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Ditadura Militar no Brasil: Governo Provisório, Constitucional e Estado Novo (1930-1945), Notas de estudo de Cultura

Uma visão geral da ditadura militar no brasil, dividida em três etapas: governo provisório (1930-1934), governo constitucional (1934-1937) e estado novo (1937-1945). Descreve as leis, os eventos e as figuras importantes de cada etapa, além de suas consequências na sociedade e na economia brasileira.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 11/11/2010

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Roxana_Br 🇧🇷

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IV - Era Vargas (1930-45)
Periodização:
1ª etapa: Governo Provisório (1930-34)
2ª etapa: Governo Constitucional (1934-37)
3ª etapa: Estado Novo (1937-45)
1. Governo Provisório (1930-1934)
F 0 B 7 Houve a preservação do clima revolucionário. Barbaridades cometidas eram justicadas pelo clima
revolucionário. Ex.: Destituição de todos os governadores (menos de MG -Antônio Carlos de Andrade),
suspendeu todos os mandatos adquiridos anteriormente, fechou o legislativo. Não havia sentido em manter
os mandatos (pois foram eleitos durante o governo de Washington Luís). Ficamos muito tempo sem eleições.
Sem se esquecer que essas ações eram justicadas pelo clima revolucionário.
F 0 B 7 Executivo passou a legislar por meio de leis orgânicas. Tais leis durante a ditadura militar (1964-1985)
foram chamadas de decretos-lei, onde os militares governavam por meio dessas leis. Quem mais usou o
decreto lei foi o presidente José Sarney. Hoje foram substituídas pelas "medidas provisórias".
F 0 B 7 Em nome da Revolução, houve a nomeação de interventores para o lugar dos governadores. A maioria dos
interventores era membro do movimento "tenentista". (Juarez Távora (NE) João Alberto (SP)). Vargas sabia
quem poderia derrubá-lo --> os militares ("tenentes"). Por isso tirou os "tenentes" dos quartéis colocando-os
em cargos públicos, virando assim burocratas, deixando-os longe do meio revolucionário.
Getúlio escolhe os interventores. O Congresso estava fechado!
F 0 B 7 Deu início ao processo de excessiva intervenção do Estado na economia. Nascem institutos e empresas
estatais (IBC, IAA, CSN ...)
F 0 B 7 Início ao processo de Manipulação do movimento operário. Como?
A) Populismo
* Política de massas - manipulação da população pelo Estado. Tem-se uma população urbana maior e
para dominá-la utiliza-se do populismo. Populismo = mecanismo de dominação estatal ligado à nova
realidade urbana. Essa dominação é diferente da manipulação rural. Para essa nova manipulação era
necessária uma política abrangente (coletiva) para dominar a massa aglutinada nas cidades, que possui
alguma consciência política (diferente do meio rural).
* O populismo visa a dissimulação da luta de classes. Sua nalidade era acobertar o choque capital X
trabalho; esvaziar o discurso marxista que tem como concepção o materialismo. Marxismo cresce com
Josef Stalin. (1929) capitalismo em crise e o socialismo (marxismo) em alta. Era necessário um "contra
discurso" para acabar com o discurso marxista --> essa era a essência do populismo criado por Getúlio
Vargas.
Tenta mostrar que patrão e empregado se equivalem, trabalhando em PROL da nação (acabar com a luta
de classe). Isso acontece em vários países: no Brasil o Populismo, na Alemanha o Nazismo e etc..
B) Trabalhismo
* O estado assume as reivindicações da classe operária: Paternalismo.
* O Estado concede leis trabalhistas de acordo com seus interesses, claro. Esvaziam-se os sindicatos e o
PCB. Assim o Estado passa a ser o defensor da classe trabalhadora. O Estado concedeu tudo o que
reivindicara: repouso semanal, férias remuneradas, jornada de oito horas e outros.
* Com as leis trabalhistas concedidas ao trabalhador pelo Estado, houve um esvaziamento dos sindicatos
e do PCB. O Estado ca mais "bonzinho" do que os sindicatos.
B) Peleguismo
Falsas lideranças sindicais --> líderes sindicais que manipulam a classe operária em favor do Estado,
da burguesia. Conciliar, propor pactos, tolerâncias, negociações e etc. Apaziguam, contemporizam e
acabam por desmobilizar a classe operária. Além dos pelegos o governo controla os sindicatos por meio
da: Lei de Sindicalização e com a criação do Ministério do Trab.
F 0 B 7 Revolução Constitucionalista de São Paulo (1932):Tentativa das velhas oligarquias paulistas de tomar o
poder perdido com a revolução de 30 -> Vargas voltou-se para a indústria -> paulistas não aceitam (ruim
para o setor cafeeiro) -> as velhas oligarquias paulistas manipulam a população. Argumentam que queriam
a volta do Estado de Direito (argumento: país precisava de uma Constituição -> o governo de Getúlio era
provisório). Velhas oligarquias (PRP) + novas oligarquias (PDP) + classe média = FUP (Frente única paulista -
> partido de pressão).
. Reivindicam: Constituinte, constituição (estado de Direito), interventor civil e paulista.
. Apoiados : imprensa, estudantes (faculdade de Direito). . Classe
operária cou fora dessas reivindicações -> estavam sendo apoiada pelo Estado, com as leis
trabalhistas. Vargas fez várias concessões aos trabalhadores. Ele nomeou um interventor civil paulista e
fez eleições para a Constituinte. Porém, o movimento continuou.
. Estopim: assassinato de 4 paulistas (3 deles estudantes) -> dão um novo ânimo ao movimento -> não
chama mais FUP -> vira MMDC (iniciais dos nomes das pessoas que morreram). O movimento deixa de
ser reivindicatório para ser revolucionário. Alguns integrantes do tenentismo juntam-se ao movimento.
. Militares - Bertoldo Klinger (cap.) ; Euclides Figueiredo (cel.) ; Isidoro Dias Lopes (gen.).
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IV - Era Vargas (1930-45)

