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ATIVIDADE PARA ESTUDAR, Provas de Química para Ensino Médio

ATIVIDADE SOBRE QUIMICA PARA VC SE PREPARAR PARA OS ESTUDOS

Tipologia: Provas

2026

Compartilhado em 21/03/2026

marciano-andrade
marciano-andrade 🇧🇷

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31) Os carregadores sem fio para smartphones têm se tornado cada vez mais popular.
Essa tecnologia funciona através do princípio da indução eletromagnética, descoberto
por Michael Faraday no século XIX. O carregador possui uma bobina transmissora que,
quando percorrida por corrente alternada, gera um campo magnético variável. Ao
posicionar o celular sobre a base, a bobina receptora no aparelho capta esse campo,
induzindo uma corrente elétrica que carrega a bateria. Os carregadores sem fio gera
maior dissipação de energia que a corrente alternada dos carregadores convencionais
por que o campo magnético gerado pela bobina transmissora não é totalmente
aproveitado pela bobina receptora, havendo dispersão de energia no ambiente.
Marina, preocupada com o consumo de energia, pesquisou sobre a eficiência
desses dispositivos. Descobriu que carregadores sem fio típicos apresentam eficiência
entre 60% e 80%, enquanto carregadores convencionais (com cabo) podem atingir até
95% de eficiência. A perda de energia nos carregadores sem fio ocorre principalmente
na forma de calor, devido às correntes parasitas e à resistência das bobinas.
Considerando os princípios físicos envolvidos, a menor eficiência dos
carregadores sem fio em relação aos convencionais deve-se principalmente
ao fato de que:
a) a corrente contínua utilizada nos carregadores sem fio gera maior dissipação de
energia que a corrente alternada dos carregadores convencionais.
4b) o campo magnético gerado pela bobina transmissora não é totalmente aproveitado
pela bobina receptora, havendo dispersão de energia no ambiente.
c) a indução eletromagnética viola o princípio da conservação de energia, gerando
perdas inevitáveis durante o processo.
d) a frequência da corrente alternada nos carregadores sem fio é muito baixa,
reduzindo a potência transmitida para o dispositivo.
e) o campo magnético gerado pela bobina transmissora é totalmente aproveitado pela
bobina receptora, não havendo dispersão de energia no ambiente.
32 ) Nos aeroportos modernos, os detectores de metal em formato de portal são
equipamentos essenciais para a segurança. Esses dispositivos funcionam com base no
princípio da indução eletromagnética. O portal possui bobinas que geram um campo
magnético alternado de baixa intensidade. Quando um objeto metálico passa pelo
portal, ele perturba esse campo, gerando correntes elétricas induzidas (correntes de
Foucault) no metal. Essas correntes, por sua vez, criam seu próprio campo magnético
que é detectado por bobinas receptoras, acionando o alarme.
Durante uma viagem, Júlia observou que seu colar de prata não acionou o detector,
mas o cinto com fivela de aço do passageiro à sua frente disparou o alarme. Intrigada,
ela pesquisou e descobriu que a sensibilidade do detector depende de fatores como a
condutividade elétrica do metal, seu tamanho e sua permeabilidade magnética. Metais
ferromagnéticos (como ferro e aço) são detectados mais facilmente que metais não
ferromagnéticos (como alumínio, cobre e prata) de mesmo tamanho. Aumentando a
frequência do campo magnético alternado do detector vai ter um aumento a
intensidade das correntes induzidas nos metais, pois a força eletromotriz induzida é
proporcional à taxa de variação do fluxo magnético.
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Para melhorar a detecção de metais não-ferromagnéticos, um engenheiro
propôs aumentar a frequência do campo magnético alternado do detector.
Essa proposta se justifica porque o aumento da frequência:
a) aumenta a intensidade das correntes induzidas nos metais, pois a força eletromotriz
induzida é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético.
b) transforma metais não-ferromagnéticos em ferromagnéticos temporariamente,
facilitando sua detecção pelas bobinas receptoras.
4c) permite que o campo magnético penetre mais profundamente nos metais não-
ferromagnéticos, gerando correntes em todo o volume do objeto.
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  1. Os carregadores sem fio para smartphones têm se tornado cada vez mais popular. Essa tecnologia funciona através do princípio da indução eletromagnética, descoberto por Michael Faraday no século XIX. O carregador possui uma bobina transmissora que, quando percorrida por corrente alternada, gera um campo magnético variável. Ao posicionar o celular sobre a base, a bobina receptora no aparelho capta esse campo, induzindo uma corrente elétrica que carrega a bateria. Os carregadores sem fio gera maior dissipação de energia que a corrente alternada dos carregadores convencionais por que o campo magnético gerado pela bobina transmissora não é totalmente aproveitado pela bobina receptora, havendo dispersão de energia no ambiente. Marina, preocupada com o consumo de energia, pesquisou sobre a eficiência desses dispositivos. Descobriu que carregadores sem fio típicos apresentam eficiência entre 60% e 80%, enquanto carregadores convencionais (com cabo) podem atingir até 95% de eficiência. A perda de energia nos carregadores sem fio ocorre principalmente na forma de calor, devido às correntes parasitas e à resistência das bobinas. Considerando os princípios físicos envolvidos, a menor eficiência dos carregadores sem fio em relação aos convencionais deve-se principalmente ao fato de que: a) a corrente contínua utilizada nos carregadores sem fio gera maior dissipação de energia que a corrente alternada dos carregadores convencionais. b) o campo magnético gerado pela bobina transmissora não é totalmente aproveitado pela bobina receptora, havendo dispersão de energia no ambiente. c) a indução eletromagnética viola o princípio da conservação de energia, gerando perdas inevitáveis durante o processo. d) a frequência da corrente alternada nos carregadores sem fio é muito baixa, reduzindo a potência transmitida para o dispositivo. e) o campo magnético gerado pela bobina transmissora é totalmente aproveitado pela bobina receptora, não havendo dispersão de energia no ambiente. 32 ) Nos aeroportos modernos, os detectores de metal em formato de portal são equipamentos essenciais para a segurança. Esses dispositivos funcionam com base no princípio da indução eletromagnética. O portal possui bobinas que geram um campo magnético alternado de baixa intensidade. Quando um objeto metálico passa pelo portal, ele perturba esse campo, gerando correntes elétricas induzidas (correntes de Foucault) no metal. Essas correntes, por sua vez, criam seu próprio campo magnético que é detectado por bobinas receptoras, acionando o alarme. Durante uma viagem, Júlia observou que seu colar de prata não acionou o detector, mas o cinto com fivela de aço do passageiro à sua frente disparou o alarme. Intrigada, ela pesquisou e descobriu que a sensibilidade do detector depende de fatores como a condutividade elétrica do metal, seu tamanho e sua permeabilidade magnética. Metais ferromagnéticos (como ferro e aço) são detectados mais facilmente que metais não ferromagnéticos (como alumínio, cobre e prata) de mesmo tamanho. Aumentando a frequência do campo magnético alternado do detector vai ter um aumento a intensidade das correntes induzidas nos metais, pois a força eletromotriz induzida é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético. Para melhorar a detecção de metais não-ferromagnéticos, um engenheiro propôs aumentar a frequência do campo magnético alternado do detector. Essa proposta se justifica porque o aumento da frequência: a) aumenta a intensidade das correntes induzidas nos metais, pois a força eletromotriz induzida é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético. b) transforma metais não-ferromagnéticos em ferromagnéticos temporariamente, facilitando sua detecção pelas bobinas receptoras. c) permite que o campo magnético penetre mais profundamente nos metais não- ferromagnéticos, gerando correntes em todo o volume do objeto.

