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Aula III, Notas de aula de Direito

Aula III - Disc

Tipologia: Notas de aula

2016

Compartilhado em 11/01/2016

adolpho-pereira-5
adolpho-pereira-5 🇧🇷

4.7

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bg1
CURSO DE ESTUDO DE CASO PARA O TRT DA 3ª REGIÃO - 2015
EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.
Turma 2
(temático + correção individual)
Ajustado ao concurso de 2015
Aula Demonstrativa
Profs. Décio Terror, Fabiano Pereira
e Júnia Andrade
1
www.pontodosconcursos.com.br |
-------------------------------------------------------------------------------------------------------
Prezados,
Nesta aula, vamos trabalhar o assunto gramática textual. Também
vamos deixar um bônus para vocês: um resuminho do que cai na prova
de português da FCC. Como muitos sabem, gramática praticamente
não muda muito. O que há é uma reforma ou outra que ocorre depois de
anos. Mesmo assim, nem a Reforma Ortográfica de 2008 nos interessa
em peso, porque estamos no período de convivência da regra anterior
com a nova, o que vai até 31 de dezembro de 2015. Esse período, por
exemplo, permite que vocês grafem a mesma palavra de formas, sem
que a redação seja apenada por isso.
Então, a Reforma não é o cerne de nossa preocupação, embora ela
venha a ser tomada como instrumento do exercício que proporemos nas
páginas seguintes.
O que vamos fazer neste material é propor uma dinâmica para que
vocês possam entender melhor o funcionamento de regras e de
expressões da língua. Partiremos de uma série de frases que podem ou
não conter erros comuns. Vocês julgarão a correção dessas frases. Ao
final, eu comentarei a regra de todas elas, estando certas ou erradas.
Acredito que será uma forma mais estimulante de empregar as
regras da língua. Será bom conhecer isso para a prova e para o uso do
dia a dia.
Quando interessar fortemente à correção da FCC, deixaremos a
sentença grifada.
Aula 3
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EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.

Turma 2 (temático + correção individual) Ajustado ao concurso de 2015 Aula Demonstrativa Profs. Décio Terror, Fabiano Pereira e Júnia Andrade

www.pontodosconcursos.com.br |

Prezados, Nesta aula, vamos trabalhar o assunto gramática textual. Também vamos deixar um bônus para vocês: um resuminho do que cai na prova de português da FCC. Como muitos já sabem, gramática praticamente não muda muito. O que há é uma reforma ou outra que ocorre depois de anos. Mesmo assim, nem a Reforma Ortográfica de 2008 nos interessa em peso, porque estamos no período de convivência da regra anterior com a nova, o que vai até 31 de dezembro de 2015. Esse período, por exemplo, permite que vocês grafem a mesma palavra de formas, sem que a redação seja apenada por isso. Então, a Reforma não é o cerne de nossa preocupação, embora ela venha a ser tomada como instrumento do exercício que proporemos nas páginas seguintes. O que vamos fazer neste material é propor uma dinâmica para que vocês possam entender melhor o funcionamento de regras e de expressões da língua. Partiremos de uma série de frases que podem ou não conter erros comuns. Vocês julgarão a correção dessas frases. Ao final, eu comentarei a regra de todas elas, estando certas ou erradas. Acredito que será uma forma mais estimulante de empregar as regras da língua. Será bom conhecer isso para a prova e para o uso do dia a dia. Quando interessar fortemente à correção da FCC, deixaremos a sentença grifada.

Aula 3

EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.

Turma 2 (temático + correção individual) Ajustado ao concurso de 2015 Aula Demonstrativa Profs. Décio Terror, Fabiano Pereira e Júnia Andrade

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Boa aula!