Periodização: 1ª etapa: Governo Provisório (1930-34) 2ª etapa: Governo Constitucional (1934-37) 3ª etapa: Estado Novo (1937-45)

1. Governo Provisório (1930-1934)

F 0 B 7Houve a preservação do clima revolucionário. Barbaridades cometidas eram justificadas pelo clima revolucionário. Ex.: Destituição de todos os governadores (menos de MG -Antônio Carlos de Andrade), suspendeu todos os mandatos adquiridos anteriormente, fechou o legislativo. Não havia sentido em manter os mandatos (pois foram eleitos durante o governo de Washington Luís). Ficamos muito tempo sem eleições. Sem se esquecer que essas ações eram justificadas pelo clima revolucionário. F 0 B 7Executivo passou a legislar por meio de leis orgânicas. Tais leis durante a ditadura militar (1964-1985) foram chamadas de decretos-lei, onde os militares governavam por meio dessas leis. Quem mais usou o decreto lei foi o presidente José Sarney. Hoje foram substituídas pelas "medidas provisórias". F 0 B 7Em nome da Revolução, houve a nomeação de interventores para o lugar dos governadores. A maioria dos interventores era membro do movimento "tenentista". (Juarez Távora (NE) João Alberto (SP)). Vargas sabia quem poderia derrubá-lo --> os militares ("tenentes"). Por isso tirou os "tenentes" dos quartéis colocando-os em cargos públicos, virando assim burocratas, deixando-os longe do meio revolucionário. Getúlio escolhe os interventores. O Congresso estava fechado! F 0 B 7Deu início ao processo de excessiva intervenção do Estado na economia. Nascem institutos e empresas estatais (IBC, IAA, CSN ...) F 0 B 7Início ao processo de Manipulação do movimento operário. Como?

A) Populismo

  • Política de massas - manipulação da população pelo Estado. Tem-se uma população urbana maior e para dominá-la utiliza-se do populismo. Populismo = mecanismo de dominação estatal ligado à nova realidade urbana. Essa dominação é diferente da manipulação rural. Para essa nova manipulação era necessária uma política abrangente (coletiva) para dominar a massa aglutinada nas cidades, que possui alguma consciência política (diferente do meio rural).
  • O populismo visa a dissimulação da luta de classes. Sua finalidade era acobertar o choque capital X trabalho; esvaziar o discurso marxista que tem como concepção o materialismo. Marxismo cresce com Josef Stalin. (1929) capitalismo em crise e o socialismo (marxismo) em alta. Era necessário um "contra discurso" para acabar com o discurso marxista --> essa era a essência do populismo criado por Getúlio Vargas. Tenta mostrar que patrão e empregado se equivalem, trabalhando em PROL da nação (acabar com a luta de classe). Isso acontece em vários países: no Brasil o Populismo, na Alemanha o Nazismo e etc.. B) Trabalhismo
  • O estado assume as reivindicações da classe operária: Paternalismo.
  • O Estado concede leis trabalhistas de acordo com seus interesses, claro. Esvaziam-se os sindicatos e o PCB. Assim o Estado passa a ser o defensor da classe trabalhadora. O Estado concedeu tudo o que reivindicara: repouso semanal, férias remuneradas, jornada de oito horas e outros.
  • Com as leis trabalhistas concedidas ao trabalhador pelo Estado, houve um esvaziamento dos sindicatos e do PCB. O Estado fica mais "bonzinho" do que os sindicatos.

