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premiado com duas estrelas Michelin. Aos 10 anos, decidiu ser cozinheiro para não ... Internacionalmente, as suas referências são chefes como Gordon Ramsay,.
Tipologia: Esquemas
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Tem 20 anos, é recém-licenciada da ESHT de Douro-Lamego e vem do Peso da Régua. É cozinheira, mas ainda não está a trabalhar apesar de já ter estagiado no Hotel Cidnay, em Santo Tirso e no Hotel Vale D’El Rey and Village Resort, no Algarve.
A sua família esteve sempre ligada a negócios no ramo hoteleiro, e a Carolina decidiu estudar e acabar o 12º ano na Escola de Hotelaria, porque apesar de ter trabalhado como empregada de mesa, sempre teve interesse pela cozinha.
Não tem um prato de assinatura, mas identifica-se muito com a gastronomia portuguesa do norte de Portugal: arroz de pato, bacalhau à Narciso, cabrito com arroz de miúdos ou com arroz de forno; polvo, dourada ou pescada. Gosta muito de petiscos: bolinhos de bacalhau, orelheira, moelinhas, iscas de fígado e salmão fumado caseiro.
Na sua carreira, ambiciona promover a gastronomia portuguesa, ter um bom restaurante português no estrangeiro e claro… receber uma estrela Michelin.
O Filipe tem 21 anos e é do Barreiro mas está a viver no Algarve, onde trabalha como cozinheiro no ‘Cais Velho’, em Albufeira. Estagiou com o Serge Vieira, premiado com duas estrelas Michelin.
Aos 10 anos, decidiu ser cozinheiro para não ‘morrer à fome’, pois não gostava muito da comida que a mãe lhe deixava feita quando ia trabalhar, e aprendeu a cozinhar sozinho e precocemente. Uma das realizações mais importantes na sua vida, foi ter abandonado o curso de Engenharia Eletrotécnica, para seguir um sonho de pequeno e ingressar na ESTH de Lisboa, no curso de Gestão e Produção de Cozinha
Até hoje, considera que o seu ponto mais forte como cozinheiro é a mise-en- place de peixes e carnes. O prato que até hoje lhe deu mais prazer executar, desde a sua criação até ao produto final, foi um prato que nomeou de ‘Casamento a três’ (carapau, cavala e lingueirão). Como português, e por achar que cozinhar é uma arte, tem sempre preferência pelos produtos nacionais que considera de grande qualidade.
Como mentor, refere o chefe Luís Figueiredo, pela sua determinação, vontade de aprender e capacidade de resolver qualquer problema dentro de uma cozinha.
Tem 27 anos, é natural de Santarém, vive em Rio Maior, e foi chefe Cozinheiro do Ano em 2009.
Atualmente dá aulas na ESHT Estoril (a mesma escola onde tirou o curso), tem uma empresa de catering com a mãe - o projeto igormartinho.com - e está a restaurar um pequeno restaurante em Rio Maior, com o objetivo de o tornar num grande destino gastronómico.
Trabalhou em restaurantes como Hemingway, em Cascais, Quinta de Frades no Lumiar ou o restaurante do Hotel Marriot, na Praia D’El Rey em Óbidos.
A sua filosofia de cozinha é, segundo o próprio, baseada na tradição gastronómica portuguesa: preservar um bom produto, dando um toque de modernidade com a utilização das técnicas aplicadas na alta cozinha.
Tem preferência por cozinhar pratos de peixe e a sua grande inspiração é a sua mãe, cozinheira de profissão e responsável pela sua paixão pelos tachos.
Considera-se rigoroso, exigente e sem espaço para falhar. Confia na sua ‘brigada’ e gosta de ouvir várias opiniões.
Tem 48 anos, vem do Barreiro, e atualmente é o chefe executivo do Hotel Convento do Espinheiro, em Évora.
Como Chefe, tem 18 anos de experiência e ganhou a ‘medalha de bronze’ nas Olimpíadas Culinárias em Erfurt, Alemanha 2000.
Além de chefe executivo e diretor de cozinhas e restaurante , também já foi formador de cozinha para o Turismo de Portugal. Já trabalhou como chefe executivo no Sheraton e no restaurante ‘Bica do Sapato’.
As suas referências na cozinha passam por nomes como Heston Blumenthal e René Redzepi. Considera-se organizado, criativo e exigente e tem facilidade em gerir equipas e imprevistos. Gosta de cozinhar produtos sazonais, de forma a obter o melhor dos ingredientes.
Resume a sua filosofia de cozinha com base no gosto, confeção, criatividade e estética. É defensor de pratos bem servidos, com quantidade.
Nasceu há 33 anos em Lisboa e é cozinheiro. Tem alguns anos de experiência e já foi chefe e proprietário do restaurante Paladar, na Calçada do Duque, durante 3 anos.
A sua formação está distribuída por três países: Portugal, Espanha e Brasil.
Começou o seu percurso em 1996 como barman de um bar no Bairro Alto. De seguida foi proprietário dos restaurantes Nú Prato, MF e Paladar (onde também foi chefe). Em 2011 trabalhou como cozinheiro de 1.ª no Hotel Tróia Design (com o chefe João Vieira) e no 100 Maneiras (com o chefe Ljubomir Stanisic). Em 2012 exerceu a mesma função nos restaurantes Alkymia (com 1 estrela Michelin – chefe Jordi Villa ) e Abac (2 estrelas Michelin – chefe Jordi Cruz), ambos em Barcelona.
Está também habituado a ser responsável pela produção de caterings de vários formatos, para marcas como: RockinRio, Festival de Cannes, Nokia, etc.
