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Aula6-Tensões residuais-deformação-defeitos, Esquemas de Tecnologia de Soldagem

Aula6-Tensões residuais-deformação-defeitos

Tipologia: Esquemas

2025

Compartilhado em 04/12/2025

joao-rassi-de-camargo-10
joao-rassi-de-camargo-10 🇧🇷

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29/04/2025
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Laboratório Aplicado de Tecnologia da Soldagem
UFPR- Centro Politécnico: Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100
Jardim das Américas, Curitiba PR, 81530-000
Defeitos em soldagem, tensões
residuais e deformação
Prof. Leandro João da Silva, Dr. Eng. (leandr[email protected])
TMEC028: Soldagem
Introdução
Como se mede/avalia a qualidade de uma
peça usinada?
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Laboratório Aplicado de Tecnologia da Soldagem

UFPR- Centro Politécnico: Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100 Jardim das Américas, Curitiba – PR, 81530- 000

Defeitos em soldagem, tensões

residuais e deformação

Prof. Leandro João da Silva, Dr. Eng. ([email protected])

TMEC028: Soldagem

Introdução

  • Como se mede/avalia a qualidade de uma peça usinada? 1 2

Introdução

  • Como se mede/avalia a qualidade de uma peça soldada? Introdução
  • Macrografia realizada em microscópio esteroscópio 3 4

Análise das descontinuidades

  • A análise das descontinuidades envolve 3 etapas: ➢ Localização ➢ Identificação ➢ Aceitação Localização das descontinuidades
  • Existem diversas técnicas para localização de descontinuidades em soldagem, cada uma se presta a identificação de alguns tipos de descontinuidades. Furo 7 8

Localização das descontinuidades

  • As técnicas de identificação de descontinuidades podem ser classificadas como:
    • Ensaio de tração;
    • Charpy;
    • Impacto;
    • Tenacidade a fratura;
    • Ensaio de dobramento;
    • Ensaio macrográfico.
      • Inspeção visual (superficial)
      • Ensaio por líquidos penetrantes (superficial)
      • Partículas magnéticas (superficial e subsuperficial)
      • Ultrassom (interno)
      • Raios-X (interno) Ensaios destrutivos Ensaios não destrutivos Identificação das descontinuidades
  • Refere se a caracterização geométrica da descontinuidades. Após identificadas, as descontinuidades podem ser em três grupos principais: ➢ Planar/trinca; ➢ Geométrica; ➢ Volumétrica.
  • A identificação das descontinuidade, com posterior análise, permite a prevenção através do estudo das causas. 9 10

Geometria de uma solda de filete

  • O cordão produzido em uma junta em ângulo também é chamado de filete e a sua geometria é caracterizada pelos seguintes parâmetros: Perna horizontal Garganta teórica Penetração 1 Convexidade Ângulo de contato Perna vertical Garganta efetiva Penetração 2 Raiz da junta (joint root)
  • Porção da junta a ser soldada onde os componentes estão mais próximos entre si. 13 14

Raiz da solda (weld root)

  • Pontos, vistos numa seção transversal, nos quais a parte posterior da solda intersecta o metal de base e se entende ao longo da junta soldada. Face e margem da solda
  • Face da solda (weld face) : superfície exposta da solda, pelo lado por onde a solda foi realizada.
  • Face da raiz (weld root): superfície interna, oposta à face da solda.
  • Margem da solda ( weld toe ): junção entre a face da soldagem e o metal de base. 15 16

Norma N-1738 Petrobras Norma N-1738 Petrobras Pernas desiguais 19 20

Norma N-1738 Petrobras Norma N-1738 Petrobras 21 22

Norma N-1738 Petrobras Norma N-1738 Petrobras 25 26

Norma N-1738 Petrobras EN ISO 5817

  • Estabelece níveis de qualidade de descontinuidades em processos de soldagem por fusão (exceto processos a Laser e Feixe de elétrons);
  • Válido para chapas acima de 0,5 mm para todos os tipos de aço, níquel, titânio e suas ligas. 27 28

EN ISO 5817 Ângulo de contato Sobreposição EN ISO 5817 Pernas desiguais 31 32

EN ISO 5817 Garganta teórica EN ISO 5817 Falta de penetração 33 34

Tensões residuais e deformações

  • São fenômenos concorrentes.
  • Qual o problema? Tensões residuais e deformações
  • Modelo do cordão.
  • Efeito das propriedades dos materiais (modelo)
  • Modelo das três barras
  • Como controlar:
    • Deformações (chanfro adequado, soldas balanceadas, travamento, sequencia)
    • Tensões residuais (Tratamento térmico, martelamento, vibração) 37 38

PRÁTICA – avaliação de amostra

  • Cada equipe deve fazer a inspeção visual de um conjunto de amostras e peças disponibilizadas pelo docente e fazer a seguinte análise:
  • Tipo de junta
  • Tipo de descontinuidade
  • Localização na junta
  • Identificação da descontinuidade (planar, geométrica ou volumétrica)
  • Análise da criticidade
  • Classificar como descontinuidade ou defeito
  • Relatório na forma de apresentação ppt ( template será disponibilizado).
  • Cada equipe deve fazer o registro e análise individualmente.

Universidade Federal do Paraná - UFPR

Departamento de Engenharia Mecânica

Centro Politécnico: Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100 Jardim das Américas, Curitiba – PR, 81530- 000 Laboratório Aplicado de Tecnologia da Soldagem https://goo.gl/maps/ZDEw7BV2iXKgtCBr 39 40