Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


biologia tecidos, Trabalhos de Engenharia de Alimentos

Trabalho sobre tecido vegetais

Tipologia: Trabalhos

2012

Compartilhado em 08/12/2012

kellen-abreu-2
kellen-abreu-2 🇧🇷

5

(1)

4 documentos

1 / 17

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Tecidos Vegetais
Nomes: ---------------------
---------------------
Ponta Grossa
Novembro de 2012
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff

Pré-visualização parcial do texto

Baixe biologia tecidos e outras Trabalhos em PDF para Engenharia de Alimentos, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLOGIA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

Tecidos Vegetais

Nomes: ---------------------


Ponta Grossa

Novembro de 2012

Sumário

1. Introdução ..................................................................................................... 3 2. Desenvolvimento .......................................................................................... 5

2.1 Tecido de Revestimento

2.2 Tecido de Preenchimento

2.3 Tecido de Sustentação

2.4 Tecido de Condução

3. Referências ...................................................................................................--

Formado pelas células do parênquima, que são primárias quanto a origem, no córtex, medula e folha, e primárias ou secundárias no tecido vascular.

Suas células são vivas e capazes de crescer e dividir-se. Variam no formato que pode ser poliédrico, estrelado ou muito alongados. Está relacionado com a fotossíntese, reserva e cicatrização de algumas plantas. As células podem especializar-se em células secretoras ou estruturas secretoras.

  • Sustentação

Constituído por células de colênquima e esclerênquima. A célula do colênquima é pouco comum em raízes. É interpretado como uma forma de parênquima especializado em tecido de sustentação. Seu formato varia de prismático curto a muito alongado.

As células do esclerênquima podem desenvolver-se em alguns ou todos os órgãos do corpo vegetal, em estrutura primaria ou secundaria. São divididos em esclereídeos e fibras. Os esclereídeos podem ser poliédricos, alongados ou muito ramificados. As fibras são normalmente longas e delgadas.

  • Condução

Formado por células do xilema e floema. As células do xilema estão relacionadas com a condução de água, armazenamento e sustentação. Sua origem pode ser primária ou secundária. A reserva ocorre em células do parênquima e no xilema secundário.

O floema está relacionado com o transporte, armazenamento e sustentação. Suas principais células são as crivadas e os elementos de vaso crivado, que se justapõe originando o vaso crivado. O floema secundário contém parênquima em forma de raios.

Célula vegetal

Depois da descoberta da célula por Robert Hooke, a célula passou a ser conhecida como parede celular e conteúdos, o protoplasma. Formado pelo núcleo, que continha os genes, envolvido pela matriz granular, o citoplasma. Outras inclusões também foram observadas pelo microscópio comum. Mas, foi com o microscópio eletrônico que houve grandes expansões na área da estrutura celular.

O uso do microscópio eletrônico ajudou os anatomistas a observar estruturas que não podiam ser observadas com o microscópio fotônico, desenvolvendo o estudo das estruturas delgadas ou ultraestruturas das células vegetais.

Mesmo com o microscópio eletrônico tendo estendido o conhecimentosobre estrutura vegetal. Essa não é uma disciplina nova, mas somente anatomia comparativa em uma escala diferente.

Quando o microscópio eletrônico é combinado com a aproximação bioquímica, pode-se estabelecer a função dos vários componentes da célula em alguma extensão, ou seja, a investigação das atividades dos componentes celulares numa escala molecular agora é possível.

Conteúdos celulares

  • Retículo endoplasmático (RE)

Sistema comunicante delimitado por biomembranas, irregular e com vários espações ocos planos e canais, que podem estender-se para cisternas. Esta sempre em movimento e em transformação. Sua extensão depende do estado fisiológico da célula. Seu espaço interno é preenchido por um líquido e delimitado por uma membrana.

Quando RE esta coberto por ribossomos, é chamado de RE rugoso, distinguindo-se do RE liso, sem ribossomos. Podem estar numa mesma célula e transformar-se um no outro. O Re rugoso é no sitio da síntese proteica, onde são sintetizados os polipeptídeos secretores. São empacotados e transportados aos dictiossomos, onde são modificados. São capacitadose também para a síntese da membrana lipídica e reservas lipídicas.

  • Complexo de Golgi

Consiste em um sistema de dictiossomos distribuídos pelo citoplasma. O dictiossomo consiste de uma pilha de membranas lisas duplas formando cisternas, que são frequentemente dilatadas nas extremidades. As cisternas , incluído os dictiossomos, possuem uma região central com proliferações tubulares estendidas a partir dela e se bifurcam. Após se ramificar-se reúnem- se novamente para formar as vesículas da da margem, sendo ligadas a cisterna por um ou mais túbulos.

Os dictiossomos ocorrem geralmente nas células vegetais, não ficando restritas as células de secreção. A vesículas produzidas são incorporadasna parede celular, essa atividades dos dictiossomos pode ser observada nos pelos radiculares.

  • Ribossomos

Partículas compostas de RNAr e proteínas. Locais da síntese proteica, mas, até agora não foi encontrado nenhuma outra subestrutura distinta a eles.

Os grupos de ribossomos conhecidos como polirribossomos ou polissomos podem ser as estruturas mais importantes na síntese proteica. Podem ser observados nos pelos radiculares do rabanete.

  • Microcorpos

Divididos entre peroxissomos e gioxissomos. Os peroxissomos são caracterizados pela presença de oxidases. Os peroxissomos das plantas verdes são organelas da fotorrespiração.

Os microcorpos encontrados nos tecidos de reserva de sementes gordurosas contém também o aparato enzimático do ciclo do acido glioxílico, denominando-se assim glioxissomos.

  • Mitocôndrias

Organelas situadas no limite de resolução do microscópio fotônico, somente visíveis na forma de bastonetes ou esferas. Limitadas por uma camada dupla. Sua matriz é constituída principalmente de proteína, e lá são encontradas fibrilas de DNA.

Estão envolvidas nos processos de conversão de energia, chamadas de força da célula. São encontradas em grande numero na célula vegetal, meristemática ou diferenciada; outras células bastante ativas também contém um número maior.

  • Plastídios

Organelas celulares presentes em todos os organismos autotróficos, com exceção das cianobactérias e das bactérias fotossinteticamente ativas. Ao microscópio eletrônico, aparecem rodeados por um envoltório constituído de duas biomembranas. Os plastídios pigmentados dividem-se em cloroplastos e cromoplastos; os não pigmentados incluem os amiloplastos e os elaioplastos e se o desenvolvimento de um proplastídio for interrompido por ausência de luz, forma-se o etioplasto.

Meristemas

São encontrados no ápice das raízes e caules. As células que mantém o meristema como uma fonte de novas células são chamadas de iniciais. Estas se dividem de modo que umas das células irmãs permanece no meristema e outra forma uma derivada. As células derivadas podem dividir-se varias vezes antes de se diferenciarem. Existem os meristemas primários e secundários.

Os meristemas primários são formados durante a embriogênese, são parcialmente diferenciados e permanecem meristemáticos por algum tempo, antes de se diferenciarem. A extensão do corpo do vegetal e a formação dos tecidos primários são chamadas de crescimento primário, encontrado no corpo primário.

Os meristemas secundários são produzidos por tecidos diferenciados que voltam a sua organização embrionária. Devem ser considerados secundários, mesmo com a estrutura do primários, os meristemas encontrados nas pontas das ramificações dos galhos e das raízes e nos botões nos botões foliares de vegetais adultos.

Tecidos de Revestimento

Esses tecidos destinam-se a evitar o contato direto das partes mais íntimas do corpo da planta com os fatores destrutivos do meio ambiente. Têm como principal função a proteção da planta. Os tecidos de revestimento, que podem ser primários ou secundários, são representados pela epiderme e pela periderme, respectivamente. A epiderme origina-se da protoderme, um meristema apical, e a periderme provém do meristema lateral felogênio.

  • Epiderme

Tecido vivo formado por uma camada de células intimamente unidas (uniestratificado), porém, em raízes aéreas de certas plantas epífitas (orquídeas) pode surgir um reforço pluriestratificado denominado Hipoderme ou Velame, que além de reter água, funciona como isolante térmico, principalmente quando as células se encontram com baixo teor de água.

Para melhor desempenhar suas funções e de acordo com a necessidade, a epiderme pode adaptar-se, transformando sua morfologia nas seguintes estruturas:

•Papilas – são pequenas projeções epidérmicas encontradas em algumas flores que lhes confiam um aspecto aveludado, o que facilita a atração dos agentes de polinização (insetos)

•Cutícula – é uma espécie de capa constituída de substância impermeabilizante (cutina) que torna as folhas mais espessas, reduzindo a transpiração e, consequentemente economizando água.

•Pelos ou tricomas – estruturas epidérmicas unicelulares ou pluricelulares, com células vivas ou mortas, com funções específicas para cada órgão ou planta, por exemplo: na raiz os pelos tem função de facilitar a absorção da água; nas folhas os pelos protegem contra o excesso de transpiração; em plantas carnívoras secretam enzimas digestivas e em plantas como a urtiga, os pelos são finos e frágeis sendo ricos em substâncias urticantes. •Acúleos – muito parecidos com espinhos, os acúleos são conjuntos de células epidérmicas espessadas que, ao contrário dos verdadeiros espinhos, podem ser destacados mais facilmente. São observados na roseira.

•Estômatos – elementos muito importantes das plantas os estômatos são estruturas responsáveis pelas trocas gasosas entre o vegetal e o meio exterior. São responsáveis pela maior parcela de transpiração. Sua localização na epiderme das folhas pode ser caráter taxonômico, ou seja, normalmente folhas com estômatos localizados na epiderme inferior são de plantas Dicotiledôneas. Cada estômato é formado por duas células em forma de rins ou alteres denominada ostíolo por onde entram e saem elementos gasosos.

  • Periderme

Nas plantas que passam pela fase de crescimento secundário ou crescimento em espessura, o tecido de revestimento primário e epidérmico é substituído por outro, de origem secundária. Isto ocorre geralmente nos caules e nas raízes que formam o felogênio, cuja atividade meristemática dá origem a dois produtos de tecidos, uma mais externo, chamado súber, e outro mais interno, a feloderme, estes que, reunidos formam a periderme. A periderme situa-se após considerável atividade meristemática do câmbio vascular no cilindro central da planta.

Súber

Também denominado de felema ou cortiça, é um tecido compacto, sem espaços intercelulares, formado por células mortas com paredes impregnadas por suberina. Faz a planta crescer em espessura. Além disso, como é quase totalmente impermeável, o súber garante uma efetiva proteção contra os agentes do ambiente como as variações de temperatura, por exemplo. Suas qualidades termoisolantes protegem o vegetal de mudanças bruscas e radicais de temperatura, e ele tem também efeito contra choques mecânicos, funcionando como um amortecedor, na superfície da planta, contra eventuais pancadas de várias naturezas.

O súber possui dois anexos: o ritidoma e as lenticelas.

•Ritidomas – São pedaços do súber mais velho e externo do caule que se desprendem com o crescimento lateral do caule. Podem ser observados facilmente na goiabeira.

•Lenticelas – São conjuntos de células mortas que deixam espaço entre si, ficando orifícios por onde pode passar o ar, portanto são elementos de arejamento do caule. Algumas espécies apresentam periderme restrita apenas ás lenticelas, o que pode ser verificado frequentemente em frutos.

