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semiotecnica, descrições de uma avaliação cardiovascular pop ppppppp
Tipologia: Esquemas
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Procedimento: AVALIAÇÃO CARDIOVASCULAR Definição conceitual: abordagem semiológica direcionada a investigação do coração. Objetivo do procedimento: identificar alterações funcionais adquiridas ou congênitas, reconhecer a repercussão de alterações cardíacas em outros órgãos, verificar o estado estrutural e funcional do sistema cardiovascular. Profissional responsável: Enfermeiro Quem pode desenvolver: outros profissionais de nível superior que assistem pacientes com alterações cardiovasculares como médicos e fisioterapeutas. Materiais fundamentais: estetoscópio composto preferencialmente por campânula e diafragma, relógio. Materiais necessários: instrumento de coleta de dados específico; foco de luz tangencial; papel, caneta. Procedimento Justificativa 1 Organizar o material; Facilita a execução do procedimento oferecendo agilidade ao examinador. 2 Explicar o procedimento e solicitar a colaboração do Promove confiança na relação paciente; terapêutica e favorece a ação do examinador. 3 Realizar anamnese considerando os seguintes aspectos: Levantar indícios importantes identificação; queixas; história da doença atual; referentes ao estado do paciente; antecedentes pessoais e familiares. Direciona a ordem do exame físico. 4 Posicionar-se a direita do paciente Favorece o manuseio e observação do tórax. 5 Posicionar o paciente em decúbito dorsal com cabeceira Permite a execução de todos os elevada a 30 0 graus com tórax desnudo. métodos propedêuticos.
6 Inspecionar superfície precordial em busca de Verificar alterações decorrentes de abaulamentos, levantamento sistólico, pulsações hipertrofia cardíaca ou hiperfunção epigástricas e do ictus cordis cardíaca. 7 Realizar palpação com as mãos espalmadas nas regiões do Caracterizar as superfícies alteradas precórdio que se encontram alteradas e em pulsações quanto a consistência, ritmo e epigátricas. amplitude. 8 Realizar palpação com as mãos espalmadas nas regiões do Buscar presença de sopros. precórdio em busca de frêmitos. 9 Localizar ictus cordis caso não tenha sido visualizado Importante marco das condições do ventrículo esquerdo. 10 Posicionar o paciente em DLE. Facilita a investigação do ictus cordis. 11 Palpar ictus com polpas digitais e verificar localização, Permite investigação das condições extensão (±2,5 cm), intensidade (pequena), ritmo e clínicas do ventrículo esquerdo. freqüência. Auscultá-lo. 12 Realizar percussão da região precordial caso não tenha sido Estimar o tamanho e localização do possível localizar o ictus cordis (S/N). coração. 13 Localizar os focos e auscultá-los: Aórtico; Pulmonar; Permite avaliação dos sons cardíacos, Tricúspide; Mitral. Buscar identificar B1 e B2, bulhas extras coincide com as regiões das valvas. e sopros. OBS: Compressão leve e firme contra a a parede torácica) 14 Solicitar ao paciente que sente com o tórax inclinado para Facilita ausculta do ápice e foco frente(S/N). tricúspide. 15 Registrar e comunicar alterações. Possibilita continuidade do cuidado.