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Cintilografia pulmonar, Slides de Medicina Nuclear

PROTOCOLOS EM MEDICINA NUCLEAR II - Cintilografia pulmonar CINTILOGRAFIA PULMONAR PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME * Exame de ventilação pulmonar PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME *Exame de perfusão pulmonar

Tipologia: Slides

2022

À venda por 23/01/2023

cs-ciencias-da-saude
cs-ciencias-da-saude 🇧🇷

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AULA 6 - PROTOCOLOS EM MEDICINA
NUCLEAR II
Cintilografia pulmonar
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AULA 6 - PROTOCOLOS EM MEDICINA

NUCLEAR II

Cintilografia pulmonar

PROTOCOLO EM MEDICINA NUCLEAR II

  • CINTILOGRAFIA PULMONAR
    • Trata-se de um exame de imagem da região pulmonar obtida através da administração de radiofármacos ( MAA – macroagregado de albumina ) marcados com 99 mTc via endovenosa para aquisição de imagem de perfusão e DTPA (dietilenotriaminopenta-acé tico) marcado com 99 mTc via inalação para aquisição de imagem de ventilaç ã o.
    • As imagens posteriormente serão captadas por uma câmara especial, chamada gama câmara.
    • A quantidade de dose radioativa administrada no paciente é mínima e não ocasiona nenhum dano. - Os radiofármacos administrados no paciente, no caso da cintilografia pulmonar por ventilaç ã o e perfusão, alojam-se nos pulmões.

PROTOCOLO EM MEDICINA NUCLEAR II

  • CINTILOGRAFIA PULMONAR
    • A cintilografia por ventilaç ã o indica as áreas do pulmão que ventilam convenientemente, e ́ feita pela inalação de marcadores radioativos gasosos ou sob a forma de aerossol, gases nobres radioativos marcados com 99 mTc.
    • O resultado do exame vem da comparação entre as áreas frias (áreas de menor concentração do Radiofá rmaco), as da perfusão e as da ventilaç ã o.
    • Se houver grandes e múltiplos defeitos de perfusão não consonantes com áreas de defeitos de ventilaç ã o, é provável o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar (TEP).

Imagens realizadas pós nebulização do radiofármaco, ácido dietilenotriaminopentacético marcado com tecnécio- 99 m( 99 mTc-DTPA), juntamente com o Macroagregado de albumina. Perfusão e inalação

  • Imagens planas e estáticas dos pulmões através do estudo de perfusão e inalação ,
  • Estudo de perfusão na primeira e terceira linhas com a administração do 99 mTc+MAA.
  • Na segunda e quarta colunas depois da inalação com 99 mTc- DTPA

PROTOCOLO EM MEDICINA NUCLEAR II

  • PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME
    • O protocolo do exame segue de acordo com o pedido médico:
      • INDICAÇÃO: é utilizado no diagnóstico e avaliação de tromboembolismo pulmonar e avaliação do clareamento alveolocapilar.
      • CONTRAINDICAÇÃO : não há contraindicação conhecida ou efeito indesejável. Exceto no caso da perfusão, deve-se ter atenção em pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade a produtos contendo albumina humana.
    • Método
      • O método utilizado para a cintilografia pulmonar por ventilaç ã o e perfusão segue de acordo com outros laboratórios até mesmo internacionais.
      • Claro que algumas projeções de imagens são adaptadas de acordo com as condições do paciente, porém a administração do Radiofá rmaco é a mesma.
      • PREPARO DO 'PACIENTE : não há nenhum tipo de preparo antes da realização do exame.

PROTOCOLO EM MEDICINA NUCLEAR II

  • PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME
    • Aquisição das imagens: deve ser feita no máximo após 15 minutos de inalação do radiofá rmaco. O paciente deve ser posicionado em decúbito dorsal, e então serão feitas imagens localizadas (spot) da região torácica seguindo o protocolo com imagens: - Anterior/ posterior (AP), posterior/anterior (PA), oblíqua posterior direita (OPD), obliqua posterior esquerda (OPE), oblíqua anterior direita (OAD), oblíqua anterior esquerda (OAE), perfil direito, perfil esquerdo, obedecendo a protocolo do laboratório de medicina nuclear.

PROTOCOLO EM MEDICINA NUCLEAR II

  • PROTOCOLO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME
    • Exame de perfusão pulmonar
      • 2 ª FASE >>> após a fase de aquisição de imagens de inalação, o paciente deve ser mantido na mesma posição deitado em decúbito dorsal, sendo então administrado o radiofá rmaco via endovenosa em uma veia periférica. As imagens podem ser obtidas imediatamente após a administração do radiofá rmaco.
      • Posologia (dosagem certa): a atividade mé dia administrada por via endovenosa é de 185 a 222 MBq ( 5 a 6 mCi), para um paciente adulto de 70 kg de massa corpó rea. O número de partículas de albumina humana é recomendado para uma única aplicação, com o volume de até 1 , 5 a 3 mL na marcação. Antes de ser administrado o radiofá rmaco via endovenosa, é fundamental que se agite suavemente a seringa que contém o radiofá rmaco, e quando estiver injetando deve-se evitar aspirar sangue na seringa, pois sua presença poderá́ induzir a formação de coágulos in situ (no lugar). Recomenda-se injeção lenta para obter ótimas imagens, e pedir que o paciente vá́ respirando profundamente.

FIM