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Tudo sobre cupins e brocas de madeira trabalhada
Tipologia: Trabalhos
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Os cupins (também conhecidos como térmites) são insetos que se distribuem em mais de 2.000 espécies descritas, sendo que no Brasil, registram-se cerca de 200.
A grande maioria exerce poderosa ação benéfica no solo pela aeração e drenagem, movimentação de partículas, descompactação e porosidade do solo, além da distribuição de matéria orgânica.
Algumas espécies exóticas são responsáveis por causarem grandes danos a estruturas construtivas, acabamentos e objetos que envolvem madeira e seus derivados.
No Brasil, as duas espécies mais significativas como pragas urbanas são: Cryptotermes brevis e Coptotermes havilandi. Dois conjuntos de fatores propiciam suas infestações nas malhas urbanas: as características biológicas do inseto e a complexidade estrutural do meio urbano.
Cryptotermes brevis: animais exóticos, também conhecidos como cupins de madeira seca , cujas colônias se desenvolvem inteiramente dentro da madeira com teor de umidade abaixo de 30%, sem a necessidade de contato com o solo ou fonte externa de umidade.
O cupim de madeira seca tem seu ataque restrito às peças que consome como alimento e nas quais também realiza seu ciclo biológico: mobiliário, madeiramento estrutural (forros, telhados, etc.), madeiramento acessório (janelas, portas, etc.), peças de acervo histórico e bibliotecas.
Os danos extensos que acarreta ficam agravados pela larga distribuição geográfica, sempre facilitada pelos transportes sem precauções de objetos infestados. Via de regra, sua presença pode ser observada por resíduos na forma de grânulos duros (fezes) que expelem dos orifícios que fazem e habitam, e que ficam espalhados sob aqueles orifícios.
Coptotermes havilandi: espécie também exótica e denominada cupim subterrâneo , é reconhecida como a espécie de cupim que causa maiores prejuízos em áreas urbanas da região sudeste do Brasil.
Estes cupins, embora se alimentem apenas de madeira e produtos de celulose, atacam tijolos, artefatos de plástico, tecidos, couro, gesso, instalações, cabos e conduítes elétricos de construções e redes telefônicas.
Suas colônias podem ser construídas no solo, dentro ou fora das edificações (ocultos, em lugares úmidos, escuros, quentes e com farta disposição de alimento), e ainda nas árvores urbanas.
Por serem sensíveis à luz, se locomovem através de túneis cuidadosamente construídos com suas fezes, ficando assim protegidos da predação (por formigas, por exemplo) e das intempéries do meio externo. Pode-se dizer, com propriedade, que os cupins subterrâneos vivem, atuam e destroem na invisibilidade, e que sua presença é notada apenas em estágios avançados de infestação, quando prejuízos estão evidentes.
BROCAS DE MADEIRA
Além do cupim, outro importante grupo de insetos xilófagos é constituído pelas brocas de madeira. São milhares de espécies amplamente distribuídas em diferentes grupos, sendo que os insetos das famílias Anobiidae e Lyctidae são os principais responsáveis pelo ataque a objetos de madeiras e derivados.
A presença da broca de madeira , no mais das vezes, apenas é notada pelos resíduos que deixa e que tem a aparência de pó, via de regra com coloração parecida com a da madeira atacada.
http://www.biopolis.com.br/pragas/xilofagos.htm
Acima estão várias brocas que atacam nossos imóveis, inclusive uma linfa.
Este texto foi escrito por A. T. Lelis (*) Revista Vetores & Praga - Ano I - Nº 01 2º trimestre de 1998
Dentre os insetos xilófagos, dois grupos são os principais responsáveis pelos danos causados às madeiras, nas mais diferentes situações onde essa matéria-prima é utilizada. Esses dois grupos são os Cupins e as Brocas de Madeira. Os prejuízos causados por esses insetos são, em grande parte, desconhecidos. Estima-se valores despendidos no seu combate mas são desconhecidos os prejuízos advindos da perda das madeiras atacadas e os custos resultantes da sua reposição. O conhecimento da biologia desses insetos é base fundamental na adoção de medidas preventivas e curativas. Seus hábitos de vida, reprodução, exigências quanto à temperatura e umidade são alguns dos fatores que determinam procedimentos a serem adotados no seu controle.
Sob a denominação de brocas de madeira encontra-se um grupo de insetos composto por milhares de espécies, na sua maioria xilófagas. Esses insetos são frequentemente confundidos com os cupins, especialmente os cupins de madeira seca, por também expelirem resíduos das peças atacadas. Entretanto, as brocas de
fases do beneficiamento desse material. Essa classificação considera o hábito mais frequente dentro de cada grupo, não devendo ser esquecido, portanto, que há exceções. BROCAS QUE ATACAM A ÁRVORE VIVA Esse grupo está representado particularmente por brocas da família Cerambycidae****. A espécie Hilotrupes bajulus é, entretanto, uma broca de madeira seca e constitui-se em sério problema nos países do hemisfério norte. No Brasil esta espécie é encontrada nos estados do sul. BROCAS QUE ATACAM A ÁRVORE RECÉM-ABATIDA Nesta etapa do beneficiamento, a madeira contém ainda um elevado teor de umidade e alguns grupos de brocas são particularmente atraídos pelas substâncias químicas liberadas pela madeira. São representantes típicos dessas brocas as famílias Scolytidae e Platypodidae****. Em muitas espécies desse grupo, os adultos, ao depositarem os ovos na madeira, inolucam um fungo que servirá como principal alimento para as larvas. Muitas espécies atacam árvores vivas e a infectam com um tipo de fungo que é letal para a planta. Essas brocas causam grandes prejuízos em florestas plantadas. BROCAS QUE INFESTAM A MADEIRA DURANTE A SECAGEM Nesta etapa a madeira apresenta teores médios de umidade e o principal grupo de brocas que a infestam nessa fase são os representantes da família Bostrychidae****. Os representantes dos três grupos anteriormente citados, respectivamente Cerambicídeos, Escolitídeos, Platipodídeos e Bostriquídeos , muito embora sejam insetos que exigem um substrato com teores altos ou médios de umidade, podem ser observados eclodindo de madeiras secas ou já em uso pelo homem. Isto ocorre geralmente porque, ou o inseto, embora tenha infestado a madeira enquanto ainda úmida, conseguiu completar seu desenvolvimento na madeira seca ou, a madeira em uso não está corretamente seca. Assim, podemos encontrar esses insetos na madeira em uso ou mais frequentemente, os sinais do seu ataque; contudo, estando a madeira seca, não há risco dela ser reinfestada por eles. BROCAS QUE ATACAM MADEIRAS SECAS A madeira seca, apresentando teores de umidade abaixo de 30%, é a condição da maioria das madeiras em uso pelo homem. Insetos das famílias Anobiidae e Lyctidae são as principais brocas que atacam a madeira nesses condições. Como pretendemos enfatizar o problema de brocas de madeira em mobiliário, é sobre esses dois grupos de brocas que a seguir, trataremos com mais detalhes. ANOBÍDEOS Os besouros da família Anobiidae apresentam hábitos alimentares variados, podendo atacar sementes e caules de várias plantas, produtos manufaturados de origem vegetal ou animal, madeira,
livros, etc. Espécies dos gêneros Anobium e Tricorinus são os representantes mais frequentemente encontrados atacando madeiras, enquanto que em bibliotecas encontramos principalmente brocas do gênero Falsogastrallus e também de Trycorinus****. Para a postura dos ovos, a fêmea desses insetos procura geralmente na madeira bruta, não polida, pequenas frestas ou antigos orifícios de emergência. Substratos relativamente moles ou felpudos, são também preferidos para a postura dos ovos. A fêmea coloca, em média, cerca de 30 ovos. As larvas eclodem entre 14 a 18 dias após a postura. A fase larval dura aproximadamente um ano, e de pupa cerca de três semanas e o adulto em torno de um mês. Dentre as espécies xilófagas há algumas que preferem madeiras antigas, razão pela qual são frequentemente encontradas atacando acervos de museus. As razões para esta preferência não está de todo esclarecida, havendo fortes indícios de que, com o passar do tempo, a madeira, modificando-se quimicamente, torna-se mais atrativa para esses insetos. LICTÍDEOS Diferentemente dos anobídeos, a família Lyctadae é essencialmente xilófaga. O amido, principal fonte de alimento desses insetos, é encontrado principalmente na região de alburno de madeiras do grupo dos angiospermas. Madeiras ricas em amido, é o caso da virola, são preferidas pelos lictídeos. Dentre as brocas de madeira, os lictídeos são os que toleram os mais baixos teores de umidade, tendo sio registrado sua presença em madeiras com 7% de umidade. Os lictídeos mais frequentemente encontrado entre nós, são espécies dos gêneros Lyctus e Minthea****. O ataque dos lictídeos é facilmente reconhecido pelo resíduo muito fino, semelhante a talco, que é expelido pelos orifício de emergência do adulto. A fêmea deposita os ovos no lúmen dos vasos da madeira, que antes é testado quanto à quantidade de amido. Portanto, a quantidade de amido, o número de vasos e o tamanho do lúmen são fatores fundamentais para determinar a susceptibilidade de uma madeira ao ataque de lictídeos. A duração do ciclo de vida é muito variável. Em condições ótimas de temperatura, umidade e qualidade nutritiva da madeira, a duração do ciclo da vida pode ser de apenas quatro meses.
http://wsiez.vilabol.uol.com.br/brocas.html
» Técnicas de Controle de Pragas - Cupins
Dentre os insetos xilófagos, dois grupos são os principais responsáveis pelos danos causados às madeiras, nas mais diferentes situações onde essa matéria-prima é utilizada. Esses dois grupos são os Cupins e as Brocas-de-madeira.
Os cupins são socialmente organizados e cada integrante possui uma função pré definida. Assim, não há peça de madeira, celulose e derivados que resista ao poder devastador dos cupins. Comprometem até construções de concreto, esburacando e destruindo estruturas de madeira da construção, criando vãos e danificando instalações elétricas. São capazes de destruir um vigamento de telhado em poucas semanas, e multiplicamse com grande facilidade e velocidade. Causadores dos maiores prejuízos, tais como: desabamentos, incêndios, destruição...Os cupins podem chegar a milhões de indivíduos. Alimentamse basicamente de celulose e derivados, escavando galerias em móveis e livros.
Fique atento aos sinais que indicam a presença de cupins!
» Revoadas: As revoadas ocorrem quando as colônias de cupins liberam os siriris (ou aleluias). São os cupins com asas que irão formar novas colônias. Elas acontecem geralmente nas tardes quentes de primavera e verão.
Vocé pode encontrar asas ou siriris mortos próximos de janelas e de lâmpadas, pois são atraídos pela luz. Se você viu siriris, é sinal de que há colônias de cupins próximo ou até mesmo dentro de seu estabelecimento.
» Presença de túneis de cupins subterrâneos na estrutura; » Presença de grânulos (fezes de cupins de madeira seca) junto aos móveis, portas e batentes. As brocas-de-madeira encontram-se em um grupo de insetos compostos por milhares de espécies na sua maioria xilófagas. Esses insetos são freqüentemente confundidos com os cupins-de-madeira-seca por também expelirem resíduos das peças atacadas. Entretanto as brocas-de-madeira diferem dos cupins em vários aspectos.
» Brocas-de madeira e cupins são dois grupos taxonomicamente distintos. As brocas, cujos adultos são os besouros, pertencem a ordem dos Coleópteros, enquanto os cupins, cujos adultos são conhecidos como siriris ou aleluias, pertencem à ordem dos Isópteros.
» As brocas-de-madeira não são insetos sociais. Uma madeira atacada por brocas pode conter dezenas ou centenas de indivíduos, entretanto cada um vive independentemente dos outros. Metodologia Operacional noControle de Cupins: A metodologia operacional para Controle de Cupins Subterrâneos inicia-se com análises e estudos de características básicas, como:
» da edificação, junto às plantas hidráulicas, elétricas, estruturais, etc.; » da infestação através de dados colhidos na vistoria técnica; » do ambiente para definir o método e estratégia de combate.
Conjugando estas e outras informações será elaborado o projeto de combate a estes insetos na edificação. Tratamento da Estrutura:
Nas edificações existem na estrutura espaços que inacessíveis e imperceptíveis às pessoas de forma geral, oferecem condições de vida ideal aos cupins subterrâneos, fornecendo alimentos. Exemplo: madeiras (de formas abandonadas), abrigo (espaços internos na estrutura como, caixões perdidos, estuques, lajes duplas, lajes entulhadas, paredes duplas, redes hidráulicas, elétricas, gás, etc.), vias de locomoção e invasão (juntas de dilatação, redes elétricas, hidráulicas, gás, etc.). Além disto nossas edificações os protegem de seus inimigos naturais, atuando como verdadeiras fortalezas. Prevenção: » Consertar vazamentos e infiltrações, pois a umidade é favorável a infestação de cupins; » Não guardar madeira junto à casa; Não permitir que água se acumule nas lajes; » Ao adquirir móveis em madeira verifique se há indícios da presença de cupins. » Fazer descupinização periodicamente.
