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coletânea ilustrações que edificam
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!

















































































“Seleção das melhores ilustrações para fortalecer nossas vidas” 1ª Edição 2011 Gráfica ________ A cópia ilegal de livros é crime punido com 01 a 04 anos de prisão (nos termos do Código Penal Brasileiro, art.184,§1º).
À minha querida esposa Berenice Amoras Rabelo Oliveira; meus queridos filhinhos Gabriel Oliveira, Miguel Angelo e Larissa Sophia, que Deus me concedeu, que com amor, compreensão, apoio e otimismo permitiram que este trabalho fosse desenvolvido. Copyright © 2011 por Gesiel de Souza Oliveira. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida sob quaisquer meios existentes sem autorização prévia do escritor. Site:gesieldesouzaoliveira.blogspot.com e-mail: gesiel.oliveira@ tjap.jus.br orkut: “gesiel&berenice” e “ASSEMB DE DEUS ZONA NORTE DE MACAPÁ” Contatos : (96) 3251-5307, (96) 3251-1705, (96) 81115715 e (96) 81115765
Este livro foi desenvolvido com o escopo de auxiliar os pregadores de qualquer categoria a tornarem mais interessantes, vivos, práticos seus estudos bíblicos e sermões. Sua aplicação também se estende a professores da escola dominical, palestrantes, aspirantes ao ministério, estudantes de teologia, mestres, enfim a todos. Uma ilustração boa e adaptável poderá ser, por si só, um sermão. Será como uma semente que, uma vez semeada, produzirá seu fruto. As ilustrações são comparadas à janelas pelas quais entra luz, dando ao sermão um aspectos mais irradiador. Muitos sermões tornam-se secos e desinteressantes, na maioria das vezes, por falta de uma variação, ou melhor dito, de uma ilustração. O melhor orador é aquele capaz de transformar os ouvidos da platéia em olhos. Os oradores experientes marcam suas mensagens com imagens ou figuras ilustrativas, sabendo que elas permanecem na memória quando as palavras já tenham sido esquecidas. A arte de ilustrar os sermões é digna de ser cultivada pelos que desejam ser considerados oradores. Por reconhecer a importância das observações rotineiras no decorrer de minha vida, especialmente eclesiástica, selecionei o material que ora apresento. A idéia de um livro nasceu no decorrer do tempo. Surgiu
Pr Gesiel Oliveira ACEITAÇÃO 1- AMARGO REGRESSO Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta. Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles. 2- VASOS QUEBRADOS Era uma vez um depósito de vasos quebrados. Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E deixou de ser vaso! ADOÇÃO 3- ABA, PAI! Debbie Moon, professora do primeiro ano, estava com seus alunos vendo a fotografia de uma família. Na foto, um menininho tinha o
para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando. Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa. Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: - Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem. 5- AS DUAS CAIXAS Deus deu-me duas caixas e disse:
Ele respondeu:
algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar. “Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo são enganosos.” Pv 27. 10- O MELHOR AMIGO DO MENINO Ao ver os filhotinhos na vitrine, um menino que ia passando ficou quase louco para comprar um cachorrinho. Ele não tinha muita noção do valor do dinheiro, por isso achou que as poucas moedas que tinha no bolso seriam suficientes. Não eram, mas, ele entrou na loja assim mesmo. O dono o atendeu com cortesia, porém, sabia que não teria condições de atender ao desejo do garoto. Nisso, uma cadela veio dos fundos da loja, seguida de cinco bolinhas de pêlo , um mais lindo que o outro, com exceção do último, que era mais lerdo que os demais.
- O que há com ele? Parece estar mancando, perguntou o menino. _- Ele nasceu com um problema na junta do quadril.
Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu. O outro usava muleta e, não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto). O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo:
A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro. Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor. Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou? Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR. 15- O CÍRCULO DO AMOR – A HISTÓRIA DE BRYAN Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Era um dia de chuva e ele estava na parada do outro lado da rua. Atravessou a rua e todo molhado se aproximou. O carro dela cheirava à tinta de tão novinho, ainda com os plásticos de proteção de fábrica. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para lhe ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma coisa? Ele não parecia seguro; parecia pobre e faminto. Ele percebeu que ela estava com muito medo e disse: “- Eu estou aqui para lhe ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan". Bem, tudo o que ela tinha era um pneu furado, mas, para uma senhora idosa, era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas, ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali. Disse que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu, enquanto se levantava após terminar o serviço. Ela perguntou quanto devia a ele (qualquer quantia teria sido muito pouco para ela, pois era rica). Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.
Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu: “Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisa”. E acrescentou: “... e pense em mim”. Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio, chuvoso e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo. Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante um tanto sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso. Um sorriso que, mesmo depois de um dia inteiro de trabalho com os pés doendo, não pode apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco na vida podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido, quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 20 notas de cem dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora havia escrito. Dizia: “Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma eu a estou ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar em você”. Bem. Havia mesas para limpar, açucareiros para encher e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixara escrito. Como pode aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil. Baixo salário, esse dinheiro chegou em tempo para comprar o enxoval da
Entristecido, abandonou o cultivo e deixou que as plantas morressem por falta d'água. “O amor não se porta inconvenientemente, não se irrita, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” I Coríntos 13.4- 18- SALVOS POR UM COPO DE LEITE! Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso. Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
_- Quanto lhe devo?
seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico. "Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã." “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.” Gálatas 6.9. 19- UM DOMINGO QUASE IGUAL Mamãe estava muito concentrada fazendo o almoço de Domingo, quando papai convidou-me para ir com ele comprar guaraná. Saímos com duas sacolas cheias de vasilhames. Eu estava ficando animado, pois estávamos chegando perto do bar. Para minha surpresa, ele passou direto, sem parar, parecendo não ter visto o bar. Então perguntei: - Pai, você não vai comprar aqui? E ele respondeu: - Vamos mais adiante. Seguimos mais alguns metros e chegamos perto da padaria, que fica bem em frente a adega. Fiquei intrigado quando tranqüilamente ele seguiu em frente como se não tivesse visto nem uma nem outra. Tornei a perguntar: - Pai, nós não vamos pegar os refrigerantes aqui? Pacientemente, respondeu-me: - Só mais um pouquinho e nós vamos chegar ao mercado. Confesso que estava ficando chateado e bravo, pois tínhamos passado por três lugares diferentes que vendiam guaraná e o meu pai quis andar mais só para comprá-los ali. Ao entrarmos no mercadinho, Sr. Silva nos deu um sorriso muito gostoso e espontâneo. A primeira coisa que perguntou foi se a mamãe havia melhorado do resfriado. Prestativamente foi pegando nossas sacolas e colocando nelas os refrigerantes. Meu pai quis saber notícias da mulher dele, dona Maria. Foi informado de que ela estava arrumando a casa e preparando o almoço, pois o domingo era o único dia da semana em que não trabalhavam o dia todo. Os dois conversaram mais um pouco e então pude observar a amizade e o carinho que respeitosamente tinham um pelo outro. Ao despedirem-se, Sr. Silva fez um gesto carinhoso na minha