Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Relatório de Exportações e Importações no Peru: Análise Setembro e Acumulado 2010, Notas de estudo de Administração Empresarial

Os resultados de exportações e importações no peru em setembro de 2010 e no acumulado do ano. Foram apresentados os desempenhos de preços e quantum de exportações e importações por categorias e setores cnae. Além disso, foram fornecidos dados sobre a taxa de câmbio real e a rentabilidade das exportações.

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 04/04/2011

aline-machado-5
aline-machado-5 🇧🇷

5

(1)

6 documentos

1 / 18

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Ano XIV, N° 10, outubro de 2010
Av. Rio Branco, n° 120 – Grupo 707 – CEP 20.040-001 – RJ
Tels.: (21) 2509-4423, 2509-2662, 2221-1524 Fax: (21) 2221-1656
Home Page: www.funcex.com.br E-mail: [email protected]
EM FOCO
A balança comercial brasileira obteve em setembro um superávit de US$ 1,1 bilhão, com exportações de
US$ 18,8 bilhões e importações de US$ 17,7 bilhões.
As exportações tiveram no mês um crescimento de 35,8% em relação a setembro do ano passado, com
variação acumulada no ano de 29,6%.
As importações registraram aumento de 41,5% no mês e acumulam no ano um crescimento de 45,9%.
O desempenho das exportações no mês de setembro foi positivo em todas as classes de produtos, com
destaque para os produtos básicos (61,9%).
Entre as categorias de uso, todas tiveram aumento de suas importações no mês, com destaque para os
bens de capital (55,0%).
Os números preliminares de outubro indicam que as exportações devem crescer cerca de 30% em relação
ao mesmo mês de 2009, enquanto as importações terão crescimento de 22%, gerando um superávit
comercial no mês de US$ 2,8 bilhões.
No ano de 2010 as exportações devem crescer 27,8%, chegando a US$ 195,5 bilhões, e as importações
crescerão cerca de 41%, chegando a US$ 180 bilhões. Com isso, o superávit se reduzirá para
US$ 15,5 bilhões.
O crescimento das exportações em setembro foi comandado pela alta dos preços, que tiveram variação de
23,0%. O quantum teve aumento de 10,8% no período.
Os produtos básicos foram os que registraram o melhor desempenho de quantum exportado no mês, com
aumento de 18,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.
No acumulado do período janeiro-setembro, todas as classes de produtos tiveram aumento de quantum das
exportações, com destaque para os manufaturados (9,6%) e básicos (8,5%).
O aumento das importações no mês de setembro foi puxado pelo quantum, que registrou variação positiva
de 38,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os preços aumentaram 2,1%.
Em termos de preços de importação, o melhor desempenho no mês foi o dos bens de consumo não-
duráveis, com aumento de 15,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.
No acumulado do período janeiro-setembro, todas as categorias tiveram crescimento de quantum das
importações, com destaque para os bens de consumo duráveis (56,9%) e os bens intermediários (46,2%).
Entre os setores de atividade CNAE, a maioria registrou aumento no valor de suas exportações no
acumulado do ano, com destaque para a Extração de carvão mineral (340,0%).
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Relatório de Exportações e Importações no Peru: Análise Setembro e Acumulado 2010 e outras Notas de estudo em PDF para Administração Empresarial, somente na Docsity!

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010

Av. Rio Branco, n ° 120 – Grupo 707 – CEP 20.040-001 – RJ

Tels.: (21) 2509-4423, 2509-2662, 2221-1524 Fax: (21) 2221-

Home Page: www.funcex.com.br E-mail: [email protected]

EM FOCO

A balança comercial brasileira obteve em setembro um superávit de US$ 1,1 bilhão, com exportações de

US$ 18,8 bilhões e importações de US$ 17,7 bilhões.

As exportações tiveram no mês um crescimento de 35,8% em relação a setembro do ano passado, com

variação acumulada no ano de 29,6%.

As importações registraram aumento de 41,5% no mês e acumulam no ano um crescimento de 45,9%.

O desempenho das exportações no mês de setembro foi positivo em todas as classes de produtos, com

destaque para os produtos básicos (61,9%).

Entre as categorias de uso, todas tiveram aumento de suas importações no mês, com destaque para os

bens de capital (55,0%).

Os números preliminares de outubro indicam que as exportações devem crescer cerca de 30% em relação

ao mesmo mês de 2009, enquanto as importações terão crescimento de 22%, gerando um superávit

comercial no mês de US$ 2,8 bilhões.

No ano de 2010 as exportações devem crescer 27,8%, chegando a US$ 195,5 bilhões, e as importações

crescerão cerca de 41%, chegando a US$ 180 bilhões. Com isso, o superávit se reduzirá para

US$ 15,5 bilhões.

O crescimento das exportações em setembro foi comandado pela alta dos preços, que tiveram variação de

23,0%. O quantum teve aumento de 10,8% no período.

Os produtos básicos foram os que registraram o melhor desempenho de quantum exportado no mês, com

aumento de 18,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do período janeiro-setembro, todas as classes de produtos tiveram aumento de quantum das

exportações, com destaque para os manufaturados (9,6%) e básicos (8,5%).

O aumento das importações no mês de setembro foi puxado pelo quantum , que registrou variação positiva

de 38,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os preços aumentaram 2,1%.

Em termos de preços de importação, o melhor desempenho no mês foi o dos bens de consumo não-

duráveis, com aumento de 15,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do período janeiro-setembro, todas as categorias tiveram crescimento de quantum das

importações, com destaque para os bens de consumo duráveis (56,9%) e os bens intermediários (46,2%).

