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Lista de comandos úteis para o software de elementos finitos Ansys
Tipologia: Notas de estudo
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Compartilhado em 14/05/2009
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Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D. Arquivo: ComandosAnsys.doc Modificado: 15/10/1997, 04/1999, 03/04/2000, 20/10/2000, 16/08/2001, 21/09/2001, 17/08/ 28/05/2003, 04/06/2004, 11/07/2006, 31/10/
Definição de Key-Point (KP) e Áreas:
K, npt, X,Y, Z. define as coordenadas do kp de numero npt.
LSTR, P1, P2 - define uma RETA por dois KP's. A numeração da reta é sequencial.
KGEN, itime, np1,np2,ninc,dx,dy,dz,kinc,noelem,imove - geração de key-points.
L,p1,p2,ndiv,space,xv1,yv1,zv1,xy2,yv2,zv2 - define linha reta entre kp’s p1 e p2, ou gera curva usando os vetores v1 e v2 como inclinações nos extremos.
BSPLIN, p1,....p6, xv1,yv1,zv1,xy2,yv2,zv2 - define curva b-spline passanto pelos kp’s p1 a p6, ou apenas p1 e p2. Pode também gerar curva usando os vetores v1 e v2 como inclinações nos extremos. SPLINE - Define curva spline. Ver argumentos.
A, P1, P2, P3, ... P18 - Define ÁREA através dos KP's Pi. Usa até 18 KP's se usado comando de linha. kp’s no sentido horário ou a-horário. Necessários mais de 3 pontos.
AL, L1, L2, ... L10 - define ÁREA pelas linhas Li. Necessárias mais de três linhas
AL, all, - define área usando todas as linhas.
Distância entre KP's
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
KDIST, Kp1, Kp2, Order.
Definição de Retângulos
RECTNG, X 1 ,X 2 ,Y 1 ,Y 2 define retangulo por dois vertices. Lados paralelos aos eixos XY.
BLC4,Xcorner, Ycorner,width,height,espessura - define retângulo como área se espessura for nula. Se for dada espessura define um volume. P (^) co é a coordenada do vértice, (Xcorner, Ycorner).
BLC5,Xcenter, Ycenter, width,height,espessura - idem para blc4, porem da coordenada do centro.
BLOCK, X 1 , X 2 , Y 1 , Y 2 , Z 1 , Z 2 - define bloco por 3 pontos.
Definição de Círculos
Pcirc, rad1, rad2, theta1, theta2 - define setor de círculo pelos raios interno e externo e os Ângulos inicial e final teta1 e teta2, medidos em graus a partir do eixo X do sistema em uso. Origem de Teta éno eixo X,cresce no sentido anti-horário em torno de Z, no “working plane”.
Cyl4, Xcenter, Ycenter, rad1, theta1, rad2, theta2,espess - define setor de círculo como área, pela coordenada do centro, raios interno e externo e angulos. Se espessura for não nula define uma entidade sólida.
Cyl5,Xedge1, Yedge1, Xedge2, Yedge2, espess h - define círculo por dois pontos, de coordenadas 1 e 2, que definem pontos diamentralmente opostos. Se espessura for não nula define uma entidade sólida. CYLIND, r1, r2, z1,z2,teta1,teta2 – define cilindro com base no “working plane”, centro na origem.
LARC, P1, p2, pc, raio – faz arco de círculo. P1 e P2 são os kp’s de início e fim do arco. PC é o kp que define o lado do centro. RAIO é o raio do arco.
Extrusão:
Adrag - gera área transladando (“extrude”) um conjunto de linhas.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
KSEL, TYPE, KP, Comp, Vmín, Vmáx, Vinc, Kswp - Seleciona KP’S. Os argumentos são semelhantes aos de LSEL.
