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Circuito Elétrico e Software Multisim, Trabalhos de Circuitos Elétricos

Relatório da aula experimental de eletricidade aplicada

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 22/08/2019

amanda.94
amanda.94 🇧🇷

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RESISTORES, CIRCUITOS ELÉTRICOS E SOFTWARE MULTISIM
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RESISTORES, CIRCUITOS ELÉTRICOS E SOFTWARE MULTISIM

3ª faixa: indica o número de zeros que devem ser acrescentados aos dois algarismos anteriores.

Pode ainda existir uma 4ª faixa para indicar a imprecisão ou tolerância do valor da resistência. Nesse caso: i. Se a 4ª faixa for prateada, indica que a imprecisão é de 10%;

ii. Se for dourada, indica que a imprecisão é de 5%.

iii. Caso não exista a 4ª faixa, pressupõe-se uma tolerância de 20% no valor da resistência, para mais ou para menos.

Leis de Ohm As Leis de Ohm, postuladas pelo físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) em 1827, determinam a resistência elétrica dos condutores. Dessa maneira, além de definir o conceito de resistência elétrica, com sua experiência, Georg Ohm demostrou que no condutor, a corrente elétrica é diretamente proporcional à diferença de potencial aplicada, postulando assim, a Primeira Lei de Ohm. Por conseguinte, suas experiências com diferentes comprimentos e espessuras de fios elétricos, foram cruciais para que postulasse a Segunda Lei de Ohm, na qual a resistência elétrica do condutor, dependendo da constituição do material, é proporcional ao seu comprimento e, ao mesmo tempo, inversamente proporcional a sua área de seção transversal. Primeira Lei de Ohm A Primeira Lei de Ohm postula que um condutor ôhmico (resistência constante), mantido à temperatura constante, a intensidade (i) de corrente elétrica será proporcional à diferença de potencial (ddp) aplicada entre suas extremidades, ou seja, sua resistência elétrica

  • constante. É representada pela seguinte fórmula:

R. resistência, medida em Ohm (Ω)

U. diferença de potencial elétrico (ddp), medido em Volts (V)

I. intensidade da corrente elétrica, medida em Ampére (A).

2. PRÁTICA 1: LEITURA DE RESISTORES, USO DO OHMÍMETRO

QUESTÃO (D): Sim, pois todos os erros calculados encontram-se abaixo dos 5%

definidos pelo fabricante.

ANEXO I: FOLHA DE RESPOSTAS TABELAS PREENCHIDAS EM SALA.

3. PRÁTICA 2: FAMILIARIZAÇÃO COM SOFTWARE MULTISIM:

A FONTE DE TENSÃO C.C., COM O VOLTÍMETRO E O

AMPERÍMETRO. A LEI DE OHM.

Utilizou-se para esta prática, o software MULTISIM, pode-se então montar os circuitos elétricos pedidos e medir os valores de correntes para cada circuito e comparar os resultados com os valores calculados.

Utilizando-se da fórmula: I = , obteve-se a corrente correspondente aos resistores e tensões indicadas: Valores para R: 90 Ω; 180Ω e 270Ω. Valores para E: 1,0V; 2,0V; 4,0V; 6,0V e 8,0V. Circuito montado no MULTISIM para E = 8V e R = 270Ω:

Questões e exercícios: (A). Gráficos das correntes medidas (I) em mA:

C. Termistores são semicondutores sensíveis à temperatura. Existem basicamente dois tipos de termistores:

NTC (Negative Temperature Coefficient) - termistores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura.

PTC (Positive Temperature Coefficient) - termistores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura.

Conforme a curva característica do termistor, o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura.

Assim alguns podem servir de proteção contra sobreaquecimento, limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Outra aplicação corrente, no caso a nível industrial, é a medição de temperatura (em motores por exemplo), pois podemos com o termistor obter uma variação de uma grandeza eléctrica em função da temperatura a que este se encontra.

D. Um varistor ou VDR (Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função inversa da tensão aplicada nos seus terminais. Isto é, a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta, sua resistência diminui.

Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos, tal como em filtros de linha. Montados em paralelo com o circuito que se deseja proteger, impedem que surtos de pequena duração os atinjam, por

apresentarem uma característica de "limitador de tensão". No caso de picos de tensão de maior duração, a alta corrente que circula pelo componente faz com que o dispositivo de proteção, disjuntor ou fusível, desarme, desconectando o circuito da fonte de alimentação. O VDR protege o equipamento a jusante desviando a sobre tensão, ou sobre corrente, para o terra, pois comporta-se como um curto-circuito submetido a altas tensões. ANEXO II: TABELAS PREENCHIDAS EM SALA

Questões e exercícios:

(A) RT = R 1 + R 2+ R 3

0 1 F8 7 A R T = 180 + 220 + 330

0 1 F8 7 A R T = 730Ω.

I = U / R

0 1 F8 7 A I = 5 / 730 = 6,85mA ; I = 13 / 730 = 17,808 mA.

P = U x I

0 1 F8 7 A P = 5 x 6,85 = 34,25 mW ; P = 13 x 17,808 = 231,5 mW.

B. Pode-se dizer que a tensão inicial deste sistema, divide-se em cada um dos resistores de acordo com a sua capacidade.

C. Vt = 120 – 50 + 80 = 150V

Rt = 10 + 15 + 6 + 11 + 8 = 50kΩ It = 150 / 50 = 3A

D. 2 mA = U / 21kΩ

0 1 F8 7 A U = 42V. Ut - U 1 = U 2 0 1 F 8 7 AU 2 = 42 + 140 1 F 8 7 AU 2 = 56V ANEXO III: TABELAS PREENCHIDAS EM SALA.

5. CONCLUSÃO

Conclui-se ao termino destes experimentos, a veracidade da teoria estudada anteriormente em sala.

Pode-se assim calcular e medir valores de corrente e tensão em circuitos resistivos e provar a Lei de Ohm e ainda entender o funcionamento do software MULTISIM.

6. REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS PRÁTICA 1:

www.sofisica.com.br;

PRÁTICA 2:

Boylestad L., Robert. Introdução à análise de circuitos. 10ª Ed. Prentice Hall, 2004;www.mundodaeletrica.com.br