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Asme IX, Notas de estudo de Cultura

asme lx traduzida

Tipologia: Notas de estudo

2011
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Compartilhado em 03/04/2011

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wesley-luiz-5 🇧🇷

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ÍNDICE GERAL Introdução à Edição Brasileira .....cscccsisiisiscisceo Coe Comissão de Equipamentos do Instituto Brasileiro de Petróleo . Comissão de Tradução do Código ASME a Traduiores e Redatores da Seção IX — Edição 1983 . . Entidades que participaram na Tradução da Seção IX — Edição 1983 Cras Código ASME de Caldeiras e Vasos de Pressão — Lista de Publicações Casos do Código, Interpretações, Adendas ............ Prefácio ...ccciiciiss scene ee na eae en Declaração de Critérios para o uso dos símbolos do Cédigo e autorização do Código para fins de publicidade ....ccccccisisicssss siste arara aa aaa ae aa Declaração de Critérios quanto à identificação de itens fabricados conforme o Código ASME Membros da ASME responsáveis pela conversão de unidades ......iciciciiiiiiiiiioo ASME — Organograma e Membros Titulares Introdução css RPPN Cetera PARTE QW — SOLDAGEM ARTIGO | Requisitos Gerais de Soldagem QW-100 Generalidades .....iiiiciiciccssi RNP RR QW-110 Orientações das Soldas .....ccciisiciccstisir carrera narra QuW-120 Posições dos Testes para as Soldas em Juntas Chanfradas dera QW-130 Posições dos Testes para as Soldas em Ângulo ...... QW-140 Tipos e Finalidades dos Testes e Exames QW-150 Testes de Tração ... cio. QW-160 Testes de Dobramento Guiado QW-170 Testes de Impacto ............. QW-180 Testes das Soldas em Ângulo des QW-190 Outros Testes e Exames ........cciiciiiisoo Apêndice | Gráficos das Imperteições de Formato Arredondado .........ccii. ARTIGO Il Qualificação dos Procedimentos de Soldagem QW-200 Generalidades ....cccccccccso . RR QW-210 Preparação dos Materiais para “Testes rea RR QW-250 Variáveis de Soldagem .. RP QW-280 Processos Especiais ......cciciciicisscsscsseisers ARTIGO Ml Qualificação do Desempenho de Soldagem QW-300 Generalidades ......cciiccis cics c see e resets OW-310 Materiais para os Testes de Qualificação . . QW-320 Retestes e Renovação da Qualificação .... QW-350 Variáveis de Soldagem para Soldadores QW-360 Variáveis de Soldagem para Operadores v x XIV XVI XVI XVII xvnt XXVI ANDAR CINA + 12 16 18 23 ARTIGO IV QW-400 QW-410 QW-420 QW-430 QW-440 QW-450 QW-460 QW-470 QW-490 Apêndice A Apêndice B ARTIGO XI QB-100 qB-110 QB-120 QB-140 QB-150 QB-160 QB-170 qB-180 ARTIGO XII QB-200 QB-210 QB-250 ARTIGO XIN QB-300 0B-30 QB-320 QB-350 ARTIGO XIV QB-400 QB-410 QB-420 QB-430 QB-450 QB-460 QB-470 QB-480 QB-490 Apêndice A Apêndice B Apêndice C Dados de Soldagem Variáveis Técnica P-Números F-Números Composição Química do Metal de “Solda . Corpos de Prova Gráficos Ataque com Reagentes Químicos — "Processos e “Reagentes decreasarao Definições ....lccccciiii e a ee Não Obrigatório —— Sugestões para Formulários de Soldagem .......... Obrigatório — Preparação de Consultas Técnicas para o Comitê de Caldei- ras e Vasos de Pressão .........ccccisisscisscccees cereais PARTE QB — BRASAGEM Requisitos Gerais de Brasagem Generalidades .......iiiiiciiiinii decir Orientação das Soldas por Brasagem .. Posições dos Testes para Juntas Sobrepostas, de Topo, e do tipo Macho | e Fêmea cics . . Tipos e Finalidades dos Testes e Exames Testes de Tração ....cio. necis Testes de Dobramento Guiado dores Testes de Arrancamento ......ciicccisisiisiisiicerr Ro Testes de Secionamento e Materiais para Testes de Produção ........ Qualificação dos Procedimentos de Brasagem Generalidades .....cccis Cereais Preparação dos Materiais “para Testes dci Variáveis de Brasagem .....icccciciiiicioo Qualificação do Desempenho de Brasagem Generalidades RP dec Materiais para os Testes de Qualificação .. Retestes e Renovação da Qualificação ......... Variáveis de Brasagem para Soldadores e Operadores Dados de Brasagem Variáveis .. Técnica P-Números F-Números Corpos de Prova .. Gráficos Processos AIRE Formulários ........... Definições Não Obrigatório — Sugestões para Formulários de Brasagem Obrigatório — Preparação de Consultas Técnicas para o Comitê de Caldei- ras e Vasos de Pressão ........ccccicis sis sice siste esa renrreaa Unidades SI ......... Cesariana assar Ceci cenera iris Glossário Inglês-Português de Termos Técnicos ........ Eee araras cena Índice por Assunto .......sscciccsiiisii cirrose 140 142 142 200 201 204 218 (c) Qualificações do desempenho, Artigo III (soldagem) e Artigo XIII (brasagem); e (d) Dados, Artigo IV (soldagem) e Artigo XIV (brasagem). Esses Artigos contêm referências e recomen- dações gerais aplicáveis aos requisitos para as qualificações do procedimento e do desempe- nho tais como posições, tipos e finalidades dos vários testes mecânicos, critérios de aceitação, e a aplicabilidade da Seção IX, incluídos no Preâm- bulo da Edição 1980 da Seção IX (esse Preâmbulo foi suprimido na presente Edição). Os Artigos de Requisitos Gerais referenciam os Artigos sobre Dados, para os detalhes correspondentes aos equipamentos de testes e à retirada dos corpos de prova para testes mecânicos. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS Cada processo que tenha sido avaliado pela Seção IX é relacionado, separadamente, com as variáveis essenciais e não essenciais, conforme aplicáveis a esse processo particular. Em geral, a Especificação do Procedimento de Soldagem (EPS) e a Especificação do Procedimento de Bra- sagem (EPB) devem listar todas as variáveis es- senciais e não essenciais para cada processo in- cluído em uma especificação particular do proce- dimento, Se for introduzida uma modificação em qualquer variável essencial, será requerida uma requalificação do procedimento. Se for introdu- zida uma alteração em uma variável não essen- cial, o procedimento necessita somente ser revi- sado ou corrigido, para assinalar a mudança ocor- rida na variável não essencial. Quando a resistên- cia ao impacto for requerida por algum Código de Construção, as variáveis essenciais suplemen- tares tornam-se variáveis essenciais adicionai: esta mudança requer a requalificação do proce- dimento. Atém desses aspectos, e para abranger vários processos, a Seção IX também fornece regras para a qualificação dos procedimentos referentes aos revestimentos com metal de solda resistente à corrosão, e aos