A feloderme, quando ocorre é constituída por poucas camadas de célula; ela tem natureza parenquimática ou conlequimática. As suas células são semelhantes às células corticais. Pode armazenar amido em suas células, como ocorre em Portulacamucronata.

Quando sofrem lesão, as plantas reagem, formando um tecido de cicatrização. Muitas espécies de Liliopsida e algumas de Magnoliopsida só desenvolvem este tecido. Outras formam sob este tecido uma periderme de cicatrização, muito semelhante à periderme normal, para proteger a região lesionada da planta.

Localiza-se no mesófilo foliar e suas células são ricas em cloroplastos com clorofilas. Tem dois tipos principais:

✓ Parênquima paliçádico – É o parênquima clorofiliano que apresenta suas células intimamente unidas lembrando uma paliçada, portanto quase não deixa espaços entre as células. ✓ Parênquima lacunar -como o próprio nome sugere, é o parênquima que apresenta as células ligeiramente afastadas, deixando lacunas entre si. Além da função fotossintética, também colabora na circulação da gases no mesófilo da folha.

  • Parênquima de Reserva

É o parênquima responsável pela reserva de substâncias como o amido, por exemplo.

  • Parênquima Aquífero

Típico de plantas xerófitas, de clima seco, como as cactáceas, este parênquima tem a potencialidade de armazenar água em suas células.

  • Parênquima Aerífero

Ou eraerênquima. Acumula ar em lacunas existentes em suas células. É característico em plantas aquáticas como a vitória-régia e o aguapé, o que facilita a sua flutuação.

Há ainda um grupo de tecidos denominados secretores que realizam relevantes para os vegetais. Os principais tipos de estruturas secretoras são:

✓ Células Isoladas; ✓ Bolsas secretoras; ✓ Vasos lactíferos; ✓ Vasos resiníferos; ✓ Pelos secretores; ✓ Nectários.

Tecido de sustentação

  • Colênquima As células do colênquima possuem protoplastos vivos e paredes celulósicas espessas. São células extensíveis com um considerável grau de plasticidade e funcionam como tecido de suporte nos órgãos em crescimento. Podem conter cloroplastos e realizam fotossíntese. Possuem parede espessada e, geralmente, alongadas num plano paralelo ao eixo principal do órgão no qual ocorrem. As células do colênquima possuem conteúdos vivos quando maduras. Geralmente, o colênquima ocupa uma posição periféricas nos órgãos em que aparece. Nos caules, pode se situar abaixo da epiderme ou sob algumas camadas mais externas do parênquima. As céulasconlenquimáticas podem formar um cilindro próximo ao caule ou podem formar faixas discretas. O tecido colenquimático reforçado é comumente encontrado em caules, pecícolos, pedúnculos e pedicelos; muito raramente aparece em raízes mas, mais frequentemente, naquelas que tem sido expostas à luz. São conhecidos três tipos de colênquima, de acordo com o engrossamento da parede. a)Colênquima angular – o espessamento da parede é depositado nos cantos da célula. b)Colênquima lamelar – o espessamento é depositado nas paredes tangenciais do que nas radias da célula c)Colênquima lacunar – o espessamento é depositado ao redor dos espaços intercelulares. Nas paredes das células colenquimáticas existem quantidades elevadas de pectina e hemiceluloses. As miscelas da parede celular são aparentemente, orientadas bastante regularmente no plano axial.
  • Esclerênquima: Possui paredes espessas, que normalmente são duras e lignificadas. Suas paredes celulares são paredes secundárias e as células geralmente não possui protoplastos vivos quando maduras. Possui função similar ao colênquima, ou seja, de suporte. Pode ser subdividido em esclerócitos e fibras.

Esclerócitos: Os esclerócitos são chamados de células pétreas por ter paredes duras, são células que se encontram comumente isoladas por todo o sistema fundamental da planta. Estas células possuem paredes secundárias espessas, muito lignificadas, com numerosas pontoações simples, que podem ser ramificadas. Os esclerócitos não constituem um tecido definido. Normalmente, compõem o tegumento das sementes , as cascas das nozes e o caroço das drupas, além de fornecerem à pera a textura empedrada.

Os esclerócitos têm formatos extremamente variáveis, são geralmente ramificados e podem ser classificados, geralmente, baseando-se na variação encontrada nas suas células.

Os esclerócitos são formados a partir das células do parênquima que se distinguem das células adjacentes por possuírem um grande núcleo. Essas células crescem muito rapidamente. Qualquer parte da superfície da parede pode participar nesse crescimento.

No período de Nymphae, ramos do esclerócito crescem nos espaços intercelulares, pode ser desenvolvido em forma de T ou H se o esclerócito se

Tecido de Condução

  • Xilema

Principal tecido condutor das plantas vasculares. Tem como funçãoa condução de substancias e a sustentação. Pode se formar no crescimento primário ou secundário. O xilema primário se origina do procâmbio enquanto que o xilema secundário se origina do câmbio vascular.

As principais células do xilema são os elementos vasculares ou traqueais: traqueídes e elementos dos vasos. Também contém células parenquimáticas que armazenam varias substancias, fibras e esclerócitos.

Tanto traqueídes quanto elementos do vaso são células alongadas. Ambos os tipos celulares podem exibir pontuações nas paredes, e nos elementos do vaso, pode haver perfurações nas paredes. A parte da parede que possui a perfuração é chamada placa perfurada.

Acredita-se que os elementos de vasoscondutores onde a agua pode fluir mais livremente de um elemento para outro através das perfurações. Nas traqueídes, o fluxo de agua é mais lento, pois a agua tem que atravessa as paredes de duas células com pontuações.

Nas plantas vasculares inferiores e gimnospermas, a traqueíde constitui o único tipo celular que conduz agua, não ocorrendo elementos do vaso namaioria das angiospermas, o xilema é formado por elementos do vaso além de traqueídes.

Durante o período de alongamento das raízes, caules e folhas têm suas paredes secundárias depositadas sob a formade anéis ou hélices. Esses espessamentos permitem que os traqueídes sejam distendidos ou estendidos durante o alongamento do órgão. Em consequência, essas paredes apresentam-se rígidas e não podem ser distendidas.

  • Floema

Esta associado ao xilema. Consiste de vários tipos celulares e pode ser classificado como primário ou secundário. O floema primário se origina do procâmbio e o floema secundário do câmbio vascular. Menos esclerificado e não é tão persistente quanto ao xilema. Possui localização periférica nas raízes e caules, enquanto que o xilem ocupa porções mais internas.

Suas principais células são os elementos crivados, classificados em dois tipos: células crivadas e elementos dos tubos crivados. Formado por células

parenquimáticas, fibras e esclereídeos. A única diferença entre o floema primário e o secundário é a ausência de raios no primeiro.

Nas células crivadas os poros são estreitose as áreas crivadas possuem estrutura bastante uniforme sobre todas as paredes

A principal distinção entre os dois tipos de elementos crivados é a presença de placas crivadas nos elementos de tubo crivados e sua ausência nas células crivadas.

Ao contrario dos elementos traqueais do xilema, os elementos crivados possuem protoplasma vivo na maturidade. Único entre as célulasvivas da planta, por ser anucleado ou conter apenas remanescentes do núcleo.

Os elementos do tubo crivado são associados as células companheiras, que contem todos os componentes comumente encontrados nas células vegetais vivas. Os elementos do tubo crivado e suas células estão estreitamente relacionados quanto ao seu desenvolvimento e possuem conexões entre si.

As células crivadas das gimnospermas também se encontram associadas a células parenquimáticas especializadas, células albuminosas. Quando os elementos crivados morrem, suas células companheiras também morrem o que comprova a dependência entre esses tipos celulares.