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Codigos de barra, Notas de estudo de Literatura

logística de código de barras

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 16/07/2012

estefani-ramos-1
estefani-ramos-1 🇧🇷

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Código de barras
Quem inventou:
O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patentiado em 1952 por Bernard
Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados pelo Drexel Institute of Technology
(Instituto de Tecnologia Drexel), atualmente (Drexel University). Eles usaram um padrão de tinta que
brilhava debaixo de luz ultravioleta. Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável.
Como surgiu:
O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patentiado em 1952 para um símbolo
que poderia ser lido em qualquer direção. Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz
ultravioleta. Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável.
O alvo eram as mercearias (mercadinhos), mas a tecnologia necessária para lê-lo, francamente, não era
das melhores: embora os inventores fossem capazes de entender o que as linhas significavam, eles não
conseguiram criar um scanner que fizesse o mesmo. E a ideia de uma nova tecnologia para apressar a
leitura de dados era justamente tirar os seres humanos desse processo.
O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.
Às 8:01 da manhã de 26 de junho de 1974, um cliente do supermercado Marsh's na cidade de Troy, no
estado estadunidense de Ohio, fez a primeira compra de um produto com código de barras.
O uso do código de barras - uma prática ligada à automação de processos nas empresas - levou cerca
duas décadas para ser universalizado. Na Europa, segundo dados da EAN International, até 1981
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Baixe Codigos de barra e outras Notas de estudo em PDF para Literatura, somente na Docsity!

Código de barras

Quem inventou:

O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patentiado em 1952 por Bernard

Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados pelo Drexel Institute of Technology

(Instituto de Tecnologia Drexel), atualmente (Drexel University). Eles usaram um padrão de tinta que

brilhava debaixo de luz ultravioleta. Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável.

Como surgiu:

O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patentiado em 1952 para um símbolo

que poderia ser lido em qualquer direção. Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz

ultravioleta. Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável.

O alvo eram as mercearias (mercadinhos), mas a tecnologia necessária para lê-lo, francamente, não era

das melhores: embora os inventores fossem capazes de entender o que as linhas significavam, eles não

conseguiram criar um scanner que fizesse o mesmo. E a ideia de uma nova tecnologia para apressar a

leitura de dados era justamente tirar os seres humanos desse processo.

O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.

Às 8:01 da manhã de 26 de junho de 1974, um cliente do supermercado Marsh's na cidade de Troy, no

estado estadunidense de Ohio, fez a primeira compra de um produto com código de barras.

O uso do código de barras - uma prática ligada à automação de processos nas empresas - levou cerca

duas décadas para ser universalizado. Na Europa, segundo dados da EAN International, até 1981

poucos dos 21 países filiados à entidade utilizavam efetivamente o código. Em 1985, cerca de 92%

das lojas automatizadas em todo o mundo estavam concentradas em somente seis países.

No Brasil, o Código Nacional de Produtos (código de barras) foi introduzido formalmente em 29

de novembro de 1984.

O que são :

Aquela estranha seqüência de barras pretas e brancas, indecifráveis para nós, nada mais

é que a representação de um pequeno conjunto de números e/ou letras, impressos de uma forma que o leitor óptico possa interpretar: o preto retém a luz e o branco a reflete, de forma que o leitor capture os sinais e interprete qual a seqüência de números (ou

letras) representada pelas barras.

Mesmo sendo um sistema conceitualmente simples, é a base da tecnologia de automação comercial.

Tipos de código de barras:

O desenho das barras não é sempre igual, há diferentes tipos (simbologias), ou seja, diferentes critérios para combinar barras claras e escuras. A seqüência “123”, por exemplo, pode ter diversas representações, dependendo do tipo de código utilizado.

A grande maioria das lojas de varejo tem seus equipamentos configurados para ler os padrões EAN e UPC, mas geralmente também lêem o código 3 de 9 (cada tipo será explicado adiante).

Além de haver diferentes combinações de barras, alguns códigos possuem um conteúdo de dados padronizado, ou seja, a seqüência de números representados é organizada de uma determinada forma (cada posição tem um significado). Isto ocorre, por exemplo, com o EAN13, UPC12 e demais padrões de codificação estabelecidos e controlados internacionalmente. Outros códigos, como o 39, são livres, ou seja, quem for usá-lo tem a liberdade de posicionar os números e letras livremente.