revestimentos com meta! de solda para endurecimento de superfícies. QUALIFICAÇÃO DO DESEMPENHO Esses Artigos relacionam, separadamente, os vários processos de soldagem e de brasagem, com as variáveis essenciais aplicáveis à qualificação do desempenho, para cada processo. As qualifi- cações dos soldadores, soldadores de brasagem e operadores de equipamentos de brasagem são limitadas pelas variáveis essenciais. Em geral, a qualificação do operador de equipamentos de sol- dagem é limitada somente pela variação de uma XXvII única variável essencial, ou seja, o processo de soldagem utilizado. Os Artigos referentes à qualificação do desem- penho possuem inúmeros parágrafos que descre- vem as variáveis geralmente aplicáveis a todos os processos. Os parágrafos QW-350 e QB-350 relacionam as variáveis essenciais adicionais, apli- cáveis a processos específicos. As variáveis re- lacionadas no parágrafo QW-350 não são aplicá- veis aos operadores de equipamentos de solda- gem. De um modo geral, um soldador ou um opera- dor de equipamentos de soldagem pode ser qua- lificado por testes mecânicos de dobramento, pela radiografia de uma chapa de teste, ou pela radio- grafia da sua solda inicial de produção. Os sol- dadores de brasagem e os operadores de equi- pamentos de brasagem podem não ser qualifica- dos pelo exame radiográfico. DADOS DE SOLDAGEM E DE BRASAGEM Os Artigos referentes aos dados de soldagem e de brasagem incluem as variáveis agrupadas em categorias, tais como juntas, materiais base e materiais de adição, soluções, pré-aquecimento, tratamento térmico após a soldagem, gases, ca- racterísticas elétricas e técnica, Esses dados são referenciados por outros Artigos, conforme sejam aplicáveis a cada processo, Esses Artigos são frequentemente utilizados de forma imprópria, através da seleção de variáveis não aplicáveis a um determinado processo. As variáveis (QW-402 a QW-410 e QB-402 a QB-410) somente são aplicáveis, conforme referenciadas no Artigo Il ou Artigo III, e também no Artigo XII ou Artigo XIll, para o processo aplicável. O usuário da Seção IX não deve tentar a apli- cação de qualquer variável não referenciada pelas tabelas particulares, para os processos incluídos nos parágrafos QW-250, QW-350, QB-250 e QB- -350. Esses Artigos também incluem as designações de P-Números e F-Números, para materiais base e materiais de adição particulares, respectivamen- te. O Artigo IV também inclui as tabelas de A-Números para referência do fabricante. As tabelas QW-451 e QB-451 fornecem os re- quisitos de espessura para a qualificação do pro- cedimento, enquanto as tabelas QW-452 e QB- -452 fornecem os requisitos de espessura para a qualificação do desempenho; essas tabelas, en- tretanto, somente devem ser usadas quando fo- rem referenciadas por outros parágrafos. As revisões à Edição 1980 da Seção IX introdu- ziram novas definições para as posições e acres- centaram um gráfico para as orientações das sol- das em ângulo, a fim de complementar o gráfico de orientações das soldas em chanfro. A nova revisão para as posições indica que um soldador que se qualificar nas posições 1G, 2G, 3G, etc. estã qualificado para as posições plana, vertical, horizontal ou sobrecabeça, conforme for apro- priado, A tabela QW-461,9 é uma tabela revisada que sumariza essas novas qualificações. Os Artigos sobre dados de soldagem e de bra- sagem também apresentam gráficos reterentes à orientação dos materiais de teste, à retirada dos corpos de prova e às dimensões dos dispositivos de teste. Esses gráficos são referenciados pelos Artigos ! e XI. O parágrafo QW-470 descreve os processos de ataque químico e os reagentes; o parágrafo QB- -470 relaciona os H-Números. As partes finais dos Artigos IV e XIV apresen- tam definições gerais aplicáveis à Seção IX — soldagem e brasagem, respectivamente. Essas de- tinições podem diferir, ligeiramente, das defini- ções dadas em outros documentos de soldagem. Os Formulários não obrigatórios para as quali- ficações do procedimento e do desempenho são encontrados no Apêndice A (QW), para soldagem, e no Apêndice A (QB), para brasagem, Esses For- mulários são fornecidos para que sirvam de auxi- lio aos que não desejem elaborar os seus pró- prios Formulários. Podem ser usados quaisquer Formulários que incluam todos os requisitos apli- cáveis da Seção IX. xxvim 90W — ART. | dadores/operadores de equipamentos para sol- dagem, reatizados de acordo com os requisitos da Edição da Seção IX anteriores a 1962, e nos quais foram atendidas todas as exigências da Edição 1962 ou posteriores, também podem ser uti- lizados. As Especificações do Procedimento de Solda- gem que atendam aos requisitos acima reteridos, não necessitam ser revisadas para a inclusão de quaisquer variações requeridas por Edições ou Adendas posteriores. As qualificações de novas Especificações do Procedimento de Soldagem e a requalificação de Especificações do Procedimento de Soldagem existentes, devem estar de acordo com a Edição corrente (ver Prefácio) da Seção IX e respectivas Adendas. QW-101 Escopo As disposições estabelecidas nesta Seção apli- cam-se à preparação das Especificações do Pro- cedimento de Soldagem, e à qualificação dos Pro- cedimentos de Soldagem e dos soldadores e ope- radores, para todos os tipos de processos de soldagem, manuais e automáticos, permitidos em outras Seções deste Código. Estas disposições podem ser adaptadas e aplicáveis, na medida em que o sejam, a outros processos manuais ou me- canizados não relacionados nesta ou em outras Seções do Código. QW-102 Termos e Definições Alguns dos termos mais comuns relativos à sol- dagem são definidos em QW-492. Essas defi ções estão substancialmente de acordo com as definições da AWS (American Welding Society), estabelecidas no seu documento “AS.0-80 Termos e Definições”. Sempre que o texto referir-se a tubo de condu- são (pipe), deve ser igualmente aplicável a tubo (tube). QW-103 Responsabilidade QW-103,1 Soldagem — Cada fabricante (') ou contratante (!) é responsável pela soldagem efe- tuada em sua organização e deve realizar os testes requeridos nesta Seção, referentes à qualificação dos procedimentos empregados nas soldas efe- tuadas, para que essas soldas estejam de contor- midade com este Código. Deve também efetuar os testes do desempenho dos soldadores e ope- radores que utilizem tais procedimentos. QW-1093.2 Registros — Cada fabricante ou con- tratante deve manter um registro dos resultados