINCIPAIS VARIEDADES DE BANANA UTILIZADAS PELAS AGROINDÚSTRIAS....................................... 188

FIGURA 37 - GRÁFICO COM PONTO DE MATURAÇÃO DE BANANA ADOTADOS PELAS AGROINDÚSTRIAS DE DOCES.................... 189

FIGURA 38 - GRÁFICO COM EMBALAGENS MAIS UTILIZADAS PELAS AGROINDÚSTRIAS DE DOCES DE BANANA................................ 190

FIGURA 56 - GRÁFICO DE PARETO PARA O GOSTO DE QUEIMADO EM

DOCE DE BANANA DE CORTE...................................................... 235

FIGURA 57 - INTERPRETAÇÃO GEOMÉTRICA DO EFEITO COMBINADO DA

PROPORÇÃO E DO pH SOBRE O GOSTO DE QUEIMADO EM DOCE DE BANANA DE CORTE....................................................... 235

FIGURA 58 - GRÁFICO DE PARETO PARA A RESISTÊNCIA AO CORTE DE DOCE DE BANANA DE CORTE...................................................... 236

FIGURA 59 - GRÁFICO DE PARETO PARA A ADESIVIDADE DE DOCE DE BANANA DE CORTE........................................................................ 237

FIGURA 60 - GRÁFICO DE PARETO PARA A MACIEZ TÁTIL DE DOCE DE BANANA DE CORTE........................................................................ 238

FIGURA 61 - GRÁFICO DE PARETO PARA A MACIEZ ORAL DE DOCE DE BANANA DE CORTE........................................................................ 238

FIGURA 62 - GRÁFICO DE PARETO PARA A QUALIDADE DE DOCE DE BANANA DE CORTE........................................................................ 240

LISTA DE TABELAS

TABELA 1 - PRODUÇÃO DE BANANA NO BRASIL – 2007 A 2008................... 35

TABELA 2 - VOLUME DE BANANA COMERCIALIZADO NO CEAGESP-SP

NO PERÍODO DE 2004 A 2008 (EM TONELADAS)........................ 35

TABELA 3 - RESUMO DA CLASSIFICAÇÃO DO GÊNERO MUSA. .................... 39

TABELA 4 - GRUPO GENÔMICO E SUBGRUPO DAS PRINCIPAIS

CULTIVARES DE BANANA NO BRASIL EM 1994.......................... 41

TABELA 5 - CARACTERÍSTICAS DAS PRINCIPAIS VARIEDADES DE

BANANEIRA DO BRASIL................................................................. 44

TABELA 6 - COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DE DIFERENTES VARIEDADES

DE BANANA, EM 100 GRAMAS...................................................... 52

TABELA 7 - FORMULAÇÕES DE DOCES DE BANANA DE CORTE................. 57

TABELA 8 - CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE DIFERENTES

VARIEDADES DE BANANA............................................................. 109

TABELA 9 - PERFIL DE AÇÚCARES E SÓLIDOS EM DIFERENTES

VARIEDADES DE BANANA............................................................. 110

TABELA 10 - MATRIZ DE CORRELAÇÃO DAS VARIÁVEIS ANALISADAS DE

TODAS AS AMOSTRAS................................................................... 115

TABELA 11 - VARIAÇÃO DE CADA COMPONENTE PRINCIPAL E SUA

IMPORTÂNCIA EM RELAÇÃO À VARIAÇÃO TOTAL..................... 116

TABELA 12 - COMPONENTES PRINCIPAIS E COEFICIENTES DE

PONDERAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE

FRUTOS DE DIFERENTES VARIEDADES DE BANANA............... 116

TABELA 13 - CONTRIBUIÇÃO RELATIVA (Sj) DE 10 CARACTERÍSTICAS PARA A DIVERSIDADE DE OITO VARIEDADES DE BANANA...... 117

TABELA 14 - CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE DOCES DE BANANA DE CORTE ELABORADOS COM FRUTOS DE DIFERENTES VARIEDADES........................................................... 137

TABELA 15 - DETERMINAÇÃO DE AÇÚCARES, RENDIMENTO E ATIVIDADE DE ÁGUA EM DOCES DE BANANA DE CORTE ELABORADOS COM FRUTOS DE DIFERENTES VARIEDADES............................ 138

TABELA 16 - PARÂMETROS DE COR E TEXTURA DE DOCES DE BANANA DE CORTE ELABORADOS COM FRUTOS DE DIFERENTES VARIEDADES................................................................................... 139

TABELA 17 - CONTAGEM DE FUNGOS FILAMENTOSOS E LEVEDURAS EM PLACAS............................................................................................ 141

TABELA 31 - DESEMPENHO DOS JULGADORES CANDIDATOS A EQUIPE

SENSORIAL EM RELAÇÃO AO PODER DISCRIMINATÓRIO

(PAMOSTRAS) E REPETIBILIDADE (PREPETICAO). VALORES

DESEJÁVEIS (PAMOSTRAS) <0,50 E (PREPETICAO) >0,05...................... 221

TABELA 32 - MÉDIAS DOS ATRIBUTOS SENSORIAIS DOS TRATAMENTOS

COM DOCES DE BANANA DE CORTE........................................... 223

TABELA 33 - ANÁLISE DOS EFEITOS SOBRE A APARÊNCIA E O ODOR EM

DOCES DE BANANA DE CORTE.................................................... 228

TABELA 34 - ANÁLISE DOS EFEITOS SOBRE AS SENSAÇÕS GUSTATIVAS

E OLFATIVAS EM DOCES DE BANANA......................................... 229

TABELA 35 - ANÁLISE DOS EFEITOS SOBRE OS PARÂMETROS DE

TEXTURA EM DOCES DE BANANA............................................... 230

TABELA 36 - ANÁLISE DOS EFEITOS SOBRE A QUALIDADE DE DOCES DE

BANANA DE CORTE........................................................................ 239

LISTA DE ABREVIATURAS

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas AGRIANUAL Anuário Estatístico da Agricultura Brasileira AM Amazonas ANOVA Análise de variância AOAC Association of Official Analytical Chemists ATM Pectina de alta metoxilação BA Bahia BSV Banana Streak Virus BTM Pectina de baixa metoxilação CATI Coordenadoria de Assitência Técnica Integral CEAGESP Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CIE Comissão Internacional da Iluminação CNPMF Centro Nacional de Pesquisa em Mandioca e Fruticultura DM Grau de metoxilação DRBC Agar Dicloran Rosa de Bengala Cloranfenicol EBDA Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola EMATER Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária FAO Food and Agriculture Organization FHIA Federación Hondurenã de Investigación Agrícola IAL Instituto Adolfo Lutz IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ITAL Instituto de Tecnologia de Alimentos MG Minas Gerais MIP Mapa Interno de Preferência NBR Norma Brasileira NEPA Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação NUTEC Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará PBMH Programa Brasileiro para a Modernização da Horticultura PIF Produção Integrada de Frutas PR Paraná PVC Cloreto de polivinila esticável RDC Resolução de Diretoria Colegiada SC Santa Catarina SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SP São Paulo SSA-SP Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo UFC Unidades formadoras de colônia UNICAMP Universidade Estadual de Campinas UPGMA Unweighted Pair-Group Method with Arithmetical Average USA-SAG Grau da pectina