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Calor Específico de Sólidos, Notas de estudo de Engenharia Ambiental

Relatorio de Calor Específico de Sólidos

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 06/05/2011

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE-UFCG
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR-CCTA
UNIDADE ACADÊMICA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AMBIENTAL-UACTA
JOSÉ W. A. GARRIDO
Calor Específico de Sólidos
_______________________________________________
Laboratório de Física
Professor: José Roberto
Pombal PB
2010
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Baixe Calor Específico de Sólidos e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Ambiental, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE-UFCG

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR-CCTA

UNIDADE ACADÊMICA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AMBIENTAL-UACTA

JOSÉ W. A. GARRIDO

Calor Específico de Sólidos

_______________________________________________

Laboratório de Física Professor: José Roberto

Pombal – PB 2010

Resumo

O referente trabalho trata-se de um experimento voltado ao calor específico de sólidos, ou seja, é a quantidade de calor que temos que fornecer ou retirar de um grama de sustância para que varie sua temperatura. Determinou-se e comparou os valores dos calores específicos de alguns materiais, aço e alumínio, obtidos em análise com valores teóricos. Logo, em seguida, calculou-se o erro percentual dos resultados comparados, comparando com valores teóricos, observou-se, que os materiais poderia apresentar valores específicos semelhantes aos analisados. Quando dois corpos com temperaturas diferentes entram em contato (direto ou não) este sistema tende a chegar ao equilíbrio através de um fluxo de calor.

MATERIAL E MÉTODOS

Para a realização do experimento foram necessários os seguintes equipamentos e materiais: 2 Béquer de 250mL; 1 Tripé de ferro; 1 Calorímetro; 1 Tela de amianto; 1 Pinça; 1 Proveta graduada; 2 Termômetros; Lamparina de vidro; Água destilada; Corpo metálico de alumínio e de ferro.

o Determinação da capacidade térmica do calorímetro

Conhecido a massa do calorímetro seco. Adicionou-se com proveta graduada, 100 mL de água fria destilada (temperatura ambiente) no calorímetro e aguardou-se a estabilização da temperatura. Em seguida aqueceu-se 100 mL de água destilada em um Becker, com o auxilio de uma lamparina, colocando um termômetro ao Becker para verificação da temperatura. Ao atingir a temperatura aproximada de 70 ºC a 80 ºC mediu-se a temperatura. As leituras das temperaturas foram feitas no mesmo instante. Em seguida adicionou-se a água previamente aquecida no calorímetro que continha a água á temperatura ambiente e homogeneizou-se, aguardou-se a estabilização da temperatura e notou-se e temperatura de equilíbrio.

o Determinação do calor específico do sólido (Ferro ou Alumínio)

Adicionou-se 100 mL de água fria destilada (temperatura ambiente) no calorímetro e aguardou-se a estabilização da temperatura (Ta). Em seguida aqueceu-se 100 mL de água destilada em um Becker, com a lamparina de vidro e colocou-se um termômetro ao Becker para verificação da temperatura e colocou-se o peso de alumínio ou ferro. Daí, notou-se a temperatura (Ta) da água do calorímetro e em seguida notou-se a temperatura do alumínio (TAl ou TFe), rapidamente retirou-se o sólido e colocou-se o mesmo no calorímetro e agitou-se por cerca de três minutos. Após a estabilização da temperatura notou-se a temperatura de equilíbrio (Te).

RESULTADOS E DISCUSSÕES

o Determinação do Calor Específico do Alumínio e do Ferro

Temperatura do alumínio– θAl Temperatura da água – θa Temperatura de Equilíbrio – θe

Para o cálculo utilizou-se a fórmula:

mAl Cal (θAl – θe) = me (θe – θa) + ma Ca (θe – θa) Cal = [me (θe – θa) + ma Ca (θe – θa)] / mAl (θAl – θe)

Tabela 1 – Resultado do calor específico do Alumínio

Alumínio

mAl (g)

ma (g)

me (g)

θ Al (°C)

θ a (°C)

θ e (°C)

Ca (cal/g°C

CAl (cal/g°C) 30 100 114,72 74 28 30 1 0,

Foi utilizado esta mesma metodologia para calcular o calor especifico do ferro, onde os resultados estar na tabela 2 abaixo:

Tabela 2 – Resultado do calor específico do Ferro

Ferro

MFe (g)

ma (g)

me (g)

Θ Fe (°C)

θ a (°C)

θ e (°C)

Ca (cal/g°C

CFe (cal/g°C) 90 100 114,72 70,5 28 30,1 1 0,

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Pôde-se verificar que devido ao erro experimental considerado alto para o calor específico do alumínio, o mesmo não assumiu o valor considerado. O erro experimental pode ter ocorrido devido à observação do analista durante a leitura da temperatura no termômetro, assim como trocas de calor com o material utilizado. Esta experiência pôde facilitar a verificar o calor específico do alumínio e do ferro através de uso do calorímetro de água e aplicação de cálculos experimentais. Verificou-se que quando vários corpos a diferentes temperaturas se encontram em um recinto adiabático são produzidas trocas caloríficas entre eles alcançando a temperatura de equilíbrio ao certo tempo. Quando foi alcançado este equilíbrio é obedecido que a soma das quantidades de calor trocadas é zero.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

HALLIDAY, D.; Resnick, R. - Física - Vol 2, Rio de Janeiro, Livros técnicos e Científicos.

SEARS, F.; Zemansky, M. W., Young, H.O. - Física , Vol.2, Rio de Janeiro, Livros técnicos e Científicos.

TIPLER, P. A. - Física - Vol. 1b. 2ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1985.