dos testes efetuados para a qualificação dos pro- cedimentos e para a qualificação do desempenho dos soldadores e operadores. Esses registros de- vem ser certificados pelo fabricante ou contratan- te e devem ser acessíveis ao Inspetor Autorizado (ver Formulários recomendados no Apêndice A — não obrigatório). (!) Sempre que essas patavras são usadas na Seção IX, também significam instalador ou montador. NT — A palavra “tubo” é empregada nesta Seção, tanto para “tube” como para “pipe”. — Pata simplicidade de tradução é de texto, a palavra “operador” é empregada neste Artigo 6 nos demais que compõem a Parte QW, para designar “operador de equipa- mentos para soldagem”. QW-HO ORIENTAÇÕES DAS SOLDAS As orientações das soldas estão ilustradas em QW-461,1 ou QW-461,2, QW-120 POSIÇÕES DOS TESTES PARA AS SOLDAS EM JUNTAS CHANFRADAS As soldas em juntas chanfradas podem ser fei- tas em material de teste orientado em qualquer das posições indicadas em QW-461.3 ou QW-461.4, tal comô descritas nos parágrafos seguintes, ex- ceto que, durante a soldagem, são permitidos um desvio angular de + 15º em relação aos planos horizontal e vertical especificados, e um desvio angutar de + 5º em relação ao plano inclinado especificado. QW-121 Posições para chapas QW-121.1 Posição plana 1G — Chapa no plano horizontal, com o metal de solda depositado por cima; ver Fig. QW-461.3(a). QW-121.2 Posição horizontal 2G — Chapa no plano vertical, com o eixo da solda na posição horizontal; ver Fig. QW-461.3(b). QW-121.3 Posição vertical 3& — Chapa na po- sição vertical, com o eixo da solda na posição vertical; ver Fig. QW-461.3(c). QM-121.4 Posição sobrecabeça 4G — Chapa no plano horizontal, com o metal de solda deposi- tado por baixo; ver Fig. QW-461.3(d). QW-122 Posições para tubos QW-122.1 Posição plana 1G — O tubo é colo- cado com o seu eixo na posição horizontal, sendo girado durante a soldagem, de forma que o me- tal de solda seja depositado por cima; ver Fig. QW-461.4(a). QW-122.2 Posição horizontal 2G — Tubo com o eixo na posição vertical e o eixo da solda em um plano horizontal. O tubo não deve girar du- rante a soldagem; ver Fig. QW-461.4(b). Qw-122.3 Posição múltipla 5G — Tubo com o eixo na posição vertical! e o chantro para solda- gem em um plano vertical, Os tubos não devem ser girados durante a soldagem; ver Fig. QW- -461.4(0). GW-122.4 Posição múltipla 6G — Tubo com o eixo inclinado de 45º em relação ao plano hori- zontal. O tubo não deve ser girado durante a sol- dagem: ver Fig. QW-461.4(d). Qw-123 Posições de testes para as soldas de pinos QW-123,1 Soldagem de pinos — As soldas de pinos podem ser feitas em material de teste orien- tado em qualquer das posições descritas em QW- -121 (para chapas) e QW-122 (para tubos, excluin- do QW-122,1). Em todos os casos, os pinos de- vem ficar perpendiculares à superfície da chapa ou do tubo; ver Figs. QW-461.7 e QW-461.8. QW-130 POSIÇÕES DOS TESTES PARA AS SOLDAS EM ÂNGULO As soldas em ângulo podem ser feitas em mate- riais de teste orientados em qualquer das posi- ções indicadas em QW-461,5 ou QW-461.6, con- torme descritas nos parágrafos seguintes, permi- tindo-se um desvio angular de + 15º em relação aos planos horizontal e vertical especificados, du- rante a soldagem. QW-131 Posições para as chapas nas soldas em ângulo QW-131.1 Posição plana 1F — As chapas são colocadas de forma que o eixo da solda seia ho- rizontal e a garganta da solda seja vertical; ver Fig. QW-461.5(a), QW-131.2 Posição horizontal 2F — As chapas são colocadas de forma que o eixo da solda seja horizontal e que o metal de solda seja depositado sobre a face horizontal superior e contra a super- fície vertical; ver Fig. QW-461.5(b). QW-131.3 Posição vertical 3F — As chapas são colocadas de forma que o eixo da solda deposi- tada seja vertical; ver Fig. QW-461.5(0). QW-131.4 Posição sobrecabeça 4F — As cha- pas são colocadas de forma que o eixo da solda seia horizontal e que o metal de solda seja de- positado sobre a face horizontal inferior e contra a superficie vertical; ver Fig. QW-461,5(d). QW-132 Posições para os tubos nas soldas em ângulo QW-132.1 Posição plana 1F — O tubo é colo- cado com o seu eixo inclinado de 45º em relação ao plano horizontal, e é girado durante a solda- gem, de forma que o metal de adição seja depo- sitado por cima e que, no ponto de deposição, o 9QW— ART. 4 eixo da solda seja horizontal e a garganta da solda seja vertical; ver Fig. QW-461.6(a). QW-132.2 Posições horizontais 2F e 2FR (a) Posição 2F — Os tubos são colocados com os seus eixos na posição vertical, de forma que o metal de solda seja depositado sobre a face hori- zontal superior e contra a superfício vertical. O eixo da solda será horizontal e os tubos não de- vem ser girados durante a soldagem; ver Fig. QW- -461.6(b). (b) Posição 2FR -— Os tubos são colocados com os seus eixos na posição horizontal, ficando o eixo da solda depositado no ptano vertical. Os tubos são girados durante a soldagem; ver Fig. QW-461.6(c). QW-132.3 Posição sobrecabeça 4F — Os tubos são colocados com os seus eixos na posição ver- tical, de forma que o metal de solda seja deposi- tado na face horizontal inferior e contra a super- tície vertical. O eixo da solda será horizontal e os tubos não deverão ser girados durante a solda. gem; ver fig. QW-461.6(d). QW-132.4 Posição múltipla 5F — Os tubos são colocados com os seus eixos na posição horizon- tal, ficando o eixo da solda depositado no plano vertical, Os tubos não devem ser girados durante a soldagem; ver Fig. QW-461.6(e). QW-140 TIPOS E FINALIDADES DOS TESTES E EXAMES QW-141 Testes mecânicos Os testes mecânicos usados nas qualificações do procedimento e do desempenho são os se- guintes: QW-141.1 Testes de tração — Os testes de tra- são, conforme descritos em QW-150, são empre- gados para determinar o limite de resistência à tração das soldas de juntas chaniradas: QW-141.2 Testes de dobramento guiado — Os testes de dobramento guiado, conforme descritos em QW-160, são usados para determinar o grau de sanidade e a ductilidade das juntas com sol- das de chanfro. QW-141,3 Testes para as soldas em ângulo — Esses testes, conforme descritos em QW-180, são utilizados para determinar o tamanho, o contorno eo grau de sanidade das soldas em ângulo. QUW-141.4 Testes de impacto — Os testes de im- pacto, conforme descritos em QW-171 e QW-172, são usados para determinar a resistência ao im- pacto das soldas efetuadas, QU-141,5 