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biuomateriais e dentistica, Resumos de Biomateriais

 São instrumentos que proporcionam o acesso á lesão que afeta a estrutura dentária, seja essa lesão cárie ou trauma, possibilitando diferentes abordagens e funções do tipo de procedimentos realizado.  Também devem ser instrumentos suficientemente para corar ou desgastar com eficiência o esmalte ou a dentina, o primeiro precursor da dentistica restauradora para o Black, que utilizava em sua época instrumentos em forma de carpintaria para ter acesso à dente.  A estrutura dental, principalmente

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 28/10/2020

milena-assola
milena-assola 🇧🇷

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BIOMATERIAIS E DENTÍSTICA I
INTRUMENTAÇÃO EMPREGADOS EM DENTÍSTICA
RESTAURADORA
INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS E CORTANTES
INSTRUMENTOS OPERATÓRIOS PARA PREPAROS CAVITÁRIO:
São instrumentos que proporcionam o acesso á lesão que afeta a estrutura
dentária, seja essa lesão cárie ou trauma, possibilitando diferentes abordagens
e funções do tipo de procedimentos realizado.
Também devem ser instrumentos suficientemente para corar ou desgastar com
eficiência o esmalte ou a dentina, o primeiro precursor da dentistica
restauradora para o Black, que utilizava em sua época instrumentos em forma
de carpintaria para ter acesso à dente.
A estrutura dental, principalmente o esmalte é um elemento de grande dureza,
o que implica a necessidade de instrumentos suficientemente resistentes para
cortar ou desgastar com eficiência esmalte e dentina.
O nosso grade desafio é romper esmalte e conseguir acessar dentina.
A dentina é um pouco mais fácil de ser desgastada do que o esmalte, embora é
um tecido bastante mineral também.
OS INSTRUMENTOS OPERATÓRIOS UTILIZADOS PARA O PREPARO CAVITÁRIO SÃO:
Instrumentos cortantes manuais;
Instrumentos rotatórios;
Laser;
Sistema sônico e ultra-sônicos (sistemas vibratórios);
Abrasão a ar;
OBS> Os 3 últimos são alternativos aos rotatórios.
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BIOMATERIAIS E DENTÍSTICA I

INTRUMENTAÇÃO EMPREGADOS EM DENTÍSTICA

RESTAURADORA

INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS E CORTANTES

INSTRUMENTOS OPERATÓRIOS PARA PREPAROS CAVITÁRIO:

 São instrumentos que proporcionam o acesso á lesão que afeta a estrutura dentária, seja essa lesão cárie ou trauma, possibilitando diferentes abordagens e funções do tipo de procedimentos realizado.  Também devem ser instrumentos suficientemente para corar ou desgastar com eficiência o esmalte ou a dentina, o primeiro precursor da dentistica restauradora para o Black, que utilizava em sua época instrumentos em forma de carpintaria para ter acesso à dente.  A estrutura dental, principalmente o esmalte é um elemento de grande dureza, o que implica a necessidade de instrumentos suficientemente resistentes para cortar ou desgastar com eficiência esmalte e dentina.  O nosso grade desafio é romper esmalte e conseguir acessar dentina.  A dentina é um pouco mais fácil de ser desgastada do que o esmalte, embora é um tecido bastante mineral também. OS INSTRUMENTOS OPERATÓRIOS UTILIZADOS PARA O PREPARO CAVITÁRIO SÃO:  Instrumentos cortantes manuais;  Instrumentos rotatórios;  Laser;  Sistema sônico e ultra-sônicos (sistemas vibratórios);  Abrasão a ar;  OBS> Os 3 últimos são alternativos aos rotatórios.

INSTRUMENTOS MANUAIS

Instrumentos Cortantes Manuais

 São instrumentos usados para cortar, clivar, e planificar a estrutura dentária, praticamente todos eles tem a função de corte.  A palavra clivar significa cortar, porém a palavra clivar é cortar no sentido estrutural. EX> Vou clicar o dente na porção vestibular, então eu corto de acordo com aquela porção.  Na verdade hoje, os instrumentos cortantes manuais vão complementar a ação do instrumentos rotatórios, significa que vou começar abrir o dente com a caneta de alta rotação com broca e vou complementar o meu preparo com os cortantes manuais. CONSTITUINTES IMPORTANTES:  São constituídos por algumas partes.  Cabo do instrumento.  A haste.  E ponta ativa.  Normalmente o cabo vem a numeração do instrumento, caso não venha nós temos que saber. EX> pela forma do machado consigo identificar qual instrumento é pela ponta ativa.  EX> Temos os recortadores de margem cervical 28 e 29. Os instrumentos manuais podem ser simples (uma parte ativa) ou duplo (duas partes ativas).  Haste Cabo Ponta ativa

ENXADA:

 Tem função de determinar o contorno interno das cavidade e planificar a parede pulpar. Sempre da distal para a mesial.  Ela tem lamina na extremidade e nas laterais planificando a face circundante e pulpar da cavidade.  A nossa enxada 8-9 é monoangulada.  Enxada pode ser monoangulada;  Biangulada;  Triangulada;  As enxadas devem ser usadas de distal para mesial porque o bisel está para dentro, ou seja o corte está para dentro.  Algumas enxadas tem o bisel para fora, o movimento será para fora.  Como a enxada tem corte nas extremidades e nas laterais, ela planifica tanto as paredes de fundo quanto as laterais, se empunhada perto do ângulo diedro. MACHADO:  Tem movimento oclusocervical, o mesmo movimento do trabalhador rural.  Tem função de clivar e planificar esmalte em paredes vestibular e lingual das cavidades de classe II.

 Observe o lado do bisel e faça movimentos de cima para baixo dentes inferiores e de baixo para cima em dentes superiores. RECORTADOR DE MARGEM GENGIVAL:  Tem função de regularizar ângulo cavosuperficial na parede gengival da caixa proximal.  Temos o 27 mesial e 26 distal, quando o ângulo é menor vai para mesial e quando o ângulo é maior vai para distal.  A direção do ângulo cavosuperficial é 20°C, os recortadores de margem gengival só servem para deixar os prismas de esmalte nessa região em 20°C.  Evita infiltrações nas restaurações.  Outra função dos recortadores é a eliminação do ângulo vivo entre as paredes pulpar e axial.

Haste: Parte conectada a peça de mão. Podes ser curta ou longa, com encaixe ou sem para contra ângulo. O intermediário: Ou colo, une a ponta ativa a haste. Ponta ativa: É a parte cortante da broca, atua por pequenas laminas. INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS POR DESGASTE:  Instrumentos abrasivos de revestimentos: confeccionados com fina camada de abrasivo cimentado com base flexível.  Instrumentos abrasivos aglutinados: confeccionados de pequenas partículas abrasivas fixadas por uma substancia aglutinante a uma haste metálica. São representados por:  Ponta diamantada;  Pedras e pontas de carborundo;  De oxido de alumínio;  De carbeto de silício;  Abrasivos impregnados em borrachas; COMPOSIÇÃO DAS FRESAS:Aço (liga ferro-carbono): Fresas para remoção de dentina cariada e acabamento de preparos (baixa rotação);  Carbeto de tungstênio (carbide): Fresas para preparo cavitário (alta e baixa rotação);

FORMA BÁSICA DA PONTA ATIVA PARA PREPAROS CAVITÁRIOS:

Esférica: Utilizadas principalmente para a remoçao de tecido cariado, confecção de retenções e acesso em cavidades de dentes anteriores.  Cilíndricas: Utilizadas para confeccionar paredes circundantes paralelas e avivar ângulos diedros; a maioria desses fresas tem corte na extremidade e nas partes laterais da ponta ativa;  Tronco-cônica: Utilizados para dar forma e contorno em cavidades com paredes circundantes expulsivas e para determinar sulcos ou canaletas em cavidades para restaurações metálicas fundidas. Também para determinar retenções nas caixas proximais, em cavidades para amálgama.  Cone invertido: Utilizadas especialmente para determinar retenções adicionais, planificar paredes pulpares e eventualmente, avivar ângulos diedros.  Roda: Utilizada para determinar retenções, especialmente em cavidades de classe V. CLASSIFICAÇÃO DAS ROTAÇÕES  Baixa: menos de 6.000 rpm;  Média: de 6.000 a 100.000 rpm;  Alta rotação: mais de 100.000 rpm; Baixa velocidade: Profilaxia, remoção de cárie, acabamento do preparo e polímero. Há menos geração de calor. Média rotação: Preparo cavitário, é menos eficiente que a alta rotação. Preparos em dentes anteriores, sulcos de retenção e bisel; Alta rotação: Remoção de restauração antiga, preparo para prótese (redução de cúpide), forma de contorno da cavidade.

PREPAROS CAVITÁRIOS

 Tipo risco;  Tipo olho de cobra;  Tipo Shot Gun; PREPARO CAVITÁRIO CLASSSE I (FORMA DE CONTORNO):  Abertura com fresa 1090;  Para remover restaurações antigas de amalgama vamos utilizar fresa 1157 picotada;  Fresa 245;  Acabamento com enxada 8-9 monoangulada; Puxa sempre no sentido de distal para mesial.  Parede pulpar plana e perpendicular ao longo eixo do dente (para isso usamos a broca paralela ao eixo longitudinal do dente em movimentos mesial para a distal e levemente vestibular para lingual).  Ângulos diedros de 2º grupo definidos ou arredondados (com fresa 245, que deixara a cavidade convergente para a oclusal);  Ângulos diedros de 2º vivos e definidos (fresa 56)