d) reduz a resistência elétrica dos metais não-ferromagnéticos, permitindo que as correntes induzidas fluam com maior facilidade. e) Tem uma diminuição na intensidade das correntes induzidas nos metais, pois a força eletromotriz induzida é proporcional à taxa de variação do fluxo magnético.

  1. Imagine uma carga elétrica se movendo, como elétrons em um fio. Para um observador, esse movimento gera efeitos magnéticos ao redor da carga. É por isso que corrente elétrica cria magnetismo. Assim, o movimento relativo entre cargas e observador resulta no surgimento de campos magnéticos. De acordo com o Eletromagnetismo, o movimento relativo entre cargas elétricas e um observador tem como resultado o surgimento de: a) campos elétricos. b) campos magnéticos. c) diferença de potencial. d) fenômenos relativísticos. e) ondas gravitacionais.
  2. Quando o campo magnético que atravessa uma área varia com o tempo, ele provoca o surgimento de uma corrente elétrica induzida. Além disso, essa corrente surge em um sentido que se opõe à variação que a gerou. Esse conjunto de ideias é descrito pela Lei de Faraday-Lenz. No Eletromagnetismo, existe uma lei que estabelece a seguinte relação: a variação temporal do fluxo de campo magnético através de uma área é responsável por produzir um campo elétrico perpendicular a essa área e, consequentemente, um campo magnético induzido no sentido oposto àquela variação. A lei que estabelece uma relação matemática para o enunciado mostrado acima é chamada de: a) Lei de Faraday. b) Lei de Ampére. c) Lei de Gauss. d) Lei de Lenz. e) Lei de Faraday-Lenz.
  3. Durante muito tempo, acreditava-se que eletricidade e magnetismo eram fenômenos separados. Isso mudou quando Oersted observou que uma corrente elétrica fazia a agulha de uma bússola se desviar, provando a ligação entre eles. Esse marco ficou conhecido como experimento de Oersted. Durante muito tempo, desconhecia-se a relação entre os fenômenos elétricos e magnéticos. Pensava- se, nessa época, que se tratava de fenômenos distintos sem qualquer relação entre si. No entanto, bastou um experimento para provar que esses fenômenos estavam interligados. O experimento em questão ficou conhecido como: a) experimento de Rutherford. b) experimento de Faraday. c) experimento de Oersted. d) experimento de Millikan. e) experimento de Michelson-Morley.