Testes para as soldas de pinos — Os testes de flexão, martelamento, torque e tração, conforme ilustrados em QW-466.4, QW-466.5 e QW-466.6, respectivamente, e um exame macro- QW-151.4 Corpos de prova de seção Integral — Tubos — Para os testes de tração de tubos com diâmetro externo igual ou menor do que 75 mm, podem ser usados corpos de prova com as dimen- sões dadas em QW-462.1(e). QW-152 Procedimento para os testes de tração Os corpos de prova para os testes de tração devem ser rompidos sob carga de tração axial. A resistência à tração deve ser calculada, dividin- do-se a carga de ruptura pela área da menor se- ção transversal do corpo de prova, medida antes da aplicação da carga. QW-153 Critérios de aceitação — Testes de tração QW-153.1 Resistência à tração — Para que o teste de tração seja aprovado, é necessário que o corpo de prova tenha uma resistência à tração não menor do que: (a) o limite mínimo de resistência à tração es- pecificado para o metal base; ou “" (b) o limite mínimo de resistência à tração do menos resistente dos metais base, no caso de se- rem usados metais base de diferentes resistên- cia à tração; ou (c) o limite mínimo de resistência à tração es- pecificado para o metal de solda, nos casos em que for permitida pela Seção aplicável do Código, a utlização de um meial de selda com resistência à tração inferior à do metal base, na temperatura ambiente; (d) se o corpo de prova romper no metal base, externamente à solda ou à linha de fusão, o teste deve ser aprovado, desde que a resistência doter- minada tenha um valor minimo igual ou superior a 95% da resistência à tração especificada para. o metal QW-160 TESTES DE DOBRAMENTO GUIADO QW-161 Corpos de prova Os corpos de prova para os testes de dobra- mento guiado devem ser preparados cortando-se chapas ou tubos para testes, de maneira que se- jam obtidos corpos de prova de seção transversal aproximadamente retangular. As superfícies cor- tadas devem ser designadas como laterais ou la- dos do corpo de prova. As outras duas superfi- cies devem ser designadas de superfícies de face e de raiz. A superfície de face é a que apresenta a maior largura de solda. A espessura dos corpos de prova e os raios de dobramento estão indica- dos em QW-466.1, QW-466.2 e QW-468,3. Os cor- pos de prova para os testes de dobramento guia- do são de cinco diferentes tipos, em função de o 90W— ART. | eixo da solda ser transversal ou paralelo ao eixo longitudinal do corpo de prova, e de qual das superficies (laterais, face ou raiz) esteja no lado convexo (externo) do corpo de prova dobrado. Os cinco tipos são definidos da seguinte forma: QW-161.1 Dobramento transversal lateral — A solda é transversal ao eixo longitudinal do corpo de prova, de forma que uma das suas superfícies laterais torna-se a superfície convexa do corpo de prova dobrado. Os corpos de prova para o dobra- mento transversal lateral devem ter as dimensões indicadas em QW-462.2, Os corpos de prova de metal base com espes- sura acima de 40 mm podem ser cortados em tiras aproximadamente iguais, com larguras entre 20 mm e 40 mm, ou então ser dobrados mantendo a própria largura original (espessura do metal base). As exigências referentes à largura dos dis- positivos de teste estão indicadas em QW-466. Nos casos em que forem usados corpos de pro- va múltiplos, um conjunto completo deve ser pre- parado para cada teste exigido. Cada corpo de prova testado deve satisfazer às exigências esti- puladas em QW-163. QW-161.2 Dobramento transversal de face — A solda é transversal ao eixo longitudinal do corpo de prova, de forma que a face da solda torna-se a superfície convexa do corpo de prova dobrado. Os corpos de prova para dobramento transver- sal de face devem ter as dimensões indicadas em QW-462.3(a). Para os corpos de prova de seção reduzida, ver o item QW-161.4. QW-161,3 Dobramento transversal de raiz — A solda é transversal ao eixo longitudinal do corpo de prova, de forma que a superficie da raiz da solda venha a ser a superfície convexa do corpo de prova dobrado. Os corpos de prova para o do- bramento transversal de raiz devem ter as suas dimensões conforme QW-462.3(a). Para os corpos de prova de dimensões reduzidas ver QW-161.4. QW-161.4 Dobramento transversal de tace e de raiz em corpos de prova com dimensões reduzidas — Ver Nota (2) do item QW-462.3(a). QW-161.5 Teste de dobramento longitudinal — Os testes de dobramento longitudinal podem ser usados em substituição aos testes de dobramento transversal lateral, de face e de raiz, para os tes- tes dos metais de solda ou de combinações de metais de solda que difiram sensivelmente em propriedades de dobramento, entre: (a) os dois metais base; ou (b) o metal de solda e o metal base. QW-161.6 Dobramento longitudinal de face — A solda é paralela ao eixo longitudinal do corpo de prova, de forma que a face da solda venha a ser a superfície convexa do corpo de prova do- 9QW—ART. | brado. Os corpos de prova para o dobramento longitudinal de face devem ter as dimensões indi- cadas em QW-462.3(b). QW-161.7 Dobramento longitudinal de raiz — A solda é paralela ao eixo longitudinal do corpo de prova, de forma que a superfície da raiz da solda venha a ser a superfície convexa do corpo de prova dobrado. Os corpos de prova para O dobramento longitudinal de raiz devem ter as di- mensões indicadas em QW-462.3(b). QW-162 Procedimento para os testes de dobramento guiado QW-182,1 Dispositivos — Os corpos de prova para dobramento guiado devem ser dobrados em dispositivos que estejam de acordo com QW-466. Quando forem usados dispositivos conforme a Fig. QW-466.1 ou Fig. QW-466.2, o lado do corpo de prova voltado em direção da abertura do dis- positivo deve ser a face para os dobramentos de face, ou a raiz para os dobramentos de raiz, ou a lateral com os maiores defeitos, se existirem, para os dobramentos das laterais. O corpo de prova deve ser forçado para deniro da matriz do dispositivo, até que o corpo de prova tenha sido de tal forma dobrado, que uma vareta de 3 mm de diâmetro não possa ser inserida en- tre o corpo de prova e a matriz (Fig. QW-466.1), ou que o corpo de prova seja expelido pelo fundo, quando forem empregados dispositivos idênticos aos ilustrados na Fig. QW-466.2. Quando forem usados dispositivos do tipo mos- trado em QW-466,3, em que o corpo de prova é dobrado em torno de um rolo fixo, o lado do corpo de prova voltado em direção do rolete mó- vel, será a face para os