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Guias e Dicas
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Aula-Profibus.ppt IFSP Automação, Notas de aula de Tecnologia Industrial

Aula Profibus.ppt IFSP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo Campus Cubatão

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 27/07/2010

flavio-alves-monteiro-5
flavio-alves-monteiro-5 🇧🇷

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bg1
REDES INDUSTRIAIS 1
®
P R O C E S S F IE L D B U S
FAMÍLIA PROFIBUS
PROFIBUS é um padrão aberto de fieldbus para um largo campo de
aplicações em automação da manufatura, predial e processo. A
independência de fabricante e abertura são garantidas pelo padrão
PROFIBUS EN 50170. Com PROFIBUS, dispositivos de fabricantes
diferentes podem se comunicar sem adaptações especiais de
interface.
PROFIBUS-DP (Periferia Descentralizada “Descentralized
Peripheria”)
Otimizado para alta velocidade e conexão de baixo custo, esta versão
de PROFIBUS é projetada especialmente para comunicação entre
sistemas de controle de automação e I/O distribuído a nível de
dispositivo, usa tecnologia de transmissão RS485, uma das versões do
protocolo de comunicação DP e um ou mais perfil(s) de aplicação
típico de automação manufatura, como Sistemas de Identidade ou
Robôs/(NC). O PROFIBUS-DP está disponível em três versões funcionais
balanceadas, o DP-V0, DP-V1 e DP-V2.
PROFIBUS-PA (“Process Automation”)
O PROFIBUS-PA é projetado especialmente para automação de
processo. Permite sensores e acionadores serem ligados em uma linha
comum de bus regular em áreas intrinsecamente seguras. O
PROFIBUS-PA permite comunicação de dados e alimentação sobre o
bus usando tipicamente tecnologia de transmissão MBP-IS (de 2 fios de
acordo com a Norma Internacional IEC 61158-2), o protocolo de
comunicações versão DP-V1 e o perfil de aplicação Dispositivos PA
CP
Ethernet/TCP/IP TCP/IP/Ethernet
PROFIBUS-FMS
PROFIBUS-DP PROFIBUS-PA
Nível de
Planta
Ciclo
< 1000 ms
Nível de
Controle
Ciclo
< 100 ms
Nível de
Campo
Ciclo
< 10 ms
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REDES INDUSTRIAIS 1

P R O C E S S F I E L D B U S

FAMÍLIA PROFIBUS

PROFIBUS é um padrão aberto de fieldbus para um largo campo de

aplicações em automação da manufatura, predial e processo. A

independência de fabricante e abertura são garantidas pelo padrão

PROFIBUS EN 50170. Com PROFIBUS, dispositivos de fabricantes

diferentes podem se comunicar sem adaptações especiais de

interface.

PROFIBUS-DP (Periferia Descentralizada “Descentralized

Peripheria”)

Otimizado para alta velocidade e conexão de baixo custo, esta versão

de PROFIBUS é projetada especialmente para comunicação entre

sistemas de controle de automação e I/O distribuído a nível de

dispositivo, usa tecnologia de transmissão RS485, uma das versões do

protocolo de comunicação DP e um ou mais perfil(s) de aplicação

típico de automação manufatura, como Sistemas de Identidade ou

Robôs/(NC). O PROFIBUS-DP está disponível em três versões funcionais

balanceadas, o DP-V0, DP-V1 e DP-V2.

PROFIBUS-PA (“Process Automation”)

O PROFIBUS-PA é projetado especialmente para automação de

processo. Permite sensores e acionadores serem ligados em uma linha

comum de bus regular em áreas intrinsecamente seguras. O

PROFIBUS-PA permite comunicação de dados e alimentação sobre o

bus usando tipicamente tecnologia de transmissão MBP-IS (de 2 fios de

acordo com a Norma Internacional IEC 61158-2), o protocolo de

comunicações versão DP-V1 e o perfil de aplicação Dispositivos PA

CP

Ethernet/TCP/IP TCP/IP/Ethernet

PROFIBUS-FMS

PROFIBUS-DP

PROFIBUS-PA

Nível de

Planta

Ciclo

< 1000 ms

Nível de

Controle

Ciclo

< 100 ms

Nível de

Campo

Ciclo

< 10 ms

P R O C E S S F I E L D B U S

DISPOSITIVOS PROFIBUS

Módulos de I/O

com capacidade

pa-ra vários

pontos di-gitais

ou analógi-cos.

