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Balantidium Coli Com Vídeo, Slides de Biomedicina

Slide sobre o Balantidium Coli, bastante resumido apenas algumas informações importantes.

Tipologia: Slides

2018

Compartilhado em 02/03/2018

adalberto-azevedo-5
adalberto-azevedo-5 🇧🇷

4.2

(6)

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Não perca as partes importantes!

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Balantidium coli
Disciplina: Parasitologia Básica
Discentes: Adalberto Azevedo; Ana Carolina
Soares; Bruna Barbosa; Emily Costa; Joice
Carvalho; Lucas Gomes; Vanessa
Nascimento.
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Baixe Balantidium Coli Com Vídeo e outras Slides em PDF para Biomedicina, somente na Docsity!

Balantidium coli

Disciplina: Parasitologia Básica Discentes: Adalberto Azevedo; Ana Carolina Soares; Bruna Barbosa; Emily Costa; Joice Carvalho; Lucas Gomes; Vanessa Nascimento.

Classificação

Reino: ProtistaFilo: CiliophoraClasse: CiliataSubclasse: HolotrichaOrdem: TrichostomatidaFamília: BalantiididaeGênero: BalantidiumEspécie: B. Coli

Morfologia

Trofozoíto  (^) Protozoário Ciliado;  Apresenta citóstoma;  (^) Apresenta vacúolo contrátil;  (^) 60 a 90 μm (micrômetros) de comprimento;  (^) 50 a 60 μm (micrômetros) de largura;  (^) Resiste no ambiente por até 10 dias a 22ºC.

Cisto

 Cerca de 40 a 60 μm (micrômetros) de diâmetro;  Formato esférico;  Possui duas membranas.

Morfologia

 (^) Trofozoíto http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/ Protozoa/Balantidium.htm  (^) Cisto http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/ Protozoa/Balantidium.htm

Reprodução

 Se multiplica na luz intestinal por divisão binária;  Consequente formação de cistos, que aparecem em grande número nas fezes formadas, apesar dos trofozoítos também serem eliminados;  A contaminação por ingestão dos cistos é muito comum, visto que ele resiste as diversas condições do meio

Transmissão do parasita

 Através das fezes do porco ou humana contendo cistos do B. Coli;  Contato direto com as fezes ou ingestão de alimentos e água contaminados com o cisto.

Ciclo biológico

 (^) https://pt.slideshare.net/EnioRodrigoo/ balantidium-coli-

Ciclo no hospedeiro

 (^) http://parasitandonaweb.xpg.uol.com.br/balantidium.html

Locais de infecção

 Intestino delgado: porção terminal do ílio;  Intestino grosso: invasão da mucosa e submucosa, principalmente ceco;  Alguns trofozoítos invadem a parede do cólon e se multiplicam no local.

Locais de infecção

http://slideplayer.com.br/slide/3159300/

Diagnóstico

 Pode ser realizado através do exame de fezes, no qual é possível identificar a presença de cistos ou trofozoítos;  Tecido coletado durante a endoscopia.

Tratamento

Ocorre por uso de antibióticos:  Tetraciclina, 30 a 50mg/kg por dia, por 10 dias alternados;  Em crianças, Metronidazol, 20mg/kg por dia, por 7 dias;  Recomenda-se também uma dieta Láctea, para a cura da parasitose.

Referências

 (^) Neves, D.P. et. al., Parasitologia humana, 11°edição, editora Atheneu.  (^) LAY-ANG,Giorgia. Balantidiose. Disponível em: < http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/doencas/balantidiose.htm >.Acesso em:23 de setembro de 2017.  (^) MAGALHÃES,Roberto. Balantidiose. Disponível em: < http://www.saudicas.com.br/ balantidiose/>. Acesso em: 23 de setembro de 2017.  (^) Silva B, et al. AVALIAÇÃO DA FREQUÊNCIA DE Balantidium coli EM suínos, TRATADORES DE SUÍNOS E PRIMATAS NÃO HUMANOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro , 2014.  (^) Schafer A, et al. PARASITISMO POR Balantidium coli EM NUTRIA (Myocastor coypus) NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA, RS – BRASIL, Santa Maria, 2007.  (^) Vídeo **: ** Acesso em: 23 de setembro de 2017.