Quando se utiliza a fresa 56:  Abertura vestíbulo-lingual de 1 / 4 ;  Parede pulpar plana e perpendicular ao longo do eixo do dente;  Paredes V, L, M e D, paralelas entre si;  Ângulos diedros do segundo grupo vivos e definidos;  Ângulos cavo-superficial nítido e sem bisel - entre 70 a 90°. Quando se utiliza a fresa 245 ou 330:  Abertura vestíbulo-lingual de 1/4.  Parede pulpar plana e perpendicular ao longo eixo do dente;  Paredes M, D, L e V, convergentes para oclusal - cavidades mais no centro devem ser convergentes, mais próximas as pontas de cúspides devem ser paralelas, e mais próximas as cristais devem ser divergentes. CLASSE I COMPOSTA  Pulpar plana;  Ângulos arredondados (fresa 245) ou definidos (fresa 56);  Paredes circundantes convergentes (fresa 245) ou paralelas (fresa56) para oclusal;  Parede axial plana acompanhando a inclinação da face lingual;  Ângulo áxio-pulpar arredondado;  Parede gengival paralela á parede pulpar e inclinada para apical;  Retenção com 1/4 na caixa lingual;  Ângulo cavo-superficial nítido - 70 a 90°

CLASSE II

Classificação artificial de Black:  Classe II: Cavidades preparadas nas faces proximais dos molares e pré-molares.  MO: Composta  OD: Composta  MOD: Complexa

PREPARO CAVITÁRIO:

 Parede pulpa plana;  Paredes vestibular e lingual das caixas oclusal e cervical convergentes para oclusal;  Paredes circundantes paralelas entre si e 1/4 da distancia intercuspídea;  Ângulos diedros arredondados;  Paredes mesial e distal depende: próximo a crista divergente, distante convergente (parede antagonista a caixa proximal);  Parede gengival plana;  Parede axial plana no sentido vestibulolingual e ligeiramente expulsiva no sentido gengivooclusal;  Largura da caixa proximal: 3 mm (0,5 para vestibular e 0,5 para lingual);  Profundidade da parede pulpar: 2mm;  Profundidade da paredeaxial: 2mm;  Ângulo axio-pulpar arredondado;  Ângulo cavo-superficial nítido e sem bisel;  Acabamento com enxada monoangulada 8-9 + machado 14-15 + recortadores de margem n° 26 e 27;  Rtenção no axio-vestibular e axio-lingual com fresa esférica meia 1/4. CLASSE II IMPORTANTE:  Usamos sistema matriz e cunha para restauração;  Apenas separa-se o ponto de contato do dente vizinho (ideal fazer afastamento imediato);  De distal para mesial, contornando vestibular e lingual;  Nunca abrir demais o istmo;  Arredondar o axio-pulpar;  Colocar sempre matriz para proteger dente vizinho;

CLASSE V

As cavidades preparadas no terço gengival, na ausência de cicatrículas, das faces vestibular e lingual de todos os dentes. OBS> Classes II, III, IV e V ocorrem em superfícies lisas.  São preparos criteriosos que devem ser terminados em ângulo reto evitando regiões de prisma de esmalte sem suporte.  As circundantes de preferência devem ser expulsivas a partir da parede axial.  Deveremos realizar retenções adicionais. PREPARO CAVITÁRIO:  Parede axial: Convexa em todos os sentidos - convexa mesio-distal e ocluso- cervical.  Paredes circundantes : ligeiramente expulsivas, acompanhando os prismas de esmalte, formando ângulo reto com a superfície externa do dente ( fresa 245);  Ângulos diedros do 1° grupo (circundante com circundante) arredondados e ângulos diedros do 2° grupo ( circundante e de fundo) definidos.  Ângulos cavo-superficial nítido e sem bisel, para amalgama; superficial nítido e com bisel, para resina composta.  Retenções adicionais em forma de canaletas, nos ângulos axio-gengival e axio- oclusal para amalgama com fresa 1/4. Tática Operatória (possui de 1 a 2 mm de parede cervical):  Preparo cavitário: broca esférica 1012/1014 + bisel com broca 1111 nas paredes Mesial, Distal, Incisal/Oclusal e Cervical + retenções adicionais com fresa 1/4 no axio-gengival ou axio-oclusal. Tática operatória (possui menos de 1 mm de parede cervical):  Adequação cavitária (formar falsa Smear Layer): Broca esférica 1012/1014 + bisel com broca 1111 nas paredes Mesila, Distal e Incisal/Oclusal.

 Bisel com broca 1111 em área estética, ou bisel com broca 2200 em área não estética. CLASSE IV Classificação artificial de Black  Cavidades preparadas nas faces proximais de incisivos e caninos, com a remoção e posterior reconstrução do ângulo incisal.  Quando se tem fratura não se faz preparo, somente bisel;  Quando tenho tecido cariado remvo com 1012/1014 + esférica de baixa e em seguida confecciono com bisel;  Preparo cavitário com confecção de preparo em bisel simples ou bisel chanfrado;  Preparo cavitário: broca 1111 realizar bisel amplo nas paredes Mesial, Distal, vestibular ou palatina. É importante sabermos que quanto maior o bisel, maiores as chances de escondermos a linha de restauração.