Entre os setores de atividade CNAE, a maioria registrou aumento no valor de suas exportações no

acumulado do ano, com destaque para a Extração de carvão mineral (340,0%).

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 2

Todos os setores CNAE apresentaram crescimento no valor das importações no período janeiro-setembro,

com destaque para Refino de petróleo e combustíveis (159,2%).

Quase todos os setores apresentaram aumento dos preços de exportação em setembro, na comparação

com o mesmo mês de 2009, sendo que o maior destaque foi a Extração de minerais metálicos (166,4%).

O índice de importação mundial teve crescimento de 26,4% em agosto, na comparação com o mesmo mês

de 2009. O índice de demanda externa efetiva também teve variação positiva nesse período, de 39,1%.

A taxa de câmbio real em relação ao dólar, deflacionada pelo IPA, teve queda de 3,4% em setembro na

comparação com o mês anterior, e acumula valorização de 8,3% desde setembro do ano passado.

O índice de rentabilidade das exportações teve queda de 1,4% em setembro ante agosto de 2010. Na

comparação com o mês de setembro do ano passado, houve crescimento de 6,9%.

FLUXOS DE COMÉRCIO

A balança comercial brasileira obteve em

setembro um superávit de US$ 1,1 bilhão,

com exportações de US$ 18,8 bilhões e

importações de US$ 17,7 bilhões. As

importações, mais uma vez, apresentaram

um desempenho relativamente melhor do

que o das exportações, com aumento de

41,5% em relação a setembro de 2009,

acumulando nos nove primeiros meses do

ano um crescimento de 45,9%. As

exportações tiveram no mês um crescimento

de 35,8%, com variação acumulada no ano

de 29,6%.

No acumulado dos últimos 12 meses, tanto

as exportações quanto as importações continuaram numa trajetória ascendente. As exportações

somaram US$ 186,1 bilhões até setembro último, o que representa um aumento de 17,1% em

relação aos 12 meses anteriores, e as importações somaram US$ 169,2 bilhões, o que significa um

crescimento de 27,7% no mesmo período. Em comparação com os valores mínimos alcançados em

novembro de 2009, as exportações já acumularam um ganho de US$ 33,8 bilhões, enquanto que as

importações registraram aumento de US$ 42,3 bilhões na mesma comparação.

O desempenho das exportações no mês de setembro foi positivo em todas as classes de produtos,

na comparação com o mesmo mês do ano passado, com destaque para os produtos básicos

(61,9%). Os produtos semimanufaturados e manufaturados também apresentaram crescimento no

mês, de 30,1% e 15,8%, respectivamente ( Tabela 1 ). No acumulado janeiro-setembro de 2010,

comparativamente ao mesmo período de 2009, também houve aumento em todas as classes de

produtos, sendo que a maior variação foi dos produtos semimanufaturados, com 38,7%. Os produtos

básicos e manufaturados registraram taxas de crescimento de 36,6% e 19,7%, respectivamente.

Gráfico I

Exportações e Importações brasileiras

Valores acumulados em 12 meses (US$ Bilhões)

jan/09fev/09mar/09abr/09mai/09jun/09jul/09ago/09set/09out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/10jul/10ago/10set/

Exportações Importações

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 4

Os produtos básicos tiveram o melhor

desempenho de quantum das exportações no

mês de setembro em relação ao mesmo mês

de 2009, com aumento de 18,8%. Os produtos

manufaturados e semimanufaturados também

registraram crescimento no mês, de 6,8% e

2,3%, respectivamente. No acumulado dos

nove primeiros meses do ano, os produtos

manufaturados registraram a maior taxa de

crescimento do quantum das exportações, com

9,6%. Também houve variação positiva de

quantum nos bens básicos e semima-

nufaturados, de 8,5% e 4,5%, respectivamente.

O Gráfico II mostra que os preços de exportação

continuaram a ter um bom desempenho em

setembro, consolidando uma tendência de alta

dos últimos meses. De maio de 2009 até

setembro de 2010 o índice de preço das

exportações totais registrou crescimento de

34,2%. Vale ressaltar o ótimo resultado dos

produtos básicos nessa comparação, com

aumento de 53,5%. Os produtos semimanu-

faturados e manufaturados também registraram

crescimento, de 44,1% e 13,8%, respec-

tivamente. O índice de preço das exportações

totais alcançou, em setembro último, nível seme-

lhante ao observado às vésperas da eclosão da

crise internacional, em setembro de 2008.

O Gráfico III mostra a evolução do quantum das

exportações brasileiras considerando as médias

móveis de 12 meses. Verifica-se que desde o

final de 2009 houve uma gradual melhoria das

quantidades exportadas. Desde setembro de 2008, porém, o quantum ainda acumula queda de 7,4%. Os

produtos básicos continuaram como a única exceção, com taxa de crescimento positiva de 8,2% nessa base

de comparação. Os produtos manufaturados e semimanufaturados registram quedas de 19,8% e 4,7%,

respectivamente.

PREÇO E QUANTUM DE IMPORTAÇÃO

O aumento das importações no mês de setembro foi comandado pelo quantum , que teve variação positiva

de 38,6% em relação ao mesmo mês de 2009. Os preços tiveram um crescimento de apenas 2,1%. No

acumulado do período janeiro-setembro de 2010, comparativamente ao mesmo período de 2009, o quantum

registrou variação positiva de 42,5%, e os preços tiveram aumento de 2,3% (Tabelas 5 e 6).