dobramentos de face, a raiz para os dobramentos de raiz, e a lateral com os maiores defeitos, se existirem, para os dobra- mentos das laterais. Para os corpos de prova com larguras maiores do que 40 mm, que devem ser dobrados confor- me permitido em QW-462.2, o mandril do disposi- tivo de teste deve ter uma largura que seja, no mínimo, 6 mm maior do que a largura do corpo de prova. QW-163 Critérios de aceitação — Testes de dobramento No teste de dobramento transversal, a solda e a zona afetada pelo calor (desenvolvido durante as operações de soldagem) devem estar comple- tamente contidas na parte dobrada do corpo de prova, após o teste. Os corpos de prova não devem apresentar de- feitos visíveis na solda, ou na zona afetada pelo calor, maiores do que 3 mm, medidos em qual- quer direção na superfície convexa do corpo de prova, após o dobramento. As trincas verificadas nos cantos dos corpos de prova dobrados não devem ser consideradas, exceto quando consti- tuam evidência clara de que resultam de inclu- sões de escórias ou de ouiros defeitos internos das juntas. Os corpos de prova que têm o metal base re- vestido com metaf de solda resistente à corrosão, não devem apresentar defeitos visíveis no reves- timento maiores do que 1,5 mm, medidos em qualquer direção, ou maiores do que 3 mm, em * qualquer trecho da interface (plano de separação entre o metal base e o revestimento). QW-170 TESTES DE IMPACTO QW-171 Testes de impacto — Charpy com entalhe V QW-171,1 Generalidades — Os testes de im- pacto Charpy com entalhe V devem ser efetuados quando forem requeridos por outras Seções do Código. Os procedimentos e os equipamentos ou dispositivos para testes devem estar de acordo com os requisitos da especificação SA-370 (Seção U — Parte A). QW-171.2 Aceitação — Os critérios de aceita- ção devem estar em concordância com os requi- sitos da Seção do Código que determine a rea- lização dos testes. QW-171.3 Localização e orientação dos corpos de prova para os testes — Os corpos de prova para os testes de impacto e a localização e orien- tação do entalhe devem estar de acordo com as exigências estabelecidas na Seção do Código que determine a realização dos testes. Quando da qualificação para a soldagem de tu- bos na posição SG ou 6G, os corpos de prova para testes de impacto devem ser retirados da parte sombreada indicada na Fig. QW-463.1(f). QW-172 Testes de impacto — Teste de queda QW-172.1 Generalidades — Os testes de im- pacto por queda de corpos devem ser efetuados quando forem requeridos por outras Seções do Código. Os procedimentos e os equipamentos ou dispositivos para testes devem estar de acordo com os requisitos da especificação ASTM E208. QW-172.2 Aceitação — Os critérios de aceita- ção devem estar de acordo com a Seção do Có- digo que determine a realização desse teste de queda. QW-172.3 Localização e orientação dos corpos de prova para os testes — Os corpos de prova para os testes de queda, a localização do início da trinca e a orientação devem ser conforme es- tabelecidos na Seção que exigir esse teste. Quando da qualificação para a soldagem de tu- bos na posição 5G ou 6G ,os corpos de prova para o teste de queda devem ser retirados da parte sombreada indicada na Fig. QW-463.1(f). SGW— ART. tação. A aceitação final das radiografias deve ba- sear-se na acuidade com que se observa a ima- gem do penetrômeiro e do furo especificado. QW-191,2 Critérios para a aceitação das radio- grafias QW-191.2.1 Terminologia: Indicações lineares — Trincas, fusão incomple- ta, penetração inadequada e escórias são imper- feições apresentadas na radiografia por indica- ções do tipo linear, nas quais o comprimento é, no mínimo, três vezes maior do que a largura. Indicações de formato arredondado — Porosi- dades e inclusões, como as de escórias ou de tungstênio, são imperfeições apresentadas nas ra- diografias por indicações de formato arredondado, nas quais o comprimento é, no máximo, três ve- zes maior do que a largura, Essas indicações po- dem ser circulares, elípticas ou de forma irregu- lar; podem ter prolongamentos e variar de densi- dade radiográfica. QW-191.2.2 Padrões de aceitação — O exame radiográfico, referente aos testes do desempenho de soldadores e operadores, deve ser julgado ina- ceitáve! quando as radiografias exibirem qualquer imperteição que exceda os limites especificados abaixo; (a) Indicações do tipo linear: (1) qualquer tipo de trinca, ou zona de fusão incompleta, ou falta de penetração; (2) qualquer inclusão de escória alongada, que tenha um comprimento maior que: (a) 3 mm para espessuras t até 10 mm, inclusivo, (b) 1/3 de t, para t acima de 10 mm e até 55 mm, inclusive, (c) 20 mm para t acima de 55 mm. (3) qualquer grupo de inclusões de escórias que estejam em alinhamento e que tenha um compri- menio acumulado maior do que t numa extensão igual a 12t, exceto nos casos em que a distância entre imperfeições sucessivas seja maior do que 6L, onde L é o comprimento da imperfeição mais atongada verificada no agrupamento. (b) Indicações de formato arredondado (1) a dimensão máxima permissível para as im- perfeições de formato arredondado é 20% de t ou 3 mm, a que for menor. (2) para as soldas de materiais com espessu- ras menores do que 3 mm, a quantidade máxima aceitável de imperfeições de formato arredondado não deve ser superior a 12 em um comprimento de solda de 150 mm. Para comprimentos de solda inferiores a 150 mm, deve ser permitida uma quan- tidade de imperfeições proporcionalmente menor. (3) para as soldas em materiais de espessura igual ou maior do que 3 mm, os gráficos do Apên- dice | indicam os limites máximos permissíveis para essas imperfeições, ilustradas com as con- figurações típicas: em agrupamentos, diversifica- das ou dispersas de forma aleatória. As imperfei- ções de formato arredondado menores do que 0,8 mm não devem ser consideradas no julgamen- to das radiografias, quando da aprovação dos corpos de prova de soldadores e operadores nes- sas faixas de espessuras de materiais. QW-191.2.3 Soldas de produção — Os padrões de aceitação que qualifiguem os operadores em soldas de produção, devem ser os especificados na Seção referenciada do Código. Os padrões de aceitação que qualifiquem os soldadores em soldas de produção, conforme permitido em QW-30441, devem ser os indicados em QW-191.2.2, OQW-191.3 Registro dos exames radiográficos — Os resultados dos exames radiográficos para a avaliação do desempenho dos