Julgue C (certo) ou E (errado) quanto à correção gramatical e vocabular das sentenças seguintes:

  1. Há 10 anos atrás, o Tribunal de Justiça começou a campanha.
  2. Foi, então, que se rompeu os acordos firmados entre o governo e as empresas contratadas.
  3. Pode haver medidas mais eficazes do que as que vêm sendo empregadas para conter o aumento da violência entre jovens.
  4. Tratam-se de escândalos que envolvem setores diversos da administração pública.
  5. Espera-se que, daqui a alguns anos, a moralidade possa envolver a política brasileira.
  6. A norma se adéqua ao que propõe os tratados internacionais.
  7. Na época em que os presídios se proveram de aparatos de segurança.
  8. Muitos brasileiros não reouveram seus investimentos, porque não foram contabilizadas, com justiça, as perdas referentes a possíveis juros que poderiam ter sido acumulados.
  9. As Forças Armadas do Brasil têm um papel importante para a paz, pois normalmente elas intermediam conflitos que envolvem guerras civis em países pobres como o Haiti.

Teste sua competência linguística escrita

EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.

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  1. À S. Exa. o Senhor Deputado Federal...
  2. Cabe o questionamento à cada esfera do poder público.
  3. As UPPs prestam atendimento à comunidades antes dominadas pelo tráfico.
  4. A verba destina-se àquele projeto que priorizar a desenvolvimento sustentável.
  5. O chefe de departamento tomou decisões pertinentes à uma norma regimental do órgão.
  6. Fizemos a reclamação junto ao Procon.
  7. Para maiores informações, entre em contato com o site...
  8. Independente de haver paralisações, alguns setores continuarão suas atividades.
  9. Muitas famílias melhoraram sua renda através de políticas de distribuição de renda.
  10. O presidente da Câmara recuou de sua decisão. O mesmo vinha sendo questionado por setores sociais diversos.
  11. Propuseram uma reunião onde se elegerá o novo diretor do grupo.
  12. Até agora não se sabe por que esse sistema não foi modificado.
  13. Se não for proferida nova decisão, o certo será mantê-los no cargo.
  14. Uma das coisas que prejudicam a economia é a especulação.

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  1. A colocação feita pelo senador demonstra a frágil relação entre legislativo e executivo.
  2. Sempre houve um elo de ligação entre as construtoras e os partidos.
  3. A meta é estimular a criação de novos empregos em estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
  4. Além do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o Senado deverá discutir também o projeto de lei que torna crime a homofobia.
  5. Agora o conteúdo ficou mais bem explicado.
  6. Seja no lar ou no trabalho, deve-se cultivar a paz.
  7. Devemos ceder lugar aos idosos, posto que estejamos apressados.
  8. O susto foi grande na medida em que choveu demasiadamente.
  9. Comprou a casa a fim de que os pais tivessem um novo lar.
  10. ...revelou uma outra forma de interpretar as passagens do texto.
  11. Casos de corrupção passaram, durante anos, desapercebidos.
  12. Isso não quer dizer que eles tornariam-se mais perigosos.
  13. Havendo completado-se o ciclo,...
  14. Jamais se pode conceber que ações antiéticas façam parte das compras públicas.

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_E - Esse é um erro bastante comum nas redações. Quando se emprega verbo + se, deve-se tentar reescrever a sentença para verificar a concordância correta, pois é comum que o sujeito fique posposto ao verbo: ...que se romperam os acordos = os acordos foram rompidos. Quando não for possível reescrever o trecho, deixaremos o verbo

  • se no singular. Exemplo: precisa-se de aulas de pontuação._

3) Pode haver medidas mais eficazes do que as que vêm sendo empregadas para conter o aumento da violência entre jovens. C – Pode haver = fica no singular, porque temos o verbo HAVER sendo empregado como verbo IMPESSOAL (verbo haver empregado no sentido de existir ). Nesse caso, o verbo haver torna toda a locução singular. Devemos observar também o plural do verbo VIR, composto corretamente na forma “vêm” para concordar com a terceira pessoa do plural presente em “as que”.

4) Tratam-se de escândalos que envolvem setores diversos da administração pública. E - Assim como os verbos HAVER (=existir), FAZER (= tempo decorrido), o verbo TRATAR-SE deve ser empregado no singular, já que é verbo que não aceita sujeito.