Drivers para

mo-tores.

I.H.M.

Terminais de

vál-vulas

Gateway para

ou-tras redes

MESTRE

MESTRE

PROFIBUS

PROFIBUS

ESCRAVO

ESCRAVO

PROFIBUS PROFIBUS

CONECTOR CONECTOR

PROFIBUS PROFIBUS

CARACTERÍSTICAS PROFIBUS

PROFIBUS-DP usa camadas “layers” 1, 2 e interface do usuário. As

camadas “Layers” 3 a 7 não são definidos. Esta arquitetura facilitada

assegura transmissão de dados eficiente e rápida. O Direct Data Link

Mapper (DDLM) proporciona a interface do usuário acesso fácil a

camada 2. Tecnologia RS 485 de transmissão ou fibra ótico estão

disponível para transmissão.

P R O C E S S F I E L D B U S

As várias partes da IEC 61158 definem além de outras coisas, os

diversos serviços e protocolos de comunicação entre estações que

são consideradas como um conjunto total disponível, a partir do

qual uma seleção específica (subconjunto) é feita para barramentos

de campo específicos.

O fato pelo qual uma extensa gama de diferentes sistemas de

barramentos de campo está disponível no mercado, é reconhecido

na IEC 61158 pela definição de 10 “tipos de protocolos para

barramentos de campo” com a designação Tipo 1 a Tipo 10.

O PROFIBUS é o Tipo 3.

CARACTERÍSTICAS PROFIBUS

P R O C E S S F I E L D B U S

CARACTERÍSTICAS PROFIBUS

PROFIBUS PA é ideal para automação de processos,

tipicamente com tecnologia de transmissão MBP-IS, o

protocolo de comunicações versão DP-V1 e o perfil de

aplicação Dispositivos PA.

Controle de Movimento com PROFIBUS é ideal para

tecnologia de controle de direção usando a tecnologia de

transmissão RS485, o protocolo de comunicação versão DP-

V2 e o perfil de aplicação PROFIdrive.

PROFIsafe é ideal para aplicações de segurança relevante

(uso universal para quase todas as indústrias), usando

tecnologia de transmissão RS485 ou MPB-IS, uma das

versões DP disponíveis para comunicação e perfil de

aplicação PROFIsafe.

Do ponto de vista do usuário, o PROFIBUS se apresenta na

forma de uma aplicação. Cada ênfase principal, resulta de

uma combinação de elementos modulares dos grupos

“tecnologia de transmissão”, “protocolos de comunicação”

e “perfis de aplicação”. Os exemplos seguintes explicam

este princípio, usando as versões PROFIBUS mais

conhecidas.

PROFIBUS DP é muito usado para automação da

manufatura; usa tecnologia de transmissão RS485, uma das

versões do protocolo de comunicação DP e um ou mais

perfis de aplicação típico de automação manufatura, como

Sistemas de Identidade ou Robôs/(NC).

REDES INDUSTRIAIS 7

P R O C E S S F I E L D B U S

Transmissão MBP (IEC 61158-2) para PA

Esta tecnologia de transmissão vem de encontro aos

requisitos das indústrias químicas e petroquímicas. Permite

segurança intrínseca e que os dispositivos de campo sejam

energizados pelo barramento.

Esta tecnologia é um protocolo bit-sincronizado com

transmissão contínua de corrente. Freqüentemente é referido

como H1. A transmissão é baseada nos seguintes princípios:

Cada segmento tem só uma fonte de alimentação.

Nenhuma alimentação é fornecida ao bus quando uma

estação está enviando.

Cada dispositivo de campo consome uma corrente básica

constante quando em estado de repouso.

Os dispositivos de campo agem como consumidores

passivos de corrente (sink).

A terminação passiva de linha é executada em ambos fins

da linha principal de bus.

Redes linear, árvore e estrela são permitidas.

Segmentos redundantes do barramento podem ser

projetados.

TRANSMISSÃO MBP IEC61158-

TRANSMISSÃO DE DADOS Digital, sincronizado a bit, código Manchester.

VELOCIDADE 31.25 Kbit/s, modo tensão.

CABO Par trançado (shielded/unshielded).

ALIMENTAÇÃO REMOTA Opcional via linha de dados.

PROTEÇÃO À EXPLOSÃO Possível segurança intrínseca ou não.

TOPOLOGIA Linha ou árvore, ou combinadas.

No. DE ESTAÇÕES Até 32 estações por segmento, máx. 1 26.

REPETIDORES Até 4 repetidores.

P R O C E S S F I E L D B U S

PROTOCOLO DE ACESSO

O PROFIBUS (DP, FMS e PA) usa um protocolo de acesso ao

meio implementado pela camada 2 do modelo de referência

ISO/OSI. No PROFIBUS, a camada 2 é chamada Fieldbus Data

Link(FDL).

O Controle de Acesso ao meio (MAC – Media Access Control)

deve assegurar que só uma estação transmita dados ao

mesmo tempo.

O protocolo do PROFIBUS foi projetado permitindo dois

requisitos para o Controle de Acesso ao Meio:

1 - Durante comunicação entre sistemas complexos de

automação (mestres), deve ser assegurado que cada uma

destas estações fica um tempo suficiente para executar suas

tarefas de comunicação dentro de um intervalo precisamente

definido de tempo.

2 – A transmissão cíclica de dados em tempo real será

implementada tão rápida e tão simples quanto possível para

comunicação entre um controlador programável complexo e

seus dispositivos simples designados de I/Os (escravos).

Configuração do sistema e tipos de dispositivos

O PROFIBUS-DP permite sistemas Mono-mestre ou Multi-

mestres.

Isto proporciona um alto grau de flexibilidade durante

configuração do sistema. Até 126 dispositivos (mestres ou

escravos) podem ser ligados a um bus. A descrição da

configuração do sistema consiste no número de estações, a

designação dos endereços de estação e de I/O, formato dos

dados de I/O, formato das mensagens de diagnósticos e os

parâmetros de bus usado.

P R O C E S S F I E L D B U S

DISPOSITIVOS PROFIBUS

Mestre DP Classe 1 (DPM1)

Mestre DP Classe 1 é um controlador central que troca

informação com as estações decentralizadas (por ex.:

ecravos DP) dentro de um ciclo de mensagem especificado.

Dispositivos mestres típicos incluem controladores

programáveis (PLCs) e PC.

Mestre DP Classe 2 (DPM2)

Mestre DP Classe 2 são programadores, dispositivos de

configurações ou painéis de operadores. São usados durante

comissionamento para configuração do sistema DP ou para

operação e controle.

Escravo DP

Um Escravo DP é um dispositivo periférico (dispositivos de I/

O, drivers, IHM, válvulas, etc.) que coletam informações de

entrada e enviam informações de saída ao controlador.

A quantidade de informação de I/O depende do tipo de

dispositivo. Um máximo de 246 bytes de entrada e 246 bytes

de saída são permitidos. Em sistemas mono-master somente

um master é ativo no barramento durante a fase de

operação da rede. O PLC é o controlador central. Os DP-

slaves distribuídos são ligados ao PLC via barramento.

Sistemas Mono-master possuem tempo de ciclo curtíssimo.

P R O C E S S F I E L D B U S

PERFIS DE DISPOSITIVOS

Número de pontos, bytes e palavras

Nome e codificação dos parâmetros configuráveis

Mensagens de diagnóstico

outros

Os arquivos GSD informam para cada escravo:

Ferramenta

de

Configuraçã

o

Configuração do Sistema

CP

PROFIBUS-DP

Arquivos GSD

Diagnóstico no PROFIBUS/DP

Funções de diagnóstico

As várias funções de diagnósticos do PROFIBUS-DP permitem rápi-

da localização de falhas. As mensagens de diagnósticos são trans-

mitidas sobre o barramento e coletadas no mestre. Estas mensa-

gens são divididas em três níveis:

Diagnósticos relacionados a estação - Estas mensagens preo-

cupam-se com o estado operacional geral do dispositivo inteiro (por

exemplo: alta temperatura ou baixa voltagem).

Diagnósticos relacionados a módulo - Estas mensagens

indicam que uma falha existe num I/O específico (por ex.: módulo de

saída 8 bits) de um estação.

Diagnósticos relacionados a canal - Estas mensagens indicam

um erro em um bit de I/O (por ex.: curto-circuito na saída 7).

P R O C E S S F I E L D B U S

Mestres: Possui dois tipos de mestres

ELEMENTOS DA REDE PROFIBUS

  • Classe 1: responsável pelas operações cíclicas

(leitura/escrita) e controle das malhas abertas e

fechadas do sistema de controle/automação (PLC).

  • Classe 2: responsável pelos acessos acíclicos dos

parâmetros e funções dos equipamentos PA (estação

de engenharia ou estação de operação: PDM).

Obs: - os mestres trabalham com o meio físico RS

(até 12 Mbits/s quando se tem os link devices ou SK

da P+F).

  • os equipamentos de campo são somente

escravos.

Couplers:

  • São dispositivos utilizados para traduzir as

caracterís-ticas físicas entre o PROFIBUS/DP (RS485)

e o PROFIBUS/PA (H1:31,25kbits/s)

  • São transparentes para os mestres (não possuem

endereço)

  • Atendem aplicações seguras (Ex) e (Non-Ex),

definindo e limitando o número máximo de

equipamentos em cada segmento PA.

O número máximo de dispositivos depende da soma

das suas correntes no segmento e distâncias do

cabeamento.

  • São alimentados com 24 Vdc.

P R O C E S S F I E L D B U S

Couplers:

ELEMENTOS DA REDE PROFIBUS

PLC

PROFIBUS DP

DP/PA

COUPLER

PROFIBUS-PA

31.25 kbit/s

Escravos

24V 24V

PROFIBUS-DP

45.45 kbit/s ou 93.75 kbit/s

SK2 12Mbit/s

Mestre

P R O C E S S F I E L D B U S

Terminadores:

  • Shunt do sinal de corrente: o sinal de comunicação

é transmitido como corrente mas recebido como

tensão. O terminador faz esta conversão.Um sinal de

750 a 1000 mV estará presente na rede de

comunicação.

  • Proteção contra reflexão do sinal de comunicação:

deve ser colocado nas duas terminações do

barramento, um no final e outro geralmente no

coupler.

  • Terminador : um resistor de 100 Ohms em série

com um capacitor de 1 uF.

  • BT302 - Smar

ELEMENTOS DA REDE PROFIBUS

BT302 Bus terminator

Qual Cabo Utilizar?

Tipo de Cabo: Par trançado 1x2, 2x2 ou 1x4 com

shield

Impedância: 35 a 165 Ohm nas frequências de 3 a 20

MHz

Capacitância do Cabo: Menor que 30 pF por metro

Diâmetro do Cabo: maior que 0.34 mm2 ( AWG 22 )

PROFIBUS - PA

P R O C E S S F I E L D B U S

ENDEREÇAMENTO DO SISTEMA

PROFIBUS/PA

PLC

PROFIBUS DP

DP/PA

COUPLER

PROFIBUS-PA

31.25 kbit/s

Escravos

24V 24V

PROFIBUS-DP

45.45 kbit/s ou 93.75 kbit/s

Mestre

PLC

PROFIBUS DP

PROFIBUS-PA

31.25 kbit/s

Escravos

24V 24V

PROFIBUS-DP

até 12 Mbit/s

DP/PA LINK

Max. 30 equipamentos

por link IM157 - Non-Ex

Max. 10 equipamentos

por link IM157 - Ex

Mestres

Max. 5 DP/PA Couplers

por link IM

P R O C E S S F I E L D B U S

INSTALAÇÃO - REGRAS

Terminator

PROFIBUS PA

DP/PA LINK

COUPLER

PLC

PROFIBUS

DP

700 m 30 m 30 m

2m

2m

30 m

30 m

8m

Terminator

840 m 840 m Total

Total

Spur 6Spur 6 2 m 2 m

Spur 5Spur 5 2 m 2 m

2 m

2 m Spur 4

Spur 4

2 m

2 m Spur 3

Spur 3

Spur 2Spur 2 2 m 2 m

2 m

2 m Spur 1

Spur 1

30 m

30 m Tronco

Tronco

TroncoTronco 8 m 8 m

TroncoTronco 30 m 30 m

30 m

30 m Tronco

Tronco

30 m

30 m Tronco

Tronco

700 m

700 m Tronco

Tronco

O comprimento máximo do segmento é a

so-matória dos comprimentos dos troncos

e spurs, sendo que comprimentos

menores que 1m não são considerados

spurs.

30 m

30 m

1m

1m

1m

1m

1m 1m

1m

1m

44

equipamentosequipamentos

60 m

60 m

30 m

30 m

1m

1m

1m 1m

1m

1m

33

equipamentos equipamentos

90 m

90 m

60 m

60 m

30 m

30 m

1m1m

1m

1m

22

equipamentos equipamentos

120 m

120 m

90 m

90 m

60 m

60 m

30 m 30 m

1m

1m

1 equipamento

1 equipamento

1-

1-

13-

13-

15-

15-

19-24 19-

25-

25-

Número de

Número de

spurs spurs

Na topologia em árvore recomenda-se centralizar a

junction box de tal forma a otimizar o comprimento dos

spurs.

Deve-se atentar quando se faz o uso da topologia em

árvo-re, já que cada derivação é um braço e este deve

respeitar o comprimento máximo de um spur e ainda,

deve-se respeitar o número máximo permitido de

spurs.

P R O C E S S F I E L D B U S

Parte do cabeamento onde não se tem shield ou onde o

par de cabos não é trançado deve ter comprimento

menor que 2% do comprimento máximo ou 8m.

Para áreas intrinsecamente seguras o comprimento

máximo de um spur deve ser de 30m.

Se um spur tiver ultrapassando 120m, recomenda-se

mover o terminador de tal forma que este spur possa

fazer parte do tronco principal.

Isolar sinal fieldbus de fontes de ruídos, como cabos de

força, motores, inversores de frequência. Colocá-los em

guias e calhas separadas.

INSTALAÇÃO - REGRAS

Se houver a necessidade de múltiplos terras devido a

exposi-ção intensiva a ruídos, o aterramento capacitivo

é recomen-dado, pois somente as altas frequências são

aterradas.

Somente um ponto do shield deve ser aterrado e

preferencial-mente no negativo da fonte de

alimentação.

Quando repetidores são utilizados, para cada segmento

abaixo do repetidor deve ser colocado um terminador.

As melhores condições do acondicionamento dos sinais

quan-to à imunidade a ruídos é conseguida com o uso

de cabos com shield o qual deve cobrir pelo menos 90%

do L max. O uso alternativo de conduítes metálicos

também é recomen-dado, desde que cuidados extras

são tomados no aterramento.

Nunca aterrar o shield na carcaça do equipamento.

Recomenda-se o uso de Spur Guards para a proteção

contra curto-circuitos em segmentos críticos(RELCOM).