soldadores e ope- radores devem ser registrados de acordo com QW-301.4. QW-192 Testes da soldagem de pinos — Corpos de prova para a qualifcação do procedi- mento QW-192.1 Testes requeridos — Para os testes de qualificação de cada procedimento são regue- ridos 10 pinos soldados. O equipamento para a soldagem de pinos deve ser inteiramente automá- tico, exceto para os casos em que é necessária a partida manual. Os 10 pinos soldados devem ser testados da seguinte forma: (a) 5 pinos, escolhidos alternadamente, devem ser dobrados, por martelamento, até que 25% do seu comprimento esteja em contato com a super- fície do metal base, ou por dobramento até obter- se um desvio angular mínimo de 15º, retornan- do-se os pinos à posição original, mediante o em- prego de dispositivos com as características indi- cadas em QW-466,4. (b) os 5 pinos restantes devem ser submetidos ao teste de torque, usando-se dispositivos de teste conforme QW-466.5. (c) alternativamente, e quando não for possível efetuar o teste de torque, pode-se efetuar o teste de tração, utilizando-se dispositivos similares ao indicado em QW-466.6. No caso de pinos sem cabeça, a extremidade livre do pino deve ser fi- xada pelas garras da máquina de testes. QW-192.2 Critérios de aceitação — Testes de dobramento e martelamento — Para que esses testes sejam aprovados é necessário que cada um dos cinco pinos e as respectivas zonas ale- tadas pelo calor não apresentem sinais visíveis de separação ou de defeitos (trincas ou fraturas), após o dobramento e retorno à posição original, ou após o martelamento. QU-192.3 Critérios de aceitação — Testes de torque — Para que esses testes sejam aprovados, cada um dos cinco pinos deve ser submetido ao torque requerido, conforme indicado na tabela se- guinte, antes que ocorra a fratura. Torque requerido para os testes de pinos roscados Designação básica Torque requerido, da rosca Nm M5 x 1 52 MB x1 184 MB x 1,25 125 MIO x 0.75 29,2 MIO x 1,25 26,2 MIO x 1,5 248 M12 x 1 48,5 MI2 x 1,25 aTA MI2 x 1,75 43,3 Mid x 1,5 78 Mia x 2 89,2 MI6 x 1,5 114,9 MI6 x 2 107,5 MIB x 1,5 167,4 M20 x 1 2461 MBO x 1,5 238,7 M20 x 2,5 210,2 M22 x 1.5 315,5 M22 x 2,5 286,7 M24 x 2 306,9 M24 x 3 363,2 NOTA: A bitola nominal do parafuso (M) 6 a desig- nação para a especificação de dimensões de parafusos. As dimensões reais estão listadas na especificação ANSI BIB — séries métricas padronizadas. Alternativamente, quando não for possível efe- tuar-se o teste de torque até que se obtenha a fratura, pode-se substituí-lo pelo teste de tração; nesse caso, o limite de resistência à tração não deve ser inferior a 240 MPa. O limite de resistência à tração deve ser refe- rido ao menor diâmetro da seção roscada dos pi- nos com rosca externa, exceto quando o diâmetro da haste for menor do que o menor diâmetro da seção roscada; ou referido à área da seção 'trans- versal original onde ocorrer a ruptura, nos casos de pinos não roscados, pinos com rosca interna, ou pinos com diâmetro reduzido. QW-192.4 Critérios de aceitação — Exame ma- crográfico — Para que sejam aprovadas no exa- sow — ART. | me macrográfico, cada uma das soldas dos cinco pinos secionados e as respectivas zonas afetadas pelo calor devem estar isentas de trincas, quando examinadas com ampliação visual de 10x, con- forme exigida em QW-202,5, para os casos em que os pinos sejam soldados a metais diferentes dos que pertencem ao grupo P-N.º 1, QW-193 Testes de soldagem de pinos — Corpos de prova para a qualificação do desem- penho QW-193,1 Testes requeridos — Para a qualifi- cação de cada operador são exigidos testes de cinco pinos soldados. O equipamento utilizado para a soldagem dos pinos deve ser totalmente automático, exceto para os casos em que for ne- cessária a partida manual, Os corpos de prova para os testes de qualifica- ção do desempenho devem ser soldados de acor- do com uma EPS (Especificação do Procedimento de Soldagem) qualificada, conforme QW-301.2. Cada um dos cinco pinos soldados deve ser testado, por marielamento, até que 25% do seu comprimento esteja em contato com a superfície do metal base, ou per dobramento, até se obter um desvio angular minimo de 150º, retornando-se os pinos à posição original, mediante a utilização de dispositivos similares ao indicado em QW- -466.4. QW-193.2 Critérios de aceitação — Testes de dobramento e martelamento — Para que esses testes sejam aprovados, cada uma das soldas dos cinco pinos e as respectivas zonas afetadas pelo calor não devem apresentar sinais visíveis de se- paração ou de fraturas, após o dobramento e re- torno à posição original, ou após o martelamento. QW-194 Soldagem de metais dissimilares com amanteigamento do componente ferrítico — Qualificação do procedimento QW-194.1 Escopo — Esses requisitos especiais são aplicáveis para as soldas de juntas entre me- tais dissimilares, tais como P-N.º 1 a P-N.º 5 com P-N.º8, ou com P-N.º41 a P-N,º 45, nas quais o aço ferrítico é primeiramente amanteigado (reves- tido preliminarmente com metal de solda deposita- do) com uma ou mais camadas de metal de adi- ção inoxidável austenítico ou de liga de níquel. O componente amanteigado pode ou não ser sub- metido a um tratamento térmico após essa solda- gem preliminar, e antes de ser soldado ao outro componente da junta. A solda completada pode ou não ser traiada termicamete após a soldagem. As soldas de metais dissimilares efetuadas sem amanteigamento e entre metais base ferrítico e austenítico, devem ser qualificadas de acordo com o Artigo II. 9QW— ART. | APÊNDICE | GRÁFICOS DAS INDICAÇÕES DE FORMATO ARREDONDADO (ver 0W-191.2) Quantidades e dimensões típicas permitidas em 150mm de comprimento de solda, para espessuras de 3mm a êmm Quantidades e dimensões típicas permitidas em 150mm de comprimento de solda, para espessuras acima de Gmm e até I2mm Quantidades e dimensões típicas permitidas em 150mm de comprimento de solda, para espessuras acima de 12mm e até 25mm Quantidades e dimensões típicas permitidas em 150mm de comprimento de solda, para espessuras acima de 25mm “ ARTIGO QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM QW-200 GENERALIDADES QW-200.1 Cada fabricante ou contratante deve preparar, por escrito, as Especificações do Proce- dimento de Soldagem (EPSs), conforme definidas abaixo: (a) Especificação do Procedimento de Solda- gem (EPS) — Uma EPS é um procedimento de soldagem, escrito e qualificado, preparado para fornecer instruções referentes