  1. Espera-se que, daqui a alguns anos, a moralidade possa envolver a política brasileira. C – Empregamos “daqui a” para exprimir ideia de ocorrência futura.

  2. A norma se adéqua ao que propõe os tratados internacionais.

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E - o verbo adequar fica mais bem empregado em voz passiva: é adequada, está adequada. A concordância do verbo propor também está incorreta, vista que o sujeito é a expressão “os tratados internacionais”. Está correto, por conseguinte, “os tratados internacionais propõem...”

  1. Na época em que os presídios se proveram de aparatos de segurança. C – o verbo prover , que significa abastecer, conjuga-se como VER no presente. Nos demais tempos, aquele verbo regulariza-se e passa se conjugar como vender. Exemplo: venderam, proveram.

  2. Muitos brasileiros não reouveram seus investimentos, porque não foram contabilizadas, com justiça, as perdas referentes a possíveis juros que poderiam ter sido acumulados. C – o verbo reaver , flexionado no pretérito perfeito, conjuga-se da seguinte maneira: eu reouve, tu reouveste, ele reouve, nós reouvemos, vós reouvestes, eles reouveram.

  3. As Forças Armadas do Brasil têm um papel importante para a paz, pois normalmente elas intermediam conflitos que envolvem guerras civis em países pobres como o Haiti. E – o verbo intermediar , assim como os verbos mediar, remediar, conjuga-se como ODIAR. Portanto, o correto seria “elas intermedeiam conflitos”.

  4. Se vigesse hoje uma lei sem brechas como a 8.666, não haveria tantas licitações fraudulentas. C – o verbo VIGER, do campo semântico de vigência, conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo, faz-se correto na forma “vigesse”.

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C – o verbo visar , no sentido de almejar, desejar, é verbo transitivo indireto. Logo, seu complemento é precedido de preposição.

  1. O descontentamento do mercado implicou em perda das ações. E – o verbo implicar , quando indica gerar, acarretar, não pode ser seguido de preposição.

  2. No Brasil prefere-se mais corrigir problemas em vez de evitá-los. E – o verbo preferir aceita somente regência construída com preposição “a”, em prefere-se uma coisa a outra. Vale também notar que não se pode empregar advérbios de intensidade (mais, muito mais etc.) com preferir.

  3. ...foi quando a RFB informou a os contribuintes sobre as novas regras. E – em geral não se pode atribuir dois objetos de mesma natureza para o verbo. No caso acima, há dois objetos indiretos (“aos contribuintes” e “sobre as novas regras”). Ou se usa o objeto indireto para a pessoa ou se usa o objeto indireto para a coisa a ser informada. Exemplo: a RFB informou os contribuintes sobre as novas regras ./a RFB informou aos contribuintes as novas regras.

  4. Os Estados Unidos assistem à violência do ISIS, sem responder à altura. C – o verbo assistir, empregado no sentido de ver, presenciar, exige complemento com preposição “a”.

  5. O espetáculo foi assistido por críticos americanos.

EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.

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E – como o verbo assistir exige preposição, não se pode empregá- lo em voz passiva analítica. Portanto, podemos apenas empregá-lo da seguinte forma: críticos americanos assistiram ao espetáculo.

 Crase

  1. Os estudantes deverão passar pelos testes, a partir do próximo ano. C – não há crase antes de verbo, fato que explica por que partir não é precedido de crase.

  2. Não houve restrições à sua decisão.

C – antes de pronome possessivo feminino, o emprego da crase é facultativo.

  1. À S. Exa. o Senhor Deputado Federal...

E – não se emprega crase antes de pronome de tratamento, quando este é empregado para ambos os sexos.

  1. Cabe o questionamento à cada esfera do poder público.

E – não use emprega crase antes de pronome indefinido (exemplo: cada, qualquer, toda, certa, nenhuma, alguma etc.)

