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Resumo Cinomose (Etiologia - Epidemilogia - Patogenia - Sinais Clínicos - Diagnóstico - Tratamento - Profilaxia e Controle)
Tipologia: Resumos
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●Extremamente grave ●Multisistemica ●Alta letalidade ●Animais jovens ●É uma doença da América do Sul
●Doença infecto contagiosa
●Espécie Vírus da Cinomose Canina (VCC) ●Vírus RNA de fita simples ●Sorotipo viral ↳Diversas linhagens ↳Dentre as linhagens existem diversas estirpes ou cepas com características distintas ●Sensível ao éter, instável a pH < 4,5 e inativado pelo calor ●Inativado pelo formol, amônia quaternária e hipoclorito ●Viabilidade do vírus onde tenha morrido animal ↳ 1 hora à 20ºC ↳20min exsudatos
●Ocorrência mundial ●Acomete famílias do grupo
coiote
●Patogenicidade do vírus está relacionada diretamente com a espécie ●Importância maior em animais selvagens ●Atualmente, no mundo a doença é rara em cães ●Surgimento pequenos surtos ↳Persistência do vírus no ambiente e em animais portadores ↳Surgimento de novas cepas ↳Desenvolvimento da doença em animais vacinados ●Brasil é considerado endêmico para cinomose em cães ●Ocorre em qualquer época do ano ↳Setembro e outubro com maior prevalência → época de campanha de vacinação ●Não há predisposição de idade, sexo ou raça ●Maior incidência em cães entre 60 a 90 dias ●Transmissão ↳Cão principal fonte de infecção do vírus ↳Aerossóis e gotículas virais → secreções e excreções do corpo ↳Fômites e pessoas ↳Vírus é eliminado 7 dias após a infecção a infecção e pode durar até 90 dias ↳Fêmeas → via transmissão placentária
●Período de incubação de 1 a 4 semanas ↳Conforme idade, resposta imune e patogenicidade ●Ingresso via aerossol
●Replicação em tonsilas e nódulos linfáticos bronquiais ●Migração via monócitos e macrófagos, a tecidos linfáticos, intestino e fígado ↳Viremia 2º a 4º pós infecção ●Início da resposta imune humoral ↳ 1 ª semana pós infecção ●Replicação viral em tecidos linfoides ↳Fase inicial de infecção → depleção celular com diminuição de linf. T CD4 e CD8, apoptose das células linfoides e imunodepressão ●Invasão do vírus ao SNC ↳Via hematógena ou neural → quando a viremia é elevada e depende da resposta imune ↳Fase inicial necrose multifocal, desemielinização e infiltração em linf. T CD8 → @s jovens causam encefalite aguda ●Infecção crônica ↳Perda mielina por hipersensibilidade tardia tipo IV ↳Pela ação citotóxica linf. T CD8 que origina a encefalite subaguda ou crônica ●@s com desenvolvimento elevado de Ac ↳50% dos casos da infecção sem desenvolvimento de sinais clínicos ●@s com baixo nível de Ac, mas com a resposta imune celular ↳Eliminação gradual do vírus na maior parte dos tecidos → possibilidade de persistência SNC e tegumento ↳Desenvolvimento de quadros discretos da doença ●Resposta Imune não consegue segurar a infecção ↳Vírus persiste em diversos tecidos e se desenvolve em um quadro multissistêmico grave
●Histórico ↳Ausência de vacinação ↳Esquema de vacinação incompleto ↳Colostro com títulos baixos de Ac ↳Imunossupressão ↳Exposição a cães infectados ●1ª fase clínica ↳Pico febril ↳Corrimento ocular ou nasal discreto ●Sinais dermatológicos ↳Hiperqueratose → coxins palmares e plantares e plano nasal ↳Pústulas abdominais → evolução para um quadro neurológico ↳Ceratoconjuntivite seca ●Sinais respiratórios ↳Rinite ↳Descarga nasocular e micropurulenta ↳Pneumonia intersticial → broncopneumonia
●Sinais digestórios ↳Êmese intermitente ↳Anorexia ↳Diarreia pastosa a líquida → com ou sem melena ●Sinais neurológicos ↳Semanas, meses ou anos após a recuperação da fase sistêmica ↳Maioria dos casos os sinais clínicos sistêmicos ocorrem simultaneamente ↳Lesões → córtex frontal, via óptica, cerebelo, tronco encefálico, tálamo e hipotálamo ↳Déficits motores e propriocepção ↳Cegueira ↳Síndrome vestibular e cerebelar