à execução de sol- das de produção que estejam de acordo com os requisitos do Código. As EPSs ou outros documen- tos [ver (e) abaixo] podem ser usados na instru- ção de soldadores e operadores, no sentido de que seja assegurada a conformidade com os requisi- tos do Código. (b) Conteúdo da EPS — Cada EPS completada deve descrever todas as variáveis essenciais, não essenciais e essenciais suplementares (quando requeridas) dos parágrafos QW-250 a QW-280, para cada processo de soldagem nela incluído. A EPS deve referenciar os Registros da Quali- ficação do Procedimento (RQPs) descritos em QW-200.2, e que lhe servem como suportes. O fabricante ou contratante pode incluir, na EPS, qualquer outra informação adicional que possa ser útil na execução de soldagens conforme as exigências do Código. (c) Alterações na EPS — As variáveis não es- senciais de uma EPS podem ser modificadas, a fim de serem adaptadas aos requisitos de produ- ção, sem ser necessária a requalificação da EPS, contanto que tais alterações sejam documenta- das com respeito às variáveis essenciais, não es- senciais e essenciais suplementares (quando re- querias), para cada processo. Essas alterações podem ser documentadas tanto através de emen- das à própria EPS, como pela preparação de uma nova EPS. As modificações nas variáveis essenciais ou essenciais suplementares (quando requeridas) exi- 12 gem a requalificação da EPS (bem como RQPs novas ou adicionais, para dar suporte às mudan- gas nas variáveis essenciais ou essenciais suple- meniares). (d) Formato da EPS — As informações reque- ridas em uma EPS podem ser apresentadas sob qualguer torma, escrita ou tabular, para atender às necessidades de cada fabricante ou contratan- te, contanto que estejam incluidas ou referencia- das todas as variáveis essenciais, não essenciais e essenciais suplementares (quando requeridas) relacionadas em QW-250 a QW-280, Um modelo para o formulário da EPS é o en- contrado em QW-482 (ver Apêndice A-não obri- gatório). Esse formulário inclui as informações requeridas para os processos SAMR, SAS, SAMG e SATG. Ele é somente um formulário orientativo, não relacionando todos os dados requeridos para outros processos. Por outro lado, esse modelo também contém algumas variáveis que não são aplicáveis a todos os processos (relaciona, por exemplo, gás de proteção que não é exigido para o processo SAS). O modelo não se presta, facil- mente, para a especificação do procedimento de soldagem com processos múltiplos (como por exemplo, soldagem de raiz pelo processo SATG e enchimento da junta pelo processo SAMR). (e) Disponibilidade da EPS — As EPSs usadas nas soldagens de produção que devam estar de acordo com o Código, devem ser disponíveis para referência e verificação do Inspetor Autorizado (1A), no local onde a soldagem for efetuada. QW-200.2 Cada fabricante ou contratante deve preparar um registro da qualificação do procedi- mento, definido da seguinte forma: (a) Registro da Qualificação do Procedimento (RQP) — O ROP é um registro dos dados de sol- dagem utilizados para a soldagem dos materiais de teste. O ROP é um registro das variáveis ano- 90W— ART. II em função de determinadas caracteristicas, tais como composição química, soldabilidade e pro- priedades mecânicas, especificamente nos casos em que tais designações possam ser feitas de forma lógica; além disso, para os aços e aços- liga (QW-422.t a QW-422.11) foram atribuídos Nú- meros de Grupos, adicionalmente aos P-Números. Esses Números de Grupos classificam os metais base, no âmbito de cada P-Número, para a qua- lificação do procedimento, nos casos em que são especificados requisitos de resistência ao im- pacto. A atribuição desses P-Números não significa que os metais base possam substituir, indiscrimi- nadamente, metais base que tenham sido usados nos testes de qualificação, sem que sejam feitas as necessárias considerações de compatibilidade para cada substituição, sob os aspectos de pro- ieto, propriedades metalúrgicas, tratamento térmi- co após a soldagem, propriedades mecânicas e requisitos de serviço. Onde tor necessário consi- derar a resistência ao impacto, pressupõe-se que os metais base satisfaçam aos requisitos espe- cíficos. De um modo geral, os requisitos de resistência ao impacto são obrigatórios para todos os metais temperados e revenidos agrupados em P-N.º1t; para as aplicações de outros metais em baixas temperaturas, conforme adotadas na Seção VII!, e para várias classes de construção requeridas pela Seção III. Os critérios de aceitação para os testes de resistência ao impacto estão estabele- cidos em outras Seções do Código. QW-200.4 Combinações de Procedimentos de Soldagem (a) Numa única junta de produção podem ser usados, em combinação, procedimentos de sol- dagem com diferentes variáveis essenciais ou não essencias. Cada procedimento pode incluir um processo ou uma combinação de processos, O mesmo podendo ocorrer com os metais de adi- ção ou com outras variáveis. Quando em uma única junta forem usados dois ou mais procedimentos envolvendo processos di- ferentes ou outras variáveis essenciais, as tabe- las QW-451 devem ser usadas para determinar a faixa de espessuras qualificadas para o metal base e a faixa de espessuras qualificadas para o metal de solda depositado, para cada processo ou pro- cedimento, exceto para a qualificação do depó- sito de raiz, efetuada de acordo com o item QW- -200.4(b). O metal de solda depositado em cada processo ou procedimento deve ser incluído nos corpos de prova de tração e de dobramento, e também nos corpos de prova de impacto (quando requeridos). Um ou mais processos ou procedi- mentos podem ser suprimidos de uma combina- ção de procedimentos qualificada. Cada um des- 14 ses processos ou procedimentos pode ser usado separadamente, contanto que: (1) as variáveis essenciais (e essenciais suple- mentares) remanescentes sejam aplicadas; e (2) os limites de espessuras do metal base e do meta! de solda depositado, dados em QW-451, sejam aplicados. (b) Para a qualificação separada de um pro- cesso ou procedimento, somente para o depósito de raiz, o material para teste deve ter uma espes- sura mínima de 12 mm. O processo para o depó- sito de raiz deve qualificar para 2t (1,1t para o pro- cesso de soldagem a arco metálico com atmos- fera gasosa-SAMG e modo de transferência por curto-circuito), sendo t a espessura do metal de solda depositado na qualificação, em qualquer espessura