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Vaginose
Bacteriana
ANDRÉ ALVES EDVANE FERREIRA EMILE HONÓRIO JACKLANE MORAES RODRIGO GONÇALVES
- Infecção do Trato Reprodutivo (ITR);
- Classificada como infecção endógena;
- Não é uma infecção de transmissão sexual;
- Causa mais comum de corrimento vaginal;
- Afeta cerca de 10 % a 30 % das gestantes e 10 % das
mulheres atendidas na atenção básica;
Sinais e Sintomas:
- Corrimento vaginal fétido, mais acentuado após a relação
sexual sem o uso do preservativo, e durante o período
menstrual;
- Corrimento vaginal branco-acinzentado, de aspecto fluido
ou cremoso, algumas vezes bolhoso;
- Dor à relação sexual (pouco frequente);
Aspecto do corrimento vaginal
Teste de pH;
Diagnóstico
- A fita é colocada na parede lateral da vagina,
comparando a cor resultante do contato do fluido
com o padrão da fita;
- pH > 4,5: sinal de vaginose ou tricomoníase;
Teste de Whiff ou Teste da Amina positivo;
Diagnóstico
- Coleta da secreção vaginal com espátula de Ayre;
- Coloca-se a secreção na lâmina e acrescenta-se 2 gotas de
KHO a 10 %;
- Se houver "odor de peixe", o teste é considerado positivo;
Diagnóstico
Coloração de Gram
Bacterioscopia com "Clue Cells"
Tratamento
- Tem o obejtivo de restabelecer a flora vaginal e aliviar os sintomas;
- Durante o tratamento dever suspender as relações sexuais;
- Manter o tratamento de a paciente menstruar;
Tratamento
- Durante o tratamento com metronidazol, deve-se evitar a
ingestão de álcool, pelo “efeito antabuse”, caracterizado por mal-
estar, náuseas, tonturas e gosto metálico na boca;
- Cremes vaginais com metronidazol não são recomendados, por sua baixa eficácia;
E se não tratar?
- Pode ser porta de entrada para outras infecções;
- Aumenta o risco de aquisição das IST's (incluindo HIV); doença inflamatória pélvica (DIP);
- Pode trazer complicações às cirurgias ginecológicas;
- Pode trazer complicações à gravidez associada com ruptura prematura de membranas, corioamnionite, prematuridade e endometrite pós-cesárea);
- Infecção do Trato Reprodutivo (ITR);
- infecção endógena;
- Desequilíbrio da microbiota vaginal;
- Diminuição dos lactobacilos e aumento das bactérias anaeróbias (Prevotella sp., Mobiluncus sp., Gardnerella vaginalis, Ureaplasma sp., Mycoplasma sp.);
- O diagnóstico clínico-laboratorial de vaginose bacteriana se confirma quando estiverem presentes três dos critérios de Amsel: Corrimento vaginal homogêneo, geralmente acinzentado e de quantidade
variável; pH vaginal > 4,5; Teste de Whiff ou teste da amina positivo; Presença de clue cells na bacterioscopia corada por Gram;
- Sinais e Sintomas: Corrimento vaginal fétido, mais acentuado após a relação sexual sem o uso do preservativo, e durante o período menstrual; Corrimento vaginal branco- acinzentado, de aspecto fluido ou cremoso, algumas vezes bolhoso; Dor à relação sexual (pouco frequente);
CANDIDÍASE X VAGINOSE BACTERIANA
- A composição anormal da flora vaginal é um dos fatores que
desencadeiam a infecção intra amniótica e consequentemente o
nascimento precoce;
- Ocorre geralmente na 32 ª e 33 ª semana de gestação;
- Desencadeia o processo infeccioso que gera a ruptura precoce
das membranas (bolsa amniótica);
Associação ao parto prematuro;
- Pulmonares (ocorrem na 33 ª semana);
- Hemorragia cerebral, causada pelo parto prematuro;
- Paralisia (ocorre geralmente na 32 ª semana de gestação);
- A vaginose, em si, não afeta o desenvolvimento do feto, porém, com a condição do parto prematuro, causa o baixo peso.
As principais consequências no feto:
Associação ao parto prematuro;
- Anamnese;
- Exame físico;
- Avaliação de risco;
- Teste de pH;
- Teste de Whiff;
- Bacterioscopia (se disponível);
- Após diagnóstico, tratar a vaginose bacteriana;
Protocolo de Enfermagem