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alvenaria - materiais e técnicas de assentamento
Tipologia: Notas de aula
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durabilidade de acordo com a função que irão desempenhar resistência à ação de agentes agressivos precisão dimensional estabilidade dimensional
EXTERNAS ou perimetrais
comuns de divisa finalidade e disposição INTERNAS ou divisórias corta-fogo divisórias
PORTANTES: esforços horizontais, verticais, inclinados (alvenaria estrutural) ponto de vista estático FECHAMENTO, VEDAÇÃO (tabiques)
espessura
cutelo ½ tijolo 1 tijolo 1 ½ tijolo 2 tijolos
de caixão comum sistema Eckert mistas
o Mistura de cimento, areia, pedrisco e água. o Fabricado com agregado normal ou leve. o Vibro-prensa para moldagem e compactação. o Cura úmida a vapor durante tempo padronizado. o Exigem rigoroso controle da cura para evitar retração por secagem excessiva na parede e sua conseqüente fissuração.
o Resistência mínima à compressão de 2,5 MPa para blocos de vedação. o Isolamento acústico: deve variar de 40 dB para blocos de 9 cm de espessura sem revestimento a 46 dB para blocos de 14 cm de espessura com revestimento. o Peso de até 156 kg/m 2.
o NBR 7173/1982 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural. o NBR 6136/1994 – Bloco vazado de concreto simples para alvenaria estrutural. o NBR 7184/1992 - Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Determinação da resistência à compressão. o NBR 8215/1983 - Prismas de blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – Preparo e ensaio à compressão. o NBR 12117/1991 - Blocos vazados de concreto para alvenaria – Retração por secagem. o NBR 12118/1991 - Blocos vazados de concreto para alvenaria – Determinação da absorção de água, do teor de umidade e da área líquida.
o Devidos, principalmente, à retração por secagem. o Falta de esquadro. o Fragilidade. o Variações dimensionais o Falta de planicidade da superfície.
o Mistura de cal virgem, areia fina quartzosa e água. o Prensagem em moldes (alta pressão). o Desmolde. o Colocação em autoclaves e cura sob alta pressão de vapor por várias horas (16 atm, 200ºC, 5 horas): forma-sehidrossilicato de cálcio (C-S-H). o Método patenteado em 1880 na Alemanha: “Método de produção de pedra artificial de areia”. 70% dos blocos comercializados na Alemanha são sílico-calcários. o Produção atual em diversos países da Europa, Rússia, Canadá, México e EUA. No Brasil são produzidos desde 1976 pela Prensil, para alvenaria estrutural. o Exigem rigoroso controle da cura para evitar retração por secagem excessiva e conseqüente fissuração.
o Material bem compactado: resistência à compressão varia entre 4,5 e 15 MPa. o Alta precisão nas dimensões. o Arestas bem definidas. o Textura suave, pouca rugosidade, alta absorção de água. o Peso de até 132 kg/m 2. o Coloração variada por meio de adição de pigmentos.
o Não há normalização brasileira para blocos sílico-calcários. o Norma alemã: DIN-106.
o Mistura de solo arenoso + cimento + água em betoneira. As proporções desta mistura determinam a resistência dos tijolos de acordo com a sua utilização (o solo ideal é aquele constituído de 50% a 70% de areia e o restante de argila). O teor de umidade é de cerca de 5%. o Prensagem em moldes. o Cura: processo essencial para garantir qualidade. A cura deve ser úmida, e é indispensável nos primeiros 7 dias. o Exigem rigoroso controle da cura para evitar retração por secagem excessiva e conseqüente fissuração. o Na mistura de solo-cimento podem ser acrescentados aditivos impermeabilizantes, cimento refratário, óxido de ferro (pigmento para colorir).
o Capacidade térmica e acústica. o Alvenaria de tijolos à vista. o Regularidade de dimensões, resultando em revestimentos de pequena espessura. o Dispensa o uso de chapisco. quando forem utilizados blocos vazados, as instalações hidráulica e elétrica podem ser feitas por dentro dos furos. o Tijolos assentados com cola. o Confere maior produtividade no canteiro de obras. o Blocos modulados, blocos de encaixe, blocos canaleta.
o NBR 8491/1984 – Tijolo maciço de solo-cimento. o NBR 8492/1984 – Tijolo maciço de solo-cimento – Determinação da resistência à compressão e da absorção de água. o NBR 10832/1989 - Fabricação de tijolo maciço de solo-cimento com a utilização de prensa manual. o NBR 10833/1989 - Fabricação de tijolo maciço e bloco vazado de solo- cimento com utilização de prensa hidráulica. o NBR 10834/1994 – Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural. o NBR 10835/1994 – Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural – Formas e dimensões. o NBR 10836/1994 - Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural – Determinação da resistência à compressão e da absorção de água.