máxima de metal base qualificado pelos outros RQPs utilizados para suportar a EPS, ex- ceto quando requerido diferentemente pela Nota (1) das tabelas QW-451.1 e QW-451.2. QW-201 Responsabilidade do Fabricante ou Contratante Cada fabricante ou contratante deve relacionar os parâmetros a serem aplicados durante a exe- cução da soldagem de construção de peças solda- das de conformidade com este Código. Esses pa- râmetros devem ser relacionados na EPS (Espe- cificação do Procedimento de Soldagem). Cada fabricante ou contratante deve qualificar a EPS pela soldagem de peças para testes e pe- los testes de corpos de prova retirados dessas peças (conforme requeridos neste Código), regis- trando os dados de soldagem e os resultados dos testes no documento denominado Registro da Qualificação do Procedimento (RQP). Os soldadores ou operadores utilizados na pro- dução de peças soldadas, a serem testadas para a qualificação dos procedimentos, devem estar sob supervisão e controle permanentes do fabri- cante, contratante, montador ou instalador, du- rante a produção dessas peças para testes. Não é permitido ao fabricante, contratante, mon- tador ou instalador, ter as peças para testes sol- dadas por outras organizações. É permitido, en- tretanto, subcontratar parte ou todo o trabalho de preparação dos materiais de teste para soldagem, bem como os trabalhos subsegientes de prepa- ração dos corpos de prova a serem retirados das peças de teste já soldadas, de execução de exa- mes não destrutivos, e de testes mecânicos, des- de que o fabricante, contratante, montador ou ins- talador assuma a responsabilidade por todos os trabalhos subcontratados. O Código reconhece um fabricante, contratan- te, montador ou instalador, como a organização que tem a responsabilidade pelo controle opera- cional sobre a produção de peças soldadas de conformidade com os seus requisitos. Se em uma organização existir o controle ope- racional efetivo da qualificação dos procedimen- tos de soldagem para duas ou mais empresas subsidiárias de nomes diferentes, as empresas envolvidas devem descrever, em seu sistema de Controle da Qualidade, o controle operacional das qualificações dos procedimentos. Nesse caso, não são necessárias qualificações dos procedi- mentos de soldagem em separado, desde que to- dos os outros requisitos da Seção IX estejam atendidos. Uma EPS pode reguerer o suporte de mais de um RQP; alternativamente, um RQP pode dar su- porte a mais de uma EPS. O fabricante ou contratante deve certificar que a sua organização qualificou cada EPS e que efe- tuou os testes de qualificação dos procedimentos de soldagem, documentando os dados correspon- dentes no RQP requerido. QW-202 Tipos dos Testes Exigidos QW-202.1 Testes Mecânicos — Os tipos e as quantidades de corpos de prova que devam ser testados para qualificar um procedimento de sol- dagem em chanfro são os indicados em OW-451; os corpos de prova devem ser retirados de modo similar ao ilustrado em QW-463. Quando a quali- ficação referir-se somente às soldas em ânguio, os requisitos são os prescritos em QW-202.2(c); e quando a qualificação reterir-se somente às sol- das de pinos, os requisitos são os estipulados em QW-202.5. QW-202.2 Soldas em Chanfro e em Ângulo (a) Qualiticação para a Soldagem em Chanfro chanfro Fiás soldas de produção. Os-timites-da quatifica- ção devem estar de acordo com QW-451. A qua- lificação da EPS, para as soldas em chaniro, deve ser efetuada em soldas de chaniro, usando-se corpos de prova de seção reduzida para os testes de tração e corpos de prova para dobramento guiado. Os testes de resistência ao impacto de- vem ser efetiiados quando forem requeridos por outras Seções do Código. AEPS deve ser quati- fiada para uso com soldas de chanfro, dentro dos limites das variáveis essenciais relacionadas. (b) Qualificação para as Soldas em Chanfro com Penetração Parcial — As soldas em chan- fro com penetração parcial devem ser qualifica- das de acordo com os requisitos de QW-451, tan- to para a espessura do metal base como para a espessura do metal de solda depositado. Alterna- tivamente, as soldas em chaniro com penetração 15 90W — ART. II parcial que tenham sido qualificadas em metais base com espessura igual ou maior do que 40 mm, qualificam o depósito de metal de solda conforme QW-451, sem limite superior para a espessura do metal base. (c) Qualificação para a Soldagem em Ângulo (Exceto para metais P-N.º 11, excluídos dessa ex- ceção os melais P-N.º 11A - Grupos N.ºs 1 e 2) — A qualificação de EPSs para soldas em ângulo pode ser efetuada em peças para testes de solda em chanfro, usando-se cor conforme especificados em (a) acima. Os procedimentos de soldas em afíguio qualificados desta forma podem ser utilizados para a soldagem de todas as espes- suras de metal base, para todos os tamanhos de soldas em ângulo, e para todos os diâmeiros de tubos, de conformidade com QW-451.4. As soldas em ângulo de partes não sujeitas à pressão, con- forme detinidas em outras Seções do Código, po- dem ser qualificadas, como alternativa, somente com soldas em ângulo. Os testes devem ser feitos de acordo com QW-180. Os limites de qualitica- ção devem ser os indicados em QW-451.3. (d) Qualificação para a Soldagem em Ângulo para os Metais P-N.º 11 (com exceção dos metais P-N.º11A - Grupos N.ºs 1 e 2) — A qualificação para as soldas em ângulo (incluindo a soldagem de partes sujeitas à pressão) deve ser feita atra- vês de: (1) testes de soldas em chanfro, conforme (a) acima; e (2) testes de soldas em ângulo, de acordo com QW-180. QW-202.3 Soldas de Reparo e de Enchimento — As EPSs qualificadas para soldas em chanito devem ser aplicáveis para os reparos de soldas em chanfro e de soldas em ângulo, e também para as soldas de enchimento, sob as seguintes condições: (a) Não há limitação para a profundidade míni- ma do metal de solda depositado; (b) Os limites superiores para o meta! base e para o metal de solda depositado, para cada pro- cesso de soldagem, devem estar de acordo com QW-451, exceto que a qualificação em metal base com 40 mm de espessura permitirá a soldagem de metais base de qualquer espessura. QW-202.4 Metais Base com Espessuras Dife- rentes — As EPSs qualificadas para soldas em chanfro devem ser aplicáveis para as soldas de produção entre metais base com espessuras di- ferentes, desde que: (a) A espessura do membro mais fino da junta esteja dentro da faixa de espessuras permitidas em QW-451;