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AULA SOBRE CULTURA DE SOCIOLOGIA
Tipologia: Slides
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VANEIDE PAULO HANNA Ato do conhecimento humano... É tudo aquilo que aprendemos e construímos em sociedade ... Gestos, danças, rituais de cada povo... Imagens da esquerda para direita: (a) Foto adaptada / Creative Commons Licença 3.0 (b) Dimitri Fernandes/ domínio público. (c) Foto adaptada / Creative Commons Licença 3.
O antropólogo Roque Laraia, em seu livro: Cultura, um conceito antropológico , publicado em 1986, apresenta o histórico do conceito e definições de vários antropólogos : 1.“No final do século XVII e no princípio do seguinte, o termo germânico Kultur era utilizado para simbolizar todos os aspectos espirituais de uma comunidade, enquanto a palavra francesa Civilization referia-se principalmente às realizações materiais de um povo.” 2.O antropólogo Edward Tylor sintetizou o termo Culture com a seguinte definição: “é todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábito adquirido pelo ser humano como membro de uma sociedade.” 3.Para o antropólogo Cliford Geertz, cultura é uma espécie de programa de computador (com instruções e regras) para governar o comportamento. Os símbolos e significados são compartilhados pelos membros de um mesmo sistema cultural, entre eles, de forma pública. É um processo cumulativo, resultante de toda a experiência histórica das gerações anteriores, que limita ou estimula a ação criativa do homem .” 4.A cultura é reproduzida pelos ensinamentos repassados pelos seus membros (a herança cultural), mas qualquer sistema cultural está em processo contínuo de mudança, porque os seres humanos possuem a capacidade de questionar seus próprios hábitos. (LARAIA, 1989, p. 99)
Música Arte Ciência Ritos Mitos Tradição Religião Filosofia S í m b o l o s L i t e r a t u r a Danças Gestos
Imagem: Leonardo da Vinci / Homem de Vitrúvio , 1485-1490 / Veneza, Galleria dell' Accademia / Domínio público
CULTURA: EXPRESSÃO DE IDENTIDADE E RESISTÊNCIA DE UM POVO.
Imagem: Jean Louis Gonterre / Domínio público. Imagem: Clip-art do Power Point.
PERNAMBUCO FALANDO PARA O MUNDO Pitomba, preaca, pife e pandeiro Esse é o encontro, é essa emoção Rainhas e reis, reisado e rojão Negros nagôs, navios negreiros Ascenso, arrecife, angolas-arteiros Maraca, mascates e maracatu Baião, berimbau, batuque bantu Usina, umbigada, umburana, umbuzal Capiba, calunga, calor, carnaval Oxossi, obá, oxum, olodum Sou braço de mar, um rio caudaloso No sertão sou seco, na mata estourado Eu, nos arrecifes, um mar furado A cova dos rios, salgado e formoso E nesse meu céu azul luminoso Ao sul de estrelas cruzeiro avistei Por ele à noite no mar me guiei Eu sou paranã, sou paranabuco Falando pro mundo eu sou Pernambuco A ler meu Brasil aqui comecei Se alguém me escutar tinindo a garganta Verá que meu canto desvenda segredos Acaba mistérios, destrói todos os medos Herdeiro da voz sou de Dona Santa Meu canto é sangue, é pedra que encanta Desterra o tesouro no chão mais profundo Eu sou um cantante, eu sou vira mundo Se estou azougado, ninguém me segura Acima de mim, só Deus nas alturas Eu sou Pernambuco falando pro mundo *estrofe inspirada em poema do livro Romançal de Pernambuco de Marcos Cordeiro. Composição: Antônio Nóbrega e Wilson Freire enviada por tohtoh
QUILOMBO CANDOMBLÉ ÍNDIO FULNIÔ Imagens da esquerda para direita: (a) Johann Moritz Rugendas / Habitação de Negros , 1822-1825 / Domínio Público(b) Marcelo Lapenda/Geraldo Lapenda com o índio fulni-ô Lourenço/acervo pessoal – familiar/ domínio público. (c) André Koehne / GNU Free Documentation License
ATÉ O MOMENTO, VIMOS QUE TODA E QUALQUER SOCIEDADE SE EXPRESSA E SE IDENTIFICA MEDIANTE SUA CULTURA.