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A Bacia Amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo. Seu principal rio, o Amazonas, é o maior em volume de água e possui milhares de afluentes, como o Xingu, o Madeira e o Tapajós. Os rios da região são muito volumosos por causa das chuvas do clima equatorial e, além de sua importância ambiental, também são fundamentais para o transporte de pessoas e mercadorias na Amazônia.
A Amazônia abriga a maior biodiversidade animal do mundo. São milhares de espécies conhecidas, e algumas que ainda não foram catalogadas. Entre as muitas espécies, destacam-se: arara- azul, onça pintada, boto-cor-de-rosa, sucuri, pirarucu, tambaqui, dentre outros.
Os principais tipos de formação vegetal amazônicos são: Mata de Igapó: vegetação de pequeno porte localizada em áreas permanentemente alagadas, como por exemplo a vitória-régia; Mata de Várzea: vegetação média localizada em áreas inundadas periodicamente, como por exemplo o açaizeiro e o buriti; Mata de Terra Firme: árvores mais altas e vegetação densa, como por exemplo a seringueira e a castanheira-do-pará.
Biomas Biomas do Brasil do Brasil
O clima da Amazônia é Equatorial, caracterizado por elevadas temperaturas e grande índice pluviométrico. As temperaturas médias anuais variam entre 22 e 28 °C, umidade do ar pode ultrapassar os 80% e o índice pluviométrico varia entre 1400 a 3500 mm por ano.
O relevo da Amazônia é formado por planícies, planaltos e depressões, apresentando, na maior parte da região, altitudes baixas, geralmente inferiores a 200 metros. Porém, há uma exceção importante: o Pico da Neblina, localizado no norte do Amazonas, que é o ponto mais alto do Brasil, com 3.014 metros de altitude.
Planície Amazônica: áreas baixas, que sofrem alagamentos frequentes (várzeas e igapós). São formadas por sedimentos trazidos pelos rios.
Planalto Amazônico: áreas mais antigas e desgastadas, com altitudes um pouco maiores. É onde está o Pico da Neblina.
Depressão Amazônica: áreas mais baixas entre os planaltos, por onde passa o rio Amazonas, ajudando no escoamento das águas.