o Fundição de duas partes de vidro a altas temperaturas. o O resfriamento do vidro fundido faz a pressão interna do ar reduzir.
o Peças ocas, estanques, preenchidas com ar rarefeito. o Bom isolamento térmico e acústico. o Várias colorações.
o NBR 14899-1/2002 - Blocos de vidro para a construção civil – Parte 1: Definições, requisitos e métodos de ensaio.
à verificação visual: rejeição das unidades defeituosas à dimensões: NBR ± 3mm à planeza das faces e esquadro:
verificação visual: em 20 blocos de cada lote: trincas, fraturas, superfícies e arestas irregulares, deformações, falta de homogeneidade; bloco aparente: pequenas lascas, imperfeições superficiais
dimensões: medida com trena em 10 blocos de cada lote
espessura da parede: medida com trena em 10 blocos de cada lote, na região mais estreita (^10 10 )
à verificação visual:
Argamassa de cimento e areia grossa Traço 1:3 ou 1:4, em volume Aplicação com colher de pedreiro, lançada energicamente contra a estrutura Desperdício elevado CHAPISCO ROLADO Argamassa de cimento e areia média, misturada a seco Traço 1:4,5, em volume Adicionar água e resina PVA (1 parte de PVA: 6 partes de água) Aplicação com rolo para textura acrílica (2 a 3 demãos). A espessura final da camada fica em torno de 5 mm CHAPISCO COM ARGAMASSA COLANTE Argamassa colante, preparada de acordo com a recomendação do fabricante Aplicação com desempenadeira dentada
CHAPISCO ROLADO ARGAMASSA COLANTE
A galga é marcada com auxílio de nível de mangueira ou com aparelho de nível, nos pilares ou com auxílio de caibro ouescantilhão. São esticadas linhas de náilon. São marcadas também cotas de vergas e contravergas.
O ponto mais alto da base define a cota da primeira fiada. Devem ser feitas, com argamassa, correções de desníveis na estrutura de concreto superiores a 2 cm, com pelo menos 24 horas de antecedência.
“Ferros-cabelo” – aço CA-50 φ 5mm chumbado no pilar, a cada 2 fiadas Tela soldada aparafusada ao pilar, a cada 2 fiadas
¾ É necessária uma ligação efetiva e rígida entre alvenaria e estrutura. ¾ A alvenaria estará submetida a tensões elevadas, e devem resistir a essas tensões. ¾ Soluções no respaldo:encunhamento ouargamassa expansiva.
Essa técnica pode gerar concentração de tensões em alguns pontos e problemas à alvenaria.
¾ Exemplos: pórticos de grande vão, lajes cogumelo, estruturas em balanço, etc. ¾ Soluções no respaldo:preenchimento com material deformável.
¾ Soluções no respaldo:preenchimento com a própria argamassa de assentamento.
Comprimento máximo de parede ou distância máxima entre juntas de controle (metros) Paredes internas Paredes externas Sem aberturas
Com aberturas
Sem aberturas
Com aberturas
Blocos ou tijolos assentados com argamassa mista, parede revestida/ impermeabilizada b ≥ 14 b<14 b ≥ 14 b<14 b ≥ 14 b<14 b ≥ 14 b< cerâmico concreto sílico-calcário concreto celular solo-cimento
à b = largura do bloco (cm) à valores para paredes sem telas ou armaduras contínuas
BLOCO CERÂMICO Verga Contraverga Comprimento da parede (m) <8 8 a 12 <6 6 a 12 Vão (m) <2,4 <2,4 <2,4 <2, Apoio mínimo (m) 0,2 0,3 0,3 0,
BLOCO DE CONCRETO Verga Contraverga Comprimento da parede (m) <6 6 a 8 >8 <6 6 a 8 > Vão (m) <2,4 <2,4 <2,4 <2,4 <2,4 2,4 a 3 Apoio mínimo (m) 0,2 0,3 0,4 0,3 0,4 0,
Verga Contraverga
Compr. da parede (m) <8 8 a 12 >12 <8 8 a 12 <8 8 a 12 Vão (m) <1,8 <1,8 1,8 a 3,2 0,5 a 1 1,8 a 3, Apoio mínimo (m) 0,2 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,