  1. As UPPs prestam atendimento à comunidades antes dominadas pelo tráfico. E – antes de palavra feminina flexionada no plural só se emprega crase se houver o artigo “as” para receber a contração com a preposição “a”.

  2. A verba destina-se àquele projeto que priorizar a desenvolvimento sustentável.

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  1. O presidente da Câmara recuou de sua decisão. O mesmo vinha sendo questionado por setores sociais diversos. E – não podemos empregar os pronomes “mesmo” e “próprio” no lugar de substantivos, porque tais pronomes servem para enfatizar os substantivos. Desse modo, só devem vir após os nomes que enfatizam. O melhor a ser feito na frase acima é empregar o pronome reto “Ele”.

  2. Propuseram uma reunião onde se elegerá o novo diretor do grupo. E – só podemos empregar o relativo “onde” quando houver referência clara a lugar físico. No exemplo, “reunião” é um evento. Desse modo, devem-se usar outras formas pronominais como “em que” ou “na qual”.

  3. Até agora não se sabe por que esse sistema não foi modificado. C – quando há uma ideia de indefinição ou de dúvida no contexto, usa-se o porquê separado tal como no exemplo acima.

  4. Se não for proferida nova decisão, o certo será mantê-los no cargo. C – “Se não” equivale a “Caso não”. “Senão” indica “do contrário”, “de outra forma”. Exemplo: preciso conversar com seus pais, senão, com você mesmo.

  5. Uma das coisas que prejudicam a economia é a especulação.

E – “coisa” é termo coloquial (linguagem popular). Desse modo, deve ser evitado o seu emprego no texto. Se for necessário empregar o termo, use-o sob aspas.

  1. A colocação feita pelo senador demonstra a frágil relação entre legislativo e executivo.

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E – usar o termo “colocação” com o significado de discurso, fala, virou um modismo linguístico não pertinente ao uso correto da expressão. O melhor é empregar no exemplo o termo “O discurso”.

  1. Sempre houve um elo de ligação entre as construtoras e os partidos. E – há redundância nos termos em destaque. Deve-se, no caso, empregar apenas “elo”.

  2. A meta é estimular a criação de novos empregos em estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. E – temos outra redundância na passagem cima. Ao se criarem empregos, pressupõe-se que haverá novos empregos.

  3. Além do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o Senado deverá discutir também o projeto de lei que torna crime a homofobia. E – Evite empregar duas expressões aditivas no mesmo período. Desse modo, se já empregou “Além de”, não empregue “também”, pois haverá redundância.

  4. Agora o conteúdo ficou mais bem explicado.

C – “melhor” é adjetivo; “mais bem” é expressão adverbial. Como os advérbios acompanham verbos, acima está bem empregada a expressão “mais bem”, visto que temos o verbo no particípio (“explicado”).

  1. Seja no lar ou no trabalho, deve-se cultivar a paz.

E – a alternância deve ser feita com conjunções pareadas. Exemplo: seja...seja; ou...ou; quer...quer. Desse modo, seria correta a forma “Seja no lar seja no trabalho”.

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E – não se usa pronome oblíquo átono após verbo no particípio.

  1. Jamais se pode conceber que ações antiéticas façam parte das compras públicas. C – advérbios de negação ou de conotação negativa atraem o pronome oblíquo átono.

  2. Em se tratando de medidas socioeducativas, ainda há muito a ser melhorado. C – gerúndio precedido de preposição em motiva a antecipação do pronome oblíquo átono ao verbo.

  3. Convém aos legisladores que se mantenham como fiscais da lei. C – “que”, na condição de conjunção subordinativa ou de pronome relativo, atrai o oblíquo átono.

 Pontuação

  1. O reflexo é uma estrutura hereditária que se consolida, e organiza por meio do seu próprio funcionamento. E – não há vírgula antes do E quando esta conjunção une ações verbais para o mesmo sujeito. Se o E estiver coordenando orações em que cada verbo tenha um sujeito diferente, pode-se empregar a vírgula antes do E.

