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Funcionamento da Usina de Itaipu: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia, Exercícios de Eletrônica

Atividade Pratica Circuitos Elétricos

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 04/06/2023

paulo-heidecke-12
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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER
ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA
BACHARELADO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA DE PBL FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA
ESTUDO DE FUNCIONAMENTO DA USINA DE ITAIPU
PAULO HENRIQUE THOMÉ HEIDECKE
PROFA. MA. ELIANE SILVA CUSTÓDIO
TOLEDO - PR
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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER

ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA

BACHARELADO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

DISCIPLINA DE PBL – FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA

ESTUDO DE FUNCIONAMENTO DA USINA DE ITAIPU

PAULO HENRIQUE THOMÉ HEIDECKE

PROFA. MA. ELIANE SILVA CUSTÓDIO

TOLEDO - PR

SUMÁRIO

  • 1 INTRODUCAO RESUMO ....................................................................................................................................I
    • 1.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
    • 1.2 OBJETIVOS
      • 1.2.1 Objetivo geral
      • 1.2.2 Objetivos específicos
  • 2 METODOLOGIA...............................................................................................................
    • 2.1 PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO USINA HIDRELÉTRICA.........................................
    • 2 .2 FUNCIONAMENTO USINA ITAIPU
    • 2.3 SISTEMA DE GERAÇÃO USINA ITAIPU
    • 2.4 SISTEMA DE TRANSMISSÃO USINA ITAIPU
    • 2.5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO TOLEDO
  • 3 CONCLUSÕES
  • 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 INTRODUÇÃO

Localizada no Rio Paraná, na Bacia Hidrográfica do Prata, a Usina Hidrelétrica de Itaipu tem como vizinhas as cidades de Foz do Iguaçu, Paraná, do lado brasileiro, e Ciudad del Este, do lado paraguaio. Esta líder global em produção de energia limpa, gerou mais de dois bilhões de megawatts-hora desde sua inauguração em 1984, um feito notável na engenharia. Em no- vembro de 2016, Itaipu, que significa "pedra que canta" em tupi-guarani, alcançou a incrível marca de energia suficiente para iluminar o mundo por 40 dias, caso essa energia pudesse ser acumulada. Esta gigante binacional, uma fonte de orgulho para nós brasileiros, opera sob as ordens jurídicas do Brasil e do Paraguai. É administrada pela Eletrobrás, representando o Brasil, e pela Administração Nacional de Eletricidade (Administración Nacional de Electricidad, ANDE), representando o Paraguai. Com 14.000 MW instalados e 20 unidades geradoras, é a segunda maior usina hidrelétrica em funcionamento, superada apenas pela usina chinesa de Três Gar- gantas. Seu monumental projeto de engenharia civil consumiu 12,7 milhões de m³ de concreto - volume suficiente para construir 210 estádios de futebol do tamanho do Maracanã. As façanhas da engenharia mecânica e elétrica na sua construção são de magnitude incrível, como eviden- ciado pelos eixos e rotores que giram a velocidades próximas a 700 rpm e possuem diâmetros de até 20m. Esta pesquisa explora a história da eletricidade e o funcionamento das usinas hidrelétricas, focando principalmente na notável Itaipu. Analisamos a geração de energia de Itaipu e seu sis- tema de transmissão, e também apresentamos o sistema de distribuição de energia da minha cidade. A conclusão oferece observações sobre os temas abordados e os conhecimentos adqui- ridos. 1.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA As usinas hidrelétricas, como seu nome sugere, utilizam a energia da água para gerar ele- tricidade. No Brasil, estas instalações são de particular importância, pois o país possui um am- plo sistema hídrico e tem um histórico de aproveitamento desses recursos para a produção de energia limpa e renovável. A energia hidrelétrica brasileira se desenvolveu com base na exploração de suas grandes bacias hidrográficas. Contudo, o desenvolvimento de projetos para a utilização dos recursos