36) Nos fornos de indução usados na indústria, não há contato direto com a fonte de calor. Em vez disso,

um campo magnético variável induz correntes no material, aquecendo-o. Esse processo é explicado pela ideia

d) A umidade do ar não influi nos fenômenos da eletrostática, logo essas descargas poderão ocorrer a qualquer momento.

  1. Ao esfregar o vidro com lã, ocorre transferência de elétrons entre os materiais. Um perde elétrons e o outro ganha, ficando eletrizados. Esse desequilíbrio permite que o vidro atraia pequenos pedaços de papel. Enquanto fazia a limpeza em seu local de trabalho, uma faxineira se surpreendeu com o seguinte fenômeno: depois de limpar um objeto de vidro, esfregando-o vigorosamente com um pedaço de pano de lã, percebeu que o vidro atraiu para si pequenos pedaços de papel que estavam espalhados sobre a mesa. O motivo da surpresa da faxineira consiste no fato de que: a) quando atritou o vidro e a lã, ela retirou prótons do vidro tornando-o negativamente eletrizado, possibilitando que atraísse os pedaços de papel. b) o atrito entre o vidro e a lã aqueceu o vidro e o calor produzido foi o responsável pela atração dos pedaços de papel. c) ao esfregar a lã e o vidro, a faxineira criou um campo magnético ao redor do vidro semelhante ao existente ao redor de um ímã. d) ao esfregar a lã e o vidro, a faxineira tornou-os eletricamente neutros, impedindo que o vidro repelisse os pedaços de papel. e) o atrito entre o vidro e a lã fez um dos dois perder elétrons e o outro ganhar, eletrizando os dois, o que permitiu que o vidro atraísse os pedaços de papel.
  2. Quando dois corpos diferentes são atritados, há troca de elétrons entre eles. Se o sistema estiver isolado, um corpo ficará com excesso de elétrons (negativo) e o outro com falta (positivo). Portanto, eles ficam com cargas opostas .Dois corpos de materiais diferentes, quando atritados entre si, são eletrizados. Em relação a esses corpos, se essa eletrização é feita de forma isolada do meio, é correto afirmar que: a) um fica eletrizado positivamente e o outro negativamente. b) um fica eletrizado negativamente e o outro permanece neutro. c) um fica eletrizado positivamente e o outro permanece neutro. d) ambos ficam eletrizados negativamente. e) ambos ficam eletrizados positivamente. 42 Os corpos eletrizados por atrito, contato e indução ficam carregados respectivamente com cargas de sinais: a) iguais, iguais e iguais; b) iguais, iguais e contrários; c) contrários, contrários e iguais; d) contrários, iguais e iguais; e) contrários, iguais e contrários.
  3. Raios são descargas elétricas de grande intensidade que conectam as nuvens de tempestade à atmosfera e ao solo. A intensidade típica de um raio é de 30 mil amperes, cerca de mil vezes a intensidade de um chuveiro elétrico, e os raios percorrem distâncias da ordem de 5 km.

Durante uma tempestade, uma nuvem carrega da positivamente aproxima-se de um edifício que possui um para- raios, conforme a figura a seguir: De acordo com o enunciado, pode-se afirmar que, ao estabelecer-se uma descarga elétrica no para-raios, a) prótons passam da nuvem para o para-raios. b) prótons passam do para-raios para a nuvem. c) elétrons passam da nuvem para o para-raios. d) elétrons passam do para-raios para a nuvem. e) elétrons e prótons transferem-se de um corpo a outro.

  1. A Química Orgânica estuda os compostos de carbono. Para entender a estrutura dessas moléculas, utiliza-se os postulados de Kekulé. Qual das alternativas abaixo NÃO é um dos postulados de Kekulé? a) O carbono é tetravalente. b) As quatro valências do carbono são iguais entre si. c) O carbono forma cadeias carbônicas estáveis. d) O carbono forma apenas ligações simples. e) O carbono forma ligações simples, duplas ou triplas. 45 A reciclagem de lixo urbano passa por um processo preliminar de separação de "lixo orgânico" e "lixo inorgânico", que deve ser efetuado pelo cidadão, colocando-os em recipientes diferentes. Devem ser colocados no recipiente rotulado "lixo inorgânico": A) vidros quebrados e latas de refrigerantes. B) embalagens de alumínio, de vidro e de papelão. C) cascas de ovos e de frutas e recipientes de plástico. D) panos de limpeza, esponjas de aço e roupas velhas.