Descreve a sua filosofia de cozinha como sendo uma cozinha que defenda o nosso património, aplicando novas técnicas e tecnologias.
Considera que uma das realizações mais importantes da sua carreira foi ter uma crítica no New York Times.
A Valentina tem 18 anos, é natural da Guiné-Bissau e trabalha no Tróia Design Hotel, desempenhando as funções de pasteleira e cozinheira com a responsabilidade de preparar a mise-en-place. Frequentou a escola do IEFP Seixal, onde se formou como Técnica de Cozinha e Pastelaria.
Uma das maiores realizações profissionais da sua vida é o facto de ter acabado o curso e ter começado logo a trabalhar num hotel de 5 estrelas. Gostou muito de estagiar na área de pastelaria, uma área na qual muitos chefes não se sentem especialmente à vontade.
Na cozinha considera-se autoconfiante, motivada, responsável e ambiciosa.
Tem 26 anos, é natural de Armação de Pêra mas vive em Lisboa e é Cozinheira no 1640 (em Santos). Anteriormente, estagiou na Tasca da Esquina e trabalhou na Cervejaria da Esquina e no Restô, apesar de não ter escola superior de cozinha ou formação na área. Se pudesse alterar alguma coisa na área da restauração, evitaria o erro de considerar a complexidade da confeção o mais importante: ‘Por vezes, o simples resulta melhor’.
As suas referências culinárias são o chefe Tiago Duarte, com quem trabalha no 1640, o chefe Vitor Sobral, com quem trabalhou na Cervejaria da Esquina e Jamie Oliver – por ser talvez aquele com quem mais se identifica, ao cozinhar sem grandes elaborações e com ingredientes frescos e muitas ervas.
Como cozinheira, o seu principal objetivo é que o cliente saia do restaurante com vontade de voltar!
Tem 33 anos, vive em Lisboa, e é chefe de partida no ‘Pedro e o Lobo’ em Lisboa, sendo responsável pelos pratos de peixe. É licenciado em Psicologia, e mais tarde tirou o curso de Artes Culinárias e Gestão Hoteleira em ‘The Institute of Culinary Education’ em Manhattan, Nova Iorque.
Considera que a sua ligação ao estrangeiro lhe alargou os horizontes para outras culturas. A cozinha espanhola é a sua preferida: é aquela em que mais acredita e a que mais tem praticado. Mas o seu estilo é a cozinha ibérica, com estreitas relações com o Oriente, nomeadamente com o Japão e a sua cultura gastronómica.
Mais do que cliché, considera um preconceito que a alta gastronomia tenha ou deva de ser cara, e como tal inacessível a uma grande maioria de pessoas. E pior ainda, na sua opinião, é considerar que este tipo de cozinha tem de ser pomposo e intimidatório.
Uma das realizações mais importantes na sua carreira foi ter estagiado no Viajante, em Londres - 1 estrela Michelin - tendo proposto o estágio e tendo dito que não saia da porta enquanto não ‘ficassem com ele’. A mais recente realização foi ter concorrido ao Top Chef e ter sido apurado para ser um dos 16 concorrentes!
Nasceu em Lisboa há 26 anos, tem 8 anos de experiência, 3 como Chefe e atualmente trabalha no seu restaurante, o G-Spot, em Sintra.
É jovem, mas tem uma carreira promissora e respeitada pelos chefes mais experientes. Já trabalhou no Hotel Sheraton do Porto e no 100 Maneiras, em Cascais. Frequentou a Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril. Na sua visão de chefe, a cozinha é acima de tudo liberdade de expressão, onde através de produtos de qualidade se pode proporcionar um momento agradável ou até mesmo inesquecível a quem prova um dos seus pratos.
Tem grande admiração pelos chefes com quem já trabalhou: Jerónimo Ferreira, Vítor Claro ou Fausto Airoldi, entre outros.
Tem grande prazer em cozinhar os alimentos produzidos na sua quinta, como alguns legumes, galinhas…
Considera que as realizações mais importantes na sua carreira foram: ‘clientes felizes, reconhecimento profissional, um restaurante de sucesso e ter tempo e dinheiro para poder comer pelo mundo fora’.
A Patrícia Tomé nasceu em Oeiras e tem 26 anos.
É recém-formada do curso de Técnicas de Cozinha/Pastelaria na ESHT Lisboa e está neste momento a trabalhar como cozinheira no restaurante ‘O Século’. Estagiou no restaurante ‘Outro Rio’, no Jardim do Tabaco e no ‘Grande Real Villa Itália’ Hotel.
Aos 18 anos percebeu que pertencia ao mundo da cozinha. O seu pai é cozinheiro, mas diz que aprendeu mais com a mãe.
Considera que ser chefe de cozinha é um trabalho muito árduo e sério e não concorda com aqueles que subvalorizam esta profissão, tomando-a como leviana.
Os seus chefes de referência são o chefe Luís Baena, pela sensibilidade que deposita nos pratos que executa e o chefe Vítor Sobral, pela valorização da cozinha portuguesa.
Vem de Faro, tem 20 anos e é cozinheiro estagiário no ‘Ocean’ em Vila Vita, restaurante que tem 2 estrelas Michelin. Durante o curso de Gestão e Produção de Cozinha, realizou um estágio curricular no restaurante de Serge Vieira, em França.
Grande parte da sua infância foi passada no campo, e os ingredientes que escolheria para um prato de assinatura vêm dessa memória da infância: coelho, figos e amêndoas.
As suas referências culinárias são Serge Vieira, Hans Neuner e Nuno Diniz. Considera-se um apaixonado, com muita curiosidade por novas técnicas e por saber mais e melhor, e com vontade de transmitir sempre aprendizagens a terceiros.