hídricos disponíveis é restrito pelas condições naturais da bacia hidrológica e do ambiente cir- cundante (PEREIRA, 2015). O Estudo de Inventário Hidrelétrico (EIH) é a primeira fase da pesquisa em bacias hidro- gráficas. Historicamente no Brasil, esses estudos foram realizados inicialmente pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e Eletrobras (ELB) até 1994, e posteriormente pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) (PEREIRA, 2015). Os EIHs levam em consideração múltiplos usos da água e são parte integrante da Avaliação Ambiental Integrada (AAI) da bacia. A AAI tem como objetivo principal identificar e avaliar os impactos potenciais decorrentes da implantação de usinas hidrelétricas. Além disso, o pro- cesso avalia os benefícios socioeconômicos e os impactos ambientais da operação desses em- preendimentos de forma integrada, contemplando os aspectos locais e regionais (BRASIL, 2006 ). Vale ressaltar que a energia hidrelétrica, além de ser uma fonte de energia renovável, é também um meio de promover o desenvolvimento regional, pois gera empregos, renda e infra- estrutura nas áreas onde as usinas são instaladas (TUNDISI, 2010). Por fim, o planejamento adequado e a implementação de políticas de sustentabilidade são essenciais para garantir que o potencial hidrelétrico do Brasil seja explorado de maneira a mi- nimizar os impactos ambientais e sociais, ao mesmo tempo em que maximiza os benefícios energéticos e socioeconômicos (BARBOSA, 2014). 1.2 OBJETIVOS Os objetivos são focado principalmente baseado nos sistema de potência, que como base tem os métodos de geração, transmissão e distribuição de energia, tendo como base os métodos utilizados para a geração e suas formas de distribuição. 1.2.1 Objetivo geral Como objetivo principal temos a usina hidrelétrica Itaipu devido ao seu potencial de geração de energia, além de ser uma fonte renovável.

Figura 1 – Estrutura Usina Hidrelétrica. Fonte: UFRGS. O potencial hidráulico é gerado pela combinação da vazão hidráulica e da disposição dos desníveis existentes no percurso de um rio. Isso pode ocorrer de forma natural, quando o desnível está concentrado em uma cachoeira; através da construção de uma barragem, que con- centra pequenos desníveis na sua altura; ou mediante o desvio do curso fluvial, que centraliza os pequenos desníveis nestes desvios. Uma usina hidrelétrica é, em sua essência, composta por: barragem, sistemas de capta- ção e condução de água, casa de força e sistema de devolução da água ao leito natural do rio. Cada segmento consiste em um conjunto de estruturas e instalações meticulosamente projetadas para operar de forma sinérgica. Em uma usina hidrelétrica, a água oriunda do reservatório é direcionada sob alta pressão através de tubulações de grande porte até a casa de força, local onde as turbinas e geradores que produzem a eletricidade estão instalados. A turbina é composta por várias pás acopladas a um eixo, que por sua vez é conectado ao gerador. A força da água provoca a rotação do eixo da turbina, gerando um campo eletromagné- tico no gerador, resultando na produção de eletricidade. Assim, a energia hidráulica é conver- tida em energia mecânica quando a água atravessa a turbina, fazendo-a girar, e, no gerador, que gira simultaneamente à turbina, a energia mecânica é transformada em energia elétrica.

Figura 2 – Turbina e Gerador. Fonte: UFRGS. Em uma usina hidrelétrica temos 3 componentes principais, sendo: turbina, gerador e subestação de transformação e proteção. As turbinas constituem-se em um dos principais componentes de uma usina hidrelétrica. As turbinas hidráulicas são projetadas para converter a energia hidráulica - composta pela ener- gia de pressão e pela energia cinética de um fluxo de água - em energia mecânica. Essas turbinas estão acopladas a um gerador elétrico, que por sua vez, está conectado à rede de energia. Figura 3 – Turbina hidrelétrica. Fonte: COPEL.

a mesma potência em uma rotação mais alta. Em situações onde a queda d'água é baixa e, por- tanto, a rotação tende a diminuir, multiplicadores de rotação são incorporados ao eixo da tur- bina. Esta abordagem permite aumentar a velocidade do eixo do gerador, permitindo o uso de uma máquina menor e mais econômica (Rashid, 2017). Esse balanceamento cuidadoso entre os componentes da usina é essencial para garantir uma operação eficiente e a produção de energia sustentável (Jenkins et al., 2010). Uma subestação elevadora em uma usina hidrelétrica serve como um ponto crítico de conexão entre a geração de energia e sua subsequente transmissão para a rede elétrica. A sua função principal é receber a energia gerada pela usina e aumentar a tensão para níveis que per- mitam uma transmissão eficiente e com perdas mínimas. Este aumento na tensão é realizado pelos transformadores de potência, componentes essenciais da subestação elevadora. Eles recebem a energia na tensão primária, que é a tensão na qual a energia é gerada, e a transformam para uma tensão secundária mais elevada, adequada para a transmissão a longas distâncias. Figura 5 – Subestação Elevadora. Fonte: Weg. Além da transformação da tensão, as subestações elevadoras desempenham um papel importante na proteção e segurança do sistema elétrico. Elas estão equipadas com vários dispo- sitivos de proteção, como disjuntores e fusíveis, que têm a capacidade de interromper o fluxo de energia no caso de uma falha ou curto-circuito. Adicionalmente, relés de proteção monitoram continuamente as condições da rede para detectar qualquer irregularidade e agir de acordo.