Gráfico II

Índice de preço das exportações brasileiras,

segundo classes de produtos

(set/2008=100)

60

63

66

69

72

75

78

81

84

87

90

93

96

99

102

105

108

out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/10jul/10ago/10set/

Total Básicos Manufaturados Semimanufaturados

Gráfico III

Índice de quantum das exportações brasileiras,

segundo classes de produtos

Média móvel de 12 meses (set/2008=100)

ago/09set/09out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/10jul/10ago/10set/

Total Básicos Manufaturados Semimanufaturados

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 5

Entre as categorias de uso econômico, todas apresentaram aumento de quantum das importações no

mês de setembro, sendo que o desempenho mais expressivo foi o dos bens de capital (77,6%). Em

seguida, vieram os bens de consumo duráveis (34,9%), os bens intermediários (33,8%), os

combustíveis (27,6%) e os bens de consumo não-duráveis (23,9%). No acumulado dos nove

primeiros meses do ano, os maiores destaques foram os bens de consumo duráveis e os bens

intermediários, com taxas de crescimento de 56,9% e 46,2%, respectivamente. As demais categorias

de uso também apresentaram variação positiva nesse período: bens de capital (43,2%), combustíveis

(29,5%) e bens de consumo não-duráveis (26,2%).

Gráfico IV Preço de importações segundo categorias de uso (set/2008=100)

35

40

45

50

55

60

65

70

75

80

85

90

95

100

105

110

jul/09ago/09set/09out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/10jul/10ago/10set/

Capital Duráveis Intermediários Não-duráveis Combustíveis

Gráfico V Quantum de importações segundo categorias de uso Média móvel de 12 meses (set/2008=100)

jun/09jul/09ago/09set/09out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/10jul/10ago/10set/

Combustíveis Intermediários Bens de capital Duráveis Não-duráveis

O Gráfico IV evidencia que somente os preços de importação dos bens de consumo duráveis e dos

bens de consumo não-duráveis tiveram crescimento no mês de setembro. Desde a eclosão da crise

financeira internacional, em setembro de 2008, até setembro de 2010, somente os bens de consumo

duráveis registraram variação positiva, de 3,6%. As demais categorias de uso econômico ainda

acumulam perdas nessa mesma base de comparação: combustíveis (−35,4%), bens de capital

(−12,3%), bens intermediários (−11,1%) e bens de consumo não-duráveis (−0,4%).

O Gráfico V ilustra o desempenho do quantum das importações brasileiras entre as categorias de

uso econômico, considerando-se a média móvel de 12 meses. Pode-se verificar que todas

descrevem uma trajetória de forte aumento em relação ao ano passado. De setembro de 2008 até

setembro de 2010, os bens de consumo duráveis registraram o melhor desempenho, com variação

de 40,5%, mas as demais categorias também tiveram crescimento: bens de consumo não-duráveis

(20,6%), bens de capital (21,1%), combustíveis (7,8%) e bens intermediários (2,4%).

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 7

DEMANDA EXTERNA

O índice de importação mundial teve crescimento de 26,4% em agosto, na comparação com o

mesmo mês de 2009. O índice de demanda externa efetiva também teve variação positiva nesse

período, de 39,1% ( Tabela 10 ). O Gráfico VI mostra que, no acumulado em 12 meses até agosto de

2010, comparado com os 12 meses anteriores, o índice de demanda externa efetiva teve aumento de

16,4% e o índice de importação mundial cresceu 16,7%.

Gráfico VI

Índices de demanda externa efetiva e de valor da importação mundial

Taxas de crescimento em 12 meses (%)

jul/

ago/09set/09out/09nov/09dez/09jan/10fev/10mar/10abr/10mai/10jun/

jul/

ago/

Demanda Externa Efetiva

Importação Mundial

CÂMBIO REAL E RENTABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES

A cotação média do dólar dos Estados Unidos em setembro foi de R$1,72, uma queda de 2,3% em

relação ao mês anterior. Já o euro teve cotação média mensal de R$2,25, o que significou uma

redução de 0,9% no mesmo período. A taxa de câmbio real em relação ao dólar, deflacionada pelo

IPA, teve queda de 3,4% em setembro frente a agosto de 2010, e acumula valorização de 8,3%

desde setembro do ano passado ( Tabela 11 ). Em relação à cesta de 13 moedas, houve queda do

real em setembro, ante o mês anterior, de 2,8%. Desde setembro de 2009, ocorreu uma valorização

de 10,7% da moeda brasileira.

A taxa de câmbio real deflacionada pelo IPC teve valorização de 2,7% em relação ao dólar no mês de

setembro ante agosto de 2010, e queda de 1,5% em relação à cesta de 13 moedas ( Tabela 12 ).

Desde setembro de 2009 houve valorização de 8,5% ante o dólar e de 8,0% em relação à cesta.

O índice de rentabilidade das exportações teve queda de 1,4% em setembro ante agosto de 2010,

devido à valorização da taxa de câmbio e ao aumento do índice de custo das exportações. Na

comparação com o mês de setembro do ano passado, acumula-se um ganho de 6,9% ( Tabela 13 ).