TIPOS DE SIMBOLOGIAS DE CÓDIGO DE BARRAS

Os códigos de barras vêm em muitos "sabores". Muitos de nós estamos familiarizados com os que são vistos em supermercados, revistas ou lojas de conveniência, mas há muitos outros que são usados como padrões em diversas indústrias. As empresas de saúde, de fabricação, varejistas, etc., possuem simbologias exclusivas ao seu segmento, que não são intercambiáveis. Por que há tantos tipos diferentes de códigos de barras? Simplesmente porque evoluíram diferentes simbologias para solução de problemas específicos. Vamos dar uma rápida olhada em algumas das simbologias mais comuns e como, onde e porque são utilizadas:

PDF417: Conhecido como código de barras 2D (bidimensional) esta é uma simbologia não linear de alta densidade que lembra a você um quebra-cabeças. Entretanto, a diferença entre este e os demais códigos de barras relacionados acima é que o PDF417 é realmente um arquivo de dados portátil (PDF) em oposição a ser simplesmente o número de referência. Alguns governos ou estados estão se automatizando para que seja impresso um código de barras bidimensional (2D) em sua carteira de motorista. Se o seu estado estiver estudando esta exigência, é interessante saber que há espaço suficiente neste código de barras para codificar o seu nome, foto e o resumo de seus registros de motorista e outras informações pertinentes. Toda estão informação pode ser armazenada em uma área equivalente ao tamanho de um selo postal.

Um fato importante a se lembrar pe que quanto maior a largura das barras e espaços, mais espaço ela ocupa para a impressão do código de barras; portanto, menor a densidade do código de barras. Quanto mais finas as barras e espaços, menor espaço é necessário e maior a densidade do código de barras. Vamos falar sobre isto na seção de impressão.

Principais Vantagens:

Existem várias aplicações das etiquetas adesivas de códigos de barras, tais como: identificação, logística, rastreabilidade, expedição, controle, entre outras. E as principais vantagens de utilização de etiquetas adesivas de código de barras são:

  • Velocidade: um código de barras de doze dígitos pode ser lido antes que um operador digite 2 (duas) teclas num teclado.
  • Acuracidade: um sistema de código de barras tem erro menor que 1 a cada 3.000.000 de caracteres lidos. Um operador erra, em média, 1 tecla a cada 100 digitadas.
  • Facilidade de Implementação: O uso de um leitor de código de barras pode ser aprendido efetivamente em menos de 15 minutos. Etiquetas de código de barras são baratas, e as impressoras e equipamentos correlatos são facilmente encontrados no mercado.
  • Custo-Benefício: sistemas com código de barras criam valor economizando tempo e evitando erros.

Um típico código de barras (EAN-13) é constituido por:

Número de sistema: constituido por 2 (e por vezes 3) digitos que identifica o país (ou região económica) da entidade autorizada a distribuir os códigos do fabricante (em Portugal é a CODIPOR).

Código do fabricante: código único designado a cada fabricante pela autoridade indicada pelo número de sistema. Todos os produtos produzidos pela mesma empresa têm o mesmo código de fabricante.

Código do produto: código único dado pelo fabricante.

Digito de controlo: digito adicional usado para verificar se o código de barras foi lido correctamente. Como podem surgir problemas na leitura do código por parte do scanner ou por imperfeições na impressão do código, é importante verificar se a informação foi lida correctamente. O digito de controlo é calculado com base nos restantes números existentes no código de barras.

Codificação

Codificação: é representação dos dados descritivosde um itempor meio de códigos.

Catalogação: é consolidação dos trabalhos de identificaçãoe codificação,dispondo em listas os materiais existentes na empresa, de modo a facilitar o trabalho do usúario.

O catálogo ou lista de material deve ser dívidida em 3 campos:

Código Descrição do Item UF

UF = unidade de fornecimento

XX – XX - XXX

Chave Aglutinadora

Chave individualizadora

Chave descritiva