B) Peleguismo

• Falsas lideranças sindicais --> líderes sindicais que manipulam a classe operária em favor do Estado,

da burguesia. Conciliar, propor pactos, tolerâncias, negociações e etc. Apaziguam, contemporizam e acabam por desmobilizar a classe operária. Além dos pelegos o governo controla os sindicatos por meio da: Lei de Sindicalização e com a criação do Ministério do Trab.

F 0 B 7 Revolução Constitucionalista de São Paulo (1932):Tentativa das velhas oligarquias paulistas de tomar o poder perdido com a revolução de 30 -> Vargas voltou-se para a indústria -> paulistas não aceitam (ruim para o setor cafeeiro) -> as velhas oligarquias paulistas manipulam a população. Argumentam que queriam a volta do Estado de Direito (argumento: país precisava de uma Constituição -> o governo de Getúlio era provisório). Velhas oligarquias (PRP) + novas oligarquias (PDP) + classe média = FUP (Frente única paulista -

partido de pressão).

. Reivindicam: Constituinte, constituição (estado de Direito), interventor civil e paulista. . Apoiados : imprensa, estudantes (faculdade de Direito).. Classe operária ficou fora dessas reivindicações -> estavam sendo apoiada pelo Estado, com as leis trabalhistas. Vargas fez várias concessões aos trabalhadores. Ele nomeou um interventor civil paulista e fez eleições para a Constituinte. Porém, o movimento continuou. . Estopim: assassinato de 4 paulistas (3 deles estudantes) -> dão um novo ânimo ao movimento -> não chama mais FUP -> vira MMDC (iniciais dos nomes das pessoas que morreram). O movimento deixa de ser reivindicatório para ser revolucionário. Alguns integrantes do tenentismo juntam-se ao movimento. . Militares - Bertoldo Klinger (cap.) ; Euclides Figueiredo (cel.) ; Isidoro Dias Lopes (gen.).

.Derrota dos paulistas representa a derrota do tenentismo -> Vargas manda para o exílio ou serão desmoralizados.

. FIESP -> Entra para evitar uma derrota maior. FIESP (Federação das indústrias do estado de SP). Começa a tomar conta do movimento -> representada pela burguesia industrial paulista -> remodelagem da indústria para essa guerra civil. * Oligarquias velhas e novas -> derrotadas.

  • Vargas elege paulistas para o governo.
  • Vargas teve que convocar uma Constituinte. F 0 B 7Constituição de 1934 - Foi elaborada e promulgada por uma Assembléia Constituinte.
  • Participação de 2 mulheres.
  • Representantes classistas sindicais.
  • Características:

• Baseada na Constituição Alemã, Rep. Weimar).

• Manutenção do federalismo e do presidencialismo.

• Voto secreto e participação feminina nas eleições.

• Medidas nacionalistas (empresa multinacional não podia usar o solo brasileiro ; restrições à imigração)

• Instituía o hino do Brasil nas escolas (obrigatório).

• Instituía o mandado de segurança (podia entrar na justiça contra o Estado).

• Leis trabalhistas (férias, salário mínimo).

• Previdência social.

• Criação da Justiça eleitoral.

2. Governo Constitucional (1934-1937)

  • Vargas foi eleito indiretamente para o mandato de 4 anos (disposições transitórias -> o 1º presidente será eleito indiretamente pelo Congresso.·* Assembléia Constituinte = Congresso).

Vargas notou que sem os paulistas no poder o governo ficaria fraco (voltou a proteger o setor cafeeiro; também privilegiou a industria brasileira). Tenentismo enfraqueceu-se (tenentes dividiram-se; alguns apoiavam o governo e outros não), tirar as velhas oligarquias do poder e modernizar o NE.

• A inviabilidade da Democracia

Razões:

1. Efeitos da crise de 1929 (25 milhões de desempregados, fome) -> crise do capitalismo.

2. Ascensão do socialismo.

3. Ascensão do fascismo = discurso burguês para evitar o socialismo -> contra-discurso (apóia facções

fascistas).

4. Ascensão de regimes totalitários (de esquerda e de direita)Alemanha -> nazismo /Hitler – Espanha/

Franco – Itália/ Mussolini – Portugal/ Salazar – URSS/ Stálin. Fora Inglaterra e França, os países europeus adotaram regimes totalitários.

• No Brasil: polarização ideológica.

  • Reflexo da conjuntura européia.
  • Surgimento de Facções políticas extremistas e antagônicas..

AIB - Ação Integralista Brasileira -> reunia grupos conservadores, autoritários, favoráveis a um governo forte, ditatorial -> tendência fascista (imitavam a estratégia de Mussolini); organização militarizada (uso de bandeiras, marchas, uniformes / símbolo do Sigma); lema: “Deus, pátria e família -> atrai cristãos, militares, e a classe média contra o comunismo (não que todos fossem fascistas, mas eram anticomunistas). Líder: Plínio Salgado”.

