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Atendimento inicial, Notas de estudo de Enfermagem

ATENDIMENTO INICIAL EM CASOS DE URGÊNCIA

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 07/05/2010

danilo-coronel-9
danilo-coronel-9 🇧🇷

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UNIDERP – Curso de Enfermagem. Disciplina de Urgência pré-hospitalar.
ATENDIMENTO INICIAL
A AVALIAÇÃO É A BASE PARA TODAS AS DECISÕES DE ATENDIMENTO E TRANSPORTE.
AVALIAÇÃO DA CENA :
OBTER UMA IMPRESSÃO GERAL DA CENA ANTES DE SE APROXIMAR DO DOENTE;
CERTIFICAR QUE A CENA É SEGURA E CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE A NATUREZA
EXATA DA SITUAÇÃO.
A AVALIAÇÃO DA CENA INCLUI OS SEGUINTES COMPONENTES PRINCIPAIS:
SEGURANÇA:
1. EQUIPE;
2. PACIENTE;
3. TERCEIROS (FAMILIARES, CURIOSOS);
4. CERTIFICAR DOS RISCOS P/ SEGURANÇA: FOGO, LINHAS ELÉTRICAS CAÍDAS,
EXPLOSIVOS, TRÁFEGO DE VEÍCULOS, INUNDAÇÕES, ARMAS,SANGUE OU FLUÍDOS.
AVALIAÇÃO DA CENA (DIMENSIONAMENTO DA CENA)
SITUAÇÃO:
1. MECANISMO DE TRAUMA E QUAIS AS FORÇAS E ENRGIAS PROVOCARAM AS LESÕES;
2. TOTAL DE VÍTIMAS;
3. NECESSIDADE DE RECURSOS ADICIONAIS: POLICIA, BOMBEIROS, SAMU.
QUESTÕES DE SEGURANÇA:
Segurança no trânsito:
1. Condições climácas/Iluminação: Condições climácas adversas e à noite os
motoristas podem não ver ou não conseguir parar a tempo de angir a equipe;
2. Design das Autos estradas: Alta velocidade, grande volume de tráfego, geram perigo
durante atendimento;
Estratégias para minimizar os incidentes:
1. Ulizar uniformes reetores;
2. Posicionamento do veículo e disposivos de sinalização:
Posicionar a viatura atrás do local do incidente;
Posicionar cones reetores para afastar o uxo de tráfego da pista ocupada pela
equipe.
PRECAUÇÕES PADRÃO: SÃO BARREIRAS FÍSICAS AO SANGUE E FLUÍDO CORPORAIS, ALÉM DE
PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO SEGURA COM PÉRFURO CORTANTE. CONSISTE NA UTILIZAÇÃO
DE LUVAS, AVENTAIS, MÁSCARAS E ÓCULOS;
1. SEGURANÇA DO PROFISSIONAL CONTRA DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS: HEPATITE VIRAL
(VHB, VHC) E VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (HIV);
AVALIAÇÃO DA CENA
Materiais perigosos: Avaliar o potencial de exposição a materiais perigosos a m de limitar a
disseminação, contaminação das equipes.
1. Isolar a cena e remover e descontaminar os pacientes para liberar o atendimento;
2. A área de posicionamento da equipe deve ser contra o vento e distante;
3. Estabelecer zonas de controle da Cena:
Zona quente: área imediatamente adjacente ao incidente com materiais perigosos-
evacuar pacientes;
Zona morna: área intermediária- descontaminar pacientes (remoção de roupas,
adornos e irrigação copiosa com água corrente, avaliação primária e imobilização da
coluna;
Zona fria: área distante do incidente, onde equipamentos e equipes cam
posicionados – atendimento denivos;
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UNIDERP – Curso de Enfermagem. Disciplina de Urgência pré-hospitalar.