http://www.controledepragas.srv.br/controledepragas_tecnicas.htm
Métodos de Controle
A inspeção visual e o uso de armadilhas é uma boa metodologia de averiguação. Com isso, pode-se avalia melhor estratégia de controle ou se realmente existe a necessidade de intervenção química. O tratamento m comumente utilizado no combate as brocas é a aplicação de inseticida. Esse método pode ser empregado t combate como na prevenção, sendo pouco eficiente no primeiro caso. Ao se aplicar o inseticida nos orifíc pelas brocas, a praga não será exterminada já que ali é apenas a “porta de saída” da madeira pelos insetos quais já emergiram. Ademais, a penetração do produto nesse local será pequena, porque ali se acumulam s fezes do inseto, fato que restringe o alcance do inseticida a outros indivíduos. Este método tem, portanto, um objetivo muito mais preventivo do que curativo. Se a superfície, frestas, ju estiverem tratados com inseticida (na madeira sadia), pode-se evitar que outras brocas venham depositar o peça de madeira. É relevante ressaltar que, como esse método é superficial, grande parte do produto tende a ser removida q madeira é trabalhada. Deve-se considerar também que isso pode por em risco a saúde de pessoas que entre com a madeira. Sendo assim, é fundamental um rigoroso controle em todas as etapas do beneficiamento d Particularmente no caso da madeira compensada, é importante notar que se o inseticida for aplicado some lâmina de madeira for muito espessa, esta pode servir de substrato para a proliferação do inseto. Um outro procedimento bastante usado é o do tratamento com gases tóxicos. Quando no estado de larvas presença de brocas em uma peça de madeira é praticamente imperceptível, sendo que somente mais tarde, adulto eclodir, é que perceberemos, e os prejuízos se tornarão evidentes. Para evitar esse tipo de problema o método acima citado. O procedimento consiste em submeter a madeira a um expurgo com gases tóxicos
completamente corroído na forma de um pó fino, como um talco. Al elas não são insetos sociáveis, ou seja, apesar de comporem uma qu imensa de indivíduos na infestação de um local, cada um vive indep outro. » Biologia (
Em cada ovipostura as brocas colocam de vinte a oitenta ovos. No caso dos Anobídeos, esta ocorre em fre orifícios, enquanto nos Lictídeos ela ocorre no interior dos vasos da madeira, onde há grandes concentraç amido. O desenvolvimento é do tipo metamorfose completa, ou seja, passam de ovo para larva, seguido d finalizando seu desenvolvimento no inseto adulto. O tempo necessário para atingir a fase adulta pode vari quatro meses a três anos, de acordo com as condições ambientais e nutritivas, sendo a fase larval a mais lo » Ciclo de Vida
Brocas são seres capazes de sobreviver em condições de umidade bastante baixas (30%). São encontradas couro, madeira, forros, batentes, tecidos, gesso e até cabos elétricos. Anobídeos preferem madeiras de consistência mais macia. São observados por todo o continente Europeu climas temperados. Lictídeos preferem madeiras de consistência mais dura. Podem habitar madeiras com índices de umidade extremamente baixos, chegando aos 7%. São constantemente encontrados em assoalhos de casas. Possuem distribuição geográfica muito ampla, sendo encontrados em todo o globo.
As brocas são principalmente de importância econômica, ecológica e cientifica. Economicamente, sua im deve principalmente aos prejuízos causados na agricultura, tendo em vista que as brocas podem alimentar do vegetal, como do fruto do café, colmo do milharal, rizoma de bananeiras, entre outros. » Importância
Os métodos de controle e prevenção contra brocas devem ser adotados desde a coleta da madeira até o pro (móveis, vigas, etc), pois as várias espécies de brocas existentes atacam a madeira em diferentes etapas do beneficiamento. A inspeção da madeira, por ocasião do seu recebimento, ou mesmo aquela em estoque, é procedimento preventivo importante. Antes de tomar uma medida de controle, o monitoramento do local para verificar o nível de infestação, o número de espécies existentes e o foco de infestação.
http://www.dedetizacao-consulte.com.br/brocas-metodos-de-controle.asp
Inimigo Secreto
NASUTITERMES sp. São insetos sociais que nidificam em postes, cercas, muros, árvores e atacam madeir presas à alvenaria ou que mantenham contato direto com o solo. Nas edificações, podem construir túneis o galerias em componentes como: telhados, paredes, colunas, etc., e alcançar madeiras situadas em pontos do ninho. Além de deteriorar a madeira em uso, são encontrados atacando árvores, nas quais fazem ninho externos e bem visíveis. São bem diferentes fisicamente dos cupins subterrâneos ( Coptotermes ), pois enqu estes são de cor bem clara, os cupins arbóreos ( Nasutitermes ) são de tonalidade escura, quase preta, além formarem trilhas e ninhos externos de fácil identificação.
Um dos tipos é popularmente chamado de "cupim de madeira seca" (CRYTOPERM BREVIS) por gostar de celulose com menos de 30% de umidade. Ele ataca desde a estrutura do telhado até móveis - sendo que o papel não é seu prato predileto, mas apenas o antepasto ou sobremesa. Tendo em m 400 a 500 indivíduos, a colônia se desenvolve dentro da peça atacada, comendo a madeira e abrindo galeri Caso se trate de cupim de madeira seca ou broca ( inseto xilófago - comedor de madeira - da ordem Coleóp mesma dos besouros, que nada tem a ver com cupins ), é possível fazer um tratamento localizado nas peça infestadas que ainda são passíveis de recuperação.
O cupim Subterrâneo (COPTOT GESTROI ) é a espécie mais danosa e está em fase de expansão no Brasil. Ele se instala, frequentemente, fundações das construções. Ali há quase tudo que eles gostam: umidade, calor, restos de madeira enterrad proteção à luz. A partir dessa base inicial, os indivíduos da colônia se dispersam pela construção por meio d fendas, juntas de dilatação, conduítes de fiação elétrica, blocos vazados, construindo túneis com a própria s mascada com terra ou areia. Tudo que tiver rastros de destruição no caminho entre o cupim e o alimento se acabado. Eles perfuram fios, concreto, e tijolo até atingir a madeira, que pode estar num batente de porta, ro ou no fundo de um armário embutido. Uma colônia dessas, que sempre passa de 4.000 indivíduos, pode at vários pontos de uma casa a partir de um único ponto.
http://www.ambiental-cupim.com.br/cupins.html
Roca
Prevenção e Controle das Brocas de Madeira Há diversas opções para prevenção e controle do brocas de madeira. A seleção da melhor opção depende de diversos fatores, como a gravidade da local da infestação, a possibilidade de ocorrer reinfestação e o custo do tratamento.As brocas de a madeira lentamente, por isso, no caso de uma infestação por estes insetos, não há tanto motivo temos tempo o suficiente para tomar uma decisão sobre as melhores opções de prevenção e cont ataque brocas de madeira , o emprego de madeira preservada é a recomendação básica. Entreta madeira preservada no Brasil é ainda bastante limitado e, particularmente no caso da construção não há especificações técnicas para madeira preservada nesses casos.Além disso, a preservação geralmente adotado apenas no final do beneficiamento da madeira. Se quisermos evitar que até ataque de insetos xilófagos, como as brocas de madeira, outros procedimentos devem ser adotad exige medidas que vão desde a árvore viva até o produto final, uma vez que há diferentes espéci madeira atacando a madeira nas diferentes fases do seu beneficiamento.Na mata, a madeira aba aguardando transporte para as serrarias, é alvo de ataque de inúmeros insetos, particularmente a Platypodidae e Scolytidae. Assim, tratamentos temporários, também denominados pré-tratamen recomendáveis para evitar essas infestações.A partir do momento em que a madeira chega às ser produto final, uma série de outras medidas preventivas podem ser adotadas. São inúmeras essas vamos saber mais sobre algumas delas, seja com caráter preventivo e/ou curativo. Aplicação de Os inseticidas usados em tratamentos curativos, autorizados para uso, são de dois grupos químic organofosforados. Até recentemente os organoclorados eram também muito utilizados, mas hoje contendo esse inseticida está proibido pela legislação. Antes de detalhar este método, vale a pen emprego, ainda que necessário, de inseticidas para controlar infestações provoca sérios riscos à ao meio ambiente. Assim, sempre que possível deve-se recorrer a outro método de prevenção e/ danoso e arriscado. Ou, contratar uma empresa com especialistas no manuseio destes produtos.O freqüentemente utilizado consiste na aplicação de uma solução inseticida por pincelamento ou p superfície da madeira. Também pode ser realizada a injeção nos orifícios, fendas e juntas, quand atacada. Esses tratamentos têm sido geralmente utilizados tanto em caráter preventivo como cur como tratamento curativo é, entretanto, muito limitada. E, por isso mesmo, bastante questionáve infestações por brocas de madeira. Ao injetarmos uma solução inseticida nos furos feitos pelas b esquecer que esses orifícios são, na sua maioria, orifícios de emergência dos adultos. Ou seja, el madeira e, portanto, deste modo não estaremos eliminando o inseto.Além disso, por injeção, hav penetração de produto na madeira, o que dificilmente o fará atingir outros insetos no seu interio escavadas pelas larvas estão geralmente obstruídas com serragem e fezes, que são lançadas para a larva vai se alimentando da madeira.O objetivo deste tratamento é, portanto, muito mais de ca os orifícios, frestas, juntas ou ainda, quando possível, a superfície da madeira estiverem impregn inseticida, isto deve evitar que os insetos depositem seus ovos naquela peça de madeira. É muito considerar que, sendo esses tratamentos superficiais, a porção tratada é removida quando a peça trabalhada. Além disso (e por isso!), deve-se considerar os riscos à saúde das pessoas que trabal madeiras. Isto faz com que estes tratamentos não sejam aplicáveis em muitas situações, ou some empregados sob rigoroso controle das etapas de beneficiamento da madeira que acontecerão apó tratamento.No caso de compensados, a adição de inseticida na cola tem sido outra linha de prev Entretanto, deve-se considerar que, se o inseticida ficar restrito apenas à linha de colagem e a lâ suficientemente espessa para servir de substrato para esses insetos, a infestação do compensado evitada apenas com esse tipo de tratamento. Tratamentos com gases tóxicos Quando dizemos “c pode-se concluir que já sabemos que a peça de madeira está infestada. Assim, o tratamento cura objetivo eliminar esses insetos, evitando que eles venham a reinfestar aquela madeira ou infesta a madeira aparentemente sadia pode esconder uma infestação e, mesmo assim, não apresentar si que possam ser percebidos.Como já vimos antes, no caso das brocas de madeira , nas fases de o
fato que restringe o alcance do inseticida a outros indivíduos.
Este método tem, portanto, um objetivo muito mais preventivo do que curativo. Se a supe
orifícios estiverem tratados com inseticida (na madeira sadia), pode-se evitar que outras brocas
naquela peça de madeira.
É relevante ressaltar que, como esse método é superficial, grande parte do produto tende
madeira é trabalhada.
Um outro procedimento bastante usado é o do controle com gases tóxicos.
Quando no estado de larvas ou ovos, a presença de brocas em uma peça de madeira é pr
sendo que somente mais tarde, quando o adulto eclodir, é que perceberemos, e os prejuízos se
evitar esse tipo de problema, emprega-se o método acima citado. O procedimento consiste em
expurgo com gases tóxicos.
O expurgo é um tratamento essencialmente para combater e não para prevenir. No entan
como método de prevenção ao impedir que uma madeira atacada sirva de foco de infestação pa
que o problema siga adiante.
O emprego do expurgo de gases tóxicos, embora de simples manuseio, exige cuidados, p
tóxicos e alguns deles reagem com metais, como o cobre. Isso acarreta uma série de restrições
situações. Sendo assim, é altamente recomendável seguir as orientações de uma dedetizadora l
realizadas com outros gases, tais como argônio e nitrogênio. Nesse caso, o procedimento consi
oxigênio na madeira, substituindo-o por um desses gases. Todavia, a comprovação da eficácia
em fase de testes.
Os métodos citados acima devem ser empregados em conjunto para obter o contole desta
madeiras após o abate evita o ataque e o transporte de insetos até a serraria. O controle dos ins
primeira tarefa a análise da situação nos diferentes ambientes (seja na fábrica de móveis, na ma
algum problema, diagnosticá-lo corretamente, verificando o tipo de inseto (broca) e os tipos de
favorecendo sua presença. Dado o diagnóstico e considerando as diversas limitações, pode-se b
oferece o melhor resultado com o menor risco para a madeira e o usuário.
http://www.encoppragas.com.br/broca_de_madeir_30.html