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aula do professor, preciso baixar esse documento, Exercícios de Biologia

não é meu esse trabalho, nossa deveria ser opcional adicionar trabalhos aqui

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 13/10/2020

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matheus-reis-97 🇧🇷

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Aula: Métodos de diagnósticos
parasitológicos
Disciplina: Práticas aplicadas em
parasitologia clínica e líquidos
Profa: Raissa Guará
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Aula: Métodos de diagnósticos

parasitológicos

Disciplina: Práticas aplicadas em

parasitologia clínica e líquidos

Profa: Raissa Guará

  • (^) A maioria dos parasitos intestinais pode ser diagnosticada pelo

exame das fezes, embora outros materiais como urina, escarro,

secreções, tecidos e sangue podem ser utilizados para identificação

de algumas espécies de parasitas;

  • (^) A identificação correta dos parasitos vai depender principalmente

das condições das

amostras. Portanto, é fundamental a colheita adequada do material.

  • (^) No material fecal normalmente encontramos elementos como

resíduos alimentares, células

vegetais, grão de pólen, leucócitos e outros artefatos que podem

facilmente ser confundidos com parasitos.

PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES Atualmente o teste é feito com o uso de testes rápidos que apresentam o resultado positivo ou negativo.

MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO DO MATERIAL

Exame Direto

  1. colocar uma gota do material a ser examinado numa lâmina, cobrindo com uma lamínula.
  2. Usando a objetiva de 40X, observar a presença de formas móveis dos protozoários (trofozoítos)
  3. Procurar focalizar o protozoário, que é facilmente reconhecido pelo seu movimento típico

PROCEDIMENTO:

1. Colocar cerca de 5g de fezes, coletados de várias partes do bolo fecal, em copo graduado

ou Becker de 250 ml. Completar o volume de 50 a 60 ml de água corrente e misturar

vigorosamente.

2. Preparar a suspensão juntando 100 ml de água corrente.

3. Filtrar essa suspensão através de gaze dobrado 4 vezes, recolhendo-a em copo de

sedimentação de capacidade de 125 ml.

4. Se necessário, adicionar água corrente, até completar aproximadamente ¾ do volume do

copo cônico. Deixar a suspensão em repouso durante 1 a 2 horas.

5. Com uma longa pipeta capilar, fixada a um bulbo de borracha, colher uma pequena

porção do sedimento na camada inferior, depositando sobre uma lâmina. Se a preparação

estiver muito espessa, diluir com uma gota de solução salina a 0,85% ou água corrente.

Colher amostra adicional do centro e do fundo do sedimento.

6. Examinar ao microscópio, a presença de ovos, larvas e cistos.

CENTRÍFUGO-FLUTUAÇÃO PELO SULFATO

DE ZINCO (FAUST)

FUNDAMENTO: Flutuação de cistos de protozoários e ovos leves de helmintos em solução de sulfato de zinco.

Indicado na pesquisa de protozoários e de ovos leves de

helmintos (Ancilostomídeos, Enterobius vermicularis,

Trichuris trichiura ).

A permanência prolongada da suspensão em sulfato de

zinco, pode resultar em distorção dos cistos e ovos de

nematódeos. A preparação deve ser examinada até 20

minutos.

MÉTODO DE WILLIS

FUNDAMENTO:

Baseia-se na capacidade da solução saturada de cloreto de sódio em fazer

flutuar ovos de helmintos considerados leves.

Este método é bastante eficiente na identificação de

ovos de ancilostomídeos e Trichuris trichiura ,

sobretudo nos casos em que há baixa infestação.

PROCEDIMENTO

1. Colocar uma quantidade de fezes de aproximadamente 1 a 2 g. coletada de várias

partes do bolo fecal, em pequena cuba de vidro de 3 cm de diâmetro com capacidade

aproximada de 20 ml. Completar ¼ da capacidade do recipiente com solução saturada

de cloreto de sódio.

2. Suspender as fezes na solução saturada salina até haver uma total homogeneização.

3. A lamínula deve ficar em contato com o menisco durante 30 a 45 minutos; não

deverá haver formação de bolhas de ar entra a lamínula e a superfície do líquido. A

gota contendo os ovos se adere à face inferior da lamínula.

4. Remover a lamínula e inverter rapidamente a sua posição sobre uma lâmina.

5. Examinar ao microscópio com objetiva de pequeno aumento.

PROCEDIMENTO:

1. Encher o funil com água corrente, aquecida a 40-45ºC.

2. Abrir a pinça de Mohr, deixando escorrer uma pequena quantidade de água para evitar

a

formação de bolhas de ar na haste e no tubo de látex.

3. Colocar 8 a 10 g de fezes, recentemente emitidas, sobre gaze dobrada quatro vezes e,

se necessário, juntar mais água, até que as fezes fiquem submersas.

4. Deixar em repouso durante 60 minutos.

5. Abrir a pinça e coletar parte do líquido em vidro de reógio; examinar ao microscópio

estereoscópio (aumentos 20 a 30 x). Deixar em repouso durante alguns minutos, pois

desta forma as larvas migrarão para o centro do vidro de relógio, ou proceder de acordo

com o item 6.

6. Coletar em tubo cônico de centrífuga. Centrifugar (500 x g por 1 min), e examinar o

sedimento entre lâmina e lamínula. Corar a preparação com solução de Lugol, para a

identificação das características morfológicas das larvas, e examinar ao microscópio com

aumento de 20x.

MÉTODO DA FITA GOMADA (GRAHAM)

FUNDAMENTO

Baseia-se na utilização da fita gomada na apreensão de estágios evolutivos de parasitos,

localizados na região perianal.

Este método é indicado para a pesquisa de todos os

parasitos que prioritária ou ocasionalmente se

deslocam até a região perianal. Assim sendo,

poderemos detectar o Enterobius vermicularis,

Taenia sp.

MÉTODO DE KATO-KATZ

FUNDAMENTO

Fundamenta-se na contagem de ovos de helmintos em lâmina Após o peneiramento e

contato com substância conservadora.

Indicado para avaliação da carga parasitária no diagnóstico e controle de cura após o tratamento. Ex. Schistosoma mansoni. Contar os ovos encontrados em toda a lâmina e multiplicar por 23, a fim de ter o número de ovo por grama de fezes.

PROCEDIMENTO:

1. Colocar a amostra fecal sobre o papel absorvente.

2. Comprimir a tela metálica ou de náilon sobre as fezes, fazendo com que parte passe

através das malhas.

3. Remover as fezes que passam através das malhas e transferi-las para o orifício do cartão,

colocado sobre a lâmina.

4. Depois de encher o orifício central, remover com cuidado o cartão, deixando as fezes com

a lamínula.

5. Cobrir as fezes com a lamínula de celofane, invertendo e pressionando a lâmina sobre o

papel absorvente.

6. Deixar a preparação em repouso (clarificação) durante 30 minutos a 34-40°C ou à

temperatura ambiente por 1-2 horas.

7. Examinar a preparação ao microscópio