  2. Uma quarta forma de assimilação, já antes referida, consiste na assimilação mútua de esquemas. C – Usamos vírgulas, travessões ou parênteses para isolar intercalações.

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  1. Segundo Piaget, existem apenas estados de consciência da fome e da satisfação. C – Quando empregamos advérbios de conformidade (segundo, conforme, de acordo com), devemos empregar vírgula para isolar tais advérbios.

  2. São atitudes como, por exemplo, demonstrar noção de tempo e de espaço. C – expressões retificadoras ou explicativas (por exemplo, aliás, sobretudo, ou melhor, isto é) devem vir isoladas entre vírgulas. Podem também ser isolada por vírgula e depois por sinal de dois pontos.

  3. É preciso compreender isso como: sistemas de fiscalização e de controle, previstos em lei para resguardar o patrimônio público. E – não usamos dois pontos após conjunções ou após verbos transitivos, porque estes elementos gramaticais indicam que a frase precisa seguir para sua complementação de sentido. No caso acima é melhor empregar um elemento catafórico (anunciador de ideia posterior) antes do sinal de dois pontos. Exemplo: É preciso compreender isso como o seguinte :...

  4. Fato previsto na Lei 8.429/92, que dispõe sobre sanções aplicáveis aos agentes públicos no caso de enriquecimento ilícito. C – quando vamos explicar uma lei ou qualquer outra norma, devemos usar vírgula antes da oração explicação iniciada por “que”.

  5. Em 1989 - ano da invenção da www -, é assinado entre Bush e Gorbachev o fim da Guerra Fria.

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c. Uso de expressos coloquiais (gírias, neologismos, expressões populares), quando grafadas com iniciais minúsculas. Exemplo: “mensaleiros”, “tudo acaba em pizza”, “coisa”.

A GRAFIA DE NUMERAIS. Quando os numerais são acompanhados de símbolos ou representam medidas, distância, datas e valores, sempre empregaremos algarismos para grafar suas representações. Exemplos: 2014, 10%, 11 horas etc. Se os numerais forem cardinais, ou seja, indicarem quantidades, devemos observar o seguinte: a. Se o numeral empregar apenas uma palavra para ser escrito, ele será grafado por extenso. Exemplos: dez motivos, quinhentas pessoas, três propostas de emendas.

b. Se o numeral empregar mais de uma palavra para ser escrito, pesará a economicidade da linguagem e a forma algarismo passa a ser a mais adequada para designar a quantidade. Exemplos: 32 pessoas, 601 motivos.

REGRA GRAMATICAL PARA O USO DE LETRAS MAIÚSCULAS:

a) Usa letra maiúscula:

EXCLUSIVO PARA ANALISTA JUDICIÁRIO-JUDICIÁRIO E OFICIAL DE JUSTIÇA.

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 na grafia inicial de substantivos próprios ou de nomes especificados: João, Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região etc.  Na grafia de siglas: STN, PMRJ, etc.  Em início de período (abertura de parágrafo ou após ponto final ou exclamação ou interrogação). Obs: não usamos inicial maiúscula após o sinal de dois pontos ou após o ponto e vírgula.  Na especificação de palavras aplicadas a dois elementos: Estado (semântica pertinente à ideia abstrata de instituição maior) ou estado (empregado para indicar o estado das coisas ou para fazer diferença no texto entre a ideia de federação e de ente federativo).

Exemplo: Cabe ao Estado promover a segurança, sem desrespeitar os

direitos humanos.

O USO DE PRONOMES ANAFÓRICOS E CATAFÓRICOS.

a) Sempre que for se referir a uma ideia anterior, prefira empregar os pronomes ESSE, ESSA e ISSO. b) Se for se referir exatamente a uma palavra (não ideia) imediatamente falada, use ESTE, ESTA. c) Se for se referir a ideia ou palavra posterior ao pronome, use ISTO, ESTE ou ESTA. Exemplos: