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Series Numericas, todas as series resumidas, muito bom!
Tipologia: Resumos
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Neste capítulo, vamos estender o conceito de adição, válido para um número finito de parcelas, à uma soma infinita de parcelas.
5.1.1: Definições
chama-se série de números reais ou série numérica à soma infinita
1 2 n (^) n 1 n u u " u " u.
Os números u 1 (^) , u 2 ,"chamam-se termos da série numérica e o
n. mo^ termo u (^) n é designado por termo geral da série.
+∞ n = 1 n
u vamos considerar a
seguinte sucessão: S 1 (^) = u 1 S 2 (^) = u 1 + u 2 S 3 (^) = u 1 + u 2 + u 3 ... S (^) n = u 1 + u 2 +"+ u n.
parciais ou sucessão associada à série.
Definição 1.3:
+∞ n = 1 n
u é
n 1 n^
u S.
O número S é chamado soma da série.
+∞ n = 1 n
u é divergente.
Neste caso, a série não tem soma.
5.1.2: Série geométrica Definição 1.4: Uma série geométrica de 1º termo a e de razão r é uma série numérica da forma:
− 2 1
ar^1 a ar ar n
+∞ n = 1 n
+∞ n = 1 n
v são
convergentes, com somas S e T respectivamente, então:
n 1 n^ n
u v converge e tem soma S ± T.
+∞ n = 1 n
+∞ n = 1 n
u é convergente e a série
+∞ n = 1 n
n 1 n^ n
u v é divergente.
Na maior parte dos casos, é difícil determinar a soma de uma série. Por isso, iremos apresentar alguns critérios que permitem analisar a natureza de uma série, sem recorrer ao cálculo de Sn.
A seguir apresenta-se uma condição necessária de convergência de séries numéricas.
Teorema 3.1: Condição necessária de convergência
+∞ n = 1 n
u é convergente então (^) n lim→ +∞ u (^) n = 0.
Nota: O recíproco do teorema anterior é falso. A série harmónica pode servir de contra-exemplo.
Na prática, utiliza-se mais a negação do teorema anterior.
Corolário 3.2: Teste da divergência ou Critério do n.mo^ termo
+∞ n = 1 n u é divergente.
+∞ = 11 +^3
n n
n (^).
Teorema 4.1: Critério de Cauchy ou da Raiz
Sejam u (^) n > 0 e (^) n lim →+∞ n^ un = L.
+∞ n = 1 n
u é convergente;
+∞ n = 1 n
u é divergente;
(iii) Se L = 1 −, então não se pode concluir nada.
1
n n
n n.
Teorema 5.2: Critério de Leibniz
1
n n
n (^) a converge se verifica as
condições seguintes: (i) (^) n lim → +∞ an = 0 ;
∀ n ∈ IN.
Nota: Se a primeira condição do teorema anterior não se verifica, podemos concluir, pelo critério do n.mo^ termo, que a série é divergente.
2 ln
n
n n.
Esta secção é dedicada ao estudo da convergência de séries numéricas com termos arbitrários.
Teorema 6.1: Convergência Absoluta
+∞ n = 1 n
+∞ n = 1 n
u também é
convergente.
+∞ n = 1 n
u diz-se absolutamente convergente
+∞ n = 1 n
u é convergente.
+∞ n = 1 n
u diz-se simplesmente convergente
+∞ n = 1 n
+∞ n = 1 n
u diverge.
+∞ = 1 3
cos n n
n (^) é absolutamente
convergente.