ANL - Aliança Nacional Libertadora -> era antifascista, de tendência comunista / socialista ; pregava a revolução popular, suspensão do pagamento da dívida externa, governo popular. ANL engloba o PCB. O ANL é uma frente e não um partido. Componentes: tenentes (líderes) Luís Carlos Prestes, liberais, democratas, comunistas, maioria de antifascista.

  • O ANL assusta a elite; ameaça à ordem existente. O ANL é colocada na ilegalidade: o governo argumentou que ameaçava a segurança nacional -> o ANL estaria ligada ao Komintern (espalhava a revolução); Prestes viajou 2 vezes a Moscou -> Brasil era um paraíso para URSS: tinha mais adeptos no ANL que na revolução Russa -> Na verdade a maioria das pessoas do ANL nem sabia o que era comunismo (realmente havia apoio do Komintern).

Quem fechou o ANL foi Filinto Müller (chefe da polícia do DF e membro do AIB). Ele tinha participado da Coluna Prestes -> obteve todas as informações sobre o ANL -> Prestes foge, pessoas morrem torturadas; depois , Prestes foi Preso.

contestavam a ditadura (jornalistas, intelectuais, etc.) eram reprimidos pela PE, não havia mandato de busca, habeas-corpus; a tortura era uma prática comum na PE -> ficava fácil obter informações com a tortura, não havia lei ou punição para PE.

• DASP (Departamento administrativo do Serviço Público). Função: controle da máquina, em nível

estadual e federal. -> aplicação do orçamento. Os interventores estavam nas mãos do DASP. Promoveu a centralização administrativa.

- CNE (Conselho Nacional de Economia); função: Controle da economia, prioridades: industrialização (não desprezava a agricultura -> gerava emprego)

Evolução econômica :

• Intervencionismo estatal: excessiva intervenção do Estado no processo econômico.

• Exemplos: BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), CCAI (Carteira de Crédito Agrícola e

Industrial), CEI (Carteira de Exportação e Importação), CPE ( Comissão de Planejamento Econômico)...

• Desenvolvimento da indústria de bens de consumo não-duráveis (indústria de substituição): maquinário

americano adquirido após a crise de 1929, a baixo custo.

• Progresso no setor de matérias-primas indispensáveis à industrialização bem como no setor de bens

intermediários (siderurgia e metalurgia).

• Nacionalismo econômico.

• Exemplos: CNP (Conselho Nacional do Petróleo); CVRD (Companhia do Vale do Rio Doce); CSN

(Companhia Siderúrgica Nacional)...

A queda do Estado Novo: Origens.

• Efeitos da 2ª Guerra Mundial

• Queda dos regimes totalitários e fascistas

• Restauração dos regimes liberais democráticos.

• Pressão dos EUA pela redemocratização da América do Sul.

• O Brasil na 2ª Guerra Mundial.

Vargas fez jogo duplo: Eixo (JP, IT, AL) X aliados (EUA, FR, GB, URSS). Afundamentos de navios brasileiros (declaração de guerra – 1942) Campanha da Itália: FEB + FAB + 5º Exército dos EUA.

• As contradições da guerra

O exército brasileiro lutou na guerra contra o fascismo ao mesmo tempo em que sustentava um regime ditatorial de tendência fascista.

A “redemocratização”

• Foi um processo de abertura política encaminhada pelo próprio governo.

• Fruto de pressões externas e internas (manifesto dos mineiros, em 1943, e o Congresso dos

Escritores em 1945).

• Medidas adotadas.

Anistia ampla Fim da censura Convocação de eleições gerais Formação de partidos PSD Partido Social Democrático (burocracia oficial, interventores federais e Getúlio).Lança o General DUTRA. PTB Partido Trabalhista Brasileiro (líderes sindicais e burocratas do Ministério do Trabalho) UDN União Democrática Nacional (antivarguista, antinacionalista, antipopulista). Integrantes: classe média, profissional liberal, burguesia industrial. Lança o Brigadeiro Eduardo Gomes. PCB Partido Comunista Brasileiro. Lança Yedo Fiúza. Prestes apóia Vargas, temendo a ascensão da UDN e seguindo orientação de Moscou. PRP Partido Representação Popular. Apóia o ex-líder integralista Plínio Salgado. “Queremismo”: movimento articulado no interior do governo objetivando a permanência de Getúlio Vargas no poder. A nova articulação golpista de Vargas mobiliza Militares + UDN que acabam depondo Vargas em 1945. Sem alternativas Vargas deixa o governo e inicia um auto-exílio em sua fazenda no RGS.