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 8

TABELAS

Tabela 1

Valor das exportações brasileiras

US$ Milhões FOB

Cla sse de produtos Ca te goria de uso Semimanu- Manufa- Bens de Bens Bens de Consumo faturados turados capital Intermediários (^) duráveis não duráveis Anua l 2006 137.808 40.285 19.523 75.018 16.418 79.600 7.276 22.343 12. 2007 160.649 51.596 21.800 83.943 19.558 92.047 7.480 26.845 14. 2008 197.942 73.028 27.073 92.683 22.845 113.542 7.688 32.865 21. 2009 152.995 61.958 20.499 67.349 13.431 93.340 5.272 25.985 14. Me nsa l set 09 13.863 5.502 1.882 6.162 1.332 8.526 454 2.309 1. out 09 14.082 5.454 2.143 6.222 1.050 8.228 551 2.498 1. nov 09 12.653 4.394 2.042 5.898 1.135 7.185 491 2.347 1. dez 09 14.463 4.730 1.994 7.439 1.533 7.840 612 2.328 2. jan 10 * 11.305 4.075 1.717 5.198 853 6.499 420 2.035 1. fev 10 * 12.197 4.755 1.795 5.321 867 7.049 516 2.164 1. mar 10 * 15.728 6.637 2.072 6.649 1.413 9.454 596 2.491 1. abr 10 * 15.161 7.017 1.919 5.947 1.233 9.611 500 2.287 1. mai 10 * 17.703 8.574 2.331 6.494 1.306 11.228 581 2.455 2. jun 10 * 17.094 7.628 2.540 6.532 1.368 10.961 642 2.578 1. jul 10 * 17.673 7.955 2.570 6.818 1.368 11.815 556 2.832 1. ago 10 * 19.236 9.182 2.476 7.123 1.367 12.485 551 2.975 1. set 10 * 18.833 8.906 2.449 7.137 1.434 12.210 597 2.878 1. Va ria çã o pe rce ntua l (Em % ) set 10 / ago 10 (2,1) (3,0) (1,1) 0,2 4,9 (2,2) 8,2 (3,2) (7,8) set 10 / set 09 35,8 61,9 30,1 15,8 7,7 43,2 31,5 24,6 36, Acumulado no ano 29,6 36,6 38,7 19,7 15,4 30,3 37,1 20,6 53, Acumulado 12 meses 17,1 23,0 25,9 9,3 (6,0) 19,1 20,3 12,3 37, Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Básicos Combustíveis

Tota l e x porta do

Pe ríodo

Tabela 2

Valor das importações brasileiras

US$ Milhões FOB

Ca te goria de uso Bens de Bens capital Intermediários duráveis não duráveis Anua l 2006 91.343 12.390 54.228 3.300 6.087 15. 2007 120.621 16.836 70.412 4.988 7.976 20. 2008 173.197 24.935 99.883 7.758 10.116 30. 2009 127.647 21.797 71.642 7.669 10.064 16. Me nsa l set 09 12.539 2.031 6.981 785 863 1. out 09 12.753 1.917 7.413 825 928 1. nov 09 12.039 1.946 6.733 845 996 1. dez 09 12.285 2.106 6.457 924 1.006 1. jan 10 * 11.482 1.814 6.676 738 820 1. fev 10 * 11.807 1.730 6.550 683 917 1. mar 10 * 15.058 2.198 8.567 865 1.220 2. abr 10 * 13.878 1.976 7.655 818 931 2. mai 10 * 14.256 2.348 7.962 912 1.022 2. jun 10 * 14.817 2.443 8.165 970 1.042 2. jul 10 * 16.315 2.728 9.248 909 1.066 2. ago 10 * 16.802 3.129 9.215 1.071 1.165 2. set 10 * 17.740 3.147 9.564 1.156 1.235 2. Va ria çã o pe rce ntua l (^) (Em % ) set 10 / ago 10 5,6 0,6 3,8 8,0 6,0 18, set 10 / set 09 41,5 55,0 37,0 47,4 43,1 39, Acumulado no ano 45,9 35,9 44,2 60,0 32,0 69, Acumulado 12 meses 27,7 23,4 24,7 50,8 25,8 37, Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Bens de Consumo Combustíveis Pe ríodo Tota l im porta do

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 10

Tabela 5

Índice de preço das importações brasileiras Bas e: Média 2006 = 100

Categoria de uso Bens de Bens Bens de Consumo Capital Intermediários duráveis não duráveis Anual 2006 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100, 2007 108,2 102,9 108,5 100,4 114,9 111, 2008 132,1 113,3 130,6 109,2 131,1 162, 2009 117,1 112,2 122,2 108,6 127,0 98, Mensal set 09 118,5 115,2 120,6 107,1 127,0 110, out 09 118,5 111,4 122,2 105,7 128,9 107, nov 09 119,0 113,1 119,0 106,5 134,1 114, dez 09 118,9 109,1 119,0 104,8 137,2 120, jan 10 * 117,4 107,8 118,5 103,2 134,2 117, fev 10 * 119,3 109,0 120,5 104,6 131,0 119, mar 10 * 118,6 109,0 118,7 107,9 132,5 120, abr 10 * 121,9 111,3 121,8 107,2 133,9 126, mai 10 * 122,4 108,7 122,6 110,6 141,2 128, jun 10 * 121,4 110,7 122,2 113,5 125,5 125, jul 10 * 120,3 109,7 122,1 113,0 129,2 117, ago 10 * 123,4 (^) 112,8 124,6 113,2 (^) 137,2 123, set 10 * 120,9 100,5 123,3 116,6 146,6 120, Variação percentual (^) (Em %) set 10 / ago 10 (2,0) (10,9) (1,0) 3,0 6,8 (1,9) set 10 / set 09 2,1 (12,8) 2,3 8,8 15,5 9, Acumulado no ano 2,3 (4,8) (1,7) 0,4 4,4 32, Acumulado 12 meses (0,6) (3,0) (4,2) (1,6) 3,9 16, Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Total Período importado (^) Combustíveis

Tabela 6

Índice de quantum das importações brasileiras Bas e: Média 2006 = 100

Categoria de uso Bens de Bens Bens de Consumo Capital Intermediários duráveis não duráveis Anual 2006 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100, 2007 122,0 132,1 119,7 150,6 114,1 119, 2008 143,6 177,7 141,1 215,2 126,7 122, 2009 119,3 156,8 108,2 214,0 130,2 109, Mensal set 09 139,5 170,3 128,5 266,7 134,2 134, out 09 141,8 166,2 134,6 284,1 142,3 123, nov 09 133,4 166,2 125,5 288,7 146,7 104, dez 09 136,2 186,4 120,4 321,2 144,7 117, jan 10 * 128,9 162,6 124,9 259,3 120,5 96, fev 10 * 130,4 153,3 120,5 237,0 138,2 127, mar 10 * 167,3 194,9 160,0 291,0 181,8 144, abr 10 * 150,1 171,6 139,3 277,0 137,2 156, mai 10 * 153,5 208,7 143,9 299,3 142,8 124, jun 10 * 160,9 213,2 148,2 310,0 164,0 138, jul 10 * 178,8 240,2 167,9 291,8 162,9 157, ago 10 * 179,4 268,0 164,0 343,3 167,6 141, set 10 * 193,4 302,5 171,9 359,8 166,3 171, Variação percentual (^) (Em %) set 10 / ago 10 7,8 12,9 4,8 4,8 (0,8) 21, set 10 / set 09 38,6 77,6 33,8 34,9 23,9 27, Acumulado no ano 42,5 43,2 46,2 56,9 26,2 29, Acumulado 12 meses 29,0 27,2 30,6 51,5 20,8 20, Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Período

Total importado (^) Combustíveis

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 11

Tabela 7

Valor das exportações e importações brasileiras por setor CNAE Em US$ Milhões FOB Va ria çã o (Em % ) abr/10* mai/10* jun/10* jul/10* ago/10* set/10* No Ano 12 meses No ano 12 meses Agricultura e pecuária 2.581 2.832 2.212 2.367 2.277 2.226 18.139 21.378 2,5 (2,4) Silvicultura e exploração flores tal 10 14 11 11 9 10 94 121 70,5^ 46, Pes ca e aqüicultura 2 2 2 2 2 3 21 29 (12,0) (12,1) Extração de carvão m ineral 0 0 0 0 0 0 0 0 340,0 81, Extração de petróleo 1.314 1.744 1.195 712 1.393 1.299 11.428 14.586 84,5 46, Extração de m inerais m etálicos 1.626 2.281 2.532 3.009 3.762 3.466 20.625 24.318 91,8 57, Extração de m inerais não-m etálicos 50 72 57 64 65 63 540 711 24,4^ 15, Produtos alim entícios e bebidas 2.655 3.158 3.398 3.687 3.657 3.826 27.722 36.274 22,3 17, Produtos do fum o 5 5 6 5 5 6 42 56 3,6 (8,3) Produtos têxteis 125 115 123 126 210 239 1.309 1.834 17,2 5, Confecção de artigos do ves tuário e aces s órios 18 15 15 17 20 19 154 206 14,7 6, Preparação de couros s eus artefatos e calçados 276 282 307 316 299 258 2.610 3.379 33,5 21, Produtos de m adeira 159 174 160 177 170 158 1.431 1.891 16,0 5, Celulos e, papel e produtos de papel 545 571 574 542 554 542 4.944 6.367 39,2 29, Edição, im pres s ão e reprodução de gravações 9 10 9 6 5 7 62 77 (1,4) (4,9) Coque, refino de petróleo e com bus tíveis 232 411 360 391 460 361 3.317 4.700 1,9 1, Produtos quím icos 892 898 885 941 996 940 8.081^ 10.665^ 27,6^ 23, Artigos de borracha e plás tico 225 226 243 248 273 249 2.108 2.748 25,5 17, Produtos de m inerais não-m etálicos 149 146 159 163 153 142 1.272 1.658 23,6 14, Metalurgia bás ica 1.164 1.335 1.287 1.326 1.252 1.304 11.328 15.057 17,3 4, Produtos de m etal 142 141 151 164 161 149 1.294 1.706 2,1 (7,3) Máquinas e equipam entos 646 690 707 747 793 764 6.108 8.108 30,4 11, Máquinas para es critório e de inform ática 29 32 32 25 30 31 251 339 15,0 5, Máquinas , aparelhos e m ateriais elétricos 294 293 254 295 279 258 2.305 3.146 4,5 0, Material eletrônico e de com unicações 161 167 140 162 163 126 1.322 1.864 (12,6) (14,0) Equipam entos m édico-hos pitalares ,^64 70 74 74 73 79 618 821 19,1 11, Veículos autom otores , reboques e carrocerias 1.011 1.139 1.222 1.231 1.239 1.229 9.903 12.832 52,7 26, Outros equipam entos de trans porte 428 470 537 443 414 565 3.977 5.285 1,0 (22,1) Móveis e indús trias divers as 104 127 110 103 120 117 976 1.322 13,1 6, Tota l 15.161 17.703 17.094 17.673 19.236 18.833 144.929 186.127 29,6 17, Nota: () de autom ação indus trial e de precis ão. Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Se tore s CNAE

Va lor de e x porta çã o

Em US$ Milhões FOB Va ria çã o (Em % ) abr/10* mai/10* jun/10* jul/10* ago/10* set/10* No Ano 12 meses No ano 12 meses Agricultura e pecuária 264 225 264 249 232 250 2.285 3.009 24,4 21, Silvicultura e exploração flores tal 9 7 8 8 8 7 63 79 81,6 35, Pes ca e aqüicultura 14 14 14 17 15 17 135 174 42,9 40, Extração de carvão m ineral 256 208 322 354 284 360 2.342 2.873 52,4 12, Extração de petróleo 1.185^997 1.152 1.376^908 1.209^ 9.641^ 12.735^ 23,7^ 10, Extração de m inerais m etálicos 98 131 137 150 131 141 1.220 1.538 60,0 28, Extração de m inerais não-m etálicos 24 27 34 30 28 28 243 302 52,2 10, Produtos alim entícios e bebidas 371 409 403 463 419 443 3.744 5.057 24,4 19, Produtos do fum o 0 0 0 1 1 0 4 6 58,4 20, Produtos têxteis 225 241 261 291 283 305 2.324^ 2.972^ 53,9^ 41, Confecção de artigos do ves tuário e aces s órios 103 63 72 74 81 109 768 946 31,6 21, Preparação de couros s eus artefatos e calçados 60 50 58 66 75 87 578 783 27,4 19, Produtos de m adeira 11 10 12 13 12 13 98 124 10,8 (3,7) Celulos e, papel e produtos de papel 134 142 158 175 176 177 1.364 1.743 41,9 23, Edição, im pres s ão e reprodução de gravações 13 15 17 18 18 25 145 206 18,2 11, Coque, refino de petróleo e com bus tíveis 1.429 1.216 1.164 1.136 1.397 1.512 10.820 12.860 159,2 79, Produtos quím icos 2.355 2.577 2.573 2.994 2.970 3.201 23.800 31.172 29,5 14, Artigos de borracha e plás tico 409 442 437 494 502 534 3.994 5.027 61,2 36, Produtos de m inerais não-m etálicos 103 121 124 141 154 142 1.085 1.352 56,5 34, Metalurgia bás ica 733 809 756 831 926^935 7.140^ 8.715^ 85,8^ 42, Produtos de m etal 250 250 261 327 353 319 2.434 3.094 28,7 16, Máquinas e equipam entos 1.353 1.555 1.600 1.757 2.017 2.101 14.515 18.344 38,3 23, Máquinas para es critório e de inform ática (^359 383 427 459) 434 513 3.613 4.816 49,8 43, Máquinas , aparelhos e m ateriais elétricos 609 654 565 705 894 807 5.776 7.283 51,7 38, Material eletrônico e de com unicações 1.028 1.128 1.141 1.286 1.346 1.285 10.025 12.829 54,6 38, Equipam entos m édico-hos pitalares ,^ 538 545 567 599 546 581 4.867 6.370 29,4 20, Veículos autom otores , reboques e carrocerias 1.406 1.498 1.644 1.524 1.820 1.867 13.535 17.571 61,4 47, Outros equipam entos de trans porte 449 435 531 619 586 569 4.435 5.780 10,6 (3,7) Móveis e indús trias divers as 89 99 112 142 162 175 1.064 1.363 42,7 28, Tota l 13.878 14.256 14.817 16.315 16.802 17.740 132.156 169.234 45,9 27, Nota: () de autom ação indus trial e de precis ão. Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Se tore s CNAE Va lor de im porta çã o

