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A Cinesioterapia é a terapia ou tratamento que utiliza o movimento como recurso para alcançar alguns objetivos.
Tipologia: Resumos
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A Cinesioterapia é a terapia ou tratamento que utiliza o movimento como recurso para alcançar alguns objetivos como: aprimorar a função física, o estado de saúde e a sensação de bem-estar das pessoas; prevenir as complicações e reduzir a utilização dos recursos de assistência de saúde durante a hospitalização ou pós- cirúrgico; prevenir ou minimizar as futuras complicações e deficiências, a perda funcional e a incapacidade. Incluem atividades ou técnicas para aprimorar: Mobilidade Produção de força ou de torque Controle neuromuscular Resistência ( endurance ) cardiovascular Equilíbrio e a coordenação Padrões respiratórios Percepção da postura e dos padrões de movimento Princípios do tratamento de tecidos moles, ossos e condições pós-cirúrgicas O uso apropriado do exercício fisioterapêutico no tratamento de distúrbios osteomioarticulares depende da identificação da estrutura envolvida, do reconhecimento do seu estágio de reparação e da determinação das limitações funcionais e incapacidades. O exame da região envolvida é um pré-requisito importante para identificar a estrutura ou as estruturas anatômicas que estão causando os comprometimentos e limitando a função e, também, para determinar o estágio agudo, subagudo ou crônico de recuperação do tecido. Fisiologia do reparo dos tecidos conjuntivos Os tecidos moles, incluindo os ligamentos, tendões e outros tecidos conjuntivos, respondem às lesões de uma maneira
relativamente previsível; sendo seu processo de reparo semelhante, apesar de existir alguma variabilidade entre os tecidos (p. ex., osso). A cicatrização também é afetada pela idade, estilo de vida, vícios, estado nutricional, saúde geral, grau de lesão, estresse mecânico lesivo. Resposta à carga dos tecidos Quando os tecidos conjuntivos são submetidos a uma carga, são principalmente as fibras colágenas que promovem resistência. Se analisarmos a curva solicitação x estresse, veremos que todo tecido apresenta duas fases distintas quando colocado sob algum tipo de carga tensional: a fase elástica e a fase plástica. A fase elástica apresenta como característica o retorno do tecido ao seu comprimento original assim que a carga (estresse) imposta a ele seja retirada. Assim, durante essa fase o tecido não sofre alterações definitivas. Caso a carga aplicada faça com que o tecido supere o limite da fase elástica, o tecido entra em sua fase plástica, no qual acontecem alterações definitivas intrínsecas (variação-amplitude plástica). É nessa fase que ocorrem os ganhos de amplitudes (p. ex. músculos ao serem alongados). Na permanência e aumento do estresse, o tecido pode apresentar falhas/falência em sua estrutura. Esse ponto é chamado de ponto de falha do tecido (nesta fase acontece a maioria das lesões).
Fonte: ADLER, Susan S.; BECKERS, Dominiek; BUCK, Math. PNF - Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva um guia ilustrado. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2007.
Amplitude de movimento (ADM) é a quantidade de movimento presente em uma articulação. O termo pode ser utilizado também como uma técnica de tratamento em que são realizados movimentos de forma passiva, ativa ou ativa-assistida em uma determinada articulação. Ao mover um segmento em sua ADM, todas as estruturas da região são afetadas: músculos, superfícies articulares, cápsulas, ligamentos, fáscias, vasos e nervos. Desse modo, sabe-se que muitos fatores podem levar a uma ADM reduzida, como doenças sistêmicas, articulares, neurológicas e musculares; lesões cirúrgicas ou traumáticas; ou apenas inatividade ou imobilidades por qualquer razão As atividades de ADM podem ser descritas em termos de amplitude articular e muscular. Amplitude Articular – para descrevê-la são usados termos como flexão, extensão, adução, abdução e rotação, e seu alcance é medido com goniômetro e registrado em graus. Amplitude muscular – relaciona-se com a excursão funcional dos músculos. Tipos de exercício de Amplitude de Movimento ADM Passiva – é aquele realizado inteiramente por uma força externa, com pouca ou nenhuma contração muscular voluntária. A força externa pode ser proveniente da gravidade, de