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Neste documento, o autor discute as inequações para determinar se as funções 'f' e 'g' são limitadas inferiormente e superiormente respectivamente, no contexto da disciplina de cálculo diferencial e integral i da licenciatura em matemática. O autor analisa as imagens das funções e as compara com as funções na equação para determinar se as funções atendem aos requisitos de limites inferiores e superiores.
Tipologia: Exercícios
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Acadêmico :
Curso: Licenciatura em Matemática Disciplina: Cálculo Diferencial e integral I Vamos analisar a primeira inequação: A questão nos pede que informemos se "f" é limitada inferiormente. Vamos então analisar a função cujos valores são sempre menores que "f". Sabemos que a imagem de é [-1, 1]. Entretanto a função à esquerda da inequação é , cuja imagem é [0, 1]. Se o valor mínimo de é 0, e "f" é sempre maior ou igual ao valor desta função então sim, "f" é limitada inferiormente sendo 0 o limite inferior. Agora analisemos a segunda inequação: A questão agora requer que informemos se "g" é limitada superiormente. Observemos a função à direta na inequação: Já sabemos a imagem de , bastando então somar 1. Isto é: [1, 2]. Se o valor máximo de é 2 e "g" é sempre menor ou igual ao valor desta função então sim, "g" é limitada superiormente sendo 2 o limite superior.
Vamos agora ao limite: Por propriedade podemos rescrever este limite como: Porém não sabemos os valores dos limites de "f" nem de "g". Voltemos às inequações originais: Sabemos que "f" está contida entre as outras duas funções em qualquer valor de seu domínio. Vamos então aplicar o limite em todos os termos da inequação:
Se "f" está sempre contida entre as duas funções e o limite de ambas é 0 em x-
0 então pelo Teorema do Confronto o limite de "f" também será 0 Você poderia tentar fazer o mesmo para descobrir o valor de "g" porém perceba na nossa expressão que temos o limite de "f" como um fator, e seu valor é 0, o que torna desnecessário sabermos qualquer outro valor: