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Como Estudar Física: Dicas de Professores, Notas de estudo de Física

Saiba como estudar eficazmente a matéria de física, com dicas e conselhos de professores especializados. Aprenda a entender as teorias, fazer exercícios e visualizar a física no cotidiano.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 28/04/2008

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Como estudar
Física
Matéria atormenta 90% dos vestibulandos. É preciso, antes de tudo, entendê-la para se sair bem na prova
Todo mundo que já passou por isso, sabe que a fase dos 18 anos, quando se está preparando para fazer o vestibular,
é uma das mais estressantes da vida.
É tanta matéria, tanta decoreba, tanta coisa para se estudar, que o aluno - aquele que realmente está preocupado
com o futuro - acaba ficando nervoso e, muitas vezes, não dá conta do recado. O problema talvez, nem seja porque
ele estudou pouco, mas sim, porque cada um tem seu ritmo e leva a vida de acordo com ele.
O importante é saber que não adianta ficar trancado no quarto o tempo todo, decorando tudo. Sair, passear, se
divertir, talvez seja mais proveitoso do que ficar com a cara grudada no livro. Principalmente quando se tenta
colocar em prática o que se estudou.
Como estudar Física
Segundo o professor de Física, Anderson de Castro Oliveira, o ideal seria que todos os estudantes tentassem usar
a matéria, odiada por muitos, em seu dia-a-dia. "Isto tornaria tudo mais simples. É preciso que se veja a física
presente em nosso cotidiano e não como se ela fosse um bicho de sete cabeças", alerta. Mas, para isso, não há como
fugir das tão temidas fórmulas...
"Para saber física tem que se conhecer suas leis e fórmulas. Isso é inevitável", afirma o professor. Porém, ele
explica que saber as fórmulas não implica em, necessariamente, ter que decorá-las. "Não adianta colar papéis na
parede, na geladeria, no banheiro, sem tentar entender o que se está lendo e decorando. Se o aluno tenta entender a
teoria e faz todos os exercícios pedidos, a fórmula vai ficar guardada na memória dele, com certeza" avisa
Anderson.
De acordo com o professor, o vestibular está mudando. "Os departamentos de física estão mais ligados no essencial,
que é a realidade do ensino. A prova está com o conteúdo mais bem distribuído e os departamentos estão deixando
de lado os exercícios de canto de livro, o que já não era sem tempo", diz.
Mesmo assim, o aluno tem que ficar esperto. As mudanças nas provas, que, segundo Anderson, deve-se muito ao
PISM, têm feito com que o teste de física tenha questões relativas aos três anos do segundo grau, mas, mesmo
assim, elas ainda se concentram na Mecânica e na Eletricidade. "Se você ainda tem dúvidas nessas matérias, ou em
qualquer outra, leia muito e faça o máximo de exercícios que puder", aconselha.
Anderson, que se considera um tipo de professor moderno e que não estimula a decoreba, observa que os alunos
têm mais dificuldade em matérias como Eletrostática, Eletricidade, Eletromagnetismo e a Física Moderna -
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Como estudar

Física

Matéria atormenta 90% dos vestibulandos. É preciso, antes de tudo, entendê-la para se sair bem na prova

Todo mundo que já passou por isso, sabe que a fase dos 18 anos, quando se está preparando para fazer o vestibular, é uma das mais estressantes da vida.

É tanta matéria, tanta decoreba, tanta coisa para se estudar, que o aluno - aquele que realmente está preocupado com o futuro - acaba ficando nervoso e, muitas vezes, não dá conta do recado. O problema talvez, nem seja porque ele estudou pouco, mas sim, porque cada um tem seu ritmo e leva a vida de acordo com ele.

O importante é saber que não adianta ficar trancado no quarto o tempo todo, decorando tudo. Sair, passear, se divertir, talvez seja mais proveitoso do que ficar com a cara grudada no livro. Principalmente quando se tenta colocar em prática o que se estudou.

Como estudar Física

Segundo o professor de Física, Anderson de Castro Oliveira , o ideal seria que todos os estudantes tentassem usar a matéria, odiada por muitos, em seu dia-a-dia. "Isto tornaria tudo mais simples. É preciso que se veja a física presente em nosso cotidiano e não como se ela fosse um bicho de sete cabeças", alerta. Mas, para isso, não há como fugir das tão temidas fórmulas...

"Para saber física tem que se conhecer suas leis e fórmulas. Isso é inevitável", afirma o professor. Porém, ele explica que saber as fórmulas não implica em, necessariamente, ter que decorá-las. "Não adianta colar papéis na parede, na geladeria, no banheiro, sem tentar entender o que se está lendo e decorando. Se o aluno tenta entender a teoria e faz todos os exercícios pedidos, a fórmula vai ficar guardada na memória dele, com certeza" avisa Anderson.

De acordo com o professor, o vestibular está mudando. "Os departamentos de física estão mais ligados no essencial, que é a realidade do ensino. A prova está com o conteúdo mais bem distribuído e os departamentos estão deixando de lado os exercícios de canto de livro, o que já não era sem tempo", diz.

Mesmo assim, o aluno tem que ficar esperto. As mudanças nas provas, que, segundo Anderson, deve-se muito ao PISM, têm feito com que o teste de física tenha questões relativas aos três anos do segundo grau, mas, mesmo assim, elas ainda se concentram na Mecânica e na Eletricidade. "Se você ainda tem dúvidas nessas matérias, ou em qualquer outra, leia muito e faça o máximo de exercícios que puder", aconselha.

Anderson, que se considera um tipo de professor moderno e que não estimula a decoreba, observa que os alunos têm mais dificuldade em matérias como Eletrostática, Eletricidade, Eletromagnetismo e a Física Moderna -

Mecânica Quântica e Relativista, de Einstein. "Acho esta parte da matéria muito abstrata para um aluno de segundo grau, na verdade", admite. Tradicional, mas nem tanto Já o professor Carlos Alberto Teixeira admite ser mais tradicional. "Não estimulo a decoreba, tem que entender a matéria, mas sou tradicional sim. E fico muito chateado quando vejo que, hoje em dia, os alunos não se dedicam tanto quanto antigamente, são desinteressados. Simplesmente vão levando", declara. Para ele, na física deve-se entender a razão das coisas. "Não é só fórmula. Há conceitos", lembra. E reafirma o que o professor Anderson já havia dito: exercícios são fundamentais. De acordo com Carlos Alberto, é interessante que o aluno do primeiro ano, do segundo grau, comece a fazer as provas do PISM, pois assim ele poderá ter mais chance de entrar na faculdade sem ter que prestar o vestibular. "O conteúdo a se estudar é bem menor e a concorrência também", afirma o professor. "Apesar do PISM III ter o mesmo nível do vestibular, mesmo assim, ainda é mais fácil", admite.

Veja as dicas dos professores

Para quem está fazendo cursinho:

Não levar dúvidas para casa Ler muito a teoria, com bastante atenção. Entender o assunto Refazer em casa os exercícios que o professor fez em sala de aula Tentar entender os exercícios resolvidos nos livros Entender o que está sendo pedido no exercício (resolver problemas com a interpretação de texto) Fazer o maior número de exercícios possíveis, para fixar bem as fórmulas essenciais.

Para quem está parado ou estudando em casa:

Dar mais ênfase à teoria, principalmente aos fenômenos físicos. Fazer muitos exercícios, trazendo a física sempre para o seu cotidiano, vizualizando-a no dia a dia.

Não deixe de estudar:

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