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Relatório da aula experimental de eletricidade aplicada
Tipologia: Trabalhos
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3ª faixa: indica o número de zeros que devem ser acrescentados aos dois algarismos anteriores.
Pode ainda existir uma 4ª faixa para indicar a imprecisão ou tolerância do valor da resistência. Nesse caso: i. Se a 4ª faixa for prateada, indica que a imprecisão é de 10%;
ii. Se for dourada, indica que a imprecisão é de 5%.
iii. Caso não exista a 4ª faixa, pressupõe-se uma tolerância de 20% no valor da resistência, para mais ou para menos.
Leis de Ohm As Leis de Ohm, postuladas pelo físico alemão Georg Simon Ohm (1787-1854) em 1827, determinam a resistência elétrica dos condutores. Dessa maneira, além de definir o conceito de resistência elétrica, com sua experiência, Georg Ohm demostrou que no condutor, a corrente elétrica é diretamente proporcional à diferença de potencial aplicada, postulando assim, a Primeira Lei de Ohm. Por conseguinte, suas experiências com diferentes comprimentos e espessuras de fios elétricos, foram cruciais para que postulasse a Segunda Lei de Ohm, na qual a resistência elétrica do condutor, dependendo da constituição do material, é proporcional ao seu comprimento e, ao mesmo tempo, inversamente proporcional a sua área de seção transversal. Primeira Lei de Ohm A Primeira Lei de Ohm postula que um condutor ôhmico (resistência constante), mantido à temperatura constante, a intensidade (i) de corrente elétrica será proporcional à diferença de potencial (ddp) aplicada entre suas extremidades, ou seja, sua resistência elétrica
R. resistência, medida em Ohm (Ω)
U. diferença de potencial elétrico (ddp), medido em Volts (V)
I. intensidade da corrente elétrica, medida em Ampére (A).
definidos pelo fabricante.
ANEXO I: FOLHA DE RESPOSTAS TABELAS PREENCHIDAS EM SALA.
Utilizou-se para esta prática, o software MULTISIM, pode-se então montar os circuitos elétricos pedidos e medir os valores de correntes para cada circuito e comparar os resultados com os valores calculados.
Utilizando-se da fórmula: I = , obteve-se a corrente correspondente aos resistores e tensões indicadas: Valores para R: 90 Ω; 180Ω e 270Ω. Valores para E: 1,0V; 2,0V; 4,0V; 6,0V e 8,0V. Circuito montado no MULTISIM para E = 8V e R = 270Ω:
Questões e exercícios: (A). Gráficos das correntes medidas (I) em mA:
C. Termistores são semicondutores sensíveis à temperatura. Existem basicamente dois tipos de termistores:
NTC (Negative Temperature Coefficient) - termistores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura.
PTC (Positive Temperature Coefficient) - termistores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura.
Conforme a curva característica do termistor, o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura.
Assim alguns podem servir de proteção contra sobreaquecimento, limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Outra aplicação corrente, no caso a nível industrial, é a medição de temperatura (em motores por exemplo), pois podemos com o termistor obter uma variação de uma grandeza eléctrica em função da temperatura a que este se encontra.
D. Um varistor ou VDR (Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função inversa da tensão aplicada nos seus terminais. Isto é, a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta, sua resistência diminui.
Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos, tal como em filtros de linha. Montados em paralelo com o circuito que se deseja proteger, impedem que surtos de pequena duração os atinjam, por
apresentarem uma característica de "limitador de tensão". No caso de picos de tensão de maior duração, a alta corrente que circula pelo componente faz com que o dispositivo de proteção, disjuntor ou fusível, desarme, desconectando o circuito da fonte de alimentação. O VDR protege o equipamento a jusante desviando a sobre tensão, ou sobre corrente, para o terra, pois comporta-se como um curto-circuito submetido a altas tensões. ANEXO II: TABELAS PREENCHIDAS EM SALA
Questões e exercícios:
(A) RT = R 1 + R 2+ R 3
0 1 F8 7 A R T = 180 + 220 + 330
0 1 F8 7 A R T = 730Ω.
0 1 F8 7 A I = 5 / 730 = 6,85mA ; I = 13 / 730 = 17,808 mA.
P = U x I
0 1 F8 7 A P = 5 x 6,85 = 34,25 mW ; P = 13 x 17,808 = 231,5 mW.
B. Pode-se dizer que a tensão inicial deste sistema, divide-se em cada um dos resistores de acordo com a sua capacidade.
C. Vt = 120 – 50 + 80 = 150V
Rt = 10 + 15 + 6 + 11 + 8 = 50kΩ It = 150 / 50 = 3A
D. 2 mA = U / 21kΩ
0 1 F8 7 A U = 42V. Ut - U 1 = U 2 0 1 F 8 7 AU 2 = 42 + 140 1 F 8 7 AU 2 = 56V ANEXO III: TABELAS PREENCHIDAS EM SALA.
Conclui-se ao termino destes experimentos, a veracidade da teoria estudada anteriormente em sala.
Pode-se assim calcular e medir valores de corrente e tensão em circuitos resistivos e provar a Lei de Ohm e ainda entender o funcionamento do software MULTISIM.
♦ www.sofisica.com.br;
♦ Boylestad L., Robert. Introdução à análise de circuitos. 10ª Ed. Prentice Hall, 2004; ♦ www.mundodaeletrica.com.br