ASEL, TYPE,AREA, , Comp, Vmín, Vmáx, Vinc, Kswp - Seleciona ÁREAS
VSEL, TYPE,VOLU, , Comp, Vmín, Vmáx, Vinc, Kswp - Seleciona VOLUMES ,MAT, ,REAL, ,TYPE,
*GET é um comando extremamente versátil, usado para obter uma quantidade imensa de valores internos, como valores e posições de nos, linhas, kp’s, áreas, elementos, etc. Exemplo: Para obter o valor de um volume de número N:
*GET , nomeVariavel , KP ,NUM, LOC, X - obtém coordenada X do kp de número NUM, e aloca essa coordenada na variável nomeVariavel. O mesmo pode ser obtido para direção Y e Z.
*GET , nomeVariavel , NODE ,NUM, LOC, X - obtém coordenada X do nó de número NUM, e aloca essa coordenada na variável nomeVariavel. O mesmo pode ser obtido para direção Y e Z.
*GET , nomeVariavel , NODE ,NUM, U , X - obtém deslocamento na direção X do nó de número NUM, e aloca essa coordenada na variável nomeVariavel. O mesmo pode ser obtido para direção Y e Z.
*GET , label, NODE, 0, NUM, MAX – obtém o número máximo de nó já definido e aloca esse número na variável label definida pelo usuário.
Para obter volume de um volume N, primeiro VSUM - faz a soma *GET, volume, VOLU,N,VOLU - define parâmetro volume.
NUMSTR, label, value - Indica o número da próxima entidade gerada pelos comandos de geração (vgen, egen, ngen, amesh, etc.) ou após operações boleanas. Label pode ser NODE,ELEM, KP, LINE, AREA, VOLU, DEFA.
*VGET, similar a *get, mas recupera conteudo em grupo, alocando em uma matriz. *VPUT, toma valores de uma matriz e introduz dentro do banco de dados do Ansys.
FUNÇÕES SIN(X), COS, TAN, ASIN, ACOS, ATAN, ABS, EXP, LOG, LOG10, SQRT, SINH, COSH, TANH Angulos em radianos, por default. Para mudar para graus, usar AFUN, RAD ou AFUN, DEG. NINT(X) igual ao inteiro mais próximo. MOD(X,Y) resto de X/Y. Caso Y = 0, dá 0.
É possível fazer programação de forma bastante similar ao FORTRAN. A seguir uma lista dos comandos básicos disponíveis.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
*DIM, nomeMatriz , ARRAY, numI, NumJ, NumK define uma matriz, de forma similar ao “dimension do Fortran, com até três dimensões. NumI, etc. é o número de linhas da matriz nomeMatriz. O mesmo para NumJ e NumK.
*IF, nomeVar , EQ, Var1 , THEN COMANDOS *ENDIF Se nomeVar = Var1 , então realiza os comandos. Outras relações além de EQ são disponíveis.
*DO, contador , valorInicial, valorFinal, Incremento COMANDOS *ENDDO Faz contador assumir valores desde “valorInicial“ até “valorFinal“, com incremento “Incremento“, e realiza os laços.
Linhas, áreas e volumes podem ser operados para definir novas entidades. As entidades originais podem às vezes serem mantidas ou deletadas.
Intercecção de Linhas, Areas e Volumes
AINA, Na1, Na2, Na3, ... Na9 - define área pela intercecção das areas Nai. AINA, all - usa todas as areas pré-selecionadas.
VINV, Nv1, Nv2, ... Nv9 - volume da intercecção dos volumes Nvi.
LINL, Nl1, Nl2, ... Nl9 - linha da interceção entre as linhas Nli.
Soma de Linhas, Areas e Volumes
VADD, Nv1, ... Nv9 - volume da soma dos volumes Nvi
AADD, Na1, ...Na9 - área da soma áreas Nai.
LCOMB, Nl1, Nl2, KEEP - combina duas linhas adjacentes. Keep= KEEP ou DELETE para manter ou deletar as linhas originais. LDIV, nl ratio,pdiv,ndiv,keep - divide linha.
Subtrai de Linhas, Areas e Volumes
VSBV, Nv1, Nv2, SEPO, KEEPI, KEEP2 subtrai volumes. Faz a subtração do volume Nv1 menos a intercecção entre os dois volumes.
VSBA – para área.
ASBA, Na1, Na2, SEPO, KEEP1, KEEP2 idem para as áreas Na1 e Na2. LSBL, nl1, nl2, .... Idem para as linhas nl1 e nl2.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Kcn = 1 - cilindrico Kcn = 2 - esférico Kcn = 4 - working plane Kcn = n - outro, n>10, é o número de um outro sistema, definido pelo usuário com o comando LOCAL. RSYS, kcn - definie um sistema de coordenadas em relação ao qual os resultados serão mostrados (tabelas e gráficos). Kcn = solu – > resultados vem como calculados (no sistema de coordenada do elemento ou do nó). No caso de laminados, se LAYER = 0, os dados vem no sistema do elemento. Se LAYER=NL, tensões vem no sistema da lamina, e esforços no sistema do elemento. Ver por exemplo help do SHELL91.
LOCAL, - define sistema local de coordenadas. Os argumentos são: kln, - número atribuido a este sistema. Kcn>10. KCS, - tipo de coordenadas. Kcs=0 - cartesiano, etc., como acima. XC, YC, ZC, - coordenadas da origem em relação ao sistema global. Tetaxy, tetayz,tetazx, - 1 o^ rotação em torno de Z, etc. par1, par2 -
CS, , , , , , , - semelhante a LOCAL, mas usa coordenadas de 3 nós em vez de ângulos.
/PNUM - mostra o número do sistema de coordenadas do elemento. /PSYMB, label, key - se label = cs, desenha os eixos em cada elemento. Key = 0 -> sem símbolo; Key = 1 -> com símbolo; Key = N, número da lâmina, se label = LAYR.
ESYS, kcn - identifica o número do sistema de eixos para os elementos definidos subsequenemente. Este sistema é usado como sistema do elemento em vez do sistema default proveniente dos nós I, J, etc. As propriedades de material serão nestas direções. Util em elementos laminados.
WORKING PLANE e SISTEMA LOCAL DE COORDENADAS É o plano xy onde são construidas entidades como círculos, e arcos.
WPAVE, x1,y1,z1, x2,y2,z2, z3,y3,z3, - tranladar sistema de eixos. WPROTA, thxy, thyz, thzx - rotacionar workplane em torno do eixo Z, X e Y respectivamente, em graus.
WPLANE, wn, x0, y0, z0, xx,yx,zx, xplan, yplan, zplan - define WP. Wn = 1, (x0, y0, z0) é a coordenada da origem, (xx,yx,zx) é o ponto que define eixo x, e (xplan, yplan, zplan) é o 3 º^ ponto, necessário p/ definir o plano xy.
WPCSYS, wn, kcn - define sistema de coordenada kcn = cs definido previamente. WN é o número do “window”, por default = 1. CSWPLA, kcn, kcs, par1,par2 - cria e ativa sistema local de coordenada, coincidente com o WP anteriormente definido. KCN é o novo número do sistema gerado, maior ou igual a 11. KCS = 0 para sistema cartesiano, =1 para cilíndrico, etc. VTRAN, kcnto, nv1,nv2,ninc, kinc,noelem,imove - transfere coordenadas dos kp’s do sistema ativo para sistema KCINTO. nv1,nv2,ninc define padrão.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
VSKP – gera CS por KP’s previamente definidos.
O procedimento geral é de primeiro definir um sistema KCN = 11 como local. Segundo, define WP com comandos WPCSYS no sistema kcn = 11. Opcionalmente, define-se o WP com WPLANE e o ativa com CSYS,4, e, quando necessário, retorna ao global com CSYS=0.
EXEMPLO : wpcsys,-1,0! faz wp coincidir com sist.global. wprota,0,0,-90! rotacao do WP em torno eixo y wprota,0,-90,0! rot.do WP em torno de x CSWPLA,11,0,1,1,! cria local sist.11 coinc.c/wp, que sera usado como sist.de elem.p/area 4 wprota,0,-90,0! rot.do WP em torno de x CSWPLA,12,0,1,1,! cria local sist.12 coinc.c/wp, que sera usado como sist.de elem p/area 6
VI - GERAÇÃO DE MALHAS
E, i,j,k,l,m,n,o,p - define elemento através dos nós i,j, etc. O número é gerado de forma seqüencial. (Ver NUMSTR para definir o número da próxima entidade a ser gerada.)
En, n, i,j,k,l,m,n,o,p - o mesmo que E, porém atribui o número N ao elemento gerado.
LATT, MAT, REAL, TYPE, ESYS - atribui atributos de elementos a linhas selecionadas. A malha gerada posteriormente terá os atributos acima ou os alores correntes, definiods em TYPE, MAT, RCAL, CSYS.
SUBSTITUIDO PELO CONJUNTO MSHAPE, MSHMID, MSHKEY. Controla a locação de nós internos e forma do elemento: kshape=0 - “free mesh”, malha livre de elementos quadrangulares, e, onde necessário, elementos triangulares; kshape=1 - malha de elementos triangulares; kshape=2 - “mapped mesh”, malha mapeada de elementos quadrangulares, recomendda para áreas de 4 lados. kshape=3 - mapped mesh, mas muda p/ free meshing se necessário. MSHAPE, key, dim - key = 0, para elemento 2D quadrangular ou 3D de hexaédrico; =1, para elemento 2D triangular ou 3D tetraédrico. Dim = 2D ou 3D. MSHKEY, kay – kay = 0 para malha livre, = 1 para malha mapeada, = 2 mapeada se possível. MSHMID,key – key = 0 nós intemediarios no elemento seguem curvatura do contorno;] = 1 são posicionados ao longo de uma reta; = 2 não existem nós intermediários.
SMRTSIZE, sizlvl, fac, expnd, .... - no “free mesh”, indica o grau de refino. sizlvl é tamanho do elemento, sizlvl = 1(malha fina),...,10 (malha grosseira).
ESIZE, SIZE, NDIV - especifica o tamanho médio dos elementos no free mesh ou o número de divisões ou tamanho da divisão na borda.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Outra estratégia:
CONDIÇÕES DE CONTORNO E CARREGAMENTO
Carregamentos e condições de contorno podem ser aplicadas sobre kp’s e transferidos para linhas e posteriormente transferidos aos nós associados.
DK,kpoi,lab,valor1,valor2,kexpnd - aplica restrição de deslocamento em kp’s. Kpoi é o número do kp, ou kpoi=all para um conjunto previamente selecionado. Lab é o grau de liberdade. Pode ser UX, UY, UZ, ROTX,ROTY, ROTZ. Valor é o valor aplicado. Kexpnd = 0 ou 1. Será 1 se for para expandir posteriormete para os nós gerados.
FK, kpoi,lab,valor1,valor2 - aplica força concetrada no kp kpoi. Os argumentos são os mesmos que DK.
DTRAN,.... - Após a aplicação de condições de contorno em kp’s de uma linha, este comando faz a transferência para os nós.
FTRAN,... - Após a aplicação de forças nos kp’s de uma linha, este comando faz a transferência para os nós.
DLDELE,..... DKDELE,..... DDELE,.... - estes comandos fazem deleção de condições de contorno, de força.
SFL,line,lab,valI,valJ - aplica pressão ao longo de uma linha line. lab = PRES. ValI e valJ são os valores de pressão nos kp’s I e J da linha. Permite variação linear da pressão. SFA, ... idem para áreas. SFE,.... idem para elemento.
SFTRAN - transfere pressão para os nós.
F,node,Fx,value,val2,nend,ninc - aplica força concentrada no nó node, ou faz geração. Usa Fx para força em x, ou Fy para y, etc.
D,node,Ux,value,val2,nend,ninc - aplica condição de contorno de deslocamento no nó node, ou faz geração. Usa Ux para deslocamento em x, ou Uy para y, etc.
CE, neq, Const, no1,lab1,c1, no2,lab2,c2, , , , , - equação de constricção de graus de liberdade entre vários nós. Const=Sum{ci * dof.i) CP, nset, lab, no1, ...., no17 - define conjunto de dof’s acoplados. Lab = UX, ou UY, etc. no1 é o nó máster., o que fica. ACEL, acelx, acely, acelz - acelerações da gravidade. Recomendado montar o modelo em metros, newtons, segundo (isto é, SI). SFGRAD, PRES, z, zmax, Pmax/h - Aplica pressão variando linearmente ao longo do eixo Z.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
zmax é onde a pressão = 0. h é a altura da coluna d’água.
É possível definir colunas de valores de diversos tipos de resultados, como forças, tensões e deslocamentos, que são mantidas na memória. A cada coluna pode ser associado um nome text de até 8 caracteres. Posteriormente estas colunas podem ser operadas diretamente pelo Ansys uma com as outras, podem ser usadas para plotar os valores e podem ser listadas em janelas e gravadas em arquivos para posterior edição pelo usuario.
/POST1 entra no pós-processador.
SET , Lstep, SBSTEP, FACT, KIMG, TIME, ANGLE, NSET define o conjunto de dados, (set) a ser lido do arquivo de resultados. Por exemplo, numa análise modal, serão produzidos resultados para 5 modos. Assim, se desejamos plotar a deformação do modo 3, deve-se entrar com SET, 3. Em análise dinâmica deve-se especificar qual o instante de tempo. Em analise não-linear, deve-se especificar qual o passo de carga.
/DSCALE,wn, rfact - “rfact” é o fator de escala na plotagem, multiplicando os deslocamentos. WN é o número da janela, default é 1. /CONTOUR, wn,nb,Vmin, ,Vmax - controla o valor mínimo e máximo nas bandas de plotagem de deslocamentos e tensões. NB é o número de faixas.
SHELL, top - faz com que os resultados apresentados sejam da superfície superior de uma casca. Também pode ser MID ou BOT. O “top” é o lado com normal na direção z do sistema do elemento.
RSYS, kcn - definie um sistema de coordenadas em relação ao qual os resultados serão mostrados (tabelas e gráficos). Kcn = solu – > resultados vem como calculados (no sistema de coordenada do elemento ou do nó). No caso de laminados, se LAYER = 0, os dados vem no sistema do elemento. Se LAYER=NL, tensões vem no sistema da lamina, e esforços no sistema do elemento. Ver por exemplo help do SHELL91.
1) VIGAS - BEAM 44 (ver também BEAM1)
em todos os comandos abaixo, nome é o nome dado pelo usuario à tabela para posterior referência em plotagem, listagem ou outras operações..
ETAB,nome,ls,1 - produz tabela com tensão axial nos nós 1. ETAB,nome,ls,6 - produz tabela com tensão axial nos nós 2.
ETAB,nome,ls,2 - produz tabela com tensão de flexão devida ao momento My nos nós 1. ETAB,nome,ls,7 - produz tabela com tensão de flexão devida ao momento My nos nós 2 . ETAB,nome,ls,4 - produz tabela com tensão de flexão devida ao momento Mz nos nós 1. ETAB,nome,ls,9 - produz tabela com tensão de flexão devida ao momento Mz nos nós 2.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Para o elemento de casca de 8 nós, alguns resultados que podem ser extraidos são os seguintes: ETAB,nome, SMISC,7 - cortante Qx, considerado constante no elemento. ETAB,nome, SMISC,8 - cortante Qy, considerado constante no elemento ETAB,nome, SMISC,1 - esforço normal Nx. ETAB,nome, SMISC,2 - esforço normal Ny ETAB,nome, SMISC,13- esforço normal Nxy.
ETAB,nome, NMISC,.1,6,11,16 - tensões sig1 nos nós I,J,K,L da superfície superior
4) BARRA - LINK8 3-D Spar
Ver também LINK1, o elemento de barra 2D.
ETAB,nome,ls,1 - produz tabela com tensão axial nos nós 1. ETAB,nome,smisc,1 - produz tabela com força axial nos nós 1. ETAB,nome,lepel,1 - produz tabela com deformação axial nos nós 1.
Este é um elemento não linear. O SHELL99 é semelhante, porém linear. O ângulo THETA de cada lamina é em graus, medodo a partir do eixo x do elemento. Para visualizar a tríade de cada elemento, usar /PSYMB,ESYS. Em cascas fica complicado identificar THETA para cada lâmina. O melhor é criar um sistema local de coordenadas (CS), e em seguida indica-lo como sistema a ser usado em um certo conjunto de elementos, usando ESYS,KCN antes de gerar o conjunto, onde KCN é o numero do CS local. Assim, todo um conjunto de elementos terão eixos xyz seguindo o mesmo padrão, o que fazilita a definição dos THETA em R. Ver EXEMPLO abaixo.e na seção de geração de sistema de coordenadas locais.
PRESOL,S,X - lista tensões e deslocamentos dos nós dos elementos. Usar X, Y, etc. para Listar os valores de sigx, sigy, etc. PLESOL,S,X - plota tensões e deslocamentos dos nós dos elementos. ETABLE, ,item,comp - cria tabela de valores. Onde item e comp podem ser respectivamente S e X. Caso RSYS,SOLU, os casos mais usados são: -SX, SY, SXY - para tensões nas direções da lamina; -TX, TY, TXY - esforços na casca nas direções do elemento. -MX, MY, MXY - momentos nas direções do elemento -NX, NY - cortantes nas direções do elemento
Previamente deve-se usar comandos de menu: LIST -> RESULTS -> OPTIONS, para escolher o numero da lâmina. (Ou usar o comando de linha LAYER, numero da lamina). Porém, para conseguir estes valores, durante o processamento é necessário que se sinalize ao programa que eles devem ser calculados e armazenados. Isto é feito entrando nos dados dos elementos: KEYOPT(5) = 2 - para o cálculo nas superfícies superior e inferior da lâmina, KEYOPT(8) = 1 - para armazenar os resultados em todas as lâminas.
KEYOPT, itype,knum,value - entra KEYOPT(knum) = value. Itype éo numero do elemento, que aparece em ET.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Deve-se também escolher o sistema de coordenadas para as tensões: usar “as calculated” para obter tensões principais da lâmina, ou “global” para tensões nas direções globais. Isso é feito com RSYS, kcn (ou no menu OPTIONS) para definir o sistema de coordenadas dos valores plotados ou listados. Se for usado RSYS,SOLU, tensões virão nas direções da lamina (se ela tiver sido indicada), e esforços virão nas direções do elemento. Também deve-se usar opção de menu (ou comando SHELL) para especificar qual superfície, se “top”, “mid” ou “bot” da lâmina.
PRNSOL, item, comp - tensões e deslocamentos nodais, onde: -item pode ser U ou ROT, e -comp pode ser X,Y,Z, para deslocamentos e rotações, ou:
-item pode ser S, e -comp pode ser X,Y,Z, para tensões, ou:
-item pode ser U ou ROT, e -comp pode ser X,Y,Z, para deslocamentos e rotações, ou: PRNSOL,S,comp - todas as tensões, SX,SY,SXY, etc.
PRESOL,smisc,numero - lista resultados de elementos. ETABLE, nome,smisc,numero - tabela com resultados. ambos usam os números: TX -> numero 1; TY -> numero 2; TXY -> numero 3; MX -> numero 4; MY -> numero 5; MXY -> numero 6; NX -> numero 7; NY -> numero 8; EXEMPLO /POST RSYS,11! saida nas dir.do sist. local 11 usado na area 4 layer,1! escolhe lamina para obter os resultados shell,top! escolhe superficie suprior da lamina ! ETABLE,Nxy,smisc,3! cria tabela interna com esforco cisalh. Nxy é o nome dado pelo usuario ETABLE,Nx,smisc,1! nas dir.do sist.local 11. ETABLE,Ny,smisc, SADD, NN, Nx, Ny, 2, 1, 0! faz operacao de planilha, somando 2Nx+Ny e alocando em NN PRETAB,nx,ny,nxy,nn! mostra tabela com 4 colunas ! RSYS,solu! saida nas direcoes principais da lamina 1 ETABLE, ,s,x! tensao na direcao 1 da lamina 1 , top ETABLE, ,s,y ETABLE, ,s,xy PRETAB,sx,sy,sxy! mostra a tabela com 3 colunas.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
COMANDOS PARA ANÁLISE DINÂMICA
ANTYPE,antype - especifica o tipo de análise. Antype pode ser STATIC (ou 0), BUCKLE (ou 1), MODAL (ou 2), HARMIC (ou 3), ou TRANS (ou 4), dependendo de ser analise estática, flambagem, modal, harmônica ou transiente. Em seguida usa HROPT, ou TRNOPT, ou HROPT, conforme tipo de análise.
HROPT, method, NMODE,MINMODE especifica opções de resposta harmônica. -Method = FULL, REDUC, MSUP, para metodo full, reduzido ou por sobreposição modal. NMODE = num.de modos a serem usados no cálculo. O default é o número Total usado na análise modal. MINMODE = núm.do menor modo considerado. Default = 1.
TRNOPT, method, NMODE, dmpkey, MINMODE especifica opções de resposta transiente. Method como em HROPT. NMODE, MINMODE como em HROPT. Usados só em sobr.modal. Dmpkey = DAMP ou NODAMP. Inclui ou não o amortecimento, mesmo que tenham sido entrados dados. Usado só em REDUC. Default = DAMP.
MODOPT, Method, NMODE, FreqA, FreqB, prmode, Nrmkey Opções para análise modal. (Antype = MODAL) Method = SUBSP para metodo de iteração subespacial. = LANB para block Lanczos. = REDUC para Householder (reduzido) =DAMPED NMODE = num.de modos a serem extraidos. Caso Method = SUBSP, NMODE deve ser menor que num.graus de lib. Total do modelo/2. FreqA, FreqB = em vez de NMODE, pode-se definir a faixa de frequencias para a determinação dos modos. FreqA é também usado para SHIFT no caso Method=SUBSP. Nrmkey = OFF (default), para normalizar modos pela matriz massa. ON norma =1.
HROUT,Reimky,Clust,Mcount Especifica opções de saida para análise harmônica. Reimky = ON (default), para produzir deslocamentos complexos em parte real e imag. = OFF, para mostrar deslocamentos em amplitude e fase. Clust = OFF (default), varre frequencias em espaçamento uniforme. 0N, aglomera as frequencias em torno das naturais. Usado só em MSUP. Mcount = OFF (default), não produz saida p/cada frequencia.. ON, produz. Ambos usados apenas para MSUP.
OUTPR, Item, FREQ, Cname Controla saida da solução. (Para análise estática, transiente ou full harmonica). Item = BASIC (default)(solução nodal, de elemento, reações), ou NSOL, ou RSOL, ESOL. FREQ = Imprime solução do Item para cada FREQ-ésimo substep de cada interv.de carga. Para análise modal, usa ALL. Cname = nome do componente, criado com comando CM, definindo conj.de nós ou elemento a que se refere este comando. Comando pode ser repetido.
OUTRES, Item, Freq, Cname Controla valores de solução escritosno database.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
Item = ALL (default) = BASIC, para valores nodais, cargas, tensões. = NSOL, ou RSOL (em /post26, usar RFORCE), ou NLOAD (cargas nodais), ou STRS. Freq = N, para escrever a cada N substep de cada intervalo de carga. ALL p/todos. Se antype=TRANS, default é escrever só último substep de cada interv.de carga. Se antype = HARMIC, default é em todo substep. Se análise transiente com sobreposiçãomodal, a cada 4 substep, mais prim. e último.
EQSLV, Lab, TOLER, MULT Especifica tipo do solver. Lab pode ser FRONT, JCG (Jacobi Conj.Grad.), JCGOUT, ICCG (Incomplete Cholesky Conj.Grad.), PCG (Preconditioned Conj.Gradient)
NSUBST, NSBSTP,NSBMX,NSBMN,Carry, Especifica numero de substeps neste intervalo de carga. ( Comando similar a DELTIM) NSBSTP = num.de substeps de tempo ou de frequencia. Caso se use comando AUTOTS (ver), o valor de NSBSTP definirá apenas o primeiro intervalo.
AUTOTS, key Especifica se usa tamanho automático de intervalo de tempo (ou freq.) Key = OFF (default) ou ON.
HARFRQ, freqA, freqB Define intervalo de frequencias na análise harmonica (HARMIC). FreqA, freqB = freq. do inicio e fim do interfalo, em Hz. A varredura ocorre em intervalos Definidos em NSUBST.
DMPRAT,RATIO Define razão de amortecimento constante, para uso em resposta harmônica e resposta transiente por sobreposição modal. RATIO não é percentagem.
ALPHAD, alfa BETAD, beta Define constantes alfa e beta para definição de matriz de amortecimento como C = alfa M + beta K.
MDAMP, STLOC, V1,...V6 Define tabela com razões de amortecimento modal. Usado em Caso uso de sobreposição modal junto a análise harmônica ou transiente. Cria tabela com duas colunas, a primeira com o número do modo, a Segunda com valor do amortecimento. STLOC indica o número da linha a partir de onde se carrega os 6 valores V a V6. Os modos não definidos, são tomados do amortecimento constante definido por DMPRAT.
NCNV,2, 0.15 - Não fecha o programa em caso de erro. Para o processo se deslocamento >0.15.
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TIME,time Associa as condições de contorno (deslocamento e força) ao final de um “load step”, com um particular valor de “time”. Estabelece um instante na definição do histórico de carga. Não usado p/ MODAL ou HARMIC.
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
! Limpa memoria fini /clear
! Entra no pre-processamento /prep
! Tipo de elemento (Element Type, ! grupo1, tipo viga-BEAM3) ET,1,BEAM
! Define parametros bb=0. hh=0. carga= area=bbhh mominer=bbhhhhhh/
! Prop. de material mp,ex,1,2.0e mp,dens,1, mp,nuxy,0.
! Prop. Geometrica !(Area, Mom. de Inercia,altura) r,1,area,mominer,h/
! Coordenadas dos keypoints k,1,0, k,2,0, k,3,2,
! Linhas l,1, l,2,
! Tamanho dos elementos esize,0.
! Gera malha lmesh,all
! Condicao de contorno dk,1,ux, dk,1,uy, dk,3,uy,
! -----------------------------
! Integracao direta (transiente) /solu
Autor: Prof. Paulo de Tarso R. Mendonça, Ph.D., GRANTE - Grupo de Análise e Projeto Mecânico - Departamento de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC -
antype,trans trnopt,full outpr,basic,all outres,nsol,all !dmprat,0. betad,0.
fk,3,Fx, TIME,0. DELTIM, 0. KBC, solve
fk,3,fx, TIME,0. DELTIM, 0. KBC, solve
/post nsol,2,17,u,x plvar,