ATENDIMENTO INICIAL A AVALIAÇÃO É A BASE PARA TODAS AS DECISÕES DE ATENDIMENTO E TRANSPORTE. AVALIAÇÃO DA CENA :

  • OBTER UMA IMPRESSÃO GERAL DA CENA ANTES DE SE APROXIMAR DO DOENTE;
  • CERTIFICAR QUE A CENA É SEGURA E CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE A NATUREZA EXATA DA SITUAÇÃO. A AVALIAÇÃO DA CENA INCLUI OS SEGUINTES COMPONENTES PRINCIPAIS: SEGURANÇA:
  1. EQUIPE;
  2. PACIENTE;
  3. TERCEIROS (FAMILIARES, CURIOSOS);
  4. CERTIFICAR DOS RISCOS P/ SEGURANÇA: FOGO, LINHAS ELÉTRICAS CAÍDAS, EXPLOSIVOS, TRÁFEGO DE VEÍCULOS, INUNDAÇÕES, ARMAS,SANGUE OU FLUÍDOS. AVALIAÇÃO DA CENA (DIMENSIONAMENTO DA CENA) SITUAÇÃO:
  5. MECANISMO DE TRAUMA E QUAIS AS FORÇAS E ENRGIAS PROVOCARAM AS LESÕES;
  6. TOTAL DE VÍTIMAS;
  7. (^) NECESSIDADE DE RECURSOS ADICIONAIS: POLICIA, BOMBEIROS, SAMU.

QUESTÕES DE SEGURANÇA:

Segurança no trânsito:

  1. Condições climá�cas/Iluminação: Condições climá�cas adversas e à noite os motoristas podem não ver ou não conseguir parar a tempo de a�ngir a equipe;
  2. Design das Autos estradas: Alta velocidade, grande volume de tráfego, geram perigo durante atendimento; Estratégias para minimizar os incidentes:
  3. U�lizar uniformes refletores;
  4. Posicionamento do veículo e disposi�vos de sinalização:
  • Posicionar a viatura atrás do local do incidente;
  • Posicionar cones refletores para afastar o fluxo de tráfego da pista ocupada pela equipe.

PRECAUÇÕES PADRÃO: SÃO BARREIRAS FÍSICAS AO SANGUE E FLUÍDO CORPORAIS, ALÉM DE PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO SEGURA COM PÉRFURO CORTANTE. CONSISTE NA UTILIZAÇÃO DE LUVAS, AVENTAIS, MÁSCARAS E ÓCULOS;

  1. SEGURANÇA DO PROFISSIONAL CONTRA DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS: HEPATITE VIRAL (VHB, VHC) E VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (HIV); AVALIAÇÃO DA CENA

Materiais perigosos: Avaliar o potencial de exposição a materiais perigosos a fim de limitar a disseminação, contaminação das equipes.

  1. Isolar a cena e remover e descontaminar os pacientes para liberar o atendimento;
  2. A área de posicionamento da equipe deve ser contra o vento e distante;
  3. Estabelecer zonas de controle da Cena:
  • Zona quente: área imediatamente adjacente ao incidente com materiais perigosos- evacuar pacientes;
  • Zona morna: área intermediária- descontaminar pacientes (remoção de roupas, adornos e irrigação copiosa com água corrente, avaliação primária e imobilização da coluna;
  • Zona fria: área distante do incidente, onde equipamentos e equipes ficam posicionados – atendimento defini�vos;

Estrutura de comando:

  1. Estabelecer comando centralizado na cena e na subsequente divisão de responsabilidades;
  2. Representação de várias jurisdição determinam de forma conjunta obje�vos, planos e prioridades. TRIAGEM

SIGNIFICA “SELECIONAR”; É USADA COMO UM MÉTODO PARA LIDAR COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS; OBJETIVA ASSEGURAR A SOBREVIVÊNCIA DO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE DOENTES FERIDOS; AS DECISÕES DEVEM SER TOMADAS A RESPEITO DE QUEM SERÁ ATENDIDO PRIMEIRO. Triagem START Iden�ficar as ví�mas em estado crí�co de uma forma fácil e rápida; O processo leva de 30 a 60 segundos; U�liza três avaliações:

  1. Respiração: 30
  2. Perfusão: 2
  3. Nível de consciência: Pode fazer Triagem START Classificação dos pacientes:
  4. Imediato: Lesões crí�cas, tem bom prognós�co;
  5. (^) Pode aguardar: Lesões graves, mas que não necessitam de atendimento imediato para preservar a vida/membro;
  6. Leve: Lesões leves, “feridos que deambulam”, podem aguardar tratamento e podem ajudar na cena.
  7. Mortos: Não respondem, não tem pulso e não respiram. Os recursos não permitem reanimação.

Medidas salvadoras durante abordagem:

  • Liberação de vias aéreas;
  • Controle da hemorragia externa.

EXAME PRIMÁRIO O EXAME PRIMÁRIO IDENTIFICA CONDIÇÕES DE RISCO DE VIDA. AVALIAÇÃO GLOBAL: ESTADO RESPIRATÓRIO, CIRCULATÓRIO E NEUROLÓGICO.

AS CINCO ETAPAS ENVOLVIDAS NO EXAME PRIMÁRIO E SUA ORDEM DE PRIORIDADES SÃO:

A- Vias aéreas e controle da coluna cervical B- Respiração e ven�lação C- Circulação e controle de hemorragias D- Avaliação neurológica E- Exposição e proteção do ambiente.

ETAPA A: VIAS AÉREAS

  1. ASSEGURAR QUE ESTÃO PÉRVEAS, ABERTAS E LIMPAS (PATENTES);
  2. IDENTIFICAR RISCO P/ OBSTRUÇÃO. CONTROLE DA COLUNA CERVICAL
  3. SUSPEITAR LESÃO NA MEDULA ESPINHAL PARA CADA DOENTE TRAUMATIZADO;
  4. ESTABILIZAR MANUALMENTE EM POSIÇÃO NEUTRA;
  5. IMOBILIZAR COLUNA CERVICAL. EXAME PRIMÁRIO ETAPA B
  • Interpretação: Escore 15: sem dano neurológico; Escore 13-15: lesão mínima; Escore 9-12: lesão moderada; Escore < 8: Lesão grave; Escore 3: Lesão cerebral grave, prognós�co ruim.

Avaliação Pupilar (simetria e fotorreagência) – Alterações: Anisocoria, midríase, miose, pun�forme e não reagentes a luz.

ETAPA E EXPOSIÇÃO E PROTEÇÃO DO AMBIENTE

  1. REMOVER O TANTO DE ROUPA NECESSÁRIA PARA DETERMINAR A PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE LESÃO NO AMBIENTE EXTERNO;
  2. RECOBRIR O PACIENTE IMEDIATAMENTE P/ CONSERVAR O CALOR CORPORAL.

REANIMAÇÃO O TRATAMENTO É INICIADO ASSIM QUE CADA AMEAÇA À VIDA É IDENTIFICADA; O TRANSPORTE DE VÍTIMAS TRAUMATIZADAS GRAVES PARA O HOSPITAL MAIS ADEQUADO E MAIS PRÓXIMO DEVE SER INICIADO LOGO QUE POSSÍVEL.

EXAME SECUNDÁRIO O EXAME SECUNDÁRIO IDENTIFICA LESÕES OU PROBLEMAS QUE NÃO FORAM IDENTIFICADOS DURANTE O EXAME PRIMÁRIO;

AVALIAÇÃO INCLUI:

  1. HISTÓRICO RÁPIDO: APLICAR O MÉTODO “AMPLA” EXAME SECUNDÁRIO A : ALERGIA, A MEDICAMENTOS; M: MEDICAMENTOS, ESTÁ FAZENDO USO? P: PASSADO MÉDICO, ESTÁ REALIZANDO ALGUM TRATAMENTO? L: LÍQUIDOS E ALIMENTOS INGERIDOS A: AMBIENTE E EVENTOS QUE LEVARAM AO TRAUMA.
    1. SINAIS VITAIS: MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS PODEM OCORRER RAPIDAMENTE; AVALIAR E REGISTRAR A CADA 3 A 5 MIN, TANTO QUANTO POSSÍVEL.

AVALIAÇÃO INCLUI: PRESSÃO ARTERIAL, FREQUÊNCIA E QUALIDADE DO PULSO, FREQUÊNCIA

VENTILATÓRIA E TEMPERATURA E COR DA PELE.

4. É USADA A ABORDAGEM “VER, OUVIR E SENTIR” PARA AVALIAR REGIÃO POR REGIÃO.

REAVALIAÇÃO

DEVE SER REALIZADO PARA DETECTAR PIORA NO QUADRO CLÍNICO DO PACIENTE

TRATAMENTO DEFINITIVO

APÓS ESTABILIZAÇÃO DO PACIENTE, O MESMO DEVERÁ SER ENCAMINHADO PARA O

HOSPITAL DE DESTINO APÓS ORIENTAÇÃO DO MÉDICO REGULADOR.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ALFARO, D.; MATTOS, H. Atendimento Pré-Hospitalar ao Trauma�zado Básico e Avançado

PHTLS. Tradução. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

OLIVEIRA, B.F.M.; PAROLIN, M.K.F.; TEIXEIRA Jr, E.V. Trauma Atendimento Pré-hospitalar. São

Paulo: Atheneu, 2001.