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 13

Tabela 9

Índice de preço e quantum das importações brasileiras por setor CNAE Bas e Média 2006 = 100 Índice de pre ço Va ria çã o pe rce ntua l Anua l Me nsa l set/10 / set/10 / Acum ula do 2008 2009 mai/10* jun/10* jul/10* ago/10* set/10* ago/10 set/09 No ano 12 meses Agricultura e pecuária 185,9 149,0 170,2 167,0 161,0 163,6 174,0 6,3 13,7 15,4 10, Extração de carvão m ineral 147,2 155,0 152,5 195,4 191,3 209,1 206,4 (1,3) 62,9 12,7 (1,4) Extração de petróleo 162,5 98,7 129,8 125,4 117,0 126,6 123,0 (2,8) 8,6 32,9 17, Extração de m inerais m etálicos 113,7 82,6 102,3 108,4 113,9 101,3 116,0 14,6 31,2 46,2 33, Extração de m inerais não-m etálicos 169,2 121,5 106,0 104,8 105,1 107,8 112,7 4,5 12,4 (25,0) (22,7) Produtos alim entícios e bebidas 150,8 134,8 139,5 138,2 139,4 141,1 143,7 1,9 9,3 5,2 1, Produtos têxteis 117,2 113,0 112,8 114,0 116,3 116,8 116,5 (0,2) 4,2 0,9 (0,8) Confecção de artigos do ves tuário e aces s órios 131,5 134,0 116,3 117,8 125,2 134,8 129,0 (4,3) (1,9) 0,6 (1,5) Preparação de couros s eus artefatos e calçados 111,7 118,5 131,9 124,5 124,8 124,2 130,0 4,6 8,6 9,7 9, Produtos de m adeira 131,2 116,2 110,7 110,8 115,2 119,6 122,4 2,3 7,1 (2,2) (5,2) Celulos e, papel e produtos de papel 115,3 104,9 104,0 108,5 109,7 113,3 113,2 (0,1) 14,3 (0,5) (4,8) Coque, refino de petróleo e com bus tíveis 167,1 102,5 130,4 130,8 124,7 124,1 123,2 (0,7) 12,4 28,8 11, Produtos quím icos 153,2 140,2 145,0 139,4 135,2 139,8 142,9 2,2 4,3 (5,6) (8,6) Artigos de borracha e plás tico 123,8^ 116,2^ 121,8^ 120,8^ 124,5^ 123,6 120,3^ (2,7)^ 7,3^ 3,1^ 0, Produtos de m inerais não-m etálicos 119,8 120,9 107,3 105,9 105,0 109,2 108,2 (1,0) (8,8) (11,4) (9,4) Metalurgia bás ica 128,4 102,1 105,0 101,8 103,5 106,5 107,0 0,5 6,4 1,6 (4,3) Produtos de m etal 121,8^ 122,3^ 106,7^ 95,3^ 102,6^ 102,6^ 101,7^ (0,9)^ (11,3)^ (16,7)^ (13,5) Máquinas e equipam entos 113,6 116,5 108,0 110,6 105,8 111,8 95,6 (14,5) (18,5) (8,4) (5,2) Máquinas para es critório e de inform ática 106,5 105,9 109,9 111,8 115,7 114,8 113,5 (1,2) 4,5 3,3 2, Máquinas , aparelhos e m ateriais elétricos 123,1^ 121,4^ 120,0^ 116,7^ 119,3^ 122,5 118,4^ (3,3)^ (9,1)^ (1,0)^ (1,1) Material eletrônico e de com unicações 108,1 109,1 118,1 115,4 119,9 123,2 114,2 (7,3) (0,1) 3,5 2, Equipam entos m édico-hos pitalares ,^ 98,8 88,5 88,1 88,3 89,8 91,4 88,2 (3,5) 0,6 (2,3) (4,2) Veículos autom otores , reboques e carrocerias 114,9 116,9 116,0 116,9 117,5 120,2 122,6 2,1 3,5 (1,4) (1,5) Outros equipam entos de trans porte 115,0 116,1 111,8 107,5 110,8 112,2 117,0 4,3 8,9 (0,9) 1, Móveis e indús trias divers as 132,8 137,1 140,8 131,7 138,6 135,8 137,0 0,8 (0,8) (2,4) (1,3) Tota l 132,1 117,1 122,4 121,4 120,3 123,4 120,9 (2,0) 2,1 2,3 (0,6) Nota: () de autom ação indus trial e de precis ão. Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Se tore s CNAE

Bas e Média 2006 = 100 Índice de quantum Va ria çã o pe rce ntua l Anua l Me nsa l set/10 / set/10 / Acum ula do 2008 2009 mai/10* jun/10* jul/10* ago/10* set/10* ago/10 set/09 No ano 12 meses Agricultura e pecuária 104,2 101,3 93,3 111,6 109,3 100,1 101,4 1,3 8,1 7,9 9, Extração de carvão m ineral 127,2^ 89,7^ 110,3^ 133,2^ 149,5^ 109,7^ 140,9^ 28,4^ 25,4^ 34,5^ 15, Extração de petróleo 114,6 106,4 89,6 107,2 137,2 83,7 114,6 36,9 (13,7) (5,8) (5,3) Extração de m inerais m etálicos 99,5 74,3 87,8 86,6 89,9 88,6 83,2 (6,1) (24,2) 11,8 (0,8) Extração de m inerais não-m etálicos 167,3^ 105,9^ 181,7^ 230,2^ 198,2 183,9^ 172,9^ (6,0)^ (5,4)^ 80,6^ 35, Produtos alim entícios e bebidas 118,5 129,1 141,8 141,1 160,4 143,7 149,1 3,7 3,5 18,0 18, Produtos têxteis 164,0 149,4 198,8 213,2 232,9 225,5 243,3 7,9 28,3 51,4 41, Confecção de artigos do ves tuário e aces s órios 155,0^ 163,0^ 186,0^ 209,1^ 203,4^ 206,2^ 291,3^ 41,3^ 83,6^ 29,3^ 21, Preparação de couros s eus artefatos e calçados 158,1 131,2 107,1 131,9 149,7 170,7 190,0 11,3 54,3 17,6 9, Produtos de m adeira 110,8 84,9 88,7 108,6 114,0 104,5 112,4 7,6 28,8 13,3 2, Celulos e, papel e produtos de papel 131,7 113,5 145,1 154,8 169,2 165,1 166,0 0,5 22,1 40,0 28, Coque, refino de petróleo e com bus tíveis 137,1 108,1 201,4 192,1 196,7 243,1 265,1 9,0 113,4 102,8 68, Produtos quím icos 135,1 108,2 126,0 130,9 157,0 150,7 158,9 5,4 15,3 35,5 25, Artigos de borracha e plás tico 144,9 117,8 170,1 169,3 185,8 190,1 208,1 9,5 49,3 55,8 36, Produtos de m inerais não-m etálicos 156,5 125,3 221,1 229,2 264,1 276,5 258,7 (6,4) 83,3 76,6 50, Metalurgia bás ica 149,9 119,1 208,3 200,8 217,1 235,0 236,2 0,5 105,8 83,0 51, Produtos de m etal 154,6 133,0 178,8 209,3 243,3 262,7 239,9 (8,7) 68,8 55,1 35, Máquinas e equipam entos 175,9 139,0 195,4 196,4 225,5 244,9 298,4 21,8 123,9 52,0 30, Máquinas para es critório e de inform ática 142,7 123,9 162,2 177,7 184,8 175,8 210,5 19,7 30,5 44,4 42, Máquinas , aparelhos e m ateriais elétricos 138,8 122,4 183,1 162,6 198,6 245,1 228,7 (6,7) 42,4 53,4 40, Material eletrônico e de com unicações 134,7 96,8 127,0 131,4 142,4 145,2 149,5 3,0 30,2 49,2 33, Equipam entos m édico-hos pitalares ,^ 181,7 165,7 205,3 213,1 221,3 (^) 198,3 218,5 10,2 11,0 31,9 25, Veículos autom otores , reboques e carrocerias 188,7 161,8 234,9 255,7 235,8 275,5 276,9 0,5 43,5 62,1 48, Outros equipam entos de trans porte 178,0 141,9 143,3 181,7 205,7 192,3 179,0 (6,9) 21,9 12,5 (5,0) Móveis e indús trias divers as 156,7 134,4 148,9 179,8 215,8 251,5 270,6 7,6 57,4 45,5 28, Tota l 143,6 119,3 153,5 160,9 178,8 179,4 193,4 7,8 38,6 42,5 29, Nota: () de autom ação indus trial e de precis ão. Fonte: Elaborado pela FUNCEX a partir de dados da SECEX/MDIC.