As subestações elevadoras também estão equipadas com sistemas avançados de controle e monitoramento. Estes sistemas permitem um acompanhamento constante do fluxo de energia e a capacidade de ajustar rapidamente a operação da subestação de acordo com as demandas e condições da rede. Desta forma, as subestações elevadoras em usinas hidrelétricas garantem a transmissão segura e eficiente da energia gerada, contribuindo significativamente para a confiabilidade e estabilidade do fornecimento de energia elétrica. 2.2 FUNCIONAMENTO USINA ITAIPU A Usina de Itaipu, uma hidrelétrica binacional localizada no Rio Paraná na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, é um exemplar notável em termos de engenharia e cooperação internacional. Esta monumental usina hidrelétrica, sendo uma das maiores e mais produtivas do mundo, possui uma capacidade instalada de cerca de 14 gigawatts. O processo de geração de energia em Itaipu inicia com a captação da água do Rio Paraná que é armazenada no vasto reservatório da usina. A água é então encaminhada através de gran- des condutos forçados para as unidades geradoras situadas na casa de força (OLIVEIRA, 2012). Figura 6 – Planta Usina Itaipu. Fonte: Itaipu. Dentro de cada unidade geradora, encontramos uma turbina e um gerador. A água que flui move a turbina, convertendo a energia potencial da água em energia mecânica. Este movi- mento da turbina gira o eixo do gerador, criando um campo magnético que induz uma corrente

A usina é dotada de um total de 20 unidades geradoras, cada uma equipada com um gerador síncrono, conhecido por sua alta eficiência na conversão de energia mecânica em elé- trica. A natureza binacional da usina requer que a energia gerada seja dividida equitativamente entre o Brasil e o Paraguai. Para acomodar as diferenças nas frequências das redes elétricas desses países, metade dos geradores operam a uma frequência de 60Hz, utilizada no Brasil, enquanto a outra metade opera a 50Hz, compatível com o sistema elétrico paraguaio (PINTO, 2007). Figura 8 – Conjunto Turbina e Gerador Itaipu. Fonte: Itaipu.

As características das turbinas são:

  • Quantidade 20
  • Tipo Francis
  • Potência nominal unitária 715 MW
  • Velocidade de projeto – 50/60 Hz 90,9/92,3 rpm
  • Queda líquida de projeto 11 8,4 m
  • Vazão nominal unitária 690 m³/s
  • Peça indivisível mais pesada – rotor 296 t
  • Peso de cada unidade 3.360 t Figura 9 – Turbina tipo Francis Itaipu. Fonte: Itaipu. Os geradores que operam a 60Hz são equipados com 78 polos eletromagnéticos e geram uma tensão de 18kV, mantendo um fator de potência de 0,95. Por outro lado, os geradores que operam a 50Hz possuem 66 polos eletromagnéticos, também geram uma tensão de 18kV, mas com um fator de potência de 0,85 (BINACIONAL, 2010).

2.4 SISTEMA DE TRANSMISSÃO USINA ITAIPU

A Usina Hidrelétrica de Itaipu, localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, possui um sistema de transmissão robusto e sofisticado que conecta a energia gerada às respectivas redes elétricas dos dois países (BINACIONAL, 2010). O ponto de partida do sistema de transmissão de Itaipu são as suas três subestações, duas das quais estão situadas na casa de força e operam a 60Hz e 50Hz respectivamente, e uma terceira na margem direita, no lado paraguaio. Estas subestações são encarregadas de elevar a tensão de 18kV, que é gerada pelos geradores, para 500kV, um nível de tensão adequado para transmissão em longa distância (COSTA et al., 2014). As subestações na casa de força são do tipo isoladas a gás, enquanto a da margem direita é convencional. Essas subestações elevam a tensão para 500kV, o que permite a transmissão eficiente da energia gerada ao longo de grandes distâncias. No sistema de 50Hz, existem oito linhas de transmissão de 500kV. Destas, quatro co- nectam a casa de força à subestação na margem direita, e outras quatro vão da margem direita até a subestação em Foz do Iguaçu. No sistema de 60Hz, existem quatro linhas de transmissão de 500kV que ligam a usina à subestação em Foz do Iguaçu (GONÇALVES et al., 2015). O sistema de transmissão de Itaipu também inclui uma subestação conversora de cor- rente alternada para corrente contínua (AC/DC), que se situa na margem direita. Esta subestação recebe energia a 500kV e 50Hz, converte-a para corrente contínua e transmite a energia con- vertida a ±600kV ao longo de 810km até a cidade de Ibiúna, em São Paulo, onde a corrente é novamente convertida em corrente alternada, agora a 60Hz. Esta etapa é fundamental para per- mitir que o Brasil compre energia gerada a 50Hz no Paraguai (BINACIONAL, 2010). Através da Figura 11, pode-se verificar algumas linhas de transmissão que saem as usina de Itaipu, sendo uma linha de 500kV em 5 0Hz para Subestação Margem Esquerda no Paraguai, sendo que desta saem 5 linhas sendo elas:

  • Yguazú – a 51 quilômetros com 500kV-50Hz
  • Villa Hayes – a 348 quilômetros com 500kV-50Hz
  • Itakyry – a 71 quilômetros com 220 kV-50Hz
  • Asuncion – passa pela usina de Acaray e transmite a 220 kV-50Hz
  • Furnas Brasil - a 51 quilômetros com 500kV-50Hz

Na subestação de furnas a mesma efetua diversas operação, além de retransmissão, que é a transformação para 765KV corrente alternada e a conversão para corrente contínua 600kV, sendo que de Furnas saem 4 linhas, sendo:

  • Guaíra/PR – a 172 quilômetros com 500kV- 6 0Hz
  • Cascavel e Toledo/PR – a 115 quilômetros com 500kV- 6 0Hz
  • São Paulo(Ivaipora/Itaberá/Tijuco Preto) – a 891 quilômetros com 765 kV- 6 0Hz
  • Furnas Ibiúna/SP – a 792 quilômetros com 600 kV corrente contínua. Figura 11 – Linhas Transmissão Itaipu. Fonte: Itaipu. 2.5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO TOLEDO A cidade de Toledo fica localizada na região oeste do estado do Paraná, com atualmente 142 mil habitantes, é uma cidade potencialmente agrícola, porém com uma agroindustrial muito forte nas áreas abatedouros de aves, suínos, bovinos e pescados, girando boa parte da economia municipal com empresas estratégicas para atendimento deste nicho de mercado. Empresas como BRF(Sadia), Copices Pescados, Copacol, Tectron, Vacinar, Cargil, Sperafico, Grupo Pluma, Primatto estão presentes na área industrial da cidade.

distinto para a mesma, ele a própria BRF efetuado o rebaixamento após sua medição e distribui internamente em seu parque industrial em tensão de 138kV. Figura 13 – Subestação Concórdia Toledo. Fonte: Copel. Em Toledo, assim como em todo o Paraná a tensão de fornecimento ao usuário final é de 220/127V, sendo possível contratar 380/220V ou outras tensões somente com a aquisição de um posto de transformação, sendo atendido em tensão primária. Figura 14 – Subestação BRF Toledo. Fonte: Próprio.

3 CONCLUSÕES

Diante das informações apresentadas, pode-se concluir que o estudo sobre o funcionamento das usinas hidrelétricas, com foco na Usina de Itaipu, é fundamental para compreender a gera- ção de energia elétrica a partir do potencial hidráulico dos rios. A análise baseada em fontes como o site institucional de Itaipu Binacional, o site da concessionária de energia paranaense Copel e bibliografias disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem da Uninter, permitiu uma abordagem detalhada sobre os princípios de funcionamento, o sistema de transmissão e distribuição de energia. A partir do estudo, observou-se que uma usina hidrelétrica é composta por diversos com- ponentes, como barragem, sistemas de captação e condução de água, casa de força e sistema de devolução da água ao leito do rio. As turbinas, acopladas aos geradores, desempenham um papel essencial na conversão da energia hidráulica em energia elétrica. O sistema de transmis- são, presente na Usina de Itaipu, conta com subestações elevadoras e linhas de transmissão de alta tensão, que garantem a distribuição eficiente da energia gerada, tanto para o Brasil quanto para o Paraguai. É importante destacar que a Usina de Itaipu se destaca como uma referência mundial na produção de energia limpa e renovável. Sua capacidade instalada e a quantidade significativa de energia gerada ao longo dos anos reforçam sua importância na matriz energética dos países envolvidos. Além disso, a utilização de geradores síncronos, a adequação das turbinas conforme a queda e vazão de água e a presença de subestações elevadoras e sistemas de controle e moni- toramento contribuem para uma operação eficiente e segura da usina. No contexto local, o estudo abrangeu o sistema de distribuição de energia elétrica na cidade de Toledo, no Paraná, considerando suas subestações e a rede de transmissão de tensões ade- quadas para atender tanto a área urbana quanto rural. A presença de indústrias relevantes na região, como a BRF (Sadia), destaca a importância do fornecimento confiável de energia para o desenvolvimento econômico local. Em suma, compreender o funcionamento das usinas hidrelétricas, especialmente a Usina de Itaipu, bem como os sistemas de transmissão e distribuição de energia, é fundamental para assegurar a geração sustentável e eficiente de eletricidade, além de garantir o fornecimento de energia para o desenvolvimento socioeconômico das regiões atendidas.