Se tore s CNAE

Índices de demanda externa efetiva e de valor da importação mundial

Período Demanda Externa Efetiva Importação mundial Obs: Metodologia no Apêndice.

  • Ano XIV, N° 10, outubro de - Tabela - Base: dezembro/2003 = - 2006 156,2 144, Anual - 2007 184,4 165, - 2008 218,5 189, - 2009 169,0 145, - ago 09 168,7 145, Mensal - set 09 186,0 163, - out 09 186,3 165, - nov 09 188,8 165, - dez 09 196,8 169, - jan 10 181,0 155, - fev 10 180,6 194, - mar 10 * 216,5 180, - abr 10 * 211,0 172, - mai 10 * 212,8 178, - jun 10 * 222,0 178, - jul 10 * 226,9 179, - ago 10 * 234,7 183, - ago 10 / jul 10 3,4 2, Variação do índice de AGOSTO/10 em relação ao período indicado (Em %) - ago 10 / ago 09 39,1 26, - Acumulado 12 meses 16,4 16, - Gráfico Fonte: Elaboração FUNCEX. - Base: dezembro 2003 = Evolução dos índices de demanda externa efetiva e de valor da importação mundial
    • 100,
    • 130,
    • 160,
    • 190,
    • 220,
    • 250,
    • 280, - ago/04 mai/05 fev/06 nov/06 ago/07 mai/08 fev/09 nov/09 ago/

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 16

Tabela 12 Índices de taxa de câmbio real e de taxa de câmbio efetiva real Utilizando o IPC como deflator

Base: dezembro/2003 = 100

**Período R$/US$ R$/Iene R$/ALADI * R$/Europa ***

**R$/Cesta de 13 moedas ***

Anual

Mensal

set 09 55,8 56,8 60,9 62,2 61,

out 09 53,4 54,6 59,1 60,4 59,

nov 09 52,9 54,7 59,8 60,4 59,

dez 09 53,4 54,7 61,4 59,9 59,

jan 10 53,8 54,1 62,3 58,5 59,

fev 10 55,3 56,1 63,4 57,9 60,

mar 10 53,4 53,8 61,8 55,6 58,

abr 10 * 52,2 51,0 60,9 54,0 57,

mai 10 * 53,8 53,5 62,0 52,1 57,

jun 10 * 53,7 54,1 61,7 50,9 57,

jul 10 * 52,8 54,7 60,9 51,9 57,

ago 10 * 52,5 56,0 61,4 52,5 57,

set 10 * 51,1 55,1 60,2 52,5 56,

Variação do índice de SETEMBRO/10 em relação ao período indicado (Em %)

set 10 / ago 10 (2,7) (1,7) (1,9) 0,1 (1,5)

set 10 / set 09 (8,5) (3,0) (1,2) (15,6) (8,0)

Acumulado 12 meses (19,3) (17,0) (15,9) (19,1) (17,6)

Nota: (*) Ver estrutura de ponderação no Apêndice Metodológico. Fonte: Elaboração FUNCEX.

Gráfico 3 Evolução da taxa de câmbio real e da taxa de câmbio efetiva real Utilizando o IPC como deflator

50,

60,

70,

80,

90,

set/04 jun/05 mar/06 dez/06 set/07 jun/08 mar/09 dez/09 set/

R$/US$ R$/Cesta de 13 Moedas

Ano XIV, N° 10, outubro de 2010 17

Tabela 13 Índice de rentabilidade das exportações Exportações totais

Base: dezembro/2003 = 100

Anual

Mensal

set 09 74,

out 09 71,

nov 09 72,

dez 09 75,

jan 10 * 76,

fev 10 * 79,

mar 10 * 77,

abr 10 * 76,

mai 10 * 80,

jun 10 * 79,

jul 10 * 79,

ago 10 * 80,

set 10 * 79,

Variação do índice de SETEMBRO/10 (Em %)

set 10 / ago 10 (1,4)

set 10 / set 09 6,

Acumulado 12 meses (7,2)

Fonte: Elaboração FUNCEX.

Período Exportações totais

Gráfico 4 Evolução do índice de rentabilidade Exportações totais

out/07 mar/08 ago/08 jan